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Mãe espanca filho de 7 anos até a morte por não decorar o Corão

 

O caso aconteceu no Reino Unido e chocou a comunidade internacional pela brutalidade

por Leiliane Roberta Lopes

  • Mãe espanca filho de 7 anos até a morte por não decorar o CorãoMãe espanca filho de 7 anos até a morte por não decorar o Corão

    Uma reportagem do Daily Mail comenta a morte de um garoto de 7 anos que foi espancado pela mãe até a morte por não se dedicar ao estudo do Corão.

    O caso aconteceu no País de Gales, no Reino Unido, e está sendo julgado pelos tribunais. Sara Ege, 32 anos, é acusada de espancar, matar e queimar o filho de 7 anos, Yaseen, por estar decepcionada com ele. A mãe teria matriculado o filho em uma mesquita local para que ele se tornasse um hafiz, memorizador do Corão, tendo que decorar 35 páginas do livro sagrado dos muçulmanos a cada três meses.

    Mas o garoto não se empenhava nesse estudo, preferindo brincar com seus amigos. “Eu estava ficando mais e mais frustrada”, disse Ege em seu depoimento, dizendo que em um ano o garoto aprendeu apenas um capítulo.

    Irritada com o menino, a mãe passou a usar chinelos, martelos e até mesmo um rolo de madeira para castigar Yaseen. Pelas investigações a mãe, com consentimento do pai, Yousef Ali Ege, de 38 anos, passou a espancar o menino que em julho de 2010 não resistiu às torturas e morreu.

    Os pais tentaram apagar os vestígios da morte do garoto colocando fogo na casa, mas a perícia concluiu que Yaseen morreu antes do incêndio e constatou também que no corpo do menino haviam marcas de violência.

    Para um médico, Sara Ege confessou a morte do filho, dizendo que foi Shaitan – nome islâmico dado ao diabo – que teria dito para que ela matasse a criança. Para o mesmo médico a mãe acabou confessando que se sentiu muito melhor depois que ele morreu.

    Ela também está sendo acusada de trancar Yaseen no porão, amarrá-lo a uma porta e forçá-lo a fazer flexões. O julgamento do casal pode levar dias. As informações são de Paulo Lopes.

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    Transexual pediu amputação e arrependido quer órgão genital de volta

    Postado por Eliseu Antonio Gomes

     

    Em 2003, aos 26 anos, transexual desejoso de casar-se com outro homem, quis operar e amputar o pênis para se parecer com uma mulher. Arrependeu-se.

    A pessoa identifica-se apenas como DK, é residente da província de Van localizada na cidade de Mersin, ao sul da Turquia. Nos dias atuais, aos 34, se apresenta como muçulmano e mostra-se arrependido do que fez e está disposto a possuir outra vez genitália masculina.

    “Sou um crente, faço minhas orações como homem, e não como uma mulher. Esta decisão me afetou muito.” – queixa-se DK, que solicitou liminar para assegurar que seu novo desejo possa ser realizado.

    Recentemente, ele procurou ajuda indo à Direção de Assuntos Religiosos e pediu permissão para receber transplante de membro de um defunto. As autoridades religiosas se manifestaram contra, alegando ser inaceitável que isso ocorra, exceto se o órgão genital a ser colocado em seu corpo seja o mesmo que ele pediu para retirar.

    Enquanto DK nâo recebe apoio religioso, abriu limitar para alcançar seu objetivo. Oksan Öztok, dirigente da Fundação de Apoio Humano, uma organização conservadora voltada para o envolvimento com os membros da comunidade LGBT, disse à imprensa local: "Há mais de 20 pessoas assim, temos guardado em nossos arquivos situações igual a essa. A operação é tão comum quanto um transplante de braço ou rosto.”

    Fonte: Dogan, via Daily News

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    Governo dos EUA convidou médium brasileira para impedir Furacão Sandy

     

    Julio Severo

    Depois da Supertempestade Sandy, todos sabem o que aconteceu: tragédia. O que muitos ignoram é o que aconteceu antes: tragédia espiritual.

