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“Nuvem do arrebatamento” é vista na América Central

Apesar dos comentários, a explicação não é sobrenatural, mas científica.

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

“Nuvem do arrebatamento” é vista na América Central
“Nuvem do arrebatamento” é vista na América Central

Um fenômeno meteorológico raro foi avistado em várias cidades da Costa Rica esta semana. O evento deixou a população local intrigada. Compartilhada nas redes sociais, a imagem e os vídeos receberam nomes como “nuvem do arrebatamento” e “nuvem do fim dos tempos”.

A formação nebulosa multicolorida tem o nome técnico de “nuvem iridescente”, pois reflete algumas cores do arco-íris.  A confirmação foi dada ao ABC News por especialistas. A luminosidade distintiva é causada pela refração da luz do sol em pequenas gotas de água e cristais de gelo presentes na nuvem.

O fato de ela ser avistada no dia quem se comemora a independência do país gerou muitas teorias nas redes sociais. O fenômeno foi visto nas cidades de San Jose, Parrita, Pavas, Escazu e Hatillo, entre outras regiões do país.

O costa-riquenho Jessie Montealegre publicou um vídeo no Youtube dizendo que era um “sinal de Deus”. Os comentários mostram que para muitos esse tipo de sinal nos céus remete ao momento em que os céus se abrirão para a vinda de Jesus ou como seria no dia do arrebatamento da Igreja.

Embora os comentários tenham rapidamente se espalhado entre populares – que atribuíam o fenômeno não apenas a Deus, mas também a extraterrestres e a OVNIs -, a explicação não é sobrenatural, mas científica.

Embora rara, esse tipo de nuvem foi visto outras vezes. No Egito a aparição anos atrás gerou o mesmo tipo de especulação. Com informações de ABC News
httpv://www.youtube.com/watch?v=jAcAMfwBRZY

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Artigos Israel

Disputa sobre Monte do Templo pode ser estopim de nova guerra

Governo de Israel manda reforço policial e teme atentados

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Disputa sobre Monte do Templo pode ser estopim de nova guerra
Disputa sobre Monte do Templo pode trazer guerra

Desde o domingo (13), quando teve início o ano novo judaico, Jerusalém tem vivido dias de tensão acima da média. Os motivos são os conflitos da polícia israelense com militantes palestinos na região do Monte do Templo.

Localizado no centro da capital, o espaço é sagrado para judeus e muçulmanos por razões diferentes. Ali repousaram os dois templos judaicos. O original, construído a mando de Salomão – seguindo orientações dadas por Deus – e o Segundo Templo, construído por Herodes que é citado no Novo Testamento.

Diz a tradição que Maomé fez uma espécie de “viagem astral”, tendo chegado a Jerusalém em espírito. No local que ele afirma ter visitado após voar nas costas de um cavalo alado, foram erguidas duas mesquitas.

Objeto de disputa há séculos, desde a independência de Israel, o local é administrado pela Jordânia e é considerado um “pedaço da Palestina” no coração de Jerusalém.

Com o crescimento dos rumores sobre a edificação de um Terceiro Templo, aumenta o temor que isso resulte na demolição das mesquitas que ali estão. Por isso, grupos radicais têm procurado impedir até mesmo a visita de judeus e cristãos ao local.

Esta semana, o porta-voz do grupo terrorista palestino Hamas, Mushir al-Masri, publicou uma “carta aberta”, onde pede que seus militantes estejam prontos a cometer “operações de martírio” para defender as mesquitas do Monte do Templo.

O pedido foi feito após os três dias de conflitos de palestinos munidos de pedras, garrafas, bombas caseiras e fogos de artificio que foram confrontados pela polícia. Acabaram se refugiando dentro da mesquita de Al Aqsa, onde houve um princípio de incêndio.

Agora, os palestinos estão acusando os judeus de terem “danificado” seu local sagrado. O líder do Hamas afirma que