Categorias
Artigos

Opressão feminista

 

Olavo de Carvalho

Hoje em dia, nos Estados Unidos, um pai de família pode ser expulso de casa, proibido de ver os filhos e obrigado a pagar quase todo o seu salário em pensão de alimentos, sem que haja uma só prova de que ele fez ou pensou em fazer qualquer coisa de errado. Basta que sua mulher diga à polícia — sem uma testemunha sequer — que ele ameaçou surrá-la ou abusar das crianças.

Quando o infeliz é avisado de que tem vinte e quatro horas para sair do pedaço e ver sua vida desfazer-se no ar como fumaça, ele vai ao delegado e reclama que não é justo ser condenado sem o mínimo direito de defesa. E a autoridade, com o ar mais tranquilizante do universo, responde: "Meu amigo, não há necessidade de defesa, pois o senhor não está sendo acusado de nada. É apenas uma medida cautelar — que pode, é verdade, ser renovada indefinidamente e durar pelo resto da sua porca vida. O senhor só será preso se violar a ordem, tentando encontrar-se com seus filhos fora dos horários prescritos (se algum há), passando perto da sua antiga casa num raio de, digamos, dois quilômetros, ou se metendo a besta caso a sua digníssima, liberta da sua opressiva presença, vá para a cama com um, dois ou quinze homens. Passe bem."

Cinquenta por cento das crianças americanas vivem sem um dos pais — quase sempre o pai. Uma das consequências diretas é o aumento exponencial dos casos de pedofilia doméstica, onde as estatísticas mostram que o culpado é quase que invariavelmente o namorado da mãe.

Nas universidades, os discípulos de Georg Lukács e Theodor Adorno esfregam as mãos, excitadíssimos, vendo cumprir-se sem maiores dificuldades, e com o comovido apoio do bom-mocismo protestante e católico, o projeto marxista de destruição da família, que seus mestres viam como condição indispensável ao triunfo do socialismo.

Tudo isso começou com os ares mais inofensivos que se pode imaginar, como campanha de proteção à mulher contra a "opressão machista". Quem, em sã consciência, seria contra uma coisa dessas? Pouco a pouco, à medida que adquire força de lei, a providência humanitária vai ampliando seu raio de alcance até transformar-se num pesadelo, num instrumento de opressão mil vezes pior do que os males que lhe serviram de pretexto, porque agora é oficial e se sustenta no poder da polícia, dos tribunais, do sistema educacional e da propaganda maciça que demoniza os acusados ao ponto de ninguém ter mais a coragem de dizer uma palavra em favor deles.

E os resultados sociais catastróficos? São explicados como efeitos de outras causas, que por sua vez dão motivo a novas medidas humanitárias, entregando cada vez mais a grupos ativistas cínicos o monopólio da autoridade moral e estendendo ilimitadamente o poder de intervenção da burocracia estatal na vida privada.

O problema é, por exemplo, a pedofilia? Acusa-se a educação católica (embora o número de pedófilos entre os padres seja menor do que em qualquer outro grupo de educadores) e, com um pouco de jeito, persuade-se até o Papa a se prosternar ante a mídia vociferante.

Os meninos criados sem um pai são inseguros, tímidos, fracos? Ótimo. Com alguma lábia, são levados a crer que são transexuais latentes, inadaptados, coitadinhos, no meio social machista. São turbulentos, anti-sociais? Melhor ainda. Eis a prova de que a sociedade capitalista é intrinsecamente violenta, geradora de brutalidades. E assim por diante.

Cada novo efeito maléfico da guerra cultural já traz preparada, de antemão, uma teoria engenhosa que lança as culpas sobre a família, a religião, a cultura, o capitalismo — sobre tudo e sobre todos, exceto os autores do efeito, os ativistas pagos com dinheiro dos contribuintes para planejar, nas universidades, a destruição meticulosa e sistemática da sociedade.

O restante do artigo está no Mídia Sem Máscara

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

Categorias
Artigos

Rodolfo reafirma sua fé em Jesus no programa Rock Estrada

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

O cantor evangélico Rodolfo Abrantes esteve no programa televisivo Rock Estrada, exibido pelo canal Multishow na última sexta-feira (23) e reafirmou sua fé em Jesus Cristo.

  • Rodolfo-Abrantes

    (Foto: Ministério Rodolfo Abrantes)

    Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos) participou do CONFRA JOVEM 2011, congresso de jovens da Igreja Batista Lagoinha e falou sobre seu novo CD.

