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Texto do Alcorão negando divindade de Jesus é lido em culto

Liderança da Catedral Episcopal convidou muçulmana para recitar surata

 

 

Texto do Alcorão negando divindade de Jesus é lido em cultoTexto do Alcorão negando divindade de Jesus é lido em culto
A leitura de trechos do Alcorão durante missas e cultos parece ser uma tendência na Europa, onde há registros de diversos acontecimentos do tipo nos últimos meses. Agora foi a vez da Catedral Episcopal de Glasgow, na Escócia. O fato, ocorrido dia 6 de janeiro, tomou grande proporção pois se trata da igreja “oficial” do país.
O responsável pela catedral, pastor Kelvin Holdsworth, decidiu incluir na liturgia do culto a leitura de um trecho do Alcorão. A cerimônia é alusiva à epifania, que na tradição cristã também é chamada de “Dia de Reis”. O nome é uma alusão ao texto de Mateus 2, onde os reis magos servem como símbolo do reconhecimento do mundo pagão de que Cristo é o salvador de toda a humanidade.

Na tentativa de mostrar tolerância e aceitação, a catedral convidou Madinah Javed, uma estudante muçulmana, para fazer uma leitura do Alcorão sobre Jesus. Uma vez que os presentes não entendem árabe, o ato foi inclusive elogiado posteriormente.

A página oficial da igreja no Facebook, descreveu o culto como um “evento maravilhoso” e reproduziu um vídeo da leitura. O texto explica que “a congregação que estava presente foi lembrada que não são apenas os cristãos que reconhecem a Jesus”.

Contudo, estudiosos alertam para o fato que a declaração da Surata 19 do Alcorão, que fala sobre Jesus diz “Este é Jesus, filho de Maria; é a pura verdade, da qual duvidam. É inadmissível que Deus tenha tido um filho. Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja!, e é… Quão ouvintes e quão videntes serão, no dia em que comparecerem ante Nós! Porém, os iníquos estão, hoje, em um evidente erro”.

A negação explícita de Jesus como Filho de Deus durante o culto que deveria celebrar justamente o contrário teve grande repercussão no Reino Unido. Afinal, trata-se da negação de uma doutrina chave do cristianismo.

Falando à BBC, o pastor Holdsworth justifica que o objetivo era “promover o entendimento entre as duas fés”. Destacou ainda que, além de Javed, havia vários outros muçulmanos presentes. Eles eram convidados “de honra”.

O líder da catedral deixou claro que essa não foi a primeira vez que foram lidos trechos do Alcorão e que isso voltaria a acontecer como parte dos seus esforços de unir as diferentes comunidades que vivem na cidade. Ao ser questionado se sabia o que dizia a Surata 19, ele preferiu não responder.

Devido às críticas, o post e o vídeo foram apagados da página da Catedral.

Procurada pela imprensa, Madinah Javed não quis comentar sua participação no culto episcopal.

O ocorrido divide opiniões. Muitos dos presentes aplaudiram a iniciativa, defendendo que é preciso reconhecer que os muçulmanos fazem parte da população escocesa. Michael Nazir-Ali, um líder evangélico conhecido na Grã-Bretanha, condenou a leitura.

Ele pediu que a liderança nacional da Igreja Anglicana Episcopal “repudiassem” o fato e que seu principal líder, o Arcebispo de Canterbury Justin Welby reafirmasse publicamente  que a Comunhão Anglicana não reconhece o Alcorão como revelação de Deus, uma vez que nega os ensinamentos da Bíblia.

Até o momento, não houve pronunciamento oficial de Welby sobre o evento em Glasgow. Com informações Christian Today

“Deus não é seu fantoche”, lembra pastor da maior igreja dos EUA

Craig Groeschel pede que se abandone a ideia de um Deus “on demand”

 

 

“Deus não é seu fantoche”, lembra pastor da maior igreja dos EUA“Deus não é seu fantoche”, lembra pastor
O pastor Craig Groeschel, líder da Life.Church, começou uma nova série de sermões, onde tenta abordar as pessoas que dizem ter dificuldades em acreditar em Deus. Com o nome “Eu quero acreditar, mas…”, a primeira mensagem foi apresentada no domingo (8). Segundo ele, a principal lição que todo cristão precisa aprender é: “Deus é grande demais para ser meu fantoche”.
Sua megaigreja está completando 21 anos esta semana. Ela reúne cerca de 100 mil pessoas em seis templos, todos interligados pela transmissão ao vivo do culto a partir da sede, em Oklahoma City. A visão de Groeschel sempre foi utilizar a tecnologia para alcançar pessoas.

Criou, por exemplo, o aplicativo de Bíblia Youversion, que já foi baixado mais de 250 milhões de vezes e está disponível em mil línguas.

