Islamitas são condenados a prisão perpétua por incendiar igreja no Egito

Uma igreja em Kerdasa foi incendiada por apoiadores do presidente deposto Mohamed Morsi

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Islamitas são condenados a prisão perpétua por incendiar igreja no Egito
Islamitas são condenados por incendiar igreja

Em agosto de 2013 uma igreja copta do Cairo foi incendiada por muçulmanos durante uma série de ataques gerados com a deposição do presidente Mohamed Morsi.

A justiça do Egito julgou os 69 participantes desse atentado contra a igreja cristã e os condenou a prisão perpétua. Dois menores de idade que também participaram da ação foram condenados a 10 anos de prisão pelo tribunal.

Todos foram condenados por tentativa de assassinato, porte ilegal de armas, resistência às autoridades e por participação em uma organização terrorista (todos são membros da Irmandade Muçulmana).

O julgamento dos participantes do incêndio da igreja em Kerdasa, localizada ao sudoeste do Cairo, não foram os únicos a receberem penas altíssimas. O tribunal julgou outros casos de ações violentas realizadas em 2013 onde os muçulmanos protestavam pedindo a volta do presidente Morsi.

Centenas de pessoas que participaram das ações pró-Morsi foram condenadas à morte ou a prisão perpétua. As Nações Unidas consideraram a série de julgamentos e suas decisões como algo “sem precedente na história recente”.

O ataque a igreja foi realizado como uma vingança ao governo que tinha atacado dois campos de manifestantes pró-Morsi no Cairo deixando 700 mortos. O presidente foi deposto pelo exército egípcio no dia 3 de julho de 2013 por ordenar a detenção e tortura de manifestantes em 2012. Ele foi condenado a 20 anos de prisão. Com informações RT

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Indicado a ministro do STF, Fachin é criticado por defesa da poligamia e fim da propriedade privada

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 4 de maio de 2015
Indicado a ministro do STF, Fachin é criticado por defesa da poligamia e fim da propriedade privadaO advogado e professor Luiz Edson Fachin, indicado pela presidente Dilma Rousseff (PT) para a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF), vem encontrando resistência entre alguns senadores, e é alvo de inúmeras críticas de jornalistas e pesquisadores devido à sua ideologia comunista expressa em artigos e manifestos.O pesquisador João Luiz Mauad, diretor do Instituto Liberal e colunista de jornais como O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo, diz que referir-se a Fachin como um comunista não é uma “metáfora”, mas o termo exato para descrever seus posicionamentos.Fachin é um defensor do fim do direito à propriedade privada e propõe que tudo seja avaliado pelo Estado e destinado para uso com fins sociais.“Infelizmente, estou usando o termo [comunista] no seu sentido literal para definir a ideologia do futuro ministro do Supremo Tribunal Federal […] Desde a indicação, tenho lido vários artigos do professor Fachin disponíveis na internet.  Foquei menos nos textos sobre direito de família e mais naqueles que falam de direito de propriedade, especialmente os voltados para a análise da famigerada ‘função social da propriedade’, que parece ser uma obsessão do ilustre jurista, não por acaso um dedicado advogado das causas do Movimento dos Sem Terra, conhecido pelas indefectíveis invasões de propriedade”, escreveu Mauad.

Para o jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, “Fachin é um assombro”, pois defende alterações no conceito de família que dariam às amantes, os mesmos direitos que a esposa, além de propor ideias que flertam com a poligamia.

“Fachin é diretor de um troço chamado IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito da Família). É seu grande pensador. O tal instituto conseguiu emplacar algumas propostas no PLS 470/2013, que institui o ‘Estatuto da Família’. Querem ver as maravilhas? […] O PLS propõe que todas as relações possam ser reconhecidas como entidades familiares, inclusive as relações extraconjugais […] Assim, propõe que a amante ou o amante tenham direito à pensão alimentícia e possam, ainda, requerer reparação dos danos morais e materiais que o amásio ou a amásia lhe tenha causado”, observou Azevedo.

Na última semana, o pastor Silas Malafaia lançou uma campanha de protesto contra a indicação de Fachin ao cargo de ministro do STF, baseando parte de seus argumentos no artigo escrito por Azevedo no site da revista Veja. Até o jornal O Estado de S. Paulo se posicionou contra a “indicação infeliz” do nome do advogado, feita pela presidente Dilma.

Azevedo, por sua vez, destaca que “o texto [do PLS 470/13] cria a ‘família pluriparental’”, que seria uma espécie de legalização do incesto, pois a define como a “convivência entre irmãos, bem como as comunhões afetivas estáveis existentes entre parentes colaterais”.

O jornalista destaca ainda que outro ponto defendido por Fachin em sua visão da família é a “atribuição de direitos e deveres ao padrasto e à madrasta idênticos aos do pai e aos da mãe”, levando essas pessoas a terem que cumprir obrigações legais como se fossem os genitores: “Esse PLS pretende que os padrastos e as madrastas compartilhem dos direitos e deveres dos pais e das mães […] Esses padrastos e madrastas passarão a ter o dever de pagar pensão alimentícia aos enteados, em complementação ao sustento que já lhes deem os seus pais ou as suas mães”, alertou Azevedo.

Fachin defende, de acordo com as análises feitas por Azevedo, a “diminuição do poder familiar dos pais” e a “presunção da paternidade em qualquer tipo de convivência entre a mãe e o suposto pai”, retirando a obrigação de um exame de paternidade para definição do pai.

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Rachel Sheherazade critica “incompetência” da presidente e promove #CalaBocaDilma;

Publicado por Tiago Chagas em 5 de maio de 2015
Rachel Sheherazade critica “incompetência” da presidente e promove #CalaBocaDilma; OuçaA jornalista Rachel Sheherazade promoveu um protesto contra a presidente Dilma Rousseff (PT), repercutindo a iniciativa de internautas em usar ahashtag #CalaBocaDilma nas redes sociais.Durante seu editorial na rádio Jovem Pan, a apresentadora do Jornal da Manhã afirmou que o silêncio de Dilma no feriado do Trabalhador era simbólico de uma presidente que não tem o que dizer: “A mandatária não tem nada a dizer. Nada de relevante, verdadeiro, confiável e promissor […] Se Dilma não fala, que falem, então, os apitos, as vaias, as panelas, e, nas redes sociais, ashashtags. Aliás, uma das frases que está sendo replicada na internet desde a meia noite é #CalaBocaDilma”, disse a jornalista.Para Rachel Sheherazade, a omissão de Dilma Rousseff é uma tentativa de se livrar da revolta dos brasileiros insatisfeitos com o governo, e a quebra da tradição do discurso presidencial no 01 de maio é um exemplo da falta de autonomia que a petista enfrenta.

“Uma boa notícia neste Primeiro de Maio seria a renúncia da ‘incompetenta’, mas Sua Excelência é muito birrenta para aceitar que não passa de um zero à esquerda em seu próprio governo. A mandatária petista terceirizou a articulação política, a nomeação de ministros, a condução da economia, e as rédeas da governança. Dilma não passa de um triste fantoche, ora conduzida por seus caprichos, ora por sua arrogância, ora regida pela cega subserviência ao seu criador e mentor, o ex-presidente Lula, outra estrela cadente petista”, disparou Sheherazade.

Em suas redes sociais, a jornalista acrescentou que a presidente “Dilma adora calar jornalistas independentes”, usando falsas notícias criadas “por seus blogueiros sujos e por jornalistas prostituídos pela mesada do PT”.