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Nova Ministra é a favor de assassinato de indefesos

LIBERAÇÃO DO ABORTOFOTO - MINISTRA ELEONORA PRO-ABORTO

Nova ministra, Eleonora Menicucci, defende a prática

     Amiga da presidente Dilma Rousseff desde a década de 1960 e sua colega de prisão na ditadura militar, a nova ministra Eleonora Menicucci, 67, promete defender a liberação do aborto à frente da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Socióloga, professora titular de Saúde Coletiva da Unifesp e filiada ao PT, ela assumirá o cargo na sexta-feira, 10. Substituirá a também petista Iriny Lopes, que sai para disputar a Prefeitura de Vitória.

     Menicucci integra o Grupo de Estudos sobre o Aborto e já relatou ter se submetido à prática duas vezes. Na segunda-feira, 6, afirmou à Folha de São
Paulo que levará sua convicção e sua militância na causa para o governo.

     "Minha luta pelos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres e a minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece", disse.

     A polêmica sobre o aborto marcou a corrida presidencial de 2010, quando José Serra (PSDB) usou o tema para atrair o voto religioso. Dilma, que já havia defendido a descriminalização da prática em duas entrevistas, disse ser "a favor da vida", mas afirmou que não faria uma "guinada à direita" para se eleger.

     A nova ministra anunciou que fará uma gestão de continuidade. Citou como prioridades o combate à violência contra a mulher e à "feminilização da pobreza" e a preparação das feministas para a conferência Rio+20.

      Ela negou os rumores de extinção da secretaria, que circulavam desde o ano passado. "Digo isso como futura ministra. A secretaria continua com status de ministério e com muita força", afirmou.

       BIOGRAFIA

     Mineira de Lavras, Menicucci conheceu Dilma no movimento estudantil, em Belo Horizonte. Na luta armada, participou de assaltos a bancos e supermercados para financiar a guerrilha.

     "Sabia que tinha que fazer alguma coisa, ia lá e fazia", relatou à revista "TPM", em 2007. "Achava que nada de mal podia me acontecer. Era jovem, e jovem é onipotente."

     Ao ser presa, em 1971, tinha 22 anos e militava no POC (Partido Operário Comunista). Ela conta que a filha Maria, que tinha 1 ano e 10 meses, foi torturada na sua frente nas dependências da Oban (Operação Bandeirante), em São Paulo. Depois, ficou 52 dias sem notícias do bebê.

     "As torturas minha e de minha filha me mostraram a olho nu a nua e crua dimensão do terror instalado em nosso país e paradoxalmente nossa impotência frente a ele. Aqui me transformei em feminista", escreveu na revista científica "Labrys", em 2009.

     Ela reencontrou Dilma no Presídio Tiradentes, onde ficou presa até 1973 na "Torre das Donzelas", a ala das presas políticas. Foi uma das colegas de cela convidadas para a posse da presidente.

      "Tenho muito orgulho e muita honra de ter sido presa política na luta contra a ditadura", disse.

      A nova ministra chorou ao lembrar colegas que foram mortos na luta armada.

      "Estou muito emocionada. Peço desculpas… [embargando a voz]. É um filme que passa na cabeça em todas as horas da minha vida, para me inspirar e me fortalecer."

       À "TPM", ao comentar seu ativismo, ela falou também sobre a vida pessoal.

       "Me relaciono com homens e mulheres e tenho muito orgulho de minha filha, que é gay e teve uma filha por inseminação artificial."

Data: 7/2/2012 09:20:00
Fonte: Folha de S. Paulo

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Cultos

NÃO VAI TER MAIS CULTO NA SELEÇÃO

 

Dirigente André Sanchez vai proibir manifestação na concentração

O presidente licenciado do Corinthians e atual diretor de seleções da CBF, Andrés Sanchez, afirmou nesta segunda-feira, em sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo e pelo UOL, que não vai mais permitir cultos religiosos coletivos nas concentrações que antecedem os jogos da seleção brasileira de futebol.

