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“IntelliMen”: Igreja Universal lança grupo exclusivo para homens com propostas similares à maçonaria. Confira

 Publicado por Tiago Chagas-GNOTICIAS- em 10 de janeiro de 2013

 

“IntelliMen”: Igreja Universal lança grupo exclusivo para homens com propostas similares à maçonaria. Confira

O bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo e apresentador do programa The Love School lançou uma espécie de fraternidade, exclusiva para homens, intitulada “Projeto IntelliMen”, e voltada à superação de desafios.

Segundo texto do site Arca Universal, “o nome é a junção de duas palavras em inglês: intelligent (inteligente) e men (homens), porque engloba todo o objetivo do projeto, que é ‘formar homens inteligentes e melhores em tudo’”.

O bispo Renato Cardoso declarou que através de desafios, o projeto ensinará valores aos participantes e isso tornará os “intellimen” pessoas mais fortes e prósperas.

“Espere desafios. Nós vamos lhe desafiar a ser melhor em todas as áreas de sua vida. E para ser um dos IntelliMen, você nunca poderá fugir dos desafios nem deixar de cumpri-los. E, acima de tudo, precisará do ingrediente fundamental para aprender: humildade. Se você não reconhece que precisa melhorar, não podemos lhe ajudar. Ainda que você já seja forte e bem-sucedido em muitas coisas, é preciso entender que ‘o homem não prevalece pela força’ (1 Samuel 2.9)”, disse Cardoso.

Ainda segundo o texto, “qualquer homem pode participar, com a condição de ler todo o manifesto”, além de manifestar publicamente sua decisão através das redes sociais, além de publicar uma foto reproduzindo o gesto símbolo da fraternidade, “o soco da inteligência”.

A exclusividade masculina e a elaboração de ritos e símbolos visando conquistas subjetivas, em tom filosófico, faz surgir uma imediata comparação com a maçonaria, outra fraternidade exclusiva para homens e que há séculos, apesar de toda publicidade em torno, mantém suas práticas em segredo.

O projeto do bispo Renato Cardoso divulgou um passo a passo que deve ser seguido pelos interessados, e que se cumprido, significa a realização do primeiro desafio. É possível conferir todos os detalhes do manifesto divulgado pelo bispo no pdf publicado neste link.

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Após quinze dias internado, para tratamento cardiológico, estou de volta e agradeço as palavras de fé e esperança no Senhor Jesus no tocante a minha saúde.

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A glória denominacional e o esquecimento da unidade

O fato de sermos filhos de Deus, deveria nos valer para a unidade.

por Fernando Pereira-gospelprime-

 

A glória denominacional e o esquecimento da unidade

No mundo, nós, seres humanos, vivemos separados da seguinte maneira: cômodos da casa, quintas, casas, ruas, quadras, bairros, zonas, cidades, estados, regiões, países, continentes e hemisférios. Percebe-se por aí que o paradigma separatista é uma evidencia incontestável. E ele está presente também no modo de ser, estar e fazer das pessoas. Nem todo mundo torce por um time de futebol da mesma maneira, nem todos desejam a mesma coisa ou fazem as mesmas escolhas vivendo dentro de uma mesma realidade.

Um exemplo disso é que na favela tem traficante, mas também tem gente trabalhadora, e que optaram por ganhar a vida honestamente. Se formos olhar, e olha que nem precisar ser de maneira mais acurada, perceberemos que o separatismo no meio religioso é muito mais do que um status co de natureza imposta pelo que já nascemos sendo, mas pelas opções que fazemos. Estou falando do Brasil, e com experiência de causa, primeiro, por viver aqui e, também, por ser cristão.

O conceito de unidade ensinado por Jesus, repassado pelos apóstolos, e que deveria ser retransmitido pelos pastores, é o de que a união deve prevalecer entre os irmãos em Cristo, e não apenas entre os irmãos de denominação. E o repasse desta informação, que estabelece padrão de vida dentro do Evangelho, só está sendo feito com omissões e adaptações, e isto, em virtude das disputas econômicas e teológico-doutrinárias, que traz falso prestigio, desnecessária fama e vã sensação de superioridade.

Nada contra a construção de mega-templos, abertura de centros acadêmicos religiosos e suntuosidade denominacional, desde que a razão de ser não tenha base na disputa religiosa, mas que seja para a glória de Deus. Uma coisa que os cristãos e, principalmente, os lideres deveriam ter em mente é o que o apostolo Paulo ensinou e praticou como cristão e líder que era: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (1 CO 10.32).

Lógico que escrevo sem generalizar, mas a maioria de nós está buscando não a glória de Deus, que nos uniria nos propósitos do ser, ter e fazer, mas a glória denominacional, da liderança, do método de evangelização, do potencial arrecadador-financeiro-denominacional, e este último, para bancar luxuosidade desavergonhada para alguns poucos. Estas coisas estão nos unindo localmente, como partidários, e nos afastando universalmente como irmãos em Cristo.

O salmista disse no Salmo 133 que “é bom e suave que os irmãos vivam em união”, e depois ratifica que a união atrai a “benção do Senhor”. Nem sempre riqueza é sinal de benção do Deus, pois o ateu também pode conquistar com esforço e trabalho. Um dos sinais da benção do Senhor, diz respeito ao aproveitamento que fazemos da própria benção que é a unidade. A partir da daí o Senhor nos cobrirá com bênçãos mais.

Embora estejamos divididos dentro da nação, o fato de pertencermos à nação, nos une. Embora estejamos separados por denominações, pontos teológicos primários (na maioria dos casos), a teologia da salvação cristocêntrica, nos une. Embora separados em congregações, a denominacionalidade nos une. Embora separados pelos continentes, a humanidade nos une. E o fato de sermos filhos de Deus, deveria nos valer para a unidade. Não prego a união das denominações do cristianismo, até porque  creio que Deus trabalha nessa diversidade; mas prego a unidade entre nós, filhos de Deus, e também entre nós, criaturas Dele.