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Islândia quer receita médica para vender cigarro

 

Atualizado em  11 de julho, 2011 – 11:23 (Brasília) 14:23 GMT

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Projeto de lei entrega comercialização de maços a farmácias e proíbe venda para menores de 20 anos.

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Um novo projeto de lei na Islândia prevê a proibição da venda de cigarros sem receita médica e a menores de 20 anos.

Única tabacaria da Islândia

Na única tabacaria que resta na Islândia, o plano da deputada foi recebida com irritação

Apresentada por uma ex-ministra da saúde, a lei também entregaria às farmácias do país a venda de cigarros.

Atualmente, islandeses podem comprar seus maços em lojas e supermercados, mas é proibido aos estabelecimentos comerciais exibir as embalagens.

O projeto será votado depois do recesso de verão no Parlamento islandês.

O governo espera que, se a lei for aprovada, os fumantes passem a ter que procurar por aconselhamento médico para largar o hábito e somente aqueles que não conseguirem superar o vício receberão as receitas autorizando a compra de cigarros.

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GM exibe ‘carro bolha’ do futuro sem motorista

 

Jorn Madslien

Repórter de Negócios, BBC News

Sensores, câmeras e GPS fazem com que veículo possa ser usado para transportar crianças sem a presença de adultos.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110711_carro_bolha_dg.shtml

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Um carro elétrico em formato de bolha, com apenas duas rodas, um joystick de videogame no lugar do volante e sensores que permitem que o veículo se mova sob controle do piloto automático, caso o motorista não queira dirigir.

Carro bolha

Carro ‘bolha’ elétrico é visão da GM para o futuro das cidades

Assim é o EN-V, um carro futurístico criado pela montadora americana General Motors (GM). O veículo é a visão da empresa para a mobilidade urbana no futuro.

O EN-V, uma abreviação de Electric Networked Vehicle (Veículo em Rede Elétrica, em português), atinge velocidades de 40 quilômetros por hora.

A princípio essa velocidade pode parecer perigosa, já que o carro não possui air bag e para-choque. Mas Tom Brown, do departamento de pesquisa e desenvolvimento da GM, afirma que o carro foi feito especialmente para evitar colisões.

"Ao contrário de carros convencionais, que são desenhados para proteger passageiros e pedestres em casos de acidentes, o EN-V é mais parecido com uma aeronave, onde se procura evitar qualquer tipo de acidente", diz Brown.

O EN-V usa tecnologias como sensores giroscópicos inspirados nos Segways, os veículos motorizados de duas rodas.

A grande novidade do "carro bolha" da GM são os sistemas que permitem que o carro detecte outros veículos e obstáculos ao seu redor.

Sensores, câmeras e um GPS fazem com que o carro perceba tudo ao seu redor. Com isso, os veículos não precisariam ser controlados pelos motoristas. Isso significa que os passageiros teriam tempo para se dedicar a outras atividades durante a viagem, como dormir e trabalhar.

Brown diz que crianças, por exemplo, poderiam ser colocadas dentro do veículo sem a presença de um adulto, e levadas para o colégio.

O EN-V só poderia operar no piloto automático em zonas onde todos os demais veículos também funcionassem sem motoristas.

A GM especula que se os veículos fossem popularizados, eles poderiam custar um quinto do preço de um carro convencional.

Brown afirma que ainda não há planos concretos para comercializar a tecnologia, mas que diversas montadoras hoje em dia – como a BMW e a GM – já estão desenvolvendo produtos "v-to-v", que no jargão do setor significa veículos que se comunicam com os demais carros.

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Ciência enfim confirma: mulher no volante, perigo constante

Veja.com

Um estudo americano avaliou 6,5 milhões de ocorrências de trânsito entre 1988 e 2007 nos Estados Unidos e comprovou: apesar de os homens passarem mais tempo à frente na direção, as mulheres se envolvem em mais acidentes do tipo

Apesar de passarem menos tempo ao volante, o estudo americano descobriu que as mulheres se envolvem em mais acidentes entre si

Apesar de passarem menos tempo ao volante, o estudo americano descobriu que as mulheres se envolvem em mais acidentes entre si (iStockphoto/ThinkStock)

Os homens dirigem melhor do que as mulheres? Impossível dizer. Mas um estudo americano mostra que, proporcionalmente, as mulheres têm mais chances de se envolver em um acidente com outra motorista do que os homens entre si. Cientistas da Universidade de Michigan analisaram 6,5 milhões de ocorrências de acidentes de trânsito nos Estados Unidos entre os anos de 1988 e 2007 e descobriram uma quantidade maior do que a esperada de acidentes entre duas mulheres no volante. O estudo foi publicado no periódico Traffic Injury Prevention.
Geralmente, os homens passam mais tempo no voltande (60%) do que as mulheres (40%). Por isso, Michael Sivak e Brandon Schoette, autores da pesquisa, esperavam que os acidentes envolvendo dois homens no controle do carro chegassem a 36,2% do total da amostra analisada, enquanto os acidentes provocados por duas mulheres chegariam a 15,8%. Homens e mulheres seriam responsáveis por 48% do total.

Contudo, os especialistas descobriram que os acidentes envolvendo duas motoristas chegaram a 20,5% do total, enquanto os homens foram responsáveis por 31,9%. Acidentes envolvendo os dois sexos ficaram em 47,6%, como esperado. Os autores do estudo não sabem dizer porque as mulheres se envolveram em mais acidentes do que os homens no período analisado.

Outra descoberta dos cientistas também mostra que as mulheres têm mais chances de bater em cruzamentos e junções de pistas.