Categorias
Artigos

IGREJAS CONTRA CORRUPÇÃO

 

Metodistas, Presbiterianos criam comunicado e cobram atitudes

MANIFESTO DAS IGREJAS HISTÓRICAS SOBRE A CORRUPÇÃO

FOTO - CORRUPÇÃO NÃO

“O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre” Is 32.17

As igrejas históricas aqui representadas em virtude do seu compromisso com os valores cristãos emanados das Escrituras Sagradas que demandam a prática da justiça e da verdade, bem como a responsabilidade de denunciar todas as atitudes que ameaçam a vida e a dignidade humana; vêm a publico denunciar o caráter endêmico e pervasivo que a corrupção tem atingido todas as áreas da vida pública brasileira, principalmente por parte de lideranças políticas que justificam tais práticas sob o pretexto de ser um procedimento comum e centenário, portanto, normal, ou ainda com slogans popularizados como “rouba, mas faz”.

Por outro lado nos deparamos com a cultura predominante da impunidade, onde a única certeza é que determinados criminosos jamais serão alcançados pelos rigores da lei, gerando a descrença no sistema judicial que funciona apenas para os que não podem contratar advogados de renome.

A prática de desvio dos recursos públicos, principalmente nas das obras públicas, não somente enlevam significativamente o custo de tais obras, como também afetam inevitavelmente milhões de brasileiros ao privá-los de recursos que poderiam ser aplicados em serviços essenciais na área da saúde, educação, moradia, transporte e segurança. Tal situação tem impacto direto sobre os mais empobrecidos, perpetuando uma situação de desigualdade e gerando um ambiente favorável à violência. É exatamente este segmento da população que mais necessita dos serviços públicos de saúde, educação, transporte, moradia, saneamento e outros benefícios de responsabilidade do estado.

Milhares de crianças, jovens e mulheres têm sido condenados à marginalização vivendo sem esperança e à mercê de traficantes e outros inescrupulosos que se enriquecem às custas da miséria alheia. Nesse contexto ainda não faltam os que tiram proveito eleitoral ao se apresentarem como “salvadores da pátria”, bem como, líderes religiosos ávidos por dinheiro oferecendo prosperidade sem trabalho e sucesso mediante o simples decretar em nome da fé.

Reconhecemos alguns avanços na legislação motivados principalmente por esforços da sociedade civil organizada, como no caso da Lei da “Ficha Limpa” e outros. O julgamento que ora ocorre no STF, onde alguns ministros têm expressado de forma contundente a condenação de tais práticas e sentenciando alguns corruptos, não deixam de ser sinais de esperança, contudo há um longo caminho pela frente para se criar uma sociedade mais justa, mais consciente, mais politizada onde a prevalência de corruptos e corruptores seja menos frequente e comum.

Aguardamos e esperamos que, caso haja situações futuras, semelhantes à que deu origem ao julgamento do chamado "mensalão" tenham o mesmo tratamento e rigor por parte das elites políticas, da mídia e do judiciário. Sabemos que a corrupção é fenômeno multicausal e que o sistema político brasileiro anacrônico a retroalimenta e cria as condições necessárias à sua perpetuação.

Conclamamos a todos cristãos e homens e mulheres de bem neste país a assumirem uma postura firme e consciente rejeitando e repudiando todos os processos de corrupção desde aquelas simples “gratificações” para se obter alguma vantagem ou se livrar de multas ou penalidades, até o silêncio conivente diante das grandes negociatas. Uma das formas mais eficazes de combate à corrupção é o voto consciente em candidatos que tenham um histórico digno e tenham assumido posturas claras na luta contra os desvios e mau uso dos recursos públicos.

Cidadãos conscientes e politizados não serão facilmente iludidos ou liderados por políticos corruptos.

Busquemos um Brasil melhor!

Categorias
Artigos Noticias

El arco iris gay llega al islam francés con una ‘mezquita rosa’

En París

 

El arco iris gay llega al islam francés con una ‘mezquita rosa’

Ludovic-Mohamed Zahed, frente a la mezquita

Se abre en París una mezquita para homosexuales, la primera en Francia y probablemente de Europa en su clase.

