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A Bíblia apóia o aborto, afirma grupo cristão esquerdista

 

Myles Collier

Alguns cristãos progressistas têm recentemente aprovado a interpretação de uma ideia apoiada pela Bíblia que envolve aborto e o momento em que a vida começa de fato.

O blog cristão The Christian Left (A Esquerda Cristã) recentemente afirmou que a Bíblia não proibiu o aborto e que Deus nem mesmo afirmou quando a vida realmente começa. Suas reivindicações, entretanto, estão causando grande controvérsia com uma comunidade cristã maior, que acredita que o grupo religioso progressista está distorcendo as passagens da Bíblia para apoiar o aborto.

A primeira passagem que é usada para isso vem de Gênesis 2:7 – Deus “soprou em suas narinas o fôlego da vida e o homem foi feito alma vivente”.

Outra passagem que foi usada nesse contexto foi em Jó 33:4, que afirma: “O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida”.

O grupo progressista afirma que o ser humano não foi verdadeiramente formado ou “vivo” até que o primeiro suspiro tenha entrado em seus pulmões e que a criança foi capaz de respirar por si mesma.

Muitos líderes religiosos, contudo, argumentam que a vida começa no momento da concepção, e afirmam que só porque a forma vivente esteja dentro do útero não há razão para considerar que o feto não esteja vivo e sujeito à eliminação.

A filosofia progressista também pula para a conclusão de que matar um feto vivo não é o mesmo que matar um ser humano, ignorando o fato de que é provado que o feto sente dor na gravidez, bem como tem um coração em desenvolvimento que bate.

Fonte: ChristianPost

Divulgação: www.juliosevero.com

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Cientistas estudam cérebro de médiuns brasileiros durante transe

 

Pesquisadores usaram tomografia computadorizada para estudar o que acontece com os fluxos de sangue nas diferentes regiões do cérebro na hora da tarefa psicográfica

18 de novembro de 2012 | 12h 33

Efe

Os cérebros de médiuns brasileiros mostraram transtornos de funcionamento durante sessões nas quais, em transe, escreviam mensagens supostamente ditadas por "espíritos", segundo um artigo divulgado pela revista Public Library of Sciences.

Cena de filme sobre Chico Xavier, considerado um dos maiores médiuns do País - Divulgação

Divulgação

Cena de filme sobre Chico Xavier, considerado um dos maiores médiuns do País

A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Thomas Jefferson, da Filadélfia, para determinar os fluxos de sangue em diferentes regiões do cérebro durante os transes.

Os pesquisadores estudaram o comportamento de dez médiuns que, segundo o artigo, tinham entre 15 e 47 anos de psicografia, realizando-a até 18 vezes por mês.

Todos eles, indicou o estudo, eram destros, gozavam de boa saúde mental, não usavam psicotrópicos e indicaram que eram capazes de alcançar seu estado de transe durante a tarefa psicográfica. Os pesquisadores usaram tomografia computadorizada por emissão de fótons únicos para a observação das áreas ativas e inativas durante a prática.

"Se sabe que as experiências espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade recebe pouca atenção científica e, a partir de agora, devem ser feitos novos estudos", sustentou Andrew Newberg, diretor de pesquisa do Myrna Brind Center of Integrative Medicine, que colaborou neste trabalho com o psicólogo clínico Júlio Peres, do Instituto de Psicologia da USP.

Os cientistas observaram que os médiuns mais experientes mostravam durante a psicografia níveis mais baixos de atividade no hipocampo esquerdo (sistema límbico), no giro temporal superior e no giro pré-central direito no lóbulo frontal.

As áreas do lóbulo frontal estão ligadas ao raciocínio, ao planejamento, à geração de linguagem, aos movimentos e à solução de problemas, pelo que os pesquisadores acreditam que durante a psicografia ocorre uma ausência de percepção de si mesmo e de consciência.

Por outro lado, os médiuns com menos experiência mostraram o oposto: níveis maiores de atividade nas mesmas áreas durante a psicografia, o que parece indicar um maior esforço para realizá-la.

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Primeiro Bozo da TV Brasileira vira pastor

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O ator Wanderley Tribeck, 62, que interpretou o primeiro palhaço Bozo da TV brasileira, é hoje pastor.

  • palhaço bozo

    (Foto: Divulgação)

    Palhaço Bozo.

Segundo a Folha de S. Paulo, Wandeko, como é conhecido, se tornou pastor há cinco meses. Ele é também evangelista da Igreja Evangélica Assembleia de Deus (IEAD) de Camboriu, em Santa Catarina.

Wandeko conta que saiu do programa, em 1985, porque não concordava com os games que eram colocados.

“Criança tem de ser pura, não tem de jogar. Aí, inventaram que eu não gostava de criança, que eu falavra palavrão no programa. Mentira. Eu amo as crianças”, disse ele à Folha de S. Paulo.

O ex-Bozo disse que depois de sair da televisão, passou por um período de problemas com depressão e alcoolismo.

"Fora da TV, minha vida começou a cair. Minha mulher e meus filhos me deixaram, fiquei violento, comecei a beber, andava com um revólver. Quase perdi tudo", afirmou.

Segundo ele, tudo se resolveu quando aceitou a Jesus. "Quem me salvou foi Jesus”. Ele se tornou evangélico no ano de 2000.

Sua esposa foi uma de suas “amiguinhas” – como chamava as crianças o palhaço. Ele se casou quando tinha 29 anos e ela 14.

"Nos apaixonamos e casamos um ano depois. Nos separamos, mas voltamos. Estamos juntos há mais de 30 anos", explicou ele à publicação.

Em seu Facebook Wandeko testifica: “Troquei os palcos pelo púlpito, agora é só Jesus, não uso a fantasia e não sou mais palhaço de ninguém!”

E dá o seu recado aos pastores: “Fui famoso, amigo do Sílvio Santos, fui o maior salário da televisão brasileira nos anos 80, mas aceitei Jesus como único Salvador.”

Arlindo Barreto – o outro Bozo

A história de Wandeko se assemelha à do outro intérprete do Bozo, Arlindo Barreto, 59, que hoje também é pastor.

Arlindo foi o palhaço Bozo durante dois anos. Ele ficou famoso por falar um “palavrão” a uma criança por telefone, em rede nacional.

Em seu testemunho, Arlindo diz que teve também problemas com álcool e drogas e que se livrou do vício quando se converteu ao Evangelho.

Arlindo é pastor há mais de 15 anos e ministra cursos de comunicação nos Estados Unidos.

Em 2011, ele voltou ao SBT para dirigir os palhaços da dupla Patati e Patatá.