Categorias
Noticias

Estado Islâmico crucifica 25 pessoas na Síria

Eles foram punidos por não cumprirem o jejum do Ramadã

por Leiliane Roberta Lopes- gospelprime –

 

Estado Islâmico crucifica 25 pessoas na Síria
Estado Islâmico crucifica 25 pessoas na Síria

Vinte e cinco pessoas foram crucificadas por militantes do Estado Islâmico na Síria no último dia 2, segundo informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos.

O caso aconteceu na província de Deir al Zur por não cumprirem o jejum do mês do Ramadã, as vítimas foram amarradas a postes nas localidades de Al Mayadín e Basira, pelo menos oito delas morreram.

As informações divulgadas afirmam que em Al Mayadín as pessoas foram crucificadas do lado de fora de uma espécie de quarto do EI. Cada uma delas tinham um cartaz pendurado no pescoço comentando a pena: “crucificação por um dia inteiro e 70 chibatadas por romper o jejum do Ramadã”.

A punição foi gravada e postada na internet, mostrando uma fileira de homens crucificados em postes. Os vídeos são uma forma de divulgação e promoção do grupo de terroristas, assim eles mostram as atrocidades que cometem para provar poder e intimidar.

Há mais de um ano que o Estado Islâmico proclamou o califado em diversas cidades da Síria e também no Iraque. O crescimento do grupo jihadista tem preocupado as autoridades internacionais, o Departamento de Estado dos Estados Unidos já apresentou seu relatório anual dizendo que o EI é o principal grupo terrorista do mundo.

Categorias
Jovens católicos Noticias

Papa faz discurso anticapitalista e críticos afirmam que ele está sugerindo a “nova ordem mundial”

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 10 de julho de 2015

ou no facebook

Papa faz discurso anticapitalista e críticos afirmam que ele está sugerindo a “nova ordem mundial”O papa Francisco fez novamente um duro discurso anticapitalista e pediu a instauração de uma “mudança de estruturas”, o que foi interpretado por muitos analistas cristãos como uma chamada pela nova ordem mundial.

“Temos a obrigação de cuidar dos que nos rodeiam. E para fazer isso, temos que compartilhar nossos recursos”. Francisco fez os comentários durante sua turnê na América do Sul, de acordo com a Associated Press.

Na visita à América do Sul, Francisco afirmou que é preciso redistribuir as fortunas geradas pelo capitalismo para que as injustiças sejam corrigidas e o futuro seja mais promissor: “Como mordomos dessas riquezas que temos recebido, nós temos uma obrigação para com a sociedade como um todo e para as gerações futuras. Nós não podemos legar essa herança a eles sem o devido cuidado com o meio ambiente, sem um sentido de gratuidade nascido da nossa contemplação do mundo criado”, disse, durante entrevista.

Esta não é a primeira vez que o papa apelou para um foco no compartilhamento de recursos, e ao fazê-lo, ele ganhou muitos críticos, principalmente nos Estados Unidos, país baseado no capitalismo e onde residem alguns dos principais analistas cristãos que associam essa postura de Francisco ao comunismo.

De acordo com o Charisma News, muitos cristãos afirmam que as sugestões do papa seriam “puro marxismo”, e alguns acreditam que suas políticas indicam que ele tenta imporz uma nova ordem mundial e seria o último papa antes da volta de Cristo.

O jornalista Igor Gielow, da Folha de S. Paulo, comentou as associações feitas por críticos do papa de seus discursos ao comunismo, e afirmou que essas falas podem ser uma “esperteza” que tenta distorcer os propósitos reais do pontífice, ou uma “ignorância da história”.

Categorias
Artigos

Após casamento gay, Suprema Corte pode aprovar poligamia

Brady Williams posa com suas esposas em reality show americano.

A fala do juiz John Roberts, um dos 4 votos contrários à legalização do casamento gay na Suprema Corte dos EUA, pode abrir espaço para a legalização da poligamia. Na ocasião, ele justificou sua contrariedade alegando que os mesmos argumentos a favor de tais uniões poderiam ser usados para legalizar a poligamia.

A lógica é que se um casal homoafetivo alega que “sofreria o estigma de saberem que sua família é, de alguma forma, inferior”, por que o mesmo raciocínio não se aplica a uma família formada por três (ou mais) pessoas criando filhos?

Correntes do mormonismo, seita que pregava a poligamia até ela ser criminalizada nos EUA, comemoraram. A nova legislação sobre igualdade de casamento já permitiu que mórmons fundamentalistas do estado de Montana entrassem com pedido de uma certidão de casamento civil para o marido e a segunda esposa.

Nathan Collier casou com sua primeira esposa, Victoria, em 2000. Ele acabou se envolvendo com a irmã dela, Christine, e os três passaram a viver juntos. Embora tenham realizado uma cerimônia religiosa em 2007, a união deles não é reconhecida pela justiça americana.

“Só queremos garantir amparo legal a uma família amorosa, forte, funcional e feliz”, explica Nathan. Inspirado pela decisão da Suprema Corte no mês passado, alega que sofre uma violação dos seus direitos civis.

Para quem acha que este tipo de situação não pode ser comparada com o casamento gay, ano passado Kody Brown, um mórmon que vive com suas quatro esposas e 16 filhos, obteve uma vitória na ação que movia há 3 anos contra o estado de Utah.

O juiz federal Clark Waddoups decidiu a favor dos Brown, considerando que a proibição de poligamia, prevista na lei, violava direitos constitucionais de liberdade religiosa. Isso fez com que muitos mórmons defendessem que a poligamia foi “descriminaliza” no estado.

Estima-se que existem mais de 20 mil famílias mórmons vivendo nesta situação e que poderiam “se legalizar”.

Além dos mórmons, estima-se que existam até 100 mil famílias muçulmanas na mesma situação nos EUA. Permitida pela Alcorão, a poligamia é normal nos países que vivem sob a lei religiosa islâmica.

Longe do aspecto religioso, o influente site sobre política americana Politico.com publicou uma extensa matéria sobre o tema, defendendo a prática como o “próximo passo do liberalismo social”. O argumento central é que os homossexuais já viviam maritalmente antes da legalização. Ou seja, adeptos do ‘poliamor’ também deveriam lutar pelos seus direitos e quebrar o ‘tabu’. É apenas uma questão de tempo até que cheguem na Suprema Corte.

O casamento gay viveu um processo similar, sendo gradualmente aceito em um estado depois do outro até finalmente ser aceito nacionalmente.

Segundo uma pesquisa do Gallup sobre valores morais, a poligamia era considerada moralmente aceitável por 7% da população em 2003. Na reedição da pesquisa em 2015, o percentual saltou para 16%.

Culturalmente, as mudanças nos Estados Unidos acabam se refletindo em grande parte do mundo. Vide o significativo número de brasileiros que coloriram suas fotos no Facebook para comemorar a decisão da Suprema Corte. Com informações de Charisma News