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Bíblia de Martinho Lutero de 1634 é encontrada na Alemanha

A polícia tem feito investigações sobre o caso e tenta encontrar o proprietário do livro

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Bíblia de Martinho Lutero de 1634 é encontrada na Alemanha
Bíblia de Martinho Lutero de 1634 é encontrada

Forças de segurança alemãs realizaram uma blitz na cidade de Lübeck, no norte do país, e conseguiram encontrar um exemplar de 1634 da Bíblia de Lutero.

O exemplar foi confiscado em agosto e desde então as autoridades tentam encontrar o legítimo proprietário da Bíblia, uma edição de couro editada pela Von Stern’sch Druckerei – editora fundada em 1614 – que tem uma anotação à mão na parte interior do livro.

A polícia não quis dar detalhes sobre a descoberta do livro e disse apenas que a investigação sobre o caso está em andamento.

Bíblia de Lutero

O que se sabe é que este exemplar é uma raridade, o especialista literário Wolfgang Schellmann, afirma que não se vê um exemplar em leilões há 20 anos. Ao que parece só foram publicados 60 exemplares da Bíblia pela editora Von Stern’sch desde sua fundação. Com informações Terra

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Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país

Muitos deles conseguiram trabalho no abate halal de empresas que exportam para países islâmicos

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país
Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior

Cidades interioranas estão sendo modificadas pela chegada de refugiados muçulmanos que fogem das guerras na África e Oriente Médio. A presença desses imigrantes começa a mudar a cultura, a economia e a demografia de muitas cidades do Estado do Paraná que por muito tempo preservava as características dos grupos europeus que se instalaram na região.

Na cidade de Marechal Cândido Rondon, por exemplo, há cerca de 190 muçulmanos vindos da Síria, territórios palestinos, Bangladesh, Líbano, Senegal, Egito, Gâmbia, Serra Leoa, Guiné-Bissau e Paquistão. Além de abrigo eles receberam empregos em empresas de abate halal que recrutam muçulmanos para realizar o serviço de degolação de frangos.

Segundo as regras da religião, o abate desses animais só pode ser feito por muçulmanos, logo as empresas que exportam o produto para países islâmicos precisam contratar esses fiéis. Por conta da presença desses trabalhadores, Marechal Cândido Rondon já tem até uma mesquita para os refugiados.

O mesmo aconteceu em outras cidades como Francisco Beltrão e Dois Vizinhos que possuem empresas frigoríficas que mantém contratos com países muçulmanos tendo a necessidade de contratar funcionários dessa religião.

Em Dois Vizinhos os 150 muçulmanos vieram da Síria, Iraque, Jordânia, Líbano, Guiné-Bissau, Senegal, Angola, Sudão, Moçambique, Paquistão, Afeganistão e territórios palestinos e da Caxemira.

Já em Francisco Beltrão as 80 pessoas que trabalham no frigorífico da Sadia vieram de Bangladesh, Paquistão, Marrocos e Somália, a empresa também contratou alguns árabes e brasileiros convertidos ao Islã.

Com o aumento da comunidade muçulmana no Estado, o Paraná já conta com 13 mesquitas e 9 mussalas que salas de oração locadas para receber os religiosos. Com informações Folha

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Na Colômbia, cristãos se tornam alvo de perseguição das FARC e pastores têm filhos sequestrados

Publicado por Tiago Chagas -gnoticias- em 24 de setembro de 2015

Na Colômbia, cristãos se tornam alvo de perseguição das FARC e pastores têm filhos sequestradosPastores evangélicos vêm sofrendo com a prática de grupos marginais na Colômbia, que sequestram filhos de líderes religiosos e fiéis exigindo valores em dinheiro ou a fuga das áreas onde estão instalados.

Em todo o mundo, a ausência do Estado permite, e estimula, o surgimento de organizações criminosas. No Oriente Médio, a falta de princípios como o Estado laico – que não adota nenhuma fé como oficial, mas protege a liberdade de culto a todos os cidadãos – permitiu o surgimento de grupos extremistas paramilitares como o Estado Islâmico, por exemplo.

Já na América do Sul, a coexistência do Estado com grupos terroristas, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), tem influenciado diretamente na liberdade, tanto religiosa como civil, de cristãos que vivem no país.

De acordo com informações da Missão Portas Abertas, pastores têm convivido com a rotina de negociar com sequestradores a libertação de seus filhos e também dos fiéis. Um dos casos narrados é o do pastor Maurício, que precisou abandonar a vila onde vivia em troca da liberdade de seu filho.

O líder evangélico – e acima disso, pai – foi ao encontro dos criminosos mesmo ciente de que poderia perder a vida e negociou a libertação de seu filho de 15 anos, aceitando a imposição de que deveria deixar a região.

Dias depois, o pastor Maurício mudou-se da vila com a família, e hoje, vivem em outra região, mais segura. No entanto, as sequelas foram inevitáveis: há o receio constante de serem alvo de uma nova ação de sequestro, e o adolescente ficou traumatizado com a experiência.

Nos anos 1990, as FARC eram vistas como uma força paralela no país, e perpetravam diversos ataques terroristas nas grandes cidades da Colômbia. Um acordo militar da Colômbia com os Estados Unidos para o combate ao tráfico de drogas resultou no enfraquecimento das FARC, que passaram a selar acordos de paz com o governo.

Um dos pontos nos acordos de paz estabelecidos é o compromisso assumido pelos terroristas de não recrutarem jovens com menos de 17 anos. No entanto, os cristãos do país relatam que esse ponto não vem sendo respeitado, e muitas crianças e adolescentes são raptados pelas FARC.

O governo colombiano tem feito acordos de paz com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas) e ficou certo de que eles não recrutariam crianças com menos de 17 anos, mas os cristãos da região relatam que crianças mais novas continuam sendo raptadas.

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