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Grupo islamita matou 935 na Nigéria desde 2009, diz relatório

 

DA REUTERS, EM ABUJA

A seita islamista nigeriana Boko Haram matou pelo menos 935 pessoas desde que promoveu um levante em 2009, incluindo mais de 250 somente nas primeiras semanas de 2012, disse nesta terça-feira o grupo de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch.

O Boko Haram –que tem como modelo o grupo extremista Taleban do Afeganistão– assumiu a responsabilidade por atentados contra igrejas, delegacias de polícia, instalações militares, bancos e bares na região norte, majoritariamente muçulmana.

Atentados e confrontos com a polícia na cidade de Kano, a segunda maior da Nigéria, deixaram pelo menos 186 mortos em 20 de janeiro. Foi o pior ataque do Boko Haram até hoje.

Na manhã desta terça-feira houve tiroteios em Kano, segundo testemunhas.

O Boko Haram, cujo nome significa "a educação não islâmica é um pecado", luta para impor a Lei Islâmica (Sharia) na Nigéria, país de maioria muçulmana no norte e cristã no sul. O grupo, que já admitiu vínculos com a rede terrorista Al Qaeda, assumiu a autoria de vários ataques recentes no norte do país.

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El espectáculo de Dios

 

El espectáculo de Dios

Dios también ha puesto en escena su gran espectáculo.

23 DE ENERO DE 2012

Vivimos la época del espectáculo. Desde los grandes magos de la televisión, y las impresionantes escenas virtuales de las modernas películas, hasta la vida falsa que ofrece la nueva generación de telebasura, en forma de vivencias ajenas que hacen creer a los espectadores que son también suyas: ellos/as ríen y lloran, se pelean e insultan, mientras los ojos televidentes creen estar asistiendo a la vida real en estas escenas mitad pagadas y mitad superficiales.
Vida de salón para los grandes hermanos y los grandes primos que los contemplan. Vida fácil, de meros espectadores, que sólo tienen que apretar un botón o hacer una llamada, sin compromiso alguno, para decidir sobre la vida de quienes juegan el papel de fichas.
La propia crisis global ha sido un espectáculo de despilfarro y lujo en un escenario cuya trastienda y camerinos estaban llenos de telarañas.
La religión no es ajena a esta puesta en escena. Emociones y dinero son a veces, tristemente, el fin último de quienes se creen poseedores de una fe, pero en realidad asisten a las emociones que otros les fabrican y les cobran a precio de oro et laboro . Emociones que sólo viven de más emociones, derrumbándose ante las primeras contrariedades.
Frente a esta droga para evadirnos de nuestra propia superficialidad existencial y cómoda, nos llega la persecución reconocida en Nigeria, niños en países que no tienen acceso a su derecho a ser educados, porque sus padres son reos del terrible delito de su fe cristiana. Padres que pierden sus tierras, que son expulsados, a veces golpeados, en alguna ocasión asesinados. Nada que ver con el espectáculo, dura realidad.
Dijo el psiquiatra Rojas Marcos que hemos cambiado la Biblia por las revistas del corazón, y es cierto y mucho más. Hemos cambiado el amor por sexo, la responsabilidad por la huida hacia delante (o hacia atrás), el placer sencillo por la adicción al nirvana del bienestar social y existencial… También hemos cambiado las verdades de la Biblia por la religión del éxito, los tesoros en el cielo por el oro en los suelos, la fe del riesgo de creer en Dios por la dependencia segura de nuestras instituciones, la convicción por las simples ideas filosóficas o morales, el celo por las cosas de Dios por las discusiones palaciegas.
Los judíos pedían señales y los griegos sabiduría en los comienzos del cristianismo. El sumo espectáculo de los sentimientos y de la razón.
Pero la respuesta es la locura de la cruz y de la resurrección. Locura porque los sentimientos gimen con tal de lograr las metas que el alma sabe que ansía, aunque duelan. Locura porque hay recompensa y victoria para quien se atreve a soñar en Cristo, incluso más allá del poder de la muerte de cada día, y mirando más allá de la muerte eterna.
La cruz injusta, torturadora, simple y ruin, pero vacía, ese es el verdadero espectáculo de Dios.
En ese camino y esa meta caminamos. Ese espectáculo de Dios queremos.
Y no lo cambiamos por nada. Como dice el poema y canción andaluza: Una cubertería de plata/ tú me diste de regalo/ ¡Ay, qué feliz yo sería/ con la cuchara de palo/ de cuando tú me querías!

