Comentário de Julio Severo: A generalização de Wyllys é injusta, pois há muitos calvinistas conservadores que não concordam com a agenda gay. Mas, conforme já apontei num artigo, pelo fato de que os calvinistas liberais são estridentes e os calvinistas conservadores preferem geralmente o silêncio e evitam criticar abertamente os calvinistas liberais que estão fazendo estragos, fica a impressão de que os calvinistas liberais representam a opinião da maioria dos calvinistas. Quem acaba se beneficiando são os ativistas gays. A notícia a seguir é do site Holofote:
Jean Wylly: calvinistas são aliados do movimento gay
Jean Wyllys diz que calvinistas são aliados do movimento LGBT
O parlamentar acusou alguns pastores e padres de fazerem discurso ‘religioso-facista’ por dizerem que homossexualismo é abominação
O deputado federal pelo PSOL (RJ) e ativista gay Jean Wyllys, que ficou conhecido em todo o Brasil por ter sido o vencedor da 5ª edição do Big Brother, volta a atacar padres e pastores evangélicos, em uma entrevista concedida ao jornalista Eduardo Irineu do Jornal Extra de Pernambuco.
O político voltou a afirmar que alguns segmentos religiosos, sem citar quais são, continuam incentivando a disseminação da violência contra os homossexuais, aproveitando-se das concessões públicas de difusão dos canais de TV e de rádio.
Jean Wyllys destaca que sua rota de colisão com padres e pastores é, justamente, pelo fato deles usarem concessões públicas de difusão dos canais de TV e rádio para pregar contra a homossexualidade. Para o parlamentar, este tipo de mensagem só incentiva o ódio aos homossexuais.
O parlamentar fez questão de reafirmar que “esses padres e pastores vem a público, através do rádio, da TV e em jornais impressos, alegando que o homossexual é abominável”. Para Wyllys, aqueles que pregam que a prática homossexual é abominável [diante de Deus], acabam sendo cúmplices dos crimes praticados contra gays.
Dando a entender que os alguns segmentos evangélicos são contrários à dignidade do ser humano que está homossexual, o deputado ressaltou que “é importante dizer que não são todos os padres e pastores que promovem esse tipo de incentivo. O movimento LGBT tem muitos aliados na Igreja Católica e, também, entre os evangélicos. Inclusive, existem Igrejas Inclusivas, Calvinistas, com o protestantismo histórico, que não são contrários à dignidade dos homossexuais”.
Segundo o deputado, o pai do ministro Alexandre Padilha (Saúde) lidera, em São Paulo, um movimento integrado por protestantes históricos (batistas, anglicanos e luteranos), que luta contra a homofobia. Enfatiza-se que em nome do combate à homofobia, o movimento LGBT vem tentando emplacar o kit gay nas escolas públicas e o PLC 122 que põe em risco as liberdades de culto e de expressão.
Jean Wyllys fez questão de ressaltar também que as instituições religiosas se beneficiam da isenção fiscal – prevista na Constituição Federal – deixando de pagar impostos e arrecadando muito dinheiro; e que usam esse dinheiro “para promover campanhas difamatórias contra mim, colocando-me a imagem de ‘inimigo do cristianismo’.”
Fonte: Holofote

o presente momento. Muitos teóricos criticam o modelo vigente dizendo que vivemos em uma era pós-cristã, que a igreja como a tínhamos não mais atraí as pessoas e que agora comunidades sem bandeira denominacional fazem parte do cardápio do momento. No entanto essas comunidades diferenciadas seguem os mesmos modelos só que travestidos de modernidade. Acham que se não houve pastor e sim um líder leigo tudo será diferente. Tentam abolir o dízimo e creem que somente a Ceia do Senhor deve ser mantida como sacramento ou ordenança. Isso tudo evidencia que algo precisar ser mudado e rápido. Tenho visto muita discussão se as mudanças passariam por uma reforma na igreja ou por um viés de reavivamento. As argumentações mais tendentes entre os cristãos tradicionais caminham pela via da reforma seguindo um dos grandes motes da Reforma do século XVI “Ecclesia reformata et semper reformanda est”, Igreja Reformada Sempre se Reformando. Pelo lado pentecostal ou avivado o mote de décadas é avivamento sempre ou busca pelo poder do Espírito Santo. Aí ficamos em um dilema sem solução. O lado tradicional querendo uma volta ao cristianismo primitivo e os pentecostais querendo a mesma coisa só que através de reavivamento.