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Recife cria tour para mostrar a história do protestantismo na cidade

As visitações passam pelas igrejas mais antigas da capital pernambucana

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Recife cria tour para mostrar a história do protestantismo na cidade
Recife cria tour para mostrar a história do protestantismo na cidade

A Secretaria de Turismo de Recife (PE) estará realizando nos dias 18 e 25 de janeiro o tour Sensibilização Turística, que vai levar pessoas para conhecer lugares importantes para o protestantismo da cidade.

O turistas poderão conhecer locais como o Cemitério dos Ingleses criado em 1814, em seguida passarão pelo Igreja Presbiteriana da Boa Vista e pela primeira Igreja Batista do Recife que ficam no mesmo bairro.

O tour visitará outros templos históricos como as igrejas Batista da Capunga, Evangélica Congregacional Pernambucana, Catedral Anglicana da Santíssima Trindade e a Paróquia Luterana do Recife.

O objetivo do programa turístico é levar a população a conhecer melhor a cidade e sua história. Os interessados em conhecer a história protestante da capital pernambucana serão levados pelos principais pontos em um ônibus com ar-condicionado sendo acompanhados por um guia de turismo.

A Prefeitura de Recife informa que o primeiro contato da cidade com o protestantismo foi com a ocupação holandesa que instalou a igreja cristã reformada na cidade. Depois que os holandeses foram expulsos, a cidade só voltou a ter contato com a doutrina no século XIX quando chegaram os ingleses.

Para participar é preciso se inscrever um dia antes da visitação pelo telefone (81) 3355-8605.

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Os 10 piores alimentos para a sua saúde

Veja também: 5 armadilhas destroem a alimentação saudável, fuja delas

10º lugar: Sorvete.

sorvetes

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

Solução: Pois bem, que tal um delicioso sorvete caseiro feito de inhame? Isso mesmo Inhame, dá a consistência perfeita, a liga, não tem sabor, portanto se harmoniza muito facilmente. Além disso, tem grandes propriedades nutricionais. Vale a pena experimentar, é muito fácil de fazer!

Sorvete de Inhame, ingredientes:

  • 500gr de inhame cozido e descascado
  • 01 lata de leite condensado e 01 de leite fresco
  • 01 garrafinha de creme de leite fresco
  • 01 colher de chá de baunilha
  • Modo de Preparar:
  • Bater tudo no liquidificador, a base do sorvete está pronta.

Colocando o sabor:
Baunilha: Acrescente no liquidificador 1 colher de café de baunilha
Chocolate: Acrescente no liquidificador 2 colheres de sopa de cacau em pó. Se quiser fazer o gênero Chocolate Chique, coloque amêndoas picadinhas , nozes, pedacinhos de chocolate amargo, ou o que preferir.
Frutas: acrescente à mistura do liquidificador 1 copo do suco da fruta de sua preferência.

9º lugar: Salgadinho de milho

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Desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

Solução: É verdade o milho está quase todo transgênico, mas ainda temos a pipoca orgânica. Promova uma deliciosa rodada de pipoca de verdade, aquela da panela que faz barulho e convide a criançada para participar. Garanto que os salgadinhos serão esquecidos, pois o cheirinho e o carinho são muito mais irresistíveis.

8º lugar: Pizza

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Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.
Solução: Ah também tenha dó pizza congelada,ninguém merece. Peça uma quentinha na pizzaria mais próxima (é menos prejudicial e bem mais gostosa) ou faça a sua própria massa e chame todo mundo para colocar o recheio favorito.

Aproveite e desvende novos sabores, tenha várias cumbucas com ingredientes diferentes: mussarela ralada, azeitonas pretas picadas, alho poro refogado, cogumelos no azeite, muito tomate orgânico temperado, folhinhas de rúcula e manjericão, ricota temperada, mussarela de búfala, e tudo o mais que a sua imaginação for capaz de criar. Aproveite e faça umas doces também: bananas ou maçãs cozidas com açúcar e canela, brigadeiro, goiabada e queijo branco.

7º lugar: Batatas fritas

Batatas-Fritas

Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas.

Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

Solução: Começo a pensar que o problema maior não são os industrializados, e sim os hábitos das famílias. Já que as crianças amam batatas fritas porque não usar batatas orgânicas fritas em óleo de girassol, feitas em casa lógico?

Conhecem as falsas batatas fritas? Aí vai a receita: Cozinhar ligeiramente as batatas cortadas em cubinhos, escorrer, salpicar sal marinho e jogá-las em óleo bem quente apenas para dourar. Pode ser feito com mandioquinha e mandioca também. É fritura, sim, mas bem menos perversa.

6º lugar: Salgadinhos de batata

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Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.
Solução: O conselho do 5º lugar aqui também é válido.