© Protestante Digital 2011

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Deputado Lucena escreve artigo sobre Dia Internacional da Religião

 

Religião é "religamento". É a palavra utilizada para falar da "reconexão", do "reencontro", da "retomada no relacionamento" entre o homem e Deus, entre a criatura e o criador, entre o humano e o divino.Religião, portanto, traduz o esforço do ser humano em sua busca por Deus, e é claro que esse movimento deveria ser acompanhado em todo o tempo de um consequente crescimento e amadurecimento espiritual.

Religiosidade e espiritualidade são coisas distintas – tanto uma quanto a outra são produtos de nossa relação com a religião. A espiritualidade é o bom fruto de uma relação saudável com a religião. Uma humanidade mais pautada pela espiritualidade do que pela religiosidade haveria de ser, sem dúvida, o pêndulo do mundo, o equilíbrio planetário. Haveríamos de ser, certamente, uma família global, onde o bem de todos importaria a cada um e o bem de cada um importaria a todos.

É possível imaginar, nessa perspectiva, um mundo menos violento, com menos sofrimento e com mais fraternidade, paz e justiça social. No entanto, ao contrário disso, as guerras mais sangrentas da humanidade foram geradas no útero da religiosidade. Muita gente morreu, foi perseguida, foi oprimida ou foi prejudicada em nome dessa má religiosidade a que me refiro. Muitos ainda hoje são vítimas dela, em pleno século XXI.
A verdadeira espiritualidade não mata, não persegue, não destrói. Ela promove a vida e vida com abundância. Ela valoriza a verdade, a verdade que liberta. A verdadeira espiritualidade é fruto do exercício da verdadeira fé. E dessa fé todos nós necessitamos. O Brasil necessita.

Se essa fé não estivesse presente no campo, na floresta, nos grandes centros urbanos, em alto mar, nos morros, na periferia, nos condomínios de alto padrão, nas escolas, e em toda a parte, o Brasil estaria em convulsão.Semanas atrás, a presidenta Dilma Roussef foi muito criticada por setores do movimento LGBT por ter se aproximado de segmentos evangélicos. Diziam os manifestantes homossexuais: "Dilma, que papelão! Não se governa com religião!". Certamente essa religião a que se referiam essas pessoas não é a mesma a que nos referimos nesse momento.

A Bíblia Sagrada, livro que, com muita honra, presenteei a presidenta, ensina o respeito, a tolerância, o amor, o perdão e a prática da justiça. Ela é o fundamento da fé de grande parte da população brasileira, especialmente aqueles que se declaram cristãos.O Brasil é uma República e um Estado laico. Dizer que um Estado seja laico não significa dizer que seja um Estado ateu. Aliás, pelo contrário, o preâmbulo da nossa Constituição Federal, a nossa Carta Magna, traduz esse sentimento captado por nossos ilustres constituintes, quando evoca a proteção de Deus.A presidente Dilma tem sido para uma multidão de milhões de brasileiros uma agradável surpresa. Ela tem dado sinais de que persegue o ideal de governar o País com seriedade, responsabilidade, sensibilidade, transparência, competência e firmeza – ideal que para ela parece estar acima das questões menores, e dos interesses que sejam menores que os interesses de todos.
A presidenta Dilma tem o nosso respeito e tem merecido a nossa confiança. Um dia ela haverá de passar, como seus antecessores, e certamente deixará uma marca extraordinária. A fé, no entanto, permanecerá!

Quero expressar o meu respeito à fé, e nesse Dia Mundial da Religião homenagear as pessoas de fé desse País, de todos os credos e de todas as religiões.

Que Deus abençoe o Brasil!

Deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), vice-presidente do Conselho Nacional dos Pastores do Brasil (CNPB) e pastor da Igreja O Brasil Para Cristo.

Data: 23/1/2012 09:01:23