"Culto, não vai ter. Se quiser, vai rezar no seu quarto", sentenciou o cartola. Segundo ele, que afirma ser contra a concentração, apesar de julgá-la necessária, cada um pode fazer o que quiser, desde que não interfira na concentração dos demais.

A fala de Andrés Sanchez foi motivada pelo fato de que na Copa do Mundo de 2010, o então auxiliar técnico Jorginho organizava cerimônias ecumênicas no na concentração brasileira durante a Copa da África do Sul.

Sanchez aproveitou a oportunidade que que, em cada época, encontram um fator para criticar dentro das concentrações. "Antigamente, eram as mulheres. Depois, veio o baralho, e depois a religião. Hoje, tem a internet", se defendeu o cartola.

"Os jogadores se trancam (nos quartos), ficam com o Ipad (computador tablet), pelo amor de Deus o que fazem por lá. Mas pode fazer o que quiser na concentração, desde que não atrapalhe o próximo", complementou.

Data: 6/2/2012 22:26:40
Fonte: UOL Esportes

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Estudos

‘Jesus pensaria assim?’ Estudo indica que cristãos hoje têm opinião diferente do que Jesus teria

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Uma pesquisa liderada pelo professor de psicologia da Universidade Norte-Americana de Stanford, Lee D. Ross, mostrou que as opiniões de grupos protestantes e católicos, liberais e conservadores, são muitodiferentes da opinião que o próprio Jesus teria atualmente.

  • Manifestantes na Marcha para a Vida, em Washington, DC

    Foto: Kevin Lamarque / Reuters

O estudo, publicado pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, utilizou uma escala de 100 pontos, que vão desde “mais liberal” a “mais conservador”. Para cada assunto, uma nota seria atribuída para identificar onde Jesus estaria na escala e outra para onde o entrevistado se enquadra.

Os principais temas abordados como discordantes entre os fieis e Jesus seriam distribuição de impostos, casamento homossexual e aborto.

De modo geral, os entrevistados disseram que Jesus teria uma postura mais rígida nas questões morais.

Os grupos conservadores disseram que o Salvador poderia ser mais compassivo em questões de convivência, como o tratamento com relação a imigrantes ilegais.

Já para os liberais, Jesus penderia para a esquerda em questões sociais, como redistribuição de renda.

O relatório destaca ainda a diferença de pensamento nas duas vertentes religiosas. Enquanto os liberais deram mais importância a tópicos relacionados à comunhão, conservadores deram mais peso aos ensinamentos sobre moralidade.

“Os liberais admitem que estão longe de Jesus em seus pontos de vista sobre questões morais e os conservadores revelam que discordam de Jesus sobre questões de convivência,” explica Ross.

Outra tendência averiguada aponta que os liberais apresentam mais dificuldade em conciliar suas opiniões com o Antigo Testamento, enquanto que os conservadores alegam que muitas vezes os ensinamentos do Novo Testamento entram em conflito com suas opiniões políticas.

Em entrevista sobre o assunto ao site americano U.S. News, Michael Nielsen, estudante das novas tendências da religião e catedrático de psicologia da Georgia Southern University, discorda que a Palavra pode ter duas interpretações e destacou que os ensinamentos de Jesus são apresentados firmemente nas Escrituras e sermões nas igrejas.

"Raramente Seus ensinamentos são apresentados de forma ambivalente", afirmou. "Isso fornece uma fonte potencial de dissonância para a grande maioria das pessoas, cuja opinião sobre um assunto não é polarizada".

A pesquisa foi realizada pela internet com um grupo de 1.256 pessoas, mas o foco se deu sobre as 787 pessoas que se disseram cristãs, sendo classificadas entre conservadores e liberais. As respostas foram compiladas e separadas entre os pontos de vista pessoais e os pontos de vista atribuídos a Jesus.