Embora não seja tão conhecido quanto outras megaigrejas americanas, a Life.Church – que também é o endereço de seu site na web – pode ser considerada a maior igreja dos EUA, uma vez que, em média, outras 100 mil pessoas acompanham o culto em suas casas pela internet em todos os demais estados norte-americanos. Por isso, suas mensagens vêm causando tanto impacto.

O foco atual do pastor Craig é mostrar como está equivocada essa ideia popular de que Deus deve dar-nos tudo que pedimos e no momento em que queremos.

Em seu sermão do domingo, ele insistiu que “Há muita gente pensando que estão rejeitando a Deus, mas elas não conhecem o Deus verdadeiro”. Para Groeschel, o que eles estão fazendo é causado por “uma visão distorcida de quem Deus realmente é”. Isso é, em parte, por causa da falta de conhecimento da Bíblia, mas também por que muitas igrejas estão divulgando uma mensagem distorcida.

Embora seja um entusiasta do uso da internet, no seu entendimento a sociedade em que vivemos está muito acostumada com serviços “on demand”. Seja na hora de assistir um filme ou buscar alimentação, tudo é simples e rápido. Bastam alguns cliques na TV ou no computador.

O pastor insiste que isso influencia nossa visão de Deus, pois esperamos que uma oração irá fazer com que consigamos tudo que pedimos. Quando as pessoas começam a ver a Deus como um serviço “on demand” e não têm a resposta esperada, isso gera incredulidade. Passamos a pensar que “talvez Deus não seja bom nem todo-poderoso”.

“Esse Deus não existe”, frisou, lembrando que “Nós é que existimos para servir a ele” e não o contrário. “Ele é o Criador e nós as criaturas. Ele é o oleiro e nós somos o barro. Ele é o Senhor e nós somos os Seus servos”, enfatizou.

Passou então a listar que o fato de Deus nos amar não significa que irá nos tratar como crianças mimadas. “Se você é pai ou mãe, sabe que nunca há um momento em que deixa de amar os filhos. Porém, há momentos em que não fazemos tudo o que eles querem. Deus também é assim”, sublinhou.

O segundo aspecto que precisa ser levando em conta, lembrando Isaías 55:8, é que “os caminhos de Deus são sempre mais elevados”. Ou seja, mesmo que algo que nos desagrada acontece, isso não muda quem Deus é. O maior exemplo dessa verdade é a cruz!

Na porção final, destacou que a presença do Senhor “É sempre o suficiente”. Em outras palavras, quando se está num relacionamento verdadeiro com Jesus, ele não irá nos abandonar nem precisamos nos preocupar com o que vai nos acontecer. Citando o Salmo 23: 4, lembrou que as promessas de Deus não são que nós não teríamos problemas ou dificuldades nesta vida, mas que o Senhor estaria conosco em todos os momentos, os bons e os ruins.

Craig Groeschel pediu a todos que estavam lhe assistindo ao vivo ou pela internet que façam uma profunda reflexão sobre o que realmente pensam sobre Deus e comparem essa ideia com o que a Bíblia revela sobre o Senhor. O sermão completo pode ser visto aqui (em inglês). Com informações de Christian Post  e Gospel Prime

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Autor de massacre em igreja é condenado à morte nos EUA

Decisão do júri foi unânime

 

 

Autor de massacre em igreja é condenado à morte nos EUAAutor de massacre em igreja é condenado à morte nos EUA
Em julho de 2015, Dylann Roof, que na época tinha 21 anos, invadiu uma igreja em Charleston, na Carolina do Sul, Estados Unidos e matou nove pessoas, incluindo a pastora. Após ter participado de um estudo bíblico na Igreja Metodista Episcopal Africana Emanuel, o jovem sacou uma arma e disparou 77 tiros.
Dois dias depois, ele compareceu a uma audiência preliminar no tribunal local onde também estavam os familiares dos mortos. Diante das câmeras, todos afirmaram que o perdoavam e que estavam orando por ele.

O caso teve o julgamento final nesta terça-feira (10), quando os 12 jurados decidiram por unanimidade que Dylann deve ser condenado a morte. O processo começou na segunda (7) em Charleston e quando teve oportunidade de falar, o acusado disse que não se arrependia, ressaltando que “teve de fazer aquilo”.

Ele pediu que lhe dessem a sentença de prisão perpétua, mas completou “não tenho certeza de que bem isso faria de qualquer modo”.

O foco do procurador Jay Richardson foi sempre mostrar que Roof era racista e que essa foi a motivação do crime. “Ele executou cruelmente pessoas que descreveu em seus escritos como meros animais selvagens”, afirmou diante dos jurados.

Segundo a agência Reuters, na maior parte do tempo Dylann não demonstrou emoção alguma. Ele respondeu por 33 acusações no tribunal federal e poderá recorrer. Em breve ele passará por um novo julgamento, na corte estadual, onde também pode ser condenado a morte. Com informações do Gospel Prime