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Pastor terá que pagar indenização por insulto a fiéis em Santa Catarina

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Um pastor uma igreja evangélica em Santa Catarina acusado de insultar dois ex-fiéis da congregação, foi condenado pelo Tribunal de Justiça (TJ) a pagar 3 mil reais de indenização.

  • pastores

De acordo com o TJ os fieis, pai e filho, foram insultados, agredidos e expulsos do grupo.

O motivo que levou as agressões não foi divulgado, porém o desembargador Fernando Carioni, considerou as provas das agressões físicas e da expulsão da família da instituição religiosa válidas para condenar o pastor.

Conforme o TJ, em sua defesa, o pastor e a igreja negaram as acusações. Para a Justiça, a expulsão foi de forma arbitrária e sem direito de defesa.

Não é o primeiro caso de pastor condenado a pagar indenização por insultos. Em maio deste ano outro pastor teve que pagar R$1.500,00 para uma vizinha do templo que moveu uma ação contra o líder religioso alegando ter sido chamada de “filha do diabo”.

Caso mais recente de indenização é o da igreja Universal do Reino de Deus, que foi sentenciada apagar o valor de R$ 150 mil à apresentadora Xuxa por ter dito que ela teria pacto com o diabo.

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Além da indenização, a igreja terá que publicar um artigo desmentindo o suposto pacto com o demônio e afirmando que Xuxa "tem profunda fé em Deus e respeita todas as religiões".

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Cristianos, judíos y musulmanes, contra el matrimonio homosexual en Francia

 

Cristianos, judíos y musulmanes, contra el matrimonio homosexual en Francia

François Hollande

Evangélicos, católicos, judíos y muculmanes ven la reforma de Hollande «un atentado peligroso contra la institución de la familia, capital en la historia de las civilizaciones»

20 DE OCTUBRE DE 2012, PARÍS (FRANCIA)

El gobierno de Hollande trabaja en un proyecto de Ley que pudiera aprobar la adopción y el matrimonio homosexual la próxima primavera. Las jerarquías religiosas evangélica, y luego judía y musulmana, han unido sus críticas con las de la Conferencia de los obispos católicos de Francia contra el proyecto gubernamental de aprobar el matrimonio homosexual, estimando en el mismo tono severo y firme que se trata de “un atentado peligroso contra la institución de la familia, capital en la historia de las civilizaciones”.

  El gobierno de François Hollande se propone redactar un proyecto de Ley que pudiera aprobar la adopción y el matrimonio homosexual,  la próxima primavera, tras el correspondiente debate parlamentario.

EVANGÉLICOS

El Consejo Nacional de Iglesias Evangélicas Francia (NUFF), que oficialmente representa el 70% de los 460.000 evangélicos de Francia han reafirmado su posición que ya anunciaron en 2011 en un comunicado,  que retoman junto con declaraciones de líderes evangélicos en “Nouvelles de France” al hilo de esta noticia: "A riesgo de ser incomprendidos o criticados duramente, vamos a decir aquí y en otros lugares, en nuestras iglesias y a nuestras autoridades, que la heterosexualidad y la fidelidad marital son sólo la garantía de una sociedad estable y abierta a los demás, ya que corresponden a la voluntad de Dios el Creador ”.
Por su parte la minoritaria pero legalmente poderosa Federación Protestante de Francia  ha dicho que "nunca estará en contra del matrimonio gay porque son esencialmente luteranos reformados en su teología, y que algunos de sus miembros son liberales” en este aspecto, aceptando las relaciones homosexuales como correctas.
En opinión del NUFF en el tema del matrimonio "99% de los evangélicos están en la misma longitud de onda", ya que la fe evangélica tiene "muy claro el respeto la vida, el matrimonio (heterosexual) y la familia (tradicional)" y ve esto "incompatible con el humanismo y tolerancia de algunas entidades religiosas que siguen esta línea. "
CATÓLICOS

Por su parte la Conferencia de los obispos de Francia estimó muy pronto que, a su modo de ver, “sería problemático y peligroso modificar el Código civil en ese terreno, capital”. Con prudencia, los obispos de Francia insisten en que: “No sería razonable tocar a la institución de la familia, con modificaciones que pudieran tener consecuencias peligrosas para la vida familiar y la filiación de los hijos”.

  A la vez, con firmeza los obispos de Francia reclaman un debate de fondo, para evitar que se cometa un “error desastroso para la institución de la familia, una de las piezas matrices del origen de nuestra civilización”.

JUDÍOS Y MUSULMANES

Tras el aldabonazo colectivo de los obispos, el gran rabino de Francia, Gilles Bernheim, la máxima autoridad religiosa del judaísmo francés, ha publicado un ensayo personal, de gran envergadura intelectual , saliendo al paso del proyecto gubernamental de legalización del matrimonio homosexual.

