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¿A un año del fin del mundo maya?

Derribando mitos

 

¿A un año del fin del mundo maya?

Historiadores y científicos explican las incoherencias sobre el supuesto “fin de los tiempos” del calendario maya para el 21 de diciembre de 2012.

14 DE DICIEMBRE DE 2011, MÉXICO

Nueva Era, pseudociencia, ignorancia y supersticiones. El “fin del mundo” en 2012, una teoría que se ha puesto de moda en los últimos años, ha sido analizada recientemente en un ciclo de conferencias en México en el que participaron expertos en la materia . Científicos mexicanos y extranjeros derribaron los mitos creados por los supuestos “profetas modernos” en torno al “cataclismo maya”.
El Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) de Ciudad de México organizó una conferencia en la que participaron un astrofísico, una historiadora y dos epigrafistas, que se encargaron de cuestionar el supuesto cataclismo o un “cambio de conciencia de la humanidad, que presuntamente se producirá el 21 de diciembre del año venidero”, explicó el INAH en un comunicado.
El tema fue analizado por expertos en la cultura maya, entre ellos el historiador  Erik Velásquez, que explicó que la “profecía maya de 2012” surgió en la década de los 70, cuando el escritor Frank Waters escribió un texto con una “mezcolanza de creencias”.
En dicho documento aseguró que el “Monumento 6 de Tortuguero, en Tabasco, marca el supuesto fin de un Quinto Sol (que es un concepto mexica, no maya) y la llegada de una nueva humanidad o Sexto Sol”, recordó.
Velásquez señaló que a partir de ese texto comenzó una secuencia de obras sobre la “nueva Era” que ha crecido y genera grandes ganancias, debido a que “satisface la necesidad de mucha gente de creer, pero que no tiene ningún sustento en los métodos de la investigación humanística ni académica”.
Los mayas del periodo Clásico (250-900 d.C.) “de ninguna manera pensaron que su tiempo se iba a terminar en 2012”, afirmó.
IMPROBABILIDAD ESTADÍSTICA
Los epigrafistas Sven Gronemeyer y Erik Velásquez  de la Universidad de La Trobe (Australia) aseguraron que la citada inscripción en el Monumento 6 de Tortuguero solo señala una fecha sobre la terminación de un ciclo y el comienzo de otro , período en el que retornaría una de las deidades mayas, el dios Bolon Yokte.
El astrofísico Jesús Galindo  aclaró que aunque los mayas fueron grandes astrónomos, ni ellos “ni la ciencia actual estarían en posibilidades de plantear un ‘fin del mundo’”. El científico consideró imposible tratar de pronosticar que un cometa “extermine” a la humanidad, “pues es un evento que no se puede predecir con exactitud”.
Además, las personas hablan “de las grandes erupciones en el Sol que suceden cada 11 años, pero por suerte tenemos un escudo magnético que evita que nos afecte”,  aseguró.
CALENDARIO EQUIVOCADO
Por su parte, la historiadora mexicana Laura Caso Barrera  explicó que la única predicción conocida de los mayas fue escrita en el libro Chilam Balam de Ixil en el siglo XVIII, quienes retomaron una profecía babilónica divulgada por el sabio Beroso del siglo III a.C., a partir de la cual anunciaron el fin del mundo para el año 1887 de nuestra era.
Los expertos concluyeron que todas las versiones sobre el “fin del mundo” son rumores y leyendas que sacan de contexto la visión de las antiguas culturas. Añadieron que este fenómeno es parte de la necesidad de creer de mucha gente como consecuencia de la inestabilidad política y económica o por el cambio climático.

Fuentes: Efe

© Protestante Digital 2011

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ARCA DA ALIANÇA: Após décadas de mistério sobre existência objeto pode aparecer

Um problema no telhado de uma igreja pode dar ao mundo moderno a chance de ver a Arca da Aliança pela primeira vez. A Arca é descrita na Bíblia como o local onde eram guardadas as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados, como a vara de Arão e um pouco de maná.

Ela também servia como um veículo de comunicação entre Deus e o povo de Israel quando o tabernáculo foi erguido no deserto, explica o livro de Êxodo.

