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Pastor convoca vigília antes de show de banda “adoradora do Diabo”

Apresentações da Ghost são marcadas pela invocação do Diabo

Banda Ghost em apresentação no BrasilBanda Ghost em apresentação no Brasil.

Os shows da banda sueca Ghost sempre foram marcados pelas invocações ao diabo. Mas um pastor de Midland, no Texas (EUA), decidiu reagir quando soube que eles fariam uma apresentação na cidade nesta segunda-feira (19).

Larry Long convocou os membros de sua igreja para uma vigília em frente à casa de shows Wagner Noël Performing Arts Center, onde o Ghost se apresenta. “O que essas pessoas [que contrataram o show] estão pensando? Eles se importam com o que a maioria de nossa comunidade possa pensar sobre algo assim?”, questionou o líder religioso no programa de rádio “The Morning Show with Craig Anderson”.

Embora saiba que existe liberdade religiosa nos Estados Unidos, o pastor Long afirmou que o conteúdo das músicas da banda o incomodou.

“Acho que nossa comunidade deveria ficar alarmada. Isso não é saudável. Nós, cristãos, acreditamos que o diabo é real, então quando você tem uma banda que adora o diabo –e eu tenho certeza que a banda acredita que o diabo é real– duvido que eles estejam fazendo isso somente como parte de sua música.”

Algumas horas antes da apresentação, um grupo liderado pelo pastor fez um clamor, onde pedia que Deus repreendesse a manifestação do maligno no local.

Recentemente, o vocalista do Ghost, Tobias Forge – que sobre ao palco vestido de sacerdote empunhando cruzes de cabeça para baixo – falou sobre as músicas do seu novo álbum: “Ele é vagamente temático em torno do conceito de morte e destruição. Falamos dos tempos medievais, a Peste Negra… A maioria das pessoas sabia muito pouco, então tudo era Deus ou o Diabo – e sobre a fé deles sendo questionada: por que estamos sendo atingidos por este grande flagelo? Deve ser por causa de não temermos a Deus o suficiente e toda essa besteira supersticiosa”.

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Dilma: PT vai fazer “aliança até com o Diabo” para combater Bolsonaro

Ex-presidente diz que seu partido não sofreu “derrota estratégica”

Dilma RousseffDilma Rousseff em Bueno Aires. (Foto: Reuters)

A ex-presidente Dilma Rousseff participou do Fórum do Pensamento Crítico, em Buenos Aires, Argentina, nesta segunda-feira (19). Em um discurso inflamado, repercutido pela rádio Jovem Pan, ela falou sobre a formação de uma frente de oposição liderada pelo Partido dos Trabalhadores.

“Uma frente democrática, que seja a mais ampla possível. Para sermos capaz de fazer todas as alianças necessárias, com todos os segmentos. A gente fará aliança até com o diabo para combatê-los”, insistiu Dilma na cerimônia de abertura do evento que reuniu dirigentes da esquerda de vários países.

Durante seu discurso ela explicou que tais alianças devem ter como base “corações antiliberais e antiautoritarismo” para combater o que chamou de “neofascismo”. Segundo ela, o governo de Bolsonaro é de extrema-direita, que “tem essa característica de querer moderar os neofascistas que agora chegaram ao poder”.

Insistindo no discurso adotado pelo PT desde a derrota de Fernando Haddad, Dilma criticou o fim do programa Mais Médicos, assinado com Cuba durante o seu primeiro mandato. “Isso significa que milhões de brasileiros não terão acesso ao atendimento básico de saúde. E essa sistemática alteração dos direitos vai provocar uma reação popular”, prevê.

Mesmo não tendo sido eleita para o Senado, ela comentou o resultado das urnas, dizendo que seu partido não sofreu, em nível nacional, “uma derrota estratégica”. “Elegemos a maior bancada no Congresso e o maior número de governadores por partido. Eles dizem de forma clara que querem a nossa destruição. É um método fascista. E também querem destruir as conquistas dos movimentos sociais como os Sem Terra (MST) e os Sem Teto (MTST), dois movimentos que tratam de um grande problema do Brasil: a desigualdade”, assegurou. Com informações do Gospel Prime

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Margarita Gracheva: ‘Meu marido amputou minhas mãos


Margarita Gracheva foi vítima de violência doméstica: suas mãos foram cortadas pelo marido — Foto: BBC
Margarita Gracheva foi vítima de violência doméstica: suas mãos foram cortadas pelo marido — Foto: BBC

           “Ele me mandou colocar suas mãos na árvore. Gritei, mas não adiantou. Então começou a cortar minhas mãos com um machado”.

A  russa Margarita Gracheva, de 26 anos, foi vítima dessa violência doméstica.

Seu agora ex-marido Dmitry Grachev, com um machado amputou a sua mão e depois, a levou a um hospital onde entregou a mão amputada aos médicos. Depois, Grachev se entregou à polícia. No ano passado, a Russia relaxou as leis de violência contra as mulheres do código penal.

Os médicos conseguiram reimplantar a mão esquerda de Margarita Gracheva em uma operação que durou 10 horas — Foto: BBC
Os médicos reimplantaram a mão de Margarita Gracheva  — Foto: BBC

O marido foi condenado a 14 anos de prisão na última quinta-feira, 15 de novembro.

Anteriormente,Dmitry Grachev a ameaçou a com uma faca. “Ele colocou a faca em meu pescoço. 

“O policial me disse: ‘Vocês vão fazer as pazes, isso não é importante’. O caso foi encerrado. 

Rússia modificou leis sobre violência doméstica

O Congresso da Rússia modificou o código penal e eliminou algumas das leis que puniam a violência doméstica. As agressões que causam dor física, mas não lesões, e causam hematomas, arranhões e ferimentos superficiais nas mulheres ou crianças não mais são consideradas crime, mas só será considerado crime se a vítima conseguir provar que foi atacada novamente.

Seu ex-marido foi multado em 10 mil rublos (cerca de R$ 560) por tê-la ameaçado com uma faca.

Dmitry Grachev foi a julgamento sob as acusações de sequestro, ameaça de morte e lesão corporal grave contra sua ex-esposa.

No processo, ele confessou ter cortado as mãos de Margarita.

Na quinta-feira, ele foi condenado a 14 anos de prisão. Também foi proibido de ver os filhos.

“Meus filhos não sabem o que aconteceu. Pensam que sofri um acidente. É difícil para eles. Não sei como explicar”, diz Margarita.

Margarita Gracheva recebeu doações para adquirir uma prótese biônica — Foto: BBC
Margarita Gracheva recebeu doações para adquirir uma prótese biônica — Foto: BBC
“Minha mão esquerda se perdeu na floresta. Depois, ela foi encontrada. Estava quebrada em oito partes. A pele e as veias foram transplantadas”, diz Margarita. Os médicos reconstruíram e reimplantaram sua mão esquerda em uma operação que durou 10 horas. 
Com informações obtidas no G1