    De acordo com a revista Istoé, a médium Adelaide Scritori havia viajado às pressas ao Caribe a convite do governo dos EUA e de uma seguradora de Nova Iorque. Sua missão era enfraquecer a Supertesmpestade Sandy.

    Adelaide Scritori

    Seu marido, que é também porta-voz da Fundação Cacique Cobra Coral, disse que a missão dela foi um sucesso, pois sem a intervenção dela a supertempestade teria feito milhares de vítimas.

    Essa não é a primeira vez que a médium Adelaide intervém nos EUA. Durante o Furacão Katrina em 2005, ela também invocou os espíritos e, de acordo com os seguidores dela, ela “salvou” milhares de pessoas.

    Uma reportagem da Reuters disse que os seguidores dela acreditam que ela pode ajudar a controlar o clima. Ela afirma fazer contato com um antigo espírito conhecido como Cacique Cobra Coral que, de acordo com a lenda, tem poderes suficientes para influenciar os fenômenos naturais.

    “Ela entra em profunda concentração de modo que possa se comunicar com o cacique”, disse Osmar Santos, o marido dela.

    A fundação dela diz que o Cacique Cobra Coral é “um espírito que, conforme se acredita, havia sido Galileo Galilei e Abraham Lincoln”.

    Coral snake

    Sua organização, que afirma integrar poderes espíritas com técnicas científicas, tem feito parcerias com governos municipais e estaduais no Brasil, e importantes autoridades políticas brasileiras buscam os conselhos e serviços dela.

    O site dela vende músicas do candomblé, com canções cantadas por homens e mulheres possuídos por orixás. O propósito das músicas é influenciar os assuntos humanos.

    Os Peregrinos, que fundaram os EUA e haviam feito um pacto com Deus dedicando a jovem nação americana para Jesus Cristo, teriam ficado perplexos se soubessem que no futuro os EUA convidariam uma médium para invocar forças espirituais da escuridão para resolver um problema nacional. Tal convite, em si, é um problema imenso.

    Não há suficientes homens e mulheres de Deus para o governo americano convidar para orar? Não há mais homens e mulheres nos EUA com a fé que os Peregrinos tinham?

    Durante tragédias nacionais, eles não buscavam médiuns e bruxos. Eles trabalhavam para limpar sua terra de toda feitiçaria e maldade.

    Há acontecimentos que só Deus pode impedir. Outros acontecimentos que envolvem derramamento de sangue podem ser impedidos por sábias decisões humanas. Esse é o caso da Primavera Árabe, que começou e avançou sob imprudentes decisões. Por instigação do governo dos EUA, governos muçulmanos moderados em nações árabes foram derrubados e substituídos por governos islâmicos radicais, que já estão perseguindo os cristãos mais do que antes.

    E agora os EUA, que apelaram para uma médium do Brasil, querem receber a mesma misericórdia que mostraram aos cristãos devastados por uma cruel Primavera Árabe instigada por marxistas na Casa Branca.

    Tragédias nacionais não são um tempo para buscar a bruxaria, mas Deus. Buscar a bruxaria num tempo de tragédia é um sinal garantido de uma nação caminhando para mais tragédias.

    Os cristãos árabes estão invocando a Deus para protegê-los da Primavera Árabe, ou Primavera da al-Qaeda, ou Tragédia Árabe. Quanto a mim, estou orando por eles e também contra o imperialismo cultural pró-aborto e pró-sodomia do governo de Obama e da ONU.

    Oro também para que os cristãos nos EUA sejam poderosamente fortalecidos para intervir de modo que o governo americano pare de instigar o derramamento de sangue de cristãos árabes, pare de impor seu imperialismo pró-sodomia e pró-aborto no mundo inteiro e pare de convidar bruxas do Brasil para invocar forças das trevas.

    Não há forças das trevas suficientes na Casa Branca?

    Versão em inglês deste artigo: US Government Invited Brazilian Psychic to Avert Sandy

    Fonte: www.juliosevero.com