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Oração contra casamento gay causa polêmica na França

 

A Igreja Católica distribuiu uma oração às igrejas do país com intuito de ressaltar a oposição ao casamento gay

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Uma oração, que será lida nas missas das igrejas da França, causou polêmicas por focar-se na família e filhos com o intuito de ressaltar a oposição ao casamento gay.

  • igreja católica

    (Foto: Reuters)

    Oração ecoa a defesa do casamento tradicional pelo Papa Bento XVI e os líderes católicos de todo o mundo.

 

Na chamada Oração para a França pede-se que as crianças e jovens “deixem de ser objetos dos desejos e conflitos dos adultos para beneficiar-se plenamente do amor do pai e da mãe”, de acordo com a AFP.

Os responsáveis pelo texto foram os bispos da França em resposta ao Presidente Francois Hollande, que prometeu legalizar o casamento gay e a adoção de filhos no próximo ano.

A Oração para a França era um costume secular originado no século 17, quando o rei Luís XIII da França decretou que todas as igrejas orassem no dia 15 de agosto para o bem do país. Ela acabou não sendo mais feita depois da 2° Guerra Mundial.

Segundo um porta-voz da Igreja Católica, Dom Bernard Podvin o renascimento da oração foi para “aumentar a consciência da opinião pública sobre graves escolhas sociais”.

Grupos de ativistas gays se enfureceram com a oração que será lida em todas as congregações da França nesta quarta-feira, 15 de agosto, dia que marca a festa da Assunção. Eles acusaram a igreja de homofobia e de interferir na política.

"Ele está insinuando que é perigoso para uma criança ser educada por pais do mesmo sexo. O texto da oração é homofóbico. Definição de família da igreja está longe da realidade das diversas famílias que vemos hoje – do mesmo sexo, mista ou famílias monoparentais. Nós estamos pedindo que todos os diferentes tipos de famílias sejam reconhecidas, no interesse da criança e dos pais", disse o porta-voz do grupo Inter LGBT, Gougain, segundo a publicação Digital Journal.

O casamento do mesmo sexo já é legalizado em vários países da Europa, incluindo os tradicionalmente católicos Espanha e Portugal.

Na França, mais da metade da população é a favor do casamento homossexual (65%), segundo pesquisa realizada pela Ifop; e a favor da adoção de crianças por casais homossexuais (53 por cento), segundo divulgou a pesquisa feita pela La Lettre de L’Opinion.

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Nuevo Testamento en nadëb lleva esperanza a la Amazonia

Brasil

 

Nuevo Testamento en nadëb lleva esperanza a la Amazonia

La Palabra está transformando a los Nadëb, un pueblo originario de la selva de la Amazonia de Brasil.

15 DE AGOSTO DE 2012, BRASIL

Entre danzas y grandes celebraciones, los Nadëb, uno de los pueblos más aislados de la amazonia de Brasil, celebraron la traducción del Nuevo Testamento a su idioma.
Desde las historias de sus antepasados, los Nadëb se veían así mismo como inferiores a los demás, considerándose pobres y despreciados.
Pero la Palabra de Dios los ha transformado, cuentan con gozo los misioneros -traductor y alfabetizadora- que han trabajado largos años entre el pueblo. “La Palabra de Dios transforma y como nos transformó a nosotros, también los ha transformado a ellos”, dijeron, según informó a Protestante Digital COMIBAM Internacional.

Los Nadëb hoy viven una nueva historia, vidas con sentido, esperanza y saben que tienen un valor en Cristo.
“Los que antes pensábamos que éramos ignorantes, ahora tenemos entendimiento. Lo que antes no entendíamos, ahora lo entendemos. Lo que antes no sabíamos, lo sabemos ahora. Y esto es porque la Palabra de Dios nos guía. También, gracias a la Palabra, ya no seremos inferiores, tendremos entendimiento, y también para los Nadëb habrá una misión”,  dijo con emoción Eduardo, uno de los pobladores ribereños.

