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Criança de 5 anos é decapitada durante cerimônia religiosa

Feiticeiro acabou sendo linchado pela população

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Criança de 5 anos é decapitada durante cerimônia religiosa
Kali, deusa hindu da morte.

A maioria da população da Índia segue o hinduísmo. Em várias partes do país existe perseguição aos cristãos. Contudo, um caso extremo veio reascender naquela nação o debate sobre “liberdade religiosa”.

Uma criança foi decapitada durante um ritual. Sanatan Bag, de apenas cinco anos de idade, foi atraído até à casa de Nanu Mirdha. O feiticeiro mantinha um templo improvisado, onde decidiu oferecer a criança como uma oferta à Kali, deusa hindu da morte. A tragédia ocorreu numa pequena aldeia no estado de Assam, nordeste da Índia.

Segundo o pai do menino, Sajan Bag, Sanatan foi atraído com chocolates por Mirdha que o decapitou em frente do altar.  Quando a família ficou sabendo do ocorrido, incitou os demais moradores do local.

Os habitantes da aldeia revoltaram-se após o corpo ser encontrado numa poça de sangue e espancaram Nanu Mirdha, que veio a morrer. O chefe de polícia local, Sajukta Parasar, afirma que após matarem Mirdha a pauladas, sua casa foi incendiada. O local foi interditado pela polícia, que recolheu dezenas de imagens de deuses e vasto material religioso do local.

Nas regiões mais remotas do país, sacerdotes hindus são consultados sobre tudo, desde conflitos conjugais a problemas de saúde, e afirmam ser capaz de canalizar as energias do universo para resolver os problemas. É normal que algum tipo de pagamento seja feito aos deuses consultados, mas em geral isso inclui dinheiro ou apenas a morte de algum animal.

Infelizmente, o caso do menino não é único. O número exato de sacrifícios humanos realizados na Índia a cada ano é desconhecido, mas as autoridades reconhecem que são centenas, quase sempre associados a obtenção e poder espiritual.

A deusa Kali muitas vezes é representada usando um colar de crânios e segurando uma cabeça cortada.  Há muito tempo o governo indiano é acusado de encobrir casos, tornando a verdadeira dimensão do problema difícil de determinar. Com informações de Daily Mail

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Ciência curiosidades

Pastores criticam “Desafio do Charlie” e destacam que invocar espírito “não é brincadeira”

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 29 de maio de 2015 

Pastores criticam “Desafio do Charlie” e destacam que invocar espírito “não é brincadeira”O “Desafio do Charlie” se tornou um nas redes sociais, gerou uma febre de vídeos sobre a brincadeira e causou tumultos em escolas públicas Brasil afora, com relatos de possessões demoníacas coletivas.Pastores evangélicos antenados sobre o tema não demoraram a se posicionar a respeito do assunto e reprovaram a “brincadeira” de invocar espíritos.

A nova mania dos adolescentes consiste em invocar o espírito de um suposto fantasma, chamado Charlie, que supostamente responderia girando um lápis sobre uma folha em branco com as palavras “Sim” e “Não”.

Para o pastor da igreja Batista Vida e Paz, em Vila Velha, a invocação de espíritos não deve ser vista como uma brincadeira e muito menos praticada: “Não aconselho mesmo. O diabo parou de se esconder e está ativo em nossos dias. Não podemos permitir que brincadeiras aparentemente inofensivas sejam portas para algo ruim. É preciso vigiar e ficar atento”, afirmou à Folha Vitória.

O líder evangélico classifica a “brincadeira” como uma prática mística, o que é condenada pela Bíblia Sagrada: “A palavra de Deus é bem clara. Lá em Deuteronômio, o Senhor diz que quem pratica adivinhação, ou se dedica à magia, ou faz presságios, ou pratica feitiçaria e encantamentos, desagrada ao Senhor. Pessoas que consultam espíritos ou mortos, também desagradam. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas”, explicou.

Já o pastor Douglas Guimarães publicou um vídeo para enfatizar que “se você está fazendo essa brincadeira, você está dando lugar ao diabo”.

“Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo, pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”, compartilhou Guimarães.

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Ciência

Adolescente que teve morte cerebral declarada recobra consciência após receber oração

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 29 de maio de 2015 

Adolescente que teve morte cerebral declarada recobra consciência após receber oraçãoUma jovem que havia tido morte cerebral declarada pelos médicos em 2011 despertou após receber oração de um amigo de sua família.

Na noite do dia 11 de setembro de 2011, Taylor Hale saiu com os amigos após assistir a um jogo de futebol em Des Moines, Iowa (EUA). Depois de se divertirem, um dos amigos disse que precisava ir embora. À época, ela tinha 14 anos de idade, e subiu no capô do carro para impedi-lo.

O rapaz, que alegou não ter tido intenção de machucá-la, deu marcha à ré, e a adolescente caiu, batendo a cabeça contra a calçada, segundo informações do Des Moines Register.

Socorrida, Taylor foi submetida a um coma induzido que deveria ser de sete dias, mas no dia 17 de setembro, o sexto da internação, ela sofreu uma hemorragia cerebral descrita pelos médicos como “irreversível”.

Os pais, Stacey Hennigsen e Chuck Hale, ouviram que a lesão cerebral traumática havia causado um deslizamento parcial do cérebro do canal espinhal, o que seria um “ponto sem volta”.

Os médicos disseram que Taylor tinha sofrido morte cerebral e que eles deveriam preocupar-se com questões legais sobre doação de órgãos e funeral. A triste notícia se espalhou e um dos amigos da família, cristão, os visitou dizendo que havia sentido da parte de Deus que deveria visitar a adolescente no hospital para orar por ela.

Jeff Stickel, que atua como quiropraxista, ouviu dos pais de Taylor que ela estava inconsciente, e que não havia nada que pudesse ser feito. Stickel insistiu, perguntou se podia orar com a família pela adolescente, e eles concordaram. Ele então colocou a mão no pescoço da garota em coma e pediu a Deus que poupasse sua vida.

Horas depois, quando Stickel já havia partido, os médicos de Taylor a retiraram dos aparelhos que a mantinham viva, mas ao invés do leitor de batimentos parar de registrar pulso, eles viram que ela se mantinha tentando respirar por conta própria.

Diante disso, os médicos decidiram recolocá-la nos aparelhos, e passaram a notar sinais claros de evolução, com leituras de atividade cerebral, espasmos musculares e outras reações. Em menos de uma semana, a jovem já estava tentando falar.

“Foi a mão de Deus que trabalhou. Essa é a única coisa que pode explicar essa situação”, afirmou o pai de Taylor.

Nos meses seguintes, ela foi submetida a um longo e doloroso processo de recuperação, que em parte foi custeado pelos amigos da adolescente que criaram um fundo de contribuição.