Categorias
Noticias

Ex-presidente americano era gay, maltratava a mulher e bebia muito, diz livro

 

DA EFE

Um livro que será lançado em janeiro nos Estados Unidos afirma que o ex-presidente Richard Nixon manteve uma relação homossexual com o banqueiro Charles "Bebe" Rebozo, que supostamente tinha ligações com a máfia.

"Nixon’s Darkest Secrets: The Inside Story of America’s Most Troubled President", do veterano correspondente da Casa Branca, Don Fulsom, revela a suposta relação turbulenta que o ex-líder mantinha com seu amigo de origem cubana, informou nesta terça-feira o jornal "Huffington Post" em sua edição digital.

Nixon, que governou os EUA entre 1969 e 1974, era considerado uma pessoa homofóbica. O livro conta que quando um assessor de Lyndon Johnson, seu antecessor na Casa Branca, foi encontrado mantendo relações com um marinheiro, Nixon o chamou de "doente" e disse que esse tipo de pessoa não poderia ocupar cargos de confiança.

Charlie Harrity – 9.ago.74/Associated Press

O ex-presidente norte-americano Richard Nixon e sua mulher, Pat Nixon

O ex-presidente norte-americano Richard Nixon e sua mulher, Pat Nixon

A amizade de Nixon e Rebozo era bastante conhecida durante os anos em que governou o país. O ex-presidente costumava frequentar a casa do banqueiro em Key Biscayne, na Flórida, tanto com sua esposa como sozinho.

Segundo o FBI, o Rebozo era muito próximo de dois dos maiores gângsteres da década de 60, Santo Trafficante e Alfred "Big Al" Polizzi.

Para escrever o livro, Fulsom recorreu a relatórios oficiais e entrevistou antigos funcionários da Casa Branca e ex-congressistas. Em depoimento ao autor, um ex-repórter da "Time" contou que durante um jantar em Washington, viu Nixon segurando a mão do banqueiro sob a mesa.

O livro também reforça a fama de misógino do ex-presidente, ao assegurar que ele maltratava a esposa. Além disso, afirma que Nixon tinha problemas com a bebida e que seus assessores mais próximos o tratavam como "nosso bêbado".

Categorias
Artigos

Silas Malafaia Responde às Acusações de Homofobia de Jean Wyllys

 

Por Ana Araújo|Repórter do The Christian Post

O Pastor Silas Malafaia respondeu às acusações feitas pelo deputado e ex-BBB Jean Wyllys, Psol-RJ, dizendo que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo.

A declaração foi feita na última segunda-feira, 26, através de sua conta no Twitter. Ainda no microblog, ele chamou o deputado de "mentiroso de marca maior".

As declarações foram em resposta à entrevista dada por Jean à Folha dizendo que “padres e pastores devem ser sancionados por atacarem homossexuais em seus programas de TV e rádio e por promoverem programas de ‘recuperação’ ou ‘cura’ da homossexualidade”.

Silas Malafaia, em seu microblog, negou a prática dizendo que "os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos", afirmou.

O pastor defendeu a tese que ninguém nasce homossexual, e que por ser comportamental, não deve ser comparada ao racismo e nem ter uma lei específica para eles. “Crime de injuria já está previsto em lei, seja para homossexuais, seja para heterossexuais", escreveu.

As acusações continuaram. Malafaia disse que os homossexuais são o "grupo social mais intolerante da pós-modernidade" e afirmou que a maioria da população não aceita a união homossexual.

Referindo-se à lei que criminaliza a homofobia, o pastor disse “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: Não!"

Jean Wyllys respondeu, também através do Twitter, que sua Bíblia são as "cláusulas pétreas da Constituição Cidadã". Sem citar o nome do pastor, o deputado afirmou que é a Constituição que "garante a pluralidade dos homens e mulheres e a lacaidade (sic) do Estado, fundamental para a diversidade religiosa".

Categorias
curiosidades

Traços alienígenas na Lua?

7333929_.jpg

Será que a Lua já foi palco de explorações alienígenas? Para pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona, a resposta é sim. E mais do que isso: tal especulação rendeu um artigo científico sobre a importância da busca por supostos artefatos alienígenas na superfície lunar.

De acordo com Paul Davies, físico teórico e cosmólogo, e Robert Wagner, estudioso da Escola da Exploração da Terra e do Espaço, é hora de ampliar a procura por inteligência extraterrestre. Ao invés de olhar apenas para as mensagens de rádio, a ciência deve procurar por vestígios de explorações alienígenas em corpos celestes do nosso sistema solar – a começar pelo nosso satélite natural.

No estudo, é dito que as civilizações alienígenas podem ter enviado sondas para a nossa região da galáxia e que essas missões teriam ocorrido há muito tempo. Para os pesquisadores, o ambiente lunar poderia ter preservado os artefatos durante milhões de anos, já que não há muita atividade por lá. Eles até indicam o uso do banco de dados do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da Nasa, para encontrar fotografias sobre os traços alienígenas.

Segundo Davis e Wagner, há uma grande probabilidade dos aliens terem deixado um recado, do tipo ‘Estivemos aqui!’, em uma cratera ou uma das cavernas de lava que existem na superfície lunar.