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“Seleção não é lugar para religião”, avisa Dunga

Treinador diz que não autorizou entrada de pastor na concentração

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

“Seleção não é lugar para religião”, avisa Dunga
“Seleção não é lugar para religião”, avisa Dunga

Nos últimos amistosos nos Estados Unidos o pastor Guilherme Batista se reuniu com alguns jogadores da Seleção Brasileira e realizou um culto que terminou com dois jogadores aceitando a Cristo.

O religioso foi convidado por Kaká e David Luiz e chegou a postar uma foto em suas redes sociais chamando Dunga de “chefe”. Porém o treinador da Seleção disse à imprensa que não autorizou a entrada de Guilherme na concentração lá nos Estados Unidos.

“Não permiti o culto dentro do hotel. Temos uma sala onde os jogadores podem receber os familiares ou pessoas mais próximas. (…) O pastor estava nesse setor, mas não concordamos”, disse Dunga.

Os atletas já foram avisados que não podem se reunir com intenções religiosas quando estão na concentração. “Já conversamos com os atletas e expusemos o nosso pensamento. Repito: respeito todas as religiões, mas ali não é o momento. Estamos representando nosso país e temos que nos concentrar no futebol.”

Sobre a foto com o pastor Dunga afirma: “Eu estava em São Paulo, tomando café, e esse rapaz me pediu para tirar uma foto como torcedor, como faço sempre, sem problemas. Depois vi que ele postou como se eu fosse chefe dele, quis induzir algo. Na seleção, sempre aparecem pessoas querendo se aproveitar.” Com informações Veja

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Ciência Israel

Última “lua de sangue” poderá iniciar cumprimento de profecias do fim do mundo, dizem estudiosos

Publicado por Tiago Chagas -gnoticias-em 18 de setembro de 2015

Última “lua de sangue” poderá iniciar cumprimento de profecias do fim do mundo, dizem estudiososA última “lua de sangue” da tétrade iniciada em abril de 2014 surgirá nos céus no próximo dia 27 de setembro, de acordo com as expectativas de astrônomos que estudam o fenômeno. Para muitos cristãos, o evento pode marcar o início da última fase de uma profecia bíblica relacionada ao fim dos tempos.

Cientificamente, a lua de sangue é resultado do alinhamento entre o Sol, a Terra e a própria Lua. A cor de tom avermelhado que o satélite irá ganhar se deve a esse alinhamento, uma vez que a luz solar atinge a lua após atravessar a atmosfera terrestre, segundo informações do portal Uol.

O fenômeno deverá durar 1 hora e 12 minutos no total, e é considerado raro. Os registros mais recentes incluem eventos semelhantes em 1910, 1928, 1946, 1964, 1982, sendo que o próximo está previsto para acontecer apenas em 2033.

O pastor John Hagee, autor do livro “Four Blood Moons: Something Is About to Change” (“Quatro Luas de Sangue: Algo Está Prestes a Mudar”, em tradução livre), usa trechos das passagens bíblicas de Lucas 21:25 e Atos dos Apóstolos 2:20 que, respectivamente, se referem ao fim dos tempos afirmando que “haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” e que “o sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor”.

Entre os teólogos estudiosos do assunto, há quem entenda que o final da tétrade de “luas de sangue” pode marcar os sete anos da grande tribulação prevista no Apocalipse.

Os adeptos dessa teoria associam a atual e crescente tensão entre Israel e os vizinhos muçulmanos às profecias bíblicas. O surgimento do Estado Islâmico, que tem entre seus alvos os judeus; a iniciativa de judeus ortodoxos em preparar a reconstrução do Templo de Jerusalém; e a proposta de divisão do território israelense em negociação na ONU também são apontadas como indícios de cumprimento da profecia bíblica, uma vez que um conflito militar na região é visto como iminente.

John Hagee acrescenta a essa mistura um recente acordo político entre o Irã e outros países que integram o Conselho de Segurança da ONU, permitindo o uso de energia nuclear pelo país teocrático muçulmano: “Eu já disse isso muitas vezes e digo de novo: o dia em que a América virar as costas para Israel será o dia em que Deus vai virar as costas para a América. O dia em que este acordo nuclear com Irã for finalmente assinado, selado e entregue, será o dia em que vamos enfiar o dedo no olho de Deus”, disse o pastor à emissora cristã CBN.

“O que os Estados Unidos da América têm feito no acordo com o Irã é garantir guerra. Qualquer pessoa no mundo que tenha qualquer concepção sobre a ideologia do Irã sabe que a guerra está chegando. Essas pessoas estavam gritando ‘morte à América’ e ‘morte a Israel’ no dia em que o acordo foi assinado no Irã, [que] vem dizendo há anos que estão prontos para varrer Israel do mapa. Eles têm a vontade de fazê-lo, e agora que a administração Obama tem pavimentado o caminho para eles construírem uma arma nuclear, o Irã tem o poder de fazê-lo”, lamentou Hagee.

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Cultos

Pastor age rápido, imobiliza “homem do islã” e impede atentado terrorista durante culto

Publicado por Tiago Chagas -gnoticias- em 17 de setembro de 2015 

Pastor age rápido, imobiliza “homem do islã” e impede atentado terrorista durante culto

O “homem do islã” algemado na viatura

Um ataque terrorista que poderia ter terminado com a morte de dezenas de pessoas foi evitado por um pastor no último domingo, 13 de setembro.

Um homem chamado Rasheed Abdul Aziz (foto), 40 anos, foi ao templo da Igreja Batista Missionária de Corinto, na cidade de Bullard, Texas (EUA) e, vestido com uma calça camuflada, colete tático, botas de combate e um capacete, apresentou-se como “homem do Islã”.

Armado, Aziz não hesitou em dizer o que havia ido fazer na igreja durante o culto: “As pessoas vão morrer hoje”, afirmou.

De acordo com informações da emissora local KLTV-7, o pastor da igreja, John Johnson III, 45 anos, agiu rápido e orientou os fiéis a deixarem o recinto: “Imediatamente, pensei no fato de que tínhamos várias crianças e adolescentes brincando e correndo no salão de confraternização. Então eu disse a eles: ‘Este homem tem uma arma, eu preciso que vocês saiam daqui’”, contou o pastor.

Johnson é um ex-agente da condicional, treinado para confrontos físicos, e por instinto, resolveu chamar a responsabilidade no confronto: “Em nenhum momento dei a ele o poder de sentir que ele estava no controle, e que eu estava com medo. Eu só continuei envolvendo-o, mas eu estava muito cauteloso para não levantar a voz ou fazer qualquer movimento rápido”, acrescentou.

Quando a igreja estava vazia, Johnson conseguiu golpear o terrorista: “Em um instante, dei um chute nele”, relatou o pastor, que logo depois o imobilizou, deixando-o desacordado.

O pastor Johnson, no entanto, não comprou o discurso de Aziz: “Eu acredito que a intenção dele ao vir para a nossa igreja era realmente matar alguém”.

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