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Billy Graham: Procurar tratamento para depressão não significa falta de fé.

O evangelista Billy Graham respondeu um questionamento de um internauta do Christian Post sobre a depressão

Billy Graham

Por Rodrigo Ribeiro Rodrigues

08/05/2010 05:57h

Muitas acreditam que a depressão está ligada a falta de fé, porém um dos maiores evangelistas que já surgiu, Billy Graham, discorda dessa tese. Confira a resposta dada a um internauta do Christian Post.

Internauta: Eu não entendo o que está acontecendo com minha esposa. Ela parece ter perdido toda a alegria de viver, e em alguns dias ela quase não consegue sair da cama. O médico diz que ela precisa de um medicamento antidepressivo, mas alguns amigos dizem que nós só precisamos de mais fé. Ela quer que eu tome a decisão, mas eu não sei o que fazer. – K.S.

Billy Graham: Eu sou grato por sua preocupação com sua esposa, e eu espero que você faça tudo que puder para ajudá-la. Afinal, se você estivesse em sua posição, eu tenho certeza que iria pedir para ela te ajudar – assim como ela está pedindo a você. A Bíblia diz aos maridos, “Cada um de vocês … ame a sua esposa como a si mesmo” (Efésios 5:33).

Eu não sou um psicólogo ou psiquiatra, é claro, mas sua esposa certamente parece estar sofrendo de depressão (como diz seu médico). Às vezes, a depressão tem uma causa espiritual, o Rei David, por exemplo, estava deprimido depois que ele secretamente cometeu adultério – e sua depressão não passou até que ele confessou o seu pecado e buscou o perdão de Deus (veja Salmo 32).

Mas a depressão muitas vezes tem outras causas, como desequilíbrios bioquímicos em nossos corpos. Seu médico, aparentemente suspeita que é esse o caso com sua esposa. Nossos cérebros são incrivelmente complexos, e quando algo sai do equilíbrio pode afetar nossa maneira de pensar e olhar para o mundo. Muitas vezes isso pode ser corrigido com medicação adequada.

Isso significa que você estaria deixando Deus de fora do processo, ou olhando para a medicina, ao invés de buscar em Deus uma solução? Não, você não deve pensar dessa maneira. Ao contrário disso, se o medicamento funciona, enxergue-o como forma de Deus responder as suas orações – e o agradeça por isso. Entretanto, constantemente assegure a sua esposa de seu amor – e do amor de Cristo, também.

Billy Graham, norte-americano nascido em 7 de Novembro de 1918 em Charlotte, Carolina do Norte. Foi conselheiro espiritual de vários presidentes americanos. Foi ainda o mais proeminente membro da “Convenção Batista Sulista dos EUA”.

Graham já pregou pessoalmente para mais pessoas do que qualquer pregador da história ao redor do mundo. De acordo com a sua equipe, a partir de 1993, mais de 2,5 milhões de pessoas tinham “Um passo à frente em suas cruzadas para aceitar Jesus Cristo como seu Salvador pessoal”. A partir de 2008, a audiência Graham’s lifetime, incluindo rádio e televisão, superou 2,2 bilhões.

Adaptação/ Tradução: OGalileO
Com informações de Christian Post/ Enciclopédia Livre

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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Pesquisa mostra que a felicidade começa aos 50 anos

 
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 Não importa se a pessoa está empregada, se os filhos ainda moram com ela, ou se é casada. A vida fica melhor depois dos 50 anos. É o que tenta demonstrar uma nova pesquisa com centenas de milhares de americanos: as pessoas tendem a ser mais felizes, menos ansiosas, e menos preocupadas depois que passam de meio século de vida.

     Os cientistas descobriram que a sensação de bem-estar global declina dos 20 aos 50 anos, depois aumenta de forma constante. Alegria e prazer também aumentam depois dos 50. E a maioria dos sentimentos negativos declina com a idade. A preocupação excessiva se mantém constante até cerca dos 50, depois cai. O ódio cai sistematicante aamor, odio, partir dos 20 anos; o estresse atinge o ápice nos 20 anos, começa a declinar, e cai depois dos 50.

    Os padrões são quase idênticos para homens e mulheres, embora as mulheres tenham mais estresse, se preocupem mais e sejam mais tristes em todas as idades, apesar de relatarem melhor bem-estar do que os homens na maioria das idades.

    O estudo, que começou a ser feito em 2008, se deu num universo de nada menos que 350 mil pessoas de todas as regiões dos EUA. A pesquisa, coordenada pelo psicólogo Arthur Stone, da Stony Brook University, no estado de Nova York, teve base em questionários e entrevistas feitos por telefone.

    Uma explicação para este fenômeno, observa Laura Carstensen, psicóloga da Stanford University em Palo Alto, Califórnia, é que pessoas mais velhas são mais experientes em controlar suas emoções. À medida que envelhecem, explica, elas ficam mais conscientes do fato de que o tempo está passando, começam a ter mais cuidado e a ser mais seletivas nas suas escolhas.

    Graças ao trabalho como cientista da Gallup Organization, que conduz uma série de pesquisas por telefone nos Estados Unidos, Stony Brook preparou um questionário sobre emoções específicas que as pessoas sentiram um dia antes de responderem à pesquisa.

     “Esse tipo de questão exige que as pessoas façam muitos julgamentos” comenta Stone.

    As pessoas eram induzidas nos telefonemas a responderem a questões subjetivas. Por exemplo, qual a referência de sucesso para ela: Bill Gates, os parentes, os colegas do trabalho? Outra pergunta era sobre a satisfação que a pessoa tinha com sua vida e sua família. O interessante é que os entrevistados podiam participar depois de o questionário inicial ser feito. Eles podiam enviar mensagens sobre suas reflexões, sobre seu estado de espírito ou sobre seus sentimentos.

     A psicóloga Laura Carstensen diz que o método utilizado no estudo pode criar um novo paradigma em pesquisas subjetivas.

    “Stone encontrou uma forma eficiente de pesquisar sensações e motivações. Muitos dos relatos e achados da pesquisa encontram respaldo na literatura científica sobre emoções em idades diferentes” explica a psicóloga americana.

 

Data: 20/5/2010 15:00:00
Fonte: JB