5º lugar: Bacon

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O consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente

cachorro-quente

Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

Solução para o 5º e 4º lugares: As carnes em geral são repletas de promotores de crescimento, às processadas ainda se acrescentam os aditivos químicos. Troque tudo isso por um lindo pão caseiro feito com linhaça e gergelim, aberto ao meio, coloque um ovo caipira frito na manteiga, rodelas de tomate temperado com azeite extra virgem, sal marinho e orégano. Acrescente fatias de mussarela ou queijo branco. Leve ao forno para derreter o queijo. Depois de tirar do forno acrescente 1 ou 2 folhas de alface. Coloque num prato bem bonito. Duvido que alguém reclame. Não gosta de ovo? Faça só com queijo.

3º lugar: Donuts (rosquinhas fritas)

donuts

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans – o pior tipo de gordura que você pode ingerir. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.
Solução: Um bolo caseiro substitui muito bem essas rosquinhas horrorosas, puro açúcar. Temos como opção um bolo de chocolate, preferência nacional, mas pode ser de fubá, cenoura, laranja, baunilha.

2º lugar: Refrigerante

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De acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola (www.mercola.com), uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet

É o pior alimento de todos os tempos. Além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte. Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio.

Solução para o 2º e 1º lugares: Sucos, sucos e sucos de frutas. Vitaminas com leite e frutas, banana e chocolate. Deixe seu filho conhecer novos sabores, ofereça, coloque em copos e jarras chamativos, canudos, guardanapos engraçados, mesas enfeitadas. Pense bem, as propagandas e as embalagens são muito mais gostosas que a bebida ou a comida em si, será que não está faltando charme em sua mesa? Será que o belo não está sendo esquecido em função da praticidade? Comemos primeiro pelos olhos, sempre. Capricho, carinho e atenção são os melhores condimentos.

Lembrando: a Natureza cobra, e somos parte dela, nossa natureza é um alimento puro, vivo, com a energia do carinho na escolha, na preparação e no servir.Reveja seus valores nutricionais, converse com seu filho sobre os problemas causados pelo alimento no Ser Humano e no Meio Ambiente. Vale dedicar um pouco mais de tempo para o alimento, o resultado aparece na Saúde e na Consciência.

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Pedofilia–La Iglesia Católica apenas aporta luz sobre casos de abusos a menores

Ante la ONU

La Iglesia Católica apenas aporta luz sobre casos de abusos a menores

Charles Scicluna y Silvano Tomasi, miembros de la delegación vaticana ante la ONU.
El Vaticano ha comparecido ante la Convención sobre los Derechos del Niño de la ONU, defendiendo que si bien hay abusadores en el clero “también los hay entre miembros de las profesiones más respetadas del mundo”.

17 DE ENERO DE 2014, GINEBRA

La comparecencia histórica de una comisión del Vaticano ante la ONU con respecto a la protección de los Derechos del Niño no consiguió avanzar en una mayor transparencia de la Iglesia Católica, cuya actitud hacia los abusos denunciados no presentó demasiadas modificaciones a la línea seguida por la Sede Vaticana en los últimos años.

El Comité acusó a la Santa Sede ser “poco transparente” en cuanto a los abusos que se produjeron en la Iglesia Católica en los últimos años. Los miembros del Comité —que hará públicas sus conclusiones el 31 de enero— no se mostraron muy satisfechos con las palabras del representante del Vaticano ante la ONU, Silvano Tomasi, que reconoció que entre el clero hay abusadores; aunque matizó que también los hay “entre los miembros de las profesiones más respetadas del mundo”.

Los casos que son investigados por la Comisión no pudieron recabar demasiados detalles que ayuden a continuar en la búsqueda de responsables de estos abusos a menores. El papa Francisco se ha posicionado firmemente contra la pederastia y ha prometido medidas y reformas para luchar contra ella en el seno de la Iglesia, aunque esto no pasa todavía por mostrarse más transparentes hacia los observadores internacionales.

CASOS EN VARIOS PAÍSES
Los casos de pederastia ocurridos en el seno de la Iglesia suman una larga lista de países. Muchos aún se investigan. El informe elaborado por la Comisión Investigadora de Abusos De Niños, puesta en marcha en 2000 tras un aluvión de denuncias de abusos a menores cometidos por religiosos de la Iglesia católica irlandesa, concluyó que 35.000 niños fueron agredidos sexualmente entre los años cincuenta y ochenta. Los hechos ocurrieron en instituciones eclesiásticas, una red de reformatorios y escuelas industriales.

En 2007, el entonces arzobispo de Los Ángeles (EE UU) pidió perdón a las víctimas de los abusos sexuales infantiles del clero. En respuesta a las familias de los afectados, la archidiócesis acordó indemnizarles con 508 millones de euros.

El líder de la Iglesia católica alemana, el arzobispo Robert Zollitsch, reconoció en 2010 que las 205 agresiones sexuales, 46 de ellas de jesuitas, han llenado la Iglesia de “pesar, horror y vergüenza”.