Ela foi utilizada pelos hebreus como parte do culto judaico no Templo de Salomão até seu desaparecimento, que acredita-se ter ocorrido durante a conquista de Jerusalém pela Babilônia, no século 6 antes de Cristo.

Segundo a tradição judaica, o profeta Jeremias foi a pessoa responsável por escondê-la.

Desde então quase nada se sabe sobre seu paradeiro. A busca pela arca tornou-se “popular” desde a exibição do filme “Indiana Jones e os caçadores da arca perdida” dirigido por Steven Spielberg em 1981.

Existe uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia que eles guardam a Arca há séculos. Desde 1960 ela, aparentemente, está na capela de cidade de Aksum, apelidada de “a capela das tábuas da lei”, que fica ao lado da igreja Santa Maria de Sião e é cercada de mistérios.

Ninguém está autorizado a ver o objeto sagrado, descrito nas Escrituras como uma caixa de madeira de acácia, revestida de ouro e sobre ela estão dois querubins de ouro. Supostamente, a única pessoa que tem visto a arca nas últimas décadas é um monge idoso e solitário, que se comprometeu a zelar pela Arca durante toda a sua vida.

Ele não é autorizado a sair do terreno da capela e ninguém mais pode ter acesso à ela.

Porém, essa capela, construída pelo líder etíope Imperador Selassie Hailie, precisou ser coberta por uma lona para impedir que a chuva prejudicasse o tesouro arqueológico. Os danos causados pelas chuvas recentes podem determinar uma mudança drástica.

Pela primeira vez em décadas os religiosos e aventureiros podem ter uma oportunidade de vê-la. O fotógrafo e jornalista britânico Tim Makins, especializado em fotos de viagens para publicações de turismo, visitou a igreja durante uma passagem pela Etiópia meses atrás.

Ele afirma que essa necessidade de moverem a Arca pode ser uma das melhores maneiras de finalmente ficar provado, ou não, que ela está na Etiópia.

Tim disse: “Durante a minha visita mais recente à igreja, fiquei surpreso ao ver o terreno ao lado da capela sendo limpo e nivelado por trabalhadores. Há uma grande quantidade de pedras usadas para construção empilhadas nas proximidades.”

Os responsáveis pela construção da lendária capela, na década de 1960, não contavam com as mudanças climáticas na região. O telhado da igreja apresenta alguns vazamentos grandes, que exigem uma reparação integral. Como medida preventiva, uma lona foi colocada sobre o teto da capela, mas para uma reforma completa, o telhado deve ser retirado e reconstruído. Portanto, esse local ao lado seria um “lar temporário” para a Arca.

Tim afirma que a construção da nova capela temporária deve levar mais de três meses, segundo as estimativas dos trabalhadores e líderes religiosos com quem ele conversou sobre o assunto.

O fotógrafo comemora a possibilidade de revelar o mundo as primeiras imagens desse tesouro. “Quando o trabalho for concluído, a Arca da Aliança terá de ser levada para esse novo local. Isso muito dificilmente poderá ser feito apenas pelo monge que a guarda. A Bíblia diz que a Arca mede cerca de 1,30 metro de comprimento, 0,80 de largura e 0.80 de altura. É improvável que ela seja carregada apenas por uma pessoa. As Escrituras dizem que existem duas varas que são encaixadas na lateral da Arca para carregá-la e são necessárias duas pessoas.

Caso o fotógrafo Tim Makins esteja certo, dentro de alguns meses a Arca terá de ser retirada da capela e depois que a reforma terminar, ser levada de volta. Ainda que a distância seja pequena, nessas duas oportunidades o mundo poderá esclarecer de maneira definitiva se a tradição etíope sobre o paradeiro da Arca da Aliança realmente é verdadeira.

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ARCA DA ALIANÇA : Após décadas de mistério sobre sua existência objeto pode aparecer

Um problema no telhado de uma igreja pode dar ao mundo moderno a chance de ver a Arca da Aliança pela primeira vez. A Arca é descrita na Bíblia como o local onde eram guardadas as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados, como a vara de Arão e um pouco de maná.

