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Exército do País Atinge Cristãos em Meio a Guerra Contra Insurgentes

 

Por Portas Abertas|

Mianmar – Soldados birmaneses atacaram recentemente cristãos e templos da Igreja, no Estado de Kachin. O ocorrido mostrou que os cristãos, que eram somente civis, foram alvos da ofensiva militar por serem considerados como insurgentes contra o governo.

“Segmentar os cristãos não é incomum nas zonas de conflito da Birmânia”, disse o editor-chefe do Grupo de Notícias Kachim, Nawdin Lahpai, à Compass, referindo-se ao dia 16 de outubro, quando militares atacaram uma igreja e prenderam um padre e quatro fiéis, queimando em seguida a propriedade da igreja.

“Esse incidente que ocasionou a prisão do padre e alguns fiéis mostrou aquilo que o governo de Mianmar faz há muito tempo em nosso país. O governo é de maioria budista, o que mostra por que os cristãos são discriminados.”

Cerca de 90 % dos 56 milhões de habitantes de Mianmar são budistas. A maioria da população é dividida em diversas etnias, que têm formado grupos armados e desarmados para lutar pela independência ou autonomia do país.

Intensos combates entre o exército de Mianmar e a Organização da Independência de Kachin (KIO) começaram em junho, mas não são apenas os grupos armados e revolucionários que são os alvos das tropas birmanesas, disse um editor cristão à Compass.

“A política do governo birmanês de iniciar um domínio budista sobre as outras minorias do país começou com o primeiro-ministro U Nu”, disse o editor. O governo de U Nu fez com que o budismo fosse a religião oficial do país a partir de 1981, mesmo ano em que foi formada a KIO.

A maioria dos cristãos pertence à etnia Kachin e deseja a independência do estado birmanês, para se tornar um estado absoluto. De 2000 a 2009, as autoridades birmanesas proibiram as comunidades Kachin.

Fonte: Compass Direct

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Malafaia Responde a Grupo Gay que Quer Incriminá-lo

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

O pastor da Igreja Vitória em Cristo, Silas Malafaia, gravou um vídeo em resposta à investida da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que encaminhou um ofício ao ministro das comunicações, Paulo Bernardo, citando-o diretamente a Paulo Bernardo.

Malafaia respondeu que em nenhum momento mandou agredir os homossexuais fisicamente, e sim se manifestou contra suas atitudes na parada gay. A parada teria utilizado imagens católicas na forma de santos seminus, representados por modelos masculinos e recomendando o uso de preservativos nas relações homossexuais.

“Para quem agride e mata homossexuais existem leis contra homofobia”, disse Malafaia.

A ABGLT quer que haja punições às emissoras que fazem declarações ofensivas aos direitos dos homossexuais pretendendo com isso que essa prática seja inibida nos meios de comunicação.

Toni Reis, presidente da ABGLT declarou que “Malafaia vinha nos ofendendo em várias situações nos seus programas. Só que agora ele incentiva à violência, diz para abaixar o porrete na gente. Por isso nós pedimos providências ao Ministério das Comunicações e ao Ministério Público também”.

O líder da Associação Vitória em Cristo diz que vai entrar com uma ação na justiça contra o grupo ABGLT. Segundo o pastor, o grupo quer tentar incriminá-lo e manipular suas palavras para tirar seu programa do ar.

“Eu sou livre para dizer que sou contra as práticas homossexuais”, diz Malafaia, e cita que está amparado pelos incisos 4 e 6 do artigo 5o. da Constituição Federal.

Segundo Malafaia, a finalidade desse ataque é por ele ser um dos maiores combatentes da PL122 que está parada no congresso pela ação dos evangélicos. O projeto de lei 122 pretende criminalizar a discriminação contra os homossexuais.

“Eles me consideram o segundo maior inimigo do movimento gay. Querem calar os pastores e a igreja evangélica, não vamos aceitar nem permitir isso”, finaliza.

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Fósseis dentais são o registro mais antigo do ‘Homo sapiens’ na Europa

 

Segundo pesquisadores, dois dentes de leite tinham sido encontrados em 1964, no sul da Itália, no entanto se acreditava que eram de Neandertais; objetos têm entre 43 mil e 45 mil anos

03 de novembro de 2011 | 10h 17

Efe

Modelos digitais dos fósseis foram comparados com uma ampla mostra dentária das duas espécies - Stefano Benazzi/Efe

Stefano Benazzi/Efe

Modelos digitais dos fósseis foram comparados com uma ampla mostra dentária das duas espécies

Dois dentes de leite encontrados em uma caverna italiana, com idade estimada entre 43 mil e 45 mil anos, se tornaram os fósseis mais antigos do "Homo sapiens" na Europa, confirmou nesta última quarta-feira, 2, uma equipe internacional de pesquisadores.
A descoberta, que contou com a participação do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha, confirma que a passagem do "Homo sapiens" à Europa e que sua coexistência com os Neandertais duraram "milhares de anos a mais do que se pensava".
Foi o que explicou o principal autor do estudo, o pesquisador Stefano Benazzi da Universidade de Viena, em comunicado divulgado nesta quarta-feira pelo CSIC. "Isso tem importantes implicações no entendimento do desenvolvimento do comportamento do humano moderno".
Os dentes foram achados em 1964 na caverna pré-histórica de Grotta del Cavallo, ao sul da Itália, lar dos Neandertais até sua substituição pelos "Homo sapiens", o que levava os cientistas a pensar que as peças pertenciam a seus primeiros habitantes.
A caverna contém sete metros de depósitos arqueológicos que datam do período em que as duas espécies conviveram, e os dentes foram encontrados nas camadas que contêm restos da cultura Uluziana, que até o momento era relacionada aos Neandertais.
Contudo, agora os cientistas atribuem essa cultura aos "Homo sapiens" graças à nova pesquisa, considerada "mais completa e exaustiva" do que a realizada nos anos 1960, além de ser baseada em comparar modelos digitais dos dentes achados na caverna com uma ampla mostra dentária das duas espécies.
"O próximo passo será descobrir se a cultura Uluziana apareceu e evoluiu devido ao contato com humanos anatomicamente modernos ou se é uma simples evolução do Musteriense, produzido por Neandertais", explicou o pesquisador Michael Coquerelle, do CSIC.