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“Para nossa alegria” fecha parceria com a marca Pepsi

 

PorLuciano Portela | Colaborador do The Christian Post

O trio de parentes conhecido como “Para nossa alegria” assinou contrato com a marca de bebidasPepsi, para o lançamento de uma nova música.

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Jefferson, Mara e Suellen Barbosa são irmãos e ficaram conhecidos em todo país através de uma gravação em vídeo feita para a internet. Nela, eles reproduzem uma canção gospel "Galhos Secos", da banda Catedral, entretanto, em uma versão desafinada e completamente fora do tom.

A parceria de feita com a Pepsi é uma ação desenvolvida pela agência Riot, que consiste em alcançar a marca de 500 mil novos fãs para a página do Facebook da marca de refrigerantes.

"Não sou artista de uma música só. Um grande artista precisa se reinventar sempre. Por isso estamos aqui na página da Pepsi no Facebook, eu, minha mãe e minha irmã, e só vamos lançar uma nova música quando atingirmos 500 mil fãs. Por favor nos ajude, minha vida está frenética", afirmou Jefferson no vídeo que divulga a campanha.

A gravação original do trio já conseguiu atingir o número de 15 milhões de exibições, no site de vídeosYou Tube.

O sucesso alcançado com o vídeo fez com que eles ficassem bastante visados. Tal repercussão levou a participação em vários programas de TV para tocar novamente a música “Para Nossa Alegria". Além de receber várias versões alternativas com paródias em diversos veículos de comunicação.

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Até agora a estratégia de marketing da Pepsi obteve resultado. O site terra afirmou que na manhã de quinta-feira (6), a página do Facebook tinha 399 mil fãs, e agora à tarde já chegou aos 408 mil.

A carreira de músico de todos os três também promete ser alavancada a partir de um contrato assinado com a Salluz Productions, gravadora que pretende lançá-los no mercado fonográfico ainda neste semestre.

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Mark Driscoll defende a celebração da Páscoa com Cristo e o coelhinho da Páscoa

 

PorStoyan Zaimov | Repórter do The Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Mark Driscoll, pastor da Igreja Mars Hill em Seattle, Washington, escreveu recentemente num editorial que os cristãos que protestam contra os outros crentes por participarem de tradições não-religiosas da Páscoa são comparáveis "àqueles que mataram Jesus."

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    (Foto: Mars Hill Church via The Christian Post)

    Mars Hill Senior Pastor Mark Driscoll prega para uma multidão de mais de 17.500 pessoas no campo de futebol do estádio Qwest, em Seattle, Washington, no domingo de Páscoa, 24 de abril de 2011.

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O pastor, autor do livro Casamento Real: A Verdade Sobre o Sexo, Amizade, e Vida em Conjunto, discutiu em um editorial para a seção de fé do Washington Post a relevância da Páscoa como um momento para se celebrar "a ressurreição, a vitória de Jesus Cristo sobre Satanás, o pecado e a morte", permitindo que as crianças marquem o feriado com ovos de chocolate e coelhinhos.

Driscoll começou por abordar as questões que alguns cristãos têm com as raízes de Páscoa como uma festa anglo-saxã pagã que um dia envolveram as pessoas usando a ocasião para homenagear Eostre, a deusa da fertilidade e da primavera.

O pastor explicou que os missionários cristãos na região optaram por combinar esta celebração pagã com o dia para honrar a ressurreição de Cristo, e hoje o feriado dos EUA incorpora ambas as tradições. Ele argumentou que aqueles que se opõem a esta combinação tem o direito de comemorar o que quiserem, e não devem criticar outros cristãos por fazerem o que suas consciências permitem.

"Alguns cristãos, em vez de celebrar o fato de que um dia que já foi uma vez dedicada à celebração de um deus pagão e é agora dedicada a Jesus, desejam ser a consciência política e sair por aí dizendo a todos como eles devem parar de se divertir e comemorar, por causa das origens do dia. Se alguém tem um problema de consciência em comemorar o feriado, deve abster-se, mas protestar contra as crianças comerem doces e divertirem-se parece mais com os tipos religiosos que mataram Jesus do que as crianças que se divertiram", Driscoll escreveu.

Ele continuou explicando que ele e sua esposa dizem a seus cinco filhos que o coelhinho da Páscoa, juntamente com o Papai Noel, não são reais, mas são parte de "uma marca da cultura americana", enquanto a ressurreição de Cristo é um fato histórico. Ao mesmo tempo, no entanto, Driscoll insistiu que é possível celebrar em plenitude, tanto tradição americana da Páscoa e do feriado cristão, desde que Cristo não seja ofuscado.

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"Assim como os primeiros missionários não rejeitaram ou receberam o feriado pagão de Eostre, mas o redimiram por Jesus, também nós procuramos resgatar as práticas culturais que observamos nos EUA sem deixá-los ofuscar Jesus e sua ressurreição, e sem fazê-los completamente irrelevantes ou mesmo antagônicas à cultura e a outros cristãos, a todos aqueles que tentam evitar, porque eles acreditam que serem para Jesus também significa serem contra a diversão", afirmou Driscoll.