Ela também servia como um veículo de comunicação entre Deus e o povo de Israel quando o tabernáculo foi erguido no deserto, explica o livro de Êxodo.

Ela foi utilizada pelos hebreus como parte do culto judaico no Templo de Salomão até seu desaparecimento, que acredita-se ter ocorrido durante a conquista de Jerusalém pela Babilônia, no século 6 antes de Cristo.

Segundo a tradição judaica, o profeta Jeremias foi a pessoa responsável por escondê-la.

Desde então quase nada se sabe sobre seu paradeiro. A busca pela arca tornou-se “popular” desde a exibição do filme “Indiana Jones e os caçadores da arca perdida” dirigido por Steven Spielberg em 1981.

Existe uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia que eles guardam a Arca há séculos. Desde 1960 ela, aparentemente, está na capela de cidade de Aksum, apelidada de “a capela das tábuas da lei”, que fica ao lado da igreja Santa Maria de Sião e é cercada de mistérios.

Ninguém está autorizado a ver o objeto sagrado, descrito nas Escrituras como uma caixa de madeira de acácia, revestida de ouro e sobre ela estão dois querubins de ouro. Supostamente, a única pessoa que tem visto a arca nas últimas décadas é um monge idoso e solitário, que se comprometeu a zelar pela Arca durante toda a sua vida.

Ele não é autorizado a sair do terreno da capela e ninguém mais pode ter acesso à ela.

Porém, essa capela, construída pelo líder etíope Imperador Selassie Hailie, precisou ser coberta por uma lona para impedir que a chuva prejudicasse o tesouro arqueológico. Os danos causados pelas chuvas recentes podem determinar uma mudança drástica.

Pela primeira vez em décadas os religiosos e aventureiros podem ter uma oportunidade de vê-la. O fotógrafo e jornalista britânico Tim Makins, especializado em fotos de viagens para publicações de turismo, visitou a igreja durante uma passagem pela Etiópia meses atrás.

Ele afirma que essa necessidade de moverem a Arca pode ser uma das melhores maneiras de finalmente ficar provado, ou não, que ela está na Etiópia.

Tim disse: “Durante a minha visita mais recente à igreja, fiquei surpreso ao ver o terreno ao lado da capela sendo limpo e nivelado por trabalhadores. Há uma grande quantidade de pedras usadas para construção empilhadas nas proximidades.”

Os responsáveis pela construção da lendária capela, na década de 1960, não contavam com as mudanças climáticas na região. O telhado da igreja apresenta alguns vazamentos grandes, que exigem uma reparação integral. Como medida preventiva, uma lona foi colocada sobre o teto da capela, mas para uma reforma completa, o telhado deve ser retirado e reconstruído. Portanto, esse local ao lado seria um “lar temporário” para a Arca.

Tim afirma que a construção da nova capela temporária deve levar mais de três meses, segundo as estimativas dos trabalhadores e líderes religiosos com quem ele conversou sobre o assunto.

O fotógrafo comemora a possibilidade de revelar o mundo as primeiras imagens desse tesouro. “Quando o trabalho for concluído, a Arca da Aliança terá de ser levada para esse novo local. Isso muito dificilmente poderá ser feito apenas pelo monge que a guarda. A Bíblia diz que a Arca mede cerca de 1,30 metro de comprimento, 0,80 de largura e 0.80 de altura. É improvável que ela seja carregada apenas por uma pessoa. As Escrituras dizem que existem duas varas que são encaixadas na lateral da Arca para carregá-la e são necessárias duas pessoas.

Caso o fotógrafo Tim Makins esteja certo, dentro de alguns meses a Arca terá de ser retirada da capela e depois que a reforma terminar, ser levada de volta. Ainda que a distância seja pequena, nessas duas oportunidades o mundo poderá esclarecer de maneira definitiva se a tradição etíope sobre o paradeiro da Arca da Aliança realmente é verdadeira.

Data: 12/12/2011 08:20:00
Fonte: Gospel Prime