  A juicio de Gilles Bernheim, el proyecto es una amenaza de histórica gravedad, ya que pudiera convertirse en una amenaza peligrosa contra la familia : “La familia es la institución que articula la alianza entre el hombre y la mujer a traves de las generaciones. La institución de la familia, la célula familiar, crea una filiación directa entre sus miembros: es un acto fundamental en la construcción moral de los individual y de su vida en sociedad”.

  En su ensayo, el gran rabino de Francia defiende el derecho de los homosexuales a organizar su vida amorosa en forma de “parejas libres”, negándose a aceptar que tal tipo de uniones sean “homologables” a la institución de la familia.

Dalil Boubakeur, rector de la Gran Mezquita de París, la máxima autoridad musulmana, en Francia, ha entrado en el debate en términos muy semejantes : “La legalización del matrimonio homosexual nos parece una amenaza para la familia. Para nosotros, los homosexuales que adoptaran esa vía se pondrían automáticamente fuera de nuestra comunidad”.

Fuentes: Efe

Editado por: Protestante Digital 2012

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O INFERNO EM DEBATE

 

Documentário mostra inferno em visão não tradicional e gera polêmica

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     O ator Kevin Miller ficou conhecido mundialmente ao encarnar o vilão Lex Luthor na série SmallVille. Agora, aos 41, Miller escreveu e dirigiu um longa-metragem que está em cartaz em mais de 20 cinemas da América do Norte.
“Hellbound?” [Quem vai para o inferno?] custou US$ 350.000 e o início de suas filmagens no ano passado coincidiram com o lançamento do livro polêmico do pastor evangélico Rob Bell, “O Amor vence”.
As visões não convencionais do inferno deram a Bell na capa da revista Time e cercaram o lançamento de polêmica.

O canadense Miller nasceu em uma família cristã e acredita ter sido salvo aos 9 anos de idade quando seguiu o ensinamento de seus pais e confessou Jesus como salvador durante um acampamento da igreja. Mesmo assim, afirma que sempre ficou intrigado com a ideia do que acontece com as pessoas após a morte.

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“É um lugar horrível para uma criança imaginar”, disse Miller em uma entrevista que precedeu o lançamento do filme. “Um medo que ficou infiltrado sob a minha fé ao longo de toda a minha vida.”
Apesar de Bell se recusar a aparecer em “Hellbound?”, Miller disse que o livro foi o que mais o inspirou a escrever o roteiro do longa.  As  perguntas do filme/documentário de 85 minutos são basicamente “Existe inferno?” e “Se existe, quem vai para lá?”.
Jornada de fé de Miller o fez participar de várias denominações até se decidir pela Anglicana, que lhe deu uma visão mais “suave” do inferno e que demonstra no filme: o universalismo.

Basicamente, essa posição teológica não considera o inferno um lugar de tormento eterno e defende que todas as almas serão salvas de alguma maneira.
Para a irritação dos que poderiam esperar uma visão mais tradicional, com fogo, enxofre e ranger de dentes, o filme de Miller dá muito espaço a cristãos que rejeitam a ideia de punição eterna, como o autor Brad Jersak.

Porém, ele também ouviu adeptos da visão mais comum do inferno, incluindo Mark Driscoll, pastor da megaigreja Mars Hill de Seattle. Em sua tentativa de ouvir várias vozes, ele filmou uma conversa com membros da Igreja Batista de Westboro, famosos por fazer manifestações com   cartazes que lembram a todos que Deus os mandará para o inferno.

Miller conversou com os manifestantes da Igreja de Westboro e contrasta a compreensão desse grupo com a sua, que vê a Deus como uma divindade mais clemente e amorosa.

“Se eu pudesse dizer que acredito no inferno, é o inferno que criamos, perpetuando o ciclo de violência retributiva que está ligada ao fato de andarmos para longe do ideal que Cristo nos ensina, assim acho que entramos em um inferno”, explica Miller.

Em “Hellbound?” o diretor procura abrir as conversas sobre o tema leva os espectadores a ouvir os argumentos de um exorcista e mostra como é um show de death metal, onde as bandas e fãs usam chifres e invocam o diabo.
No momento em que entrevista estudiosos do tema, ele apresenta três maneiras sobre como o inferno é visto: tormento eterno, universalismo e aniquilacionismo (as almas boas vão para o céu, as más simplesmente desaparecer), sempre mostrando versículos da Bíblia que as defendem.

O conhecido evangelista Ray Comfort disse que não viu “Hellbound?”, mas discorda de sua defesa do universalismo. “Essa crença pode ser atraente para muitos, mas não é bíblica”, disse Comfort ao site Religion News Service. “Se não há justiça final e o inferno não é um lugar de castigo justo, então Deus é mau, comparável ao juiz que ao olhar para um assassinato no tribunal ignora que ele cometeu um crime,” disse Comfort.

As ilustrações representam o inferno de dante alighieri e foram inseridas pelo autor do site

medrado. perfil

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.