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Igreja de Jerusalém é pichada com frases de insulto a Jesus

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Nesta terça-feira um grupo de pessoas picharam um conhecido Convento Franciscano em Jerusalém. As pichações feitas nas portas insultavam a figura de Jesus.

  • Igreja em Jerusalém

    (Foto:Divulgação)

    Igreja em Jerusalém é pichada por vandalos

Não é a primeira vez este ano que este tipo de vandalismo ocorre. Há apenas um mês, um outro mosteiro na Terra Santa também foi profanado com pichações, informou a polícia israelense, segundo publicação EFE.

"Ainda é cedo para saber quem são os autores, mas a investigação vai na mesma linha da que abrimos há meses após casos similares", confirmou à Agência Efe Miki Rosenfeld, porta-voz da polícia israelense.

De acordo com as autoridades as inscrições parecem identificar grupos radicais de colonos judeus, que nos últimos meses atacaram palestinos e centros de culto islâmicos em represália por ações do Exército ou do governo israelense contra eles.

Em setembro, vândalos atearam fogo à porta de entrada do Mosteiro Latrun e picharam com spray palavras de ordem contra a religião cristã em suas paredes, incluindo palavras como "Jesus é um macaco."

A agência de notícias EFE ainda publicou que o presidente israelense, Shimon Peres, condenou este novo ato de vandalismo e afirmou que "vai contra os princípios do judaísmo". Para o negociador palestino Saeb Erekat, "após 45 anos de ocupação israelense, a cultura do ódio e do racismo se transformou na corrente central entre os israelenses".

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De acordo com publicação YnetNews, dezenas de rabinos proeminentes de Israel e da Europa, incluindo antigos e atuais rabinos-chefes, também repudiaram o incidente enviando uma carta de condenação e pedido de desculpa para os líderes do Mosteiro Latrun.

"Nós gostaríamos de expressar nosso choque em função dos atos de vandalismo direcionadas ao seu mosteiro, o tipo de que foram dirigidas nos últimos meses contra outras igrejas e mesquitas em todo o país", escreveram eles.

"Lamentamos profundamente o desrespeito que foram apresentados por membros de nossa religião e as pessoas."

Descubren una gran cisterna ritual de tiempos de Salomón

Junto al Monte del Templo

 

Descubren una gran cisterna ritual de tiempos de Salomón

El arqueólogo Eli Shukron, en el interior del depósito de agua (Foto: Jerusalem Post)

Hallan en la ciudad vieja de Jerusalén una cisterna de 66.000 litros, que fue construida en tiempos del rey Salomón.

02 DE OCTUBRE DE 2012, JERUSALÉN (ISRAEL)

Arqueólogos de Israel han descubierto un enorme depósito de agua en Jerusalén que parece haber sido utilizado por los peregrinos que acudían al Monte del Templo, ha dado a conocer el equipo de Autoridad de Antigüedades de Israel (IAA, por sus siglas en inglés). Es uno de los más grandes jamás descubiertos, hasta ahora, en Jerusalén.
"Un día nos encontramos con una abertura en la base de la roca, puse mi mano en el interior para ver lo que había y nos encontramos con una enorme cisterna de agua", dijo Eli Shukron, arqueólogo de la Autoridad de Antigüedades de Israel.
Los arqueólogos con el IAA explicaron que podían calcular la edad de la cisterna basándose en las firmas sobre el tratamiento de yeso de la misma y en sus similitudes con otras cisternas conocidas del Primer Templo en lugares como Tel Be´er Sheva, Arad Tel y Tel Bet Shemesh.
El grupo presentó sus resultados este pasado 6 de septiembre en la conferencia anual “Estudios de la ciudad de David de la Vieja Jerusalén”.
LA CISTERNA Y SU USO
La IAA dijo que la cisterna, ubicada en la ciudad antigua, probablemente se remonta a la época del Primer Templo , que, según los textos sagrados judíos, fue construido por el rey Salomón alrededor del año 1000 adC y destruido unos 400 años después.
La cisterna se parece a una cueva excavada en la roca sólida. Tiene unos 40 pies de largo, con una anchura y una altura de más de 15 pies. Y se considera que pudo haber almacenado unos 66.000 litros de agua .
Los arqueólogos israelíes creen que el depósito fue utilizado por el pueblo común, pero piensan que su ubicación sugiere que ha tenido también un papel importante en la vida y actividad religiosa de Jerusalén.
"Es de suponer que el gran depósito de agua, que está situado cerca del Monte del Templo, fue utilizado para las actividades cotidianas del propio Templo, y también por los peregrinos que subían al templo y allí tenían el agua necesaria para bañarse y para beber", explicó Tvika Tsuk, jefe arqueólogo de la Naturaleza de Israel y la Autoridad de Parques.
EL AGUA EN JERUSALÉN
El director de la excavación Eli Shukron, de la IAA, dijo que el depósito también arroja nueva luz sobre el alcance del sistema de distribución y almacenamiento de agua hace muchos cientos de años en Jerusalén.
"Ahora está absolutamente claro que el consumo de agua de Jerusalén durante el período del Primer Templo no se basó exclusivamente en el uso de la fuente de Gihón, sino que también utilizaba depósitos de uso público", dijo Shukron en un comunicado. El manantial de Gihón era la fuente principal de agua para la ciudad.
"El agua (de la cisterna descubierta) proviene de un túnel en el Valle Tyropone y desde allí se dirige hasta la cisterna", dijo Shukron.

