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Vaticano investiga grupo brasileiro por “diálogo com Satã”

 Arautos do Evangelho é mundialmente conhecido por suas controvérsias

      Vaticano investiga grupo brasileiro por “diálogo com Satã”

De acordo com informações divulgadas pelo Daily Mail, o grupo brasileiro Arautos do Evangelho, notório por controvérsias, atos de exorcismo e por, supostamente, manter um pacto com o diabo após a morte de seu líder, em 1995, está sendo investigado pelo Vaticano por um suposto diálogo com Satã em que é mencionada a morte do Papa Francisco.

O caso se tornou notável depois que um vídeo o qual é possível ver membros do Arautos do Evangelho citando um “diálogo entre o grupo e o Satã ” em que é citada a morte do Papa Francisco, entre outros temas.

As cenas trazem, como foco, o monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, um cânone honorário da Igreja Católica em Roma e líder da organização.

De acordo com informações oficiais republicadas pelo iG, Dias renunciou ao cargo.

Os Arautos do Evangelho, segundo o Daily Mail, foi formada a partir de uma dissidência da TFP – Tradição, Família e Propriedade.

O iG afirma que a instituição é “formada por exorcistas que utilizam da prática de maneira desonesta, a fim de realizarem possessões nos corpos das pessoas”.

 Um dos aspectos mais notáveis do grupo é que seus seguidores acreditam que seu ex-líder, Plínio Correa de Oliveira, morto em 1995, possui contato com o demônio e possui superpoderes.

Durante o suposto diálogo lido durante a reunião gravada, o Satã teria dito que o Papa iria “cair”, morrendo dentro do Vaticano, e que um “meteorito atingirá o Oceano Atlântico, destruindo a América do Norte”.

 “O papa faz tudo o que eu quero, ele é um estúpido! Ele me obedece em qualquer coisa. Ele é meu servidor”, leu um dos membros da organização católica, durante o vídeo, em uma suposta citação a satã. Com informações do Gospel Prime

Lei alemã prevê prisão a quem falar mal de muçulmanos

Polícia alemã tem emitido notificações a quem publica “discurso de ódio” na Internet

          Lei alemã prevê prisão a quem falar mal de muçulmanos

Em uma campanha coordenada, realizada em 14 estados, a polícia alemã visitou na semana passada as casas de 36 pessoas. Elas são acusadas de fazer “postagens de ódio” nas redes sociais, incluindo ameaças, coação e incitamento ao racismo. Foram tomados depoimentos e feito notificações, mas ninguém foi preso, relata o The New York Times.

 Segundo o Escritório Federal de Polícia Criminal, a maioria do que foi publicado era incitações de motivação política.
Os policiais realizaram pesquisas domiciliárias e interrogatórios. Mas as investigações também levaram a duas pessoas acusadas de conteúdo extremista de esquerda, bem como uma pessoa acusada de fazer ameaças ou assédio com base na orientação sexual.

“A incidência ainda alta de postagens de ódio puníveis mostra uma necessidade de ação policial”, defendeu em um comunicado Holger Münch, presidente do Escritório Federal de Polícia Criminal.

“Nossa sociedade livre não deve permitir um clima de medo, ameaça, violência criminal e violência na rua ou na internet”.

O maior alvo dessas postagens são os refugiados islâmicos, embora haja casos de divulgação do ideal nazista.

 Em 2016, a polícia visitou a casa de 60 pessoas pelos mesmos motivos.
A ação policial deste ano ocorreu enquanto os alemães estão debatendo a proposta de uma nova lei de mídia social, destinada a reprimir o discurso de ódio. Para uma série de especialistas, trata-se de uma medida inconstitucional.

A medida, defendida pelo ministro da Justiça, Heiko Maas, custaria ao Facebook, Twitter e outras redes sociais até US$ 53 milhões (R$ 160 mi) se eles não conseguirem remover o discurso do ódio e outras formas de conteúdo agora considerado “ilegal”.

 De acordo com o direito alemão, os usuários de redes sociais estão sujeitos a uma série de punições ao publicar material ilegal, que inclui até uma pena de prisão de cinco anos por incitação ao ódio racial.

O projeto defendido pelo governo alemão assegura que as redes precisam oferecer um serviço de reclamação prontamente disponível para postagens que possam ser ameaças, discurso de ódio, difamação ou incitamento para cometer-se um crime, entre outras ofensas.