En 2012, William Lynn, monseñor de la archidiócesis de Filadelfia, la más grande de Estados Unidos, se convirtió en el primer alto cargo de la Iglesia católica de EE UU condenado por abusos a menores ocurridos en 1992. En aquella época, Lynn era quien asignaba destino a los sacerdotes de esta archidiócesis católica.

El mismo año, la Iglesia de Australia admitió 620 casos de pederastia. Los abusos sexuales cometidos por órdenes religiosas en el Parlamento del Estado de Victoria en 1930 fueron calificados como “horribles y vergonzosos” por el arzobispo de Melbourne Hart.

DENUNCIA, PERO POCA INFORMACIÓN
Sus enviados a la inédita comparecencia ante el Comité de la Convención de Derechos del Niño en Ginebra, donde el Vaticano tenía que dar cuenta del cumplimiento de este tratado vinculante, no fueron tan contundentes. De hecho, el Comité, acusó a la Santa Sede ser “poco transparente” en este tema. “Este hecho es especialmente grave” en el seno de la Iglesia, admitió Silvano Tomasi, “ya que estas personas están en posiciones de gran confianza y son llamados a promover y proteger todos los elementos de la persona, como la salud física, emocional y espiritual”.

Aunque habló de las diversas políticas y protocolos de prevención que el Vaticano ha puesto en marcha para frenar este tipo de delitos —entre ellas la creación por Francisco de una comisión específica para evitar que estos crímenes se sigan produciendo—, la delegación vaticana deslizó que los abusos a menores son algo del pasado. Tanto Tomasi como el obispo auxiliar de Malta, Charles Scicluna, el otro representante que participó en la comparecencia de más de seis horas ante los 18 miembros del comité de la ONU, respondieron con evasivas a las agudas e insistentes preguntas de estos expertos sobre los supuestos traslados de diócesis de los responsables de abusos, denunciados por las organizaciones de víctimas, la falta de transparencia en las investigaciones de la propia Iglesia o la respuesta del Vaticano ante estos casos. El mensaje de la Santa Sede fue constante: los religiosos no son funcionarios del Vaticano, dijo Tomasi, que argumentó que investigar y juzgar estos delitos corresponde a los Estados donde tuvieron lugar.

DECEPCIÓN ENTRE ORGANIZACIONES DE VÍCTIMAS
Ese discurso ha decepcionado a las organizaciones de víctimas, que lamentaron la falta de claridad sobre las sanciones a los culpables y la reparación a las víctimas.Esperaban que el cambio de rumbo que desde los últimos años de mandato de Benedicto XVI, y sobre todo con Jorge María Bergoglio, se tradujera en algo más que palabras y discursos.

Pero la delegación del Vaticano no aportó apenas luz a las preguntas de los miembros del Comité que, en diciembre tras la presentación del primer informe (atrasado debía ser el quinto) sobre el cumplimiento de la convención firmada en 1990, había requerido más explicaciones sobre las denuncias de abusos a niños.

La investigadora principal sobre derechos humanos del Comité, Sara Oviedo, inquirió a la delegación sobre la “alarmante” frecuencia en la que los religiosos “abusadores” son trasladados a otras áreas, en vez de entregarlos a la policía. Teniendo en cuenta la política de “tolerancia cero” de la Iglesia católica con los abusos, preguntó Oviedo, “¿por qué se hizo esfuerzos por cubrir y ocultar este tipo de casos?”. La delegación negó que la Santa Sede obstaculice las actuaciones de los Estados contra los abusadores —así lo afirmó también Tomasi en Radio Vaticano, donde dijo que ese argumento “no tiene fundamento”—. “Hay instrucciones claras para que estas acciones no se den” dijo Scilcuna, también juez en la Congregación para la Doctrina de la Fe, que dijo que toman nota de las sugerencias del Comité.

Tampoco los requerimientos constantes de Kirsten Sandberg, presidenta del Comité, que repreguntó insistentemente a los representantes vaticanos, tuvieron frutos a la hora de obtener datos sobre las investigaciones de abusos que lleva a cabo el Vaticano. El Vaticano se escuda en el “respeto”, la “protección” y la “privacidad” de las víctimas para mantener en secreto las pesquisas, aunque Tomasi señaló que para 2012 se habían documentado 612 casos de abusos sexuales que involucraban a personal del clero; 418 fueron abusos a menores.

El observador permanente de la Santa Sede ante la ONU ha afirmado que “no hay excusa para cualquier forma de violencia o explotación de los niños”. “Estos crímenes -ha proseguido- no pueden justificarse nunca, se hayan cometido en el hogar, en las escuelas, en programas comunitarios y deportivos, en las organizaciones y estructuras religiosas”. “Esta es la política de larga data de la Santa Sede”, ha recordado Tomasi. Está por ver si las medidas impulsadas por Francisco podrán cambiar esta historia.