Los Nadëb (Amazonia): la Biblia cambia su historia

Reviva el momento en que los Nadëb, una de las tribus más aisladas del Amazonas brasileño, recibieron el Nuevo Testamento en su propio idioma; y sea testigo de la transformación espiritual que la Palabra de Dios ha hecho en sus vidas y en la vida de su comunidad. (Video producido por la Alianza Global Wycliffe América en cooperación con el Pueblo Nadëb)

PASANDO LA ANTORCHA
Hay que destacar que los actuales misioneros pasan la antorcha de este hermoso trabajo a los mismos pobladores, que ya están traduciendo el Antiguo Testamento a su lengua.
"También en nuestro idioma la Palabra de Dios es poderosa, por eso es importante que todos sepan lo que en ella está escrita. Es importante que sepan sobre el poder de Dios, su amor y misericordia para nosotros, por eso quiero seguir traduciéndola”, dijo Socorro, pobladora y traductora de los Nadëb.
Ella fue la llave para que el Evangelio arraigase entre su pueblo, después que fuese sanada de un cáncer de útero, cuando los médicos no le daban casi ninguna posibilidad de vida. Los misioneros y el pueblo nadëb oró "al Dios de la Biblia que vive en las alturas" y quedó sana por completo. Incluso, aunque le aseguraron que no podría tener hijos, tras casarse quedó embarazada y hoy tiene ya cuatro hijos.
LOS NABËB

Nadëb es un pueblo originario que habita en una región entre los ríos Negro y Japurá, en el estado de Amazonas. Son conocidos también por diversos nombres: Nadobo, Kaborí, Guariba, Anodöup, Makunadöbö, Marahan, Kuyawí, Hahöb y Xuriwai.
Actualmente son un total de unas 300 personas que viven en diversos sitios en la cuenca de los ríos afluentes de la margen derecha del río Negro, en el municipio de Santa Isabel y a la orilla del lago Jutaí del Paraná Boá-Boá.
Considerados regionalmente como Makú por ser originalmente nómadas, cazadores-recolectores, ahora son seminómadas y dependen también de la agricultura itinerante.
Son predominantemente matrilineales y el hombre debe ayudar a sus suegros en todas las labores. Su lengua pertenece a la rama Nadahup de la Familia makú.

Video -  http://www.protestantedigital.com/ES/Multimedia/Articulo/53151/Los-nadeb-amazonia-la-biblia-cambia-su-historia

Fuentes: Wycliffe

© Protestante Digital 2012

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Campanha de 40 dias de oração e jejum pelos muçulmanos no Ramadã: ‘eles precisam de Cristo’, proclama JMM

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

A Junta de Missões Mundiais (JMM) continua motivando os cristãos a participarem da campanha de 40 dias de Jejum e Oração aos muçulmanos enquanto estes celebram o Ramadã entre os dias 20 de julho e 18 de agosto.

  • muslim-christian-post

    (Foto: Vucci AP / Evan)

    Os muçulmanos se reúnem para orar na Frente Leste do Capitólio, em Washington, sexta-feira setembro 25, 2009, em Washington, D.C.

A campanha, que iniciou dez dias antes do Ramadã iniciar, tem o objetivo de promover o encontro dos islâmicos com o verdadeiro Deus.

“Nossa campanha enfatiza o amor de Deus pelos muçulmanos. Encorajamos todos os crentes em Jesus a cultivarem um espírito de humildade, respeito, amor e serviço para com os islâmicos. Afinal, eles precisam de Cristo, a paz que liberta”, diz a organização em seu site.

O Ramadã é o nono mês do calendário islâmico, constando de um período de 30 dias em que os muçulmanos se dedicam à oração, jejum e caridade. Segundo a JMM, são cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos que estão realizando o jejum, ficando sem comer e beber do nascer ao pôr do Sol, com a crença de que neste período Maomé recebeu a revelação dos primeiros versos do Alcorão, o livro sagrado do Islamismo.

A religião foi fundada pelo profeta Maomé no século VII na Península Arábica. Seus seguidores acreditam que Alá é o criador do Universo e o único deus e Maomé é o profeta mais importante do Islamismo que recebeu os ensinamentos para a fé em Alá.

A JMM explica que o jejum é interpretado como parte de um esforço de autopurificação através de abster-se de comida e bebida, inclusive água, durante várias horas do dia.