Fuentes: Jerusalem Post, MundoCristianotv

Editado por: Protestante Digital 2012

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Malafaia e a agenda gay em São Paulo: trocando seis por meia dúzia

 

Pastor assembleiano ataca candidato homossexualista do PT em apoio

a candidato homossexualista do PSDB

Julio Severo

Silas Malafaia gravou um vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=kQAqS4L6Wik) para explicar seu apoio ao candidato José Serra (PSDB) à prefeitura de São Paulo.

De acordo com o GospelPrime, “Malafaia diz no vídeo que não pode deixar Fernando Haddad (PT) chegar ao segundo turno das eleições municipais da cidade de São Paulo, pois diante dos novos fatos o candidato do PRB, Celso Russomano, não terá chances de ser eleito e que por isso o segundo nome poderá ganhar as eleições. ‘Quem for pro segundo turno em São Paulo com Russomano, é quase certo que vai ser o prefeito, porque o outro está em queda livre’, disse”.

A meta de Malafaia é boa: derrotar o candidato petista do kit gay. Mas a solução é um tiro no pé. José Serra e seu partido têm um histórico de ampla promoção da agenda gay no Estado de São Paulo.

No Estado de São Paulo sob o PSDB, os ativistas gays estão com tudo:

* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.

* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.

* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.

* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.

* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.

Contudo, não é só o histórico do PSDB que é problemático. O histórico de envolvimento político de Malafaia é igualmente problemático.

Em 2002, Malafaia, juntamente com outras centenas de mega-pastores tradicionais, pentecostais e neopentecostais, votou e promoveu Lula. Depois de quatro anos de um governo Lula obcecado com a promoção do aborto e do homossexualismo, Mafalaia não viu nada de errado e voltou a cometer a estupidez de apoiá-lo.

O histórico de Malafaia também inclui apoio a outros políticos antifamília.

Diante de suas fraquezas históricas e notórias, o que fazer? Votar no PT ou no PSDB é avançar a agenda gay. Votar no partido da IURD e seu candidato também não é solução.

Conforme diz meu artigo “Silas Malafaia e seu apoio a FHC, Lula e Serra”, é muito fácil lidar com as fraquezas de Malafaia e outros pastores que erram na política:

Quando eles apoiarem e promoverem políticos anti-família, não os imitemos.

Lembremo-nos de suas palavras e mensagens em defesa da família, mas não imitemos o que fazem em épocas de eleição, jogando gasolina na fogueira. Ignoremos completamente suas irresponsáveis indicações políticas quando não praticam o que pregam. Afinal, essa foi a ordem de Jesus: seguir o que eles ensinam de bom e não imitar o que fazem de hipócrita.

Por isso, em obediência às palavras de Jesus, sigamos tudo o que Malafaia e outros ensinam sobre aborto e homossexualismo, mas não imitemos suas ações. Defendamos tudo o que Malafaia ensina em defesa da família, mas não o imitemos quando ele joga gasolina na fogueira. Pelo contrário, vamos jogar água na fogueira, repudiando indicações políticas irresponsáveis.

Com informações do GospelPrime.

Fonte: www.juliosevero.com