Barco funerário viking é encontrado no Reino Unido

 

DA FRANCE PRESSE

Arqueólogos britânicos descobriram os vestígios de um barco funerário viking nas terras altas escocesas, que, afirmam, é um dos mais importantes já encontrados no Reino Unido.

O barco usado como túmulo, com cinco metros de comprimento, continha os restos de um guerreiro de alto escalão que foi enterrado com um machado, uma espada, uma lança, um escudo e um broche de alfinete na jazida de Ardnamurchan, de mais de mil anos de antiguidade, segundo a Universidade de Manchester, uma das instituições que participam das escavações.

Sarah Paris/France Presse

Barco viking com cinco metros de comprimento foi usado como túmulo para viking de alto escalão, mostram restos

Barco viking com cinco metros de comprimento foi usado como túmulo para viking de alto escalão, mostram restos

Também foram encontrados no túmulo, que utilizou em sua construção 200 rebites britânicos, uma faca, o que poderia ser a ponta de um chifre de bronze utilizado para beber, uma pedra para amolar norueguesa, cerâmica viking e diversas peças de ferro que não foram identificadas.

A codiretora do projeto, Hannah Cobb, professora de Arqueologia da Universidade, qualificou a descoberta de "apaixonante".

"Um barco funerário viking é uma descoberta incrível, mas, além disso, os artefatos e o estado de conservação fazem dele um dos túmulos nórdicos mais importantes já escavados no Reino Unido", acrescentou Cobb, que trabalhou durante seis anos com especialistas da Universidade de Leicester e outros arqueólogos escoceses.

Os vikings, como são conhecidos os povos germânicos navegantes e guerreiros procedentes da Escandinávia que se lançaram à conquista da Europa entre o fim do século 8º e meados do 11, utilizavam os barcos como túmulos para enterrar personalidades da época com suas posses.

Especialistas em vikings da Universidade de Glasgow acreditam que o barco possa datar do século 10º.

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Como Deus é grande!

 

Imagem do avatarPor Daniel Simoncelos (perfil no G+ Social) em 19 de outubro de 2011
Tags: alimento diário, davi, Deus é Grande, devocional, salmo 70

 

Como Deus é grande!

Mas regozijem-se e alegrem-se em ti todos os que te buscam; digam sempre os que amam a tua salvação: “Como Deus é grande! ”
Quanto a mim, sou pobre e necessitado; apressa-te, ó Deus. Tu és o meu socorro e o meu libertador; Senhor, não te demores! Salmos 70:4-5

Pensamento: Para todos os que buscam a Deus, todos os que amam ao Senhor, é motivo de alegria para nós saber e pode dizer: “Como Deus é grande”!

Me lembro quando eu era criança e disputavam com meus coleguinhas quem tinha o melhor ou maior pai. Eu dizia que meu pai era grande, ele era o melhor para mim, e eu me alegrava com aquilo.

Deus é nosso Pai e Ele é Grande!! Não há nada que possa detê-lo, não há nada que possa tocar em nós contra a vontade dele e por isso podemos nos alegrar.

Sabemos que somos pobres e necessitados, porém o nosso Libertador é o Senhor que é Grande!

Seu Redentor é o Grande Deus que tem o universo em suas mãos. Ele é quem te ama e cuida de você. Se alegre nele. Porque Ele é grande você não precisa temer nada, só deve ter medo de se distanciar dele. Independente da situação que você se encontra, se alegre por seu Deus ser grande.

Davi, mesmo em meio à dificuldade encontrou alegria em Deus e confiou que Deus poderia e iria livrá-lo.

Ore: Grandioso Deus, Criador dos Céus e da Terra, Amado Pai, me alegro neste dia por saber como o Senhor é grande e não há outro como tu. Posso descansar em tua grandeza e saber que tu estás no controle. Reconheço que sou pó, pequeno e necessitado e peço que pelo teu amor, o Senhor me socorra na minha aflição. Em nome de Jesus, Amém!

