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Três seguidores do reverendo Moon ateiam fogo em si mesmos

 

 

Três seguidores do reverendo Moon ateiam fogo em si mesmos
Três seguidores do reverendo Moon ateiam fogo em si mesmos

Faltando poucos dias para o primeiro aniversário da morte de Sun Myung Moon, o Reverendo Moon, três membros da seita atearam fogo em seus próprios corpos e estão em estado grave.

O atentado aconteceu nesta quinta-feira (21) na sede da Igreja da Unificação, localizada a leste de Seul, na Coreia do Sul. Segundo a agência de notícias Yonhap, duas mulheres e um homem atearam fogo em si mesmos dentro da igreja e foram levados para o hospital.

Os feridos estão em estado grave e apresentam queimaduras graves em todo o corpo.

No próximo dia 3 completa um ano que o líder religioso morreu. O reverendo Moon tinha 92 anos e era conhecido mundialmente por se apresentar como o cumpridor do plano de Deus, já que Jesus Cristo não teria conseguido completá-lo.

Sun Myung Moon nasceu na Coreia do Norte e em 1954 criou a Igreja da Unificação, afirmando que recebera uma visita de Jesus lhe incumbido de terminar a obra por ele inacabada. Foi nessa visão que ele recebeu o dom para ser “o segundo messias’. A seita diz ter mais de três milhões de adeptos em 200 países.

Com informações UOL.

Nova descoberta arqueológica confirma profecia de Isaías

Inscrição relata ataque assírio contra Israel.

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Nova descoberta arqueológica confirma profecia de Isaías
Nova descoberta arqueológica confirma profecia de Isaías

Arqueólogos da Universidade de Tel Aviv afirmam ter descoberto as ruinas de fortificações construídas cerca de 2.700 anos atrás, em torno de um antigo porto da Assíria, numa região que hoje pertence a Israel. O achado confirma o relato bíblico sobre o assunto presente no capítulo 20 do Livro de Isaías.

“As fortificações parecem proteger um porto artificial”, explica Alexander Fantalkin, líder das escavações no Ashdod-Yam, em um comunicado oficial. “Ao ser confirmado, será uma descoberta de importância internacional, o primeiro porto conhecido deste tipo no nosso canto do Levante”.

A descoberta foi feita em um sitio arqueológico na cidade costeira de Asdode, ao sul da capital Tel Aviv. No centro das fortificações há uma parede de tijolos de barro medindo mais de 3 metros e meio de largura, chegando a 4,5 metros de altura em alguns pontos. A parede está coberta por camadas de lama e areia.

Quando foram construídas no século 8 a. C, as fortificações em forma de meia-lua defendiam uma área interior com cerca de sete hectares.

Segundo os relatos históricos, rei assírio Sargom II governou toda a parte sudeste da bacia do Mediterrâneo, incluindo o Egito e o Oriente Médio. Inscrições falam sobre um rei filisteu em Asdode, chamado Yamani, que tentou organizar uma revolta contra o Império Assírio. Os assírios responderam com força, assumiram o controle de Asdode, no ano 711 a. C e destruiu a cidade. Depois disso, o centro de poder foi estabelecido na área vizinha de Asdode-Yam, o local que está sendo escavado atualmente.

Baseado em escavações anteriores, o finado arqueólogo israelense Jacob Kaplan concluiu que os rebeldes construíram as fortificações em preparação ao ataque. Contudo, Fantalkin disse que a construção é grande demais para ter sido feito sob tais circunstâncias.

O ataque de Sargom II contra Asdode é mencionado em Isaías 20, como um aviso para aqueles que apoiaram a rebelião. “Naquele dia o povo que vive deste lado do mar dirá: ‘Vejam o que aconteceu com aqueles em quem confiávamos, a quem recorremos para nos ajudar e livrar do rei da Assíria!”

Ezequias, rei de Judá, ficou fora da luta, provavelmente a pedido do profeta Isaías, que nessa época andava nu e sem sandálias como uma forma de chamar atenção do povo para suas profecias.

Fantalkin e sua equipe dizem que os edifícios e paredes encontrados aparentemente são a reconstrução das fortificações anteriores, que provavelmente foram destruídas por um terremoto na segunda metade do século 2 a.C. Moedas antigas, vasos e outros artefatos dessa época foram encontrados entre as ruínas.

Durante a época bizantina, o local era conhecido como Azoto Paralus. Uma cidadela chamada Kal’at Al Mina foi construída no local durante o período de dominação islâmica, em algum período entre os séculos 8 e 11. Em 1033, essa fortaleza foi seriamente danificada por um terremoto. É surpreendente que a parede com as inscrições achada agora tenha permanecido de pé depois de tanto tempo, tendo “sobrevivido” a tantos acontecimentos.

A última descoberta do tipo ocorreu em 1843, quando Paul Emile Botta escavou as ruinas do Palácio de Sargom II, o mesmo que é mencionado na parede encontrada agora. Durante muitos séculos grande parte dos relatos do Livro de Isaias foram considerados “não-históricos” por causa da falta de comprovações arqueológicas. Com informações NBC News.