Ainda assim, alguns na comunidade da fé se ofenderam com pastores de megaigrejas pregando sobre a aceitação e incorporação dos símbolos tanto aparentemente pagãos quanto cristãos na Páscoa, dizendo que uma maior "aceitação" minimiza a importância do sacrifício de Cristo na cruz.

"Todos os Natais, os cristãos lamentam e reclamam dos esforços seculares e ateístas projetados para tirar Cristo fora do Natal, entretanto, mais pastores e mais cristãos cometeram um crime ainda pior de remover Jesus Cristo e Sua ressurreição vitoriosa do túmulo de seus sermões de Páscoa", disse Chris Rosebrough, capitão da Radio de Internet Pirata Cristão, que também acusou o pastor da igreja de Lakewood, Joel Osteen de tirar Cristo de seus sermões de Páscoa.

Em sua mensagem de 1° de abril, Driscoll pregou sobre a crucificação de Jesus e por que ele morreu, em antecipação à celebração da ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa. A igreja Mars Hills parece estar focada exclusivamente na pregação sobre a ressurreição de Cristo neste fim de semana da Páscoa, e a sua mensagem convida os crentes a lutarem por sua fé como os primeiros seguidores de Cristo fizeram, e obtiveram motivação através de Seu sacrifício.

Um estudo recente da Sociedade Bíblica Americana e do Grupo Barna descobriu que os americanos em grande parte reconhecem e celebram a tradicional visão cristã da Páscoa como um momento para homenagear a ressurreição de Cristo – 69 por cento dos adultos norte-americanos veem a ocasião como um feriado religioso. Esse número, no entanto, diminuiu entre os adultos jovens, com apenas 56 por cento dos americanos com idade entre 18-27 vendo o dia como religioso.

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Manifestação pró-vida em frente do STF em decisão sobre abortos eugênicos

 

Manifestação pró-vida em frente do STF em decisão sobre abortos eugênicos

Matthew Cullinan Hoffman

4 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Manifestações da organização pró-vida Brasil Sem Aborto começaram fora do Supremo Tribunal Federal do Brasil enquanto se aproxima a data para uma decisão que permitirá abortos para bebês anencefálicos.

Os defensores dos bebês em gestação estão profundamente preocupados com o caso, que será decidido por ministros em grande parte nomeados por líderes do PT, que é pró-aborto. A votação final está marcada para 11 de abril.

“Não vejo possibilidade de vitória para a vida na próxima votação”, o ativista pró-vida brasileiro Julio Severo disse para LifeSitenews.com, “não porque eu seja pessimista, mas porque um dos ministros já declarou que os que defendem o aborto de bebês deficientes de anencefalia terão uma grande vitória”.

Severo também comentou que todos os 11 ministros do STF foram nomeados por presidentes pró-aborto, e observou que “há amplas forças governamentais pressionando o avanço do aborto legal”.

O caso, que estava parado desde 2008, estará sob a relatoria de um ministro abertamente pró-aborto que declarou publicamente que ele considera o caso como um “gancho” para entrar num debate mais amplo sobre o aborto e a eutanásia como um “direito”.

Numa entrevista à revista Veja naquele ano, num gabinete cercado por imagens católicas sagradas, o ministro do STF Marco Aurélio Mello disse: “O tema anencefalia é um gancho para discutir situações mais abrangentes e fronteiriças”.

“Em minha opinião, os casos de interrupção de gestação de anencéfalo e os de aborto de forma mais abrangente, quando a gravidez não é desejada, possuem um ponto importante em comum: o direito de a mulher decidir sobre a própria vida”, disse Mello, que acrescentou que “o princípio que está em jogo nessas situações é o do direito à liberdade”.

Bebês com anencefalia têm falta parcial ou completa da matéria cerebral superior, e nascem com uma grande abertura na parte de cima do crânio. Eles raramente sobrevivem mais do que uma semana após o nascimento, embora alguns tenham vivido por vários meses nessa situação.

Embora eles sejam muitas vezes considerados como tendo falta de atividade mental, o testemunho de pais de bebês anencefálicos muitas vezes contradiz essa percepção.

Marcela Ferreira viveu 20 meses fora do útero com anencefalia, de 2007 a 2008. Apesar da ausência da maior parte de sua matéria cerebral superior, ela chupava o polegar, chorava para sua mãe e reagia a outros membros da família. A conduta dela era tão contrária ao pensamento convencional sobre anencefalia que levou pelo menos um médico a negar que ela tivesse o problema, apesar de um diagnóstico de vários médicos.

Várias organizações pró-vida planejam iniciar uma vigília de oração às 18h de 10 de abril na Praça dos Três Poderes na frente do Supremo Tribunal Federal, que durará até que todos os ministros tenham votado no dia seguinte, de acordo com o serviço noticioso católico ACI Digital.

ACI Digital também informa que no mesmo dia, uma campanha pró-vida de Twitter será direcionada ao STF, cujo endereço é @STF_oficial, com as hashtags #anencefalo e #avidaporumfio.

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Pro-lifers rally outside Brazilian high court as it weighs allowing eugenic abortions

Fonte: www.juliosevero.com