As mídias sociais teriam 24 horas para excluir “conteúdo obviamente criminoso” e até uma semana para decidir sobre casos “ambíguos”. A lei, aprovada em primeira instância em abril, poderá aplicar multas assim que for sancionada.

De acordo com um recente estudo do governo, o Facebook eliminou apenas 39% do “discurso de ódio ilegal” dentro de 24 horas em janeiro e fevereiro.

A empresa havia assinado um código de conduta em 2015 comprometendo-se a seguir este padrão. O Twitter apagou apenas 1 por cento.

“Estamos decepcionados com os resultados”, disse Klaus Gorny, porta-voz do Facebook, em um comunicado sobre o estudo.

“Temos regras claras contra o discurso do ódio e trabalhamos duro para mantê-lo fora de nossa plataforma”.

Bernd Holznagel, professor da Universidade de Münster e um dos especialistas ouvidos pelo congresso alemão, apontou pelo menos duas violações constitucionais à liberdade de expressão.

“Nosso tribunal constitucional não permitirá tal estatuto”, disse Holznagel.

“Há incentivos para tirar conteúdo se houver alguma dúvida, mas e os direitos de quem publica o conteúdo?”, questiona.

Christian Mihr, outro painelista e diretor-gerente da Repórteres Sem Fronteiras, disse que a lei transferirá indevidamente a autoridade do sistema de justiça da Alemanha para empresas como Facebook e Twitter.

Inteligência artificial

O Facebook já colabora, na Alemanha e na França, com o que é chamado de Iniciativa Online de Coragem Civil (OCCI na sigla original).

Trata-se de uma campanha de conscientização que visa “combater o extremismo”.

Sheryl Sandberg, diretora de operações da rede social, disse: “Não há lugar para o ódio ou violência no Facebook.

Utilizamos tecnologia como a Inteligência ArtificiaI para encontrar e remover e manter conteúdo extremista fora da nossa plataforma”.

Curiosamente, Fiyaz Mughal, líder da Iniciativa de Combate ao Ódio Anti-islâmico, um dos fundadores da OCCI, comemora:

“Esta iniciativa é muito necessária, uma vez que uma grande quantidade de material online pode ser ofensivo e às vezes estimule o ódio, embora não ofereça base para a ação jurídica.

Estamos em uma batalha por corações e mentes e esta iniciativa é uma ferramenta para mobilizar a enorme força para o bem que está nas comunidades”. Com informações Sky e Gospel Prime

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Igreja católica desmente Claudio Duarte sobre pregação contra Maria

Paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte, emitiu comunicado

       Igreja desmente Claudio Duarte sobre pregação contra Maria

Desde que começou a circular pela internet um vídeo de uma pregação do conhecido pastor Cláudio Duarte sobre uma palestra dele em uma igreja católica – há cerca de uma semana – o assunto vem gerando polêmicas.

Ele conta que falou sobre o perigo da idolatria para os fiéis católicos, de maneira específica, referindo-se à Maria. Embora ele não diga textualmente onde foi essa pregação, fiéis católicos apontavam para a paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte.

Com a quase onipresença dos smartphones com câmaras, de fato surgiu um vídeo, gravado nesse local, mostrando que Duarte fez ali uma palestra em agosto de 2016.


Contudo, a paróquia veio a público agora para esclarecer que, nessa ocasião, o pastor não abordou os dogmas marianos. Em um comunicado divulgado pela paróquia nas redes sociais e assinado por Flávio Campos, da equipe de Comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte.

texto afirma que o pastor esteve ali, mas mostrou “cordialidade e respeito aos católicos” e que “não houve qualquer menção aos dogmas marianos”.

Após as primeiras reações contrárias, numa campanha que pedia que igrejas católicas não convidar mais pastor Claudio para pregar, ele gravou um vídeo onde pedia perdão por ter causado polêmica e ter “ofendido” os católicos. Entretanto, não diz claramente em que igreja católica pregou contra a idolatria a Maria nem quando isso ocorreu.

O Pastor Cláudio Duarte pediu perdão aos católicos, entretanto, esse fato denegriu a sua imagem de Pastor show man e o número de adeptos de suas pregações caiu vertiginosamente.