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“Como cristãos, precisamos fazer os muçulmanos entenderem que só o sangue de Jesus purifica de todos os pecados. ‘Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’ (1 João 1.7).”

A organização oferece em seu site um livro digital da campanha jmm.org.br onde ela ensina a cultura e costumes dos seguidores do islamismo além de oferecer testemunhos de missionários que passaram o Ramadã entre os muçulmanos.

Através das histórias contidas no livro digital, a JMM acredita que é possível sentir a dificuldade de “se alcançar um muçulmano para Cristo e sentirá o chamado de não apenas orar, mas também de jejuar.”

Entre as histórias e testemunhos, está a de Dini (nome fictício). Ela foi uma muçulmana que se converteu ao Cristianismo em um dia do Ramadã enquanto orava. Dini conta que tinha 16 anos quando viu Jesus pela primeira vez, quando orou a Deus para conhecer o “caminho da verdade”.

“Não quero ir para o inferno por não conhecer a verdade. Isso não é justo. Eu não andarei mais com o senhor, se o senhor não me mostrar o caminho da verade nesta noite (Noite do Poder)”.

“Eu não imaginava que essa oração seria ouvida por Deus. O meu corpo estava prostrado, quando senti algo reluzente diante dos meus olhos. O rosto não era tão claro para mim, mas ele usava uma veste branca”.

Dini relata que Jesus lhe estendeu as mãos e disse: “Segue-me”, e ela decidiu obedecer no terceiro chamado.

Depois de se converter, Dini teve que manter-se firme, visto que os muçulmanos convertidos normalmente perdem seus amigos ou mesmo tem que se afastar da família.

Mas, como ela diz, “temos que anunciar a sua glória às muitas ilhas, em minha nação há muitas ilhas, muitas culturas, povos e etnias. O Senhor voltará quando os povos ouvirem a Boa Notícia”.

Dini clama pelo apoio dos cristãos visto que a vida do missionário lá é bem difícil. “Eles precisam da força e sabedoria de Deus e estratégias para chegar aos não alcançados. Eles precisam do seu apoio financeiro e em oração. Deus pode fazer coisas extraordinárias através de sua vida”.

“Como ouvirão se não há quem pregue, e como pregarão se não forem enviados para os povos mais distantes? Ore, venha e contribua”, urge Dini.

O livro também orienta como se pode fazer a a oração, podendo ser em um período da manhã, no tempo de leitura da Bíblia. Em um calendário que acompanha os dias do Ramadã, o livro aponta 30 povos de maioria muçulmana divididos em cada dia do mês para que a pessoa possa dedicar a oração. O jejum, também explica a organização, não significa ficar longos períodos sem alimentação, mas se privar daquilo que a pessoa mais gosta durante um tempo determinado.

A JMM destaca o 27° dia do Ramadã, chamado de Noite do Poder, que de acordo com o Alcorão, foi quando Maomé recebeu sua primeira revelação, a noite mais importante para os muçulmanos. A JMM urge que nesse dia, que cai nesta quinta-feira, 15 de agosto, os cristãos formem uma “verdadeira corrente de oração” para que os muçulmanos possam ter “um encontro com o verdadeiro e único Deus.”

“Motivos não faltam para anunciar a Verdade aos muçulmanos. Mobilize seus familiares, amigos e igrejas nesta campanha pela salvação dos muçulmanos. Junte-se a nós neste grande movimento de jejum e oração.”

A organização garante que os resultados testificam o poder da oração:

“Muçulmanos de todas as partes do mundo têm se rendido ao poder do Evangelho e se transformado em testemunhas do verdadeiro Deus entre seu povo.”

Islamismo

O Islamismo é uma religião abraâmica monoteísta articulada pelo Corão. Os muçulmanos acreditam que o Islã é a versão completa e universal de uma fé primordial que foi revelada em muitas épocas e lugares anteriores.

Eles consideram Abraão, Moisés e Jesus também como seus profetas, mas acreditam que as mensagens e revelações foram parcialmente corrompidas ao longo do tempo. Eles creem por isso que o Alcorão é uma versão inalterada da revelação final de Deus, através de Maomé, considerado o último profeta de Deus.