Related

O programa acompanhou o dia a dia do músico, pegando momentos de sua preparação antes de tocar, a tensão nos bastidores, e principlamente, o testemunho de fé do cantor.

Em seu testemunho, Rodolfo diz que “existe uma pressão para que eu volte a ser o personagem que eu era. Todo ano aparecem boatos na internet, de que eu estaria voltando… existe uma expectativa, ‘será que ele vai voltar?”, diz.

Mas Rodolfo reafirma sua mudança radical de vida, durante seus quase dez anos de convertido.

“Tenho descoberto uma liberdade inclusive na música, que jamais havia experimentado, tenho prazer em tocar hoje. Isso aconteceu quando coloquei o foco de que minha música iria servir para adorar a Deus, sem me importar o tanto de gente que estaria me ouvindo".

Rodolfo descreve que sua conversão como algo inusitado, pois ele tinha uma certa aversão aos crentes. Algumas irmãs de uma igreja procurada por sua esposa iam orar em sua casa todas as segundas-feiras. “Eu era maconheiro e tinha esquecido que eles iam em casa nesse dia, e acabei ficando”. Foi aí que Rodolfo fez uma oração entregando sua vida ao Senhor.

Segundo ele, a oração exerceu um grande poder, mesmo sem ele crer nem entender o que estava fazendo. Segundo Rodolfo, “começou um processo na minha vida, Deus começou a se mover em mim”.

O músico conta que o fato de fumar constantemente maconha o levava a uma passividade e uma falta de objetivos na vida. Hoje, ele diz que tem encontrado níveis de alegria e felicidade que nunca encontrou no dinheiro, nos discos de ouro, e nos festivais de música.

Em suas palavras, “não é fácil andar publicamente contra a corrente, na minha força não teria conseguido, mas Deus me deu graça nesses dez anos e Deus manifestou sua glória”. Ele acredita que não havia lugar melhor do que estar onde Deus queria que ele estivesse.

O programa acompanhou as viagens do músico e sua banda. Rodolfo diz que hoje seus fãs são diferentes, são mais tranquilos e frequentemente falam que gostavam de sua fase no Raimundos, mas após ouvirem suas músicas atuais, acabam gostando. “Veio para mim eu mando para Jesus”, conclui Rodolfo.

Categorias
Noticias

Ataques a cristãos na Nigéria pode mergulhar o país em uma guerra religiosa

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Related

Cristãos do norte da Nigéria manifestaram temor de que os ataques de militantes islâmicos acabem mergulhando o país em uma guerra religiosa, após os muçulmanos realizarem uma série de ataques com bombas no dia doNatal.

O alerta foi feito nesta terça-feira em comunicado divulgado pela Associação Cristã da Nigéria (CAN), organização que reúne várias denominações, incluindo católicos, protestantes e igrejas pentecostais, segundo informado pela agência Reuters.

Os ataques deixaram cerca de duas dezenas de mortos no país mais populoso da África.

Este ano foi o segundo Natal seguido que o país enfrentou derramamento de sangue em igrejas cristãs. Ambos os ataques foram causados pela seita islâmica Boko Haram, que quer impor a lei sharia (lei islâmica) na Nigéria.

A sharia rege todos os aspectos da vida nas comunidades muçulmanas e reúne um conjunto de regras e princípios, alguns fixos e outros mutáveis, interpretados e aplicados de acordo com cada região ou governante.

Os princípios da sharia incluem penas para diferentes tipos de crimes e ofensas prescritas no Alcorão, como sexo fora do casamento, adultério, consumo de bebida alcoólica, roubo e assalto em estrada. As punições para essas ‘infrações’ vão desde chicotadas até apedrejamento, seguidos por amputação, exílio e até execução.

O secretário-geral da organização Boko Haram pediu que os líderes muçulmanos controlassem seus fiéis, antes que os cristãos fossem obrigados a se defender em ataques futuros. Ele teme que a situação se degenere para uma guerra religiosa e que o país não resista a mais esse revés.

Controverso, ele recomendou que os cristãos seguissem respeitando a lei, mas que se defendessem se assim fosse necessário.

Diante destas declarações, cresce no país o medo de que a Boko Haram esteja tentando iniciar uma guerra civil separatista em um país já dividido entre cristãos e muçulmanos, que apesar dos conflitos em algumas áreas, convivem em paz em sua maioria.