30 DE NOVIEMBRE DE 2012, PARÍS (FRANCIA)

La Asociación de Homosexuales musulmanes de Francia (HMF) inaugura la primera mezquita francesa destinada a «gays» y transexuales, subrayando que «las mujeres serán bienvenidas».
La primera mezquita para homosexuales musulmanes de Francia probablemente es la primera de este tipo en Europa. Sin embargo, ya existen varios millares de mezquitas de ese tipo en EE. UU., Canadá y África del Sur.
EL FUNDADOR
Ludovic-Mohamed Zahed, fundador de la HMF, es el primer musulmán francés que reivindica públicamente su homosexualidad, y también ha sido el inspirador del grupo de homosexuales que han conseguido fundar una mezquita propia.
Ludovic-Mohamed Zahed explica de este modo su reflexión personal sobre tales proyectos: «Hoy, la moral islámica oficial condena nuestra orientación sexual. Pero, en realidad, nada en el Corán prohíbe la homosexualidad. Durante siglos, los musulmanes consideraron la homosexualidad como una abominación. Los tiempos han cambiado. Y la homosexualidad ha entrado a formar parte de la vida de muchos musulmanes. De ahí nuestro deseo de fundar un lugar de culto donde los homosexuales musulmanes podamos reunirnos para compartir nuestra fe y la lectura del Corán».
Ludovic-Mohamed Zahed es un francés de origen argelino. Doctor en atropología social y psicología, está convencido que su iniciativa «tiene mucho futuro». «Hace apenas un año -comenta- éramos una centenar. Nuestra asociación tiene hoy más de quinientos miembros».
La primera mezquita para homosexuales se beneficia de un pequeño lugar de recogimiento y oración, prestado por un monje budista, presto a la «cohabitación» cultural y religiosa.
RESPUESTA DEL ISLAM FRANCÉS
La iniciativa de la HMF ha sido recibida con rechazo por representantes de la jerarquía religiosa musulmana.
Dalil Boubakeur, rector de la Gran Mezquita de París, defiende una muy visión tradicional islámica de la homosexualidad: «Estas prácticas están formalmente rechazadas por el Islam. Y están en contradicción total con la letra del Corán».

Fuentes: Reuters

Editado por: Protestante Digital 2012

Categorias
Artigos

Pastor e mais sete cristãos são condenados à morte no Egito por filme anti-islã

 

Sete cristãos coptas do Egito e um pastor americano são condenados à revelia sob acusação de participar de vídeo anti-Islã que desatou onde de protestos em setembro

Um tribunal do Cairo condenou nesta quarta-feira à revelia sete cristãos egípcios e o pastor norte-americano Terry Jones que é o líder de uma pequena congregação na Florida e tem se envolvido em recorrentes polêmicas.

O tribunal os sentenciou à morte sob acusação de que participaram em um vídeo anti-Islã, cuja divulgação na internet em setembro provocou protestos violentos em vários países muçulmanos.

"Os acusados foram condenados por insultos à religião islâmica pela participação na produção e distribuição de um filme que insulta o Islã e seu profeta", disse o juiz Saif al-Nasr Soliman.

O vídeo semiamador e de baixo orçamento, que foi produzido na Califórnia, insulta o profeta Maomé e provocou protestos contra os EUA e ataques a embaixadas ocidentais em vários países muçulmanos.

O caso é amplamente simbólico, já que os sete homens e uma mulher estão fora do Egito e é improvável que viajem ao país para enfrentar as acusações. O julgamento foi visto como uma tentativa de absorver a raiva pública relacionada ao filme "A inocência dos Muçulmanos", que retrata o Profeta Maomé como mulherengo, bufão e uma fraude.

Cena do filme que gerou protestos entre muçulmanos

Na segunda-feira, o jornal americano New York Times indicou que Basseley Nakoula , o suposto produtor do filme islamofóbico, não tem remorsos. "Antes de escrever o roteiro, pensei que me imolaria em praça pública para divulgar minha mensagem aos povos americano e povos do mundo", disse Nakoula, respondendo a perguntas em escrito formuladas pelo jornal.

O filme ofendeu multidões de muçulmanos, desencadeando uma onda de protestos antiamericanos no Oriente Médio, deixando mais de 30 mortos.

O homem cita a morte de 13 pessoas na base militar de Fort Hood no Texas, em novembro de 2009 – em um incidente em que um psiquiatra militar muçulmano foi considerado culpado – como prova das "atrocidades" cometidas "em nome de Alá". "Senti-me ainda mais comovido e enfurecido" após a matança de Fort Hood, disse Nakoula, um cristão copta nascido no Egito.

Com informações Ig/Reuters/AP/AFP/Diário de Notícias – Lisboa