Crianças são tiradas de famílias cristãs e forçadas a se converter ao islã

Maioria dos casos ocorreu sem o conhecimento dos pais

 

 

Crianças são tiradas de famílias cristãs e forçadas a se converter ao islãCriançascristãs são forçadas a se converter ao islã
Dezenas de crianças estão sendo retiradas de suas famílias em Bangladesh e sendo vítimas de trafico humano. A maioria, vinda de lares cristãos, são forçadas a se converter ao Islã. O jornal Dhaka Tribune relata que a polícia resgatou pelo menos 72 crianças nos últimos anos. A maioria delas estavam presas em escolas onde aprendiam sobre o islamismo.
Os criminosos têm como alvo principal famílias carentes, eles enganam os pais com falsas promessas de melhor educação e condições de vida na capital. Algumas são entregues voluntariamente por pais que acreditam nisso. Em outros casos, elas são sequestradas e levadas para cidades bem distantes de onde elas moravam.

Algumas famílias hindus enfrentam a mesma situação, enquanto se multiplicam os casos de tráfico humano. Durante uma batida policial no início de janeiro, foram resgatadas quatro crianças com idades entre 9 e 13 anos.

Os cristãos representam apenas cerca de 1% da população em Bangladesh, um país quase totalmente muçulmano. A organização Christian Freedom International afirma que milhares de muçulmanos se convertem anualmente ao cristianismo em Bangladesh apesar do aumento da perseguição.

As tentativas de grupos radicais muçulmanos de fazer crianças trocarem de religião enquanto não compreendem as consequências disso é uma maneira de tentar reverter essa tendência. Grupos cristãos reclamam que isso não é algo recente, mas que o governo faz muito pouco para impedir que continue acontecendo. Com informações de Christian Post – Gospel Prime

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Valdemiro Santiago recebe alta e manda mensagem

“Era para eu ter morrido.”, diz apóstolo.

 

 

Valdemiro Santiago recebe alta e manda mensagemValdemiro Santiago recebe alta e manda mensagem
Após ser esfaqueado por um homem dentro da sua igreja no Brás, em São Paulo, o apóstolo Valdemiro Santiago, foi levado para o Hospital Sírio Libanês, onde recebeu 25 pontos. Horas depois recebeu alta e foi para casa na companhia da família.
O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus gravou um vídeo onde aparece acompanhado pela da mulher, a bispa Francileia. Ele explica que não viu o ataque e que foi atingido quando se abaixava para abraçar o homem, que estava na fila para receber uma oração. “Eu nem vi o sujeito, só lembro que eu tinha abaixado para dar um abraço em uma pessoa, e era ele.”, contou.

Em seguida, ressaltou novamente que não guarda mágoas “Ele já está abençoado, está perdoado, quem sou eu para negar perdão”. Contou ainda que não teme a morte, pois só quem pode tirar a vida é Deus.

Valdemiro relata: “Era para eu ter morrido. O doutor falou comigo: você nasceu de novo”. O pastor não disse quando voltará a ministrar nos cultos. Aproveitou para mandar uma mensagem agradecendo a todas as pessoas que oraram por ele e o apoio que recebeu de vários líderes de outras denominações.

Suspeito está preso

O ajudante-geral Gonathan Gomes Higino, 20, preso no local após atacar Valdemiro foi encaminhado ontem ao 8º Distrito Policial, no Brás. De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil, ele responderá por tentativa de homicídio por motivo fútil.

Aos policiais ele disse que havia roubado o facão e decidido matar o pastor por ter se sentido  “incomodado com as palavras de Valdemiro” em um culto realizado cerca de seis meses atrás.

Na manhã desta segunda-feira (9) ele foi levado para o 2º Distrito Policial, no Bom Retiro. Encaminhado ao Fórum Criminal da Barra Funda, participou de uma audiência de custódia. O juiz deve anunciar hoje se ele continuará preso ou responderá em liberdade. Com informação das agências e do Gospel Prime.

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Cristãos são acusados de “feitiçaria” e presos após oração por cura

Crescimento recorde do cristianismo irrita extremistas hindus

por Jarbas Aragão

 

Cristãos são acusados de “feitiçaria” e presos após oração por curaCristãos são acusados de “feitiçaria” e presos após cura
Quatro cristãos foram considerados culpados de “feitiçaria” por um tribunal do Nepal. Cada um deles deverá passar cinco anos na prisão. A acusação veio após eles orarem publicamente por uma mulher que tinha comportamento típico de uma grave doença mental.
De acordo com o Gospel Herald, Seti Pariyar foi enviada por um membro de sua família a uma igreja local e instruída para que pedisse oração por cura. De acordo com testemunhas, ela entrou na igreja, mas saiu antes do final do culto. Momentos depois, foi encontrada gritando e se autoflagelando em uma floresta nas proximidades.

A história acabou sendo divulgada pela imprensa e um homem chamado Bhisma Pariyar prestou queixa contra os líderes da igreja, acusando-os de forçar a conversão da mulher, o que é proibido no país. Cinco cristãos foram presos pela polícia e interrogados sobre sua tentativa de converter Seti.

Chamados pela corte distrital, a mulher e o esposo testemunharam que os cinco acusados não agiram com violência contra ela. Na verdade, conta, as orações dos cristãos a tinham curado  completamente de sua doença naquela noite.

Por causa disso, os cinco cristãos passaram também a ser acusados de bruxaria, uma grave acusação no país. Apesar de alegarem inocência, acabaram condenados a 5 anos de prisão.

Crescimento recorde do cristianismo

Com uma população beirando os 28 milhões de habitantes, o Nepal experimenta um crescimento recorde no número de cristãos. No censo de 1951, a contagem oficial era zero. Uma década depois, apenas 458. No início do século 21, contabilizava 102 mil cristãos. Na última contagem oficial, em 2011, eram 375 mil seguidores de Jesus.

Segundo um relatório do Instituto Internacional de Liberdade Religiosa, os líderes cristãos nepaleses acreditam que, por causa das leis anticonversão, o governo está escondendo os fatos. O número atual de crentes é estimado em mais de 2 milhões. Mas o Hinduísmo continua sendo a religião principal.

Em 2007, o antigo reino do Nepal tornou-se um Estado laico. Desde então, grupos nacionalistas lutam pelo restabelecimento da “religião oficial”. Em setembro de 2016, um movimento extremista advertiu que todos os missionários cristãos estrangeiros deveriam deixar o país, acusando-os de “corromper” a nação.

Dyann Romeijn, da missão Vision Beyond Borders, afirma que grande parte da perseguição  contra os cristãos mistura questões históricas e sociais. “Eles estão tentando silenciar a voz dos cristãos. [Se] as pessoas não a ouvirem, não terão a oportunidade de conhecer a verdade”, sublinha. Com informações do Gospel Prime