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Ex-mórmon revela segredos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Um professor e evangelista disse que depois de 30 anos na Igreja Mórmon, ela chegou a uma conclusão – A Bíblia é mais acurada do que o Livro do Mórmon, e Deus é maior do que o homem transcendente adorado pelos “Santos dos Últimos Dias” (SUD).

  • igreja mormon
    (Foto: Zondervan Publishers, http://www.unveilinggracethebook.com/index/)
    Em seu novo livro, “Revelando Graça,” a ex-mórmon Lynn K. Wilder conta a história dentro do mormonismo, e porque Jesus Cristo é melhor do que Joseph Smith.

“Eu comecei a sentir como alguém puxando as cortinas em OZ”, disse Lynn K. Wilder, professor associado de educação especial na Universidade Florida Gulf Coastao The Christian Post na segunda-feira.

Lynn, ex-professor titular da Universidade Brigham Young, é autor de Unveiling Grace: The Story of How we Found Our Way Out of The Mórmon Church (Revelando a Graça: A História de Como nós Encontramos a Saída para a Igreja Mórmon). Ela contrastou as igrejas mórmon e cristãs, desvendando os segredos da SUD – poligamia, racismo, e uma desconfiança fundamental da Palavra e Poder de Deus.

Missionários mórmons bateram em sua porta, falaram sobre os “últimos dias”, e deram boas vindas aos Wilders à comunidade bem unida. “Eles te trazem para dentro, eles te amam, eles começam a suplantar a minha família biológica”, explicou Wilder. Entrar para a igreja lhe deu um status maior para ela e seu marido na Faculdade e comunidades da igreja. Em 1999, Brigham Young University, lhe ofereceu um trabalho.

Depois de se mudar para Utah, contudo, a professora contou novas descobertas – as escrituras mórmon ainda pregam racismo e poligamia, apesar das negações públicas por parte da igreja. “A Bíblia não ensina que a marca de Caim foi uma pele escura”, ela explicou, “mas o Livro dos Mórmons sim”. Ela notou que a marca de Caim está em outras escrituras mórmon também, além do livro do Mórmon.

Não foi até seu filho Micah deixar a Igreja Mórmon, contudo, que Wilder considerou questionar suas doutrinas, disse ela. Recusando-se apresentá-lo ao templo da SUD para excomunhão, ela e seu marido o mandaram embora, e ele os encorajou a ler o Novo Testamento.

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“Os Mórmons acreditam que a Bíblia é muitas vezes mal traduzida e corrupta”, testemunhou a ex-professora da BYU. Sua escritura fala de uma “grande apostasia”, após a morte dos apóstolos, de modo que não havia verdadeira igreja até que Joseph Smith fundou o mormonismo em 1830.
Mas quando Wilder leu o Novo Testamento, ela ficou hipnotizada. “Eu fiquei consumida com esse Deus do amor, o Deus da graça,”disse ela, notando que os Mórmons acreditam em salvação baseada em obras. De acordo com a igreja SUD, suas ações te levam ao céu, explicou ela, enquanto que “no Cristianismo, Cristo fez todo o trabalho na cruz”.

A igreja mórmon também ensina que Jesus falhou em manter Sua igreja unida, observou a professora. Ela citou a História da Igreja de Joseph Smith, onde o fundador mórmon escreveu: “Eu tenho mais a gabar-me do que qualquer outro homem teve. Eu sou o único homem que tem sido capaz de manter toda a igreja unida desde os dias de Adão… Nem Paulo, João, Pedro, nem Jesus fizeram isso.”

Wilder disse que ela acreditava que Deus era forte o bastante para manter Sua igreja unida e para preservar a mensagem na Bíblia. No mormonismo, contudo, Deus não é onisciente e onipotente, “Ele é um homem, basicamente, que continua a progredir e que eu posso estar no mesmo caminho”, disse ela.

A ex-professora da BYU explicou que, de acordo com a doutrina SUD, os melhores mórmons irão proceder para se tornar deus como o criador. As mulheres podem alcançar somente se elas foram casadas, e somente apóstatas – aquelas que rejeitam a igreja SUD – irão para o inferno com Satanás e seus servos. Mesmo Hitler e os assassinos, pelo contrário, irão atingir o nível mais baixo nos céus, disse ela.

A ex-mórmon se lembrou que, quando ela se voltou para jesus, ela começou a ver sinais do Deus bíblico pessoal (o deus mórmon não é pessoal, alegou ela) tocando muitos aspectos de sua vida. Seu livro diz a história das imagens de Cristo que sobreviveu edifício em chamas, e o sermão de Billy Graham marcado em sua memória.

Wilder testemunhou que um comprador apareceu em sua casa no dia seguinte em que ela e seu marido decidiram sair da igreja mórmon, e um reitor da faculdade lhe ofereceu um trabalho pela qual ela nunca aplicou. “Cristianismo é maravilhoso por causa de Deus”, disse ela. “Ele criou para todos de nós uma nova família, uma nova vida, e a confiança mais surpreendente nEle por causa do que nós O vimos fazer.”

Além de ensinar, ela e seu marido lideram um ministério dedicado para “ajudar os mórmons a entender um Deus maior, acreditar na Bíblia, e dar um Jesus diferente uma chance”. Ela disse que eles pretendem alcançar milhares de mórmons que deixaram a igreja SUD – muitas vezes para reverter em ateísmo ou agnosticismo.