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Ciência

Trump corta financiamento de clínicas de aborto

Presidente cumpre promessas “pró vida” feita durante sua campanha

Trump corta financiamento de clínicas de aborto

Havia muita expectativa nos Estados Unidos se o presidente Donald Trump cumpriria todas as promessas que fez quando era candidato. Com uma agenda conservadora, ele falou várias vezes sobre cortar o financiamento público de clínicas de aborto, sobretudo da ONG Planned Paranthood, que era uma importante apoiadora de Hillary Clinton.

Nesta segunda-feira (23), Trump, assinou uma ordem executiva para limitar a ajuda financeira a ONGs que realizam abortos. Em cerimônia do Salão Oval, ele começou a mostrar que está disposto a levar a cabo todas as medidas que prometeu, mesmo que sejam impopulares.

Nos Estados Unidos, o aborto é praticado livremente desde a década de 1970. Ontem fez 44 anos que foi dada a sentença do famoso caso “Roe v. Wade”, que legalizou o aborto na prática.

A decisão de Trump não torna o aborto ilegal, mas diminuirá sua incidência como um todo. O que o novo presidente fez, na verdade, foi reeditar uma medida estabelecida pelo presidente republicano Ronald Reagan em 1984. Ela bloqueia o repasse de verba federal a organizações internacionais que promovem o aborto ou o realizam em suas clínicas.

 O democrata Barack Obama havia rescindido a medida logo que tomou posse, em 2009. Seu partido, hoje na oposição, já se manifestou e criticou Trump pelo que chamam de “uma perigosa obsessão em provocar retrocessos nos direitos reprodutivos”.

A maioria dos slogans da “Marcha das Mulheres”, que ocorreu em Washington e diversas outras cidades americanas no último final de semana era justamente em favor do aborto.

Os discursos de Trump durante a campanha sempre foram “pró-vida” e isso lhe garantiu o apoio de vários segmentos religiosos, em especial de evangélicos. Em uma ocasião, o bilionário afirmou que as mulheres que recorrem ao procedimento deveriam ser “banidas”.

Outra vitória dos conservadores foi a decisão de Trump nomear à Supremo Corte um juiz ferozmente contrário ao aborto. Esse assunto gerou grande expectativa, uma vez que o vice-presidente, Mike Pence, sempre foi um forte crítico do aborto. Enquanto era governador de Indiana, aprovou diversas leis para restringir o procedimento. Com informações das agências e do Gospel Prime

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Israel

Israel recebe poderoso sistema antimísseis, apelidado de Star Wars

Arrow 3 é co-produzido com a Boeing e pode abater mísseis vindos do espaço

Israel recebe poderoso sistema antimísseis

Cerca de um ano atrás, Israel começou a testar o mais sofisticado sistema de defesa antimísseis do mundo. O projeto, que contou com o financiamento dos Estados Unidos, a um custo de US$ 3,3 bilhões foi batizado como “Funda de Davi”. Os primeiros testes foram considerados um sucesso por forças israelenses e americanas.

Esta semana, o exército de Israel recebeu o Arrow 3, que é capaz de detectar alvos além da atmosfera terrestre, ou seja, abater satélites. Por isso recebeu o apelido de “Star Wars”. “O sistema Arrow 3 é capaz de conter eficazmente todas as ameaças em potencial, desde mísseis artesanais dos militantes da Palestina até mísseis balísticos com cargas não convencionadas”, afirma o Ministério da Defesa do país.

O sistema é considerado o mais potente e avançado entre os disponíveis no mercado. Foi desenvolvido pela Indústria Aeroespacial de Israel e a Boeing. Ele vinha sendo desenvolvido desde 2014, mas somente agora está pronto para ser usado.

“Estamos entrando em uma nova era”, comemorou Moshe Patel, chefe do programa de defesa antimísseis de Israel. Ele explicou ainda que o Arrow 3 foi projetado para derrubar mísseis balísticos intercontinentais vindos de fora da atmosfera, neutralizando mísseis e suas ogivas [nucleares, biológicas, químicas ou convencionais] mais perto de seus locais de lançamento e minimizando o dano contra os israelenses.

 Segundo o Times of Israel, o sistema de segurança do estado judeu funciona agora em vários níveis. Os ataques de curto alcance, vindos de países vizinhos, são abatidos pelo “Cúpula de Ferro”. Já os de médio alcance, que podem vir de locais mais distantes, como Irã, Iraque ou Europa, seriam bloqueados pelo “Funda de Davi”.

O “Arrow 3” é a última linha de defesa, no caso dos primeiros falharem ou de a ameaça vir de lugares mais longínquos como Rússia, China ou mesmo vindos do espaço.Com informações do Gospel Prime

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Israel

Arqueólogos acham indícios da conquista de Davi sobre os edomitas

Escavações no vale de Timna mostram que local foi edificado por Edom

Indícios da conquista de Davi sobre os edomitas

Enquanto escavam as ruínas de uma mina de cobre que pertencia ao rei Salomão, pesquisadores descobriram uma muralha datando do século 10 a.C. O sítio arqueológico de Timna, na região do deserto de Arava, extremo sul de Israel também revelou o que pode ser a comprovação da captura de parte do território de Edom nos dias do rei Davi.

O muro da fortificação originalmente media centenas de metros de comprimento e 5 de altura. Muitas pedras grandes foram encontradas perto da edificação. Lançadas por fundas e possivelmente catapultas rudimentares para derrubar a estrutura, seriam consideradas a evidência da grande batalha descrita em 2 Samuel 8:13, quando foram derrotados os edomitas.

“Temos provas arqueológicas mais que suficientes para concluir que os mineiros que trabalhavam nas minas de Timna não eram humildes escravos, como se supunha. Eles mais provavelmente eram mineiros experientes que supervisionavam o complexo e que coordenavam o trabalho dos aprendizes”, explica o dr. Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, líder da equipe que encontrou o muro.

“Estamos descobrindo cada vez mais evidências de uma sociedade concentrada e hierárquica, que interagia extensivamente com seus vizinhos, o que é corroborado pelos textos da Bíblia e de outras fontes”, pontua o arqueólogo.

 No mesmo complexo foram encontradas minas que pertenciam ao rei Salomão, sucessor do rei Davi. O Vale de Timna, tombado como parque nacional, era um distrito de produção de cobre, vindo de milhares de minas e preparado em dezenas de locais de fundição. Fragmentos de fornos, roupas, tecidos e cordas foram descobertos na escavação, bem como uma série de restos de alimentos. Devido à extrema aridez da região, eles ficaram muito bem conservados após milhares de anos.

Na Bíblia, o local também é chamado de “Vale do Sal”, por ficar ao sul do Mar Morto, famoso pela alta concentração salina. Existem diversas menções a ele. Na principal batalha, Davi e Joabe abateram 18.000 edomitas (2 Sa 8:13; 1Rs 11:15; 1Cr 18:12; Sal 60).

Os arqueólogos enviaram caroços de azeitonas e de tâmaras encontrados no local para a Universidade de Oxford, onde foram analisados. São do século X a.C, período durante o qual, de acordo com a Bíblia, Davi e Salomão governavam o antigo Israel. Com informações de United With Israel e Gospel Prime