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Por Daniel Simoncelos (perfil no G+ Social)

Economista e Blogueiro. Um miserável pecador que foi alcançado pela graça e amor de Deus. (@DaniSimoncelos no Twitter) Daniel é casado com Marina e é presbítero da Igreja Presbiteriana Redenção em São Paulo, escreve para o Blog Somente a Graça (http://www.somenteagraca.com) e para o G+.

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Escritora Somali Defende que Islã Adote Valores Cristãos

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A escritora Ayaan Hirsi Ali, ex-muçulmana defende que os islâmicos se convertam ao Cristianismo para que o extremismo religioso possa ser contido.

Ayaan-Hirsi-Ali

(Foto: Divulgação)

Escritora Ayaan Hirsi Ali, ex-muçulmana, defende a conversão de islâmicos ao cristianismo para conter extremistas religiosos.

Em entrevista à revista Carta Capital, a somali Ayaan relatou que viu seus valores islâmicos sofrerem uma reviravolta, depois que passou a morar na Holanda, fugindo de um casamento arranjado pelo pai. Inicialmente viveu como refugiada e depois se tornou cidadã, passando nesse tempo de militante de uma Irmandade Muçulmana a agnóstica.

No país europeu, produziu o curta Submissão, em 2004, em que uma muçulmana aparece vestida com uma burca parcialmente transparente, enquanto reza e critica o Islã. O vídeo provocou a ira dos Muçulmanos e resultou no assassinato de Theo van Gogh, diretor holandês do filme, por um extremista religioso.

Hoje escritora e autora do Best seller “Infiel”, onde conta suas memórias, Ayaan passou a ser alvo de extremistas religiosos e vive sob escolta nos EUA. Seu mais novo livro, “Nômade”, discorre sobre os perigos do Islã e como o Cristianismo pode ser usado para conter os extremistas.

De acordo com Ayaan, o Cristianismo oferece melhores valores que o Islã.

“Olho a cultura islâmica e a cristã e vejo que a cristã passou por um longo período de esclarecimento. As pessoas aceitaram a separação entre a religião, Estado e assuntos de sexualidade, embora isso não se aplique a todos os cristãos. (…) Neste sentido, creio que essa nova cultura cristã, que passou por uma reforma e esclarecimento, é superior à culturaislâmica, isenta desse processo”, disse a escritora na entrevista à publicação.

Ela esclarece que no Ocidente a Igreja não é a legisladora, pois a lei é feita de forma independente no Parlamento e no Congresso. “Isso é um grande progresso em termos de humanidade se compararmos o Cristianismo ao Islamismo, um progresso que os Muçulmanos ainda não enfrentaram por completo”.

Ayaan sugere ainda que o Islã se reconcilie com a modernidade, e sugere que aprenda com a história do Cristianismo. “Os líderes islâmicos têm que reconhecer a liberdade dos membros das comunidades. (…) No Cristianismo, o indivíduo possui direitos e a liberdade para formar sua livre associação, sua própria comunidade. Nasci Muçulmana e decidi não ser Muçulmana, deveria ser decaptada por isso? é o que pensam os radicais Muçulmanos. Você não pode deixar a fé? Isso é errado”, argumenta.

Segundo a escritora, a maioria dos Muçulmanos diz não gostar do pensamento radical, mas também não quer ser vista como ocidentalizada, o que seria considerado uma traição aos valores islâmicos.

“Tento dizer que há outras opções disponíveis sem rótulos ocidentais. Muitos Muçulmanos com quem encontro e converso, por exemplo, são atraídos pela ideia de libertar mulheres, mas crêem que isso seria trair o Alcorão e o profeta Maomé. Digo que é correto trair os seus ensinamentos por um bem maior: a liberdade das mulheres e sua igualdade perante a lei”.

Ayaan se considera inserida em uma pequena parcela de mulheres que resolveram se opor às normas e preceitos de suas famílias muçulmanas e decidiram enfrentar os problemas. “Precisamos garantir que elas tenham ajuda”, disse referindo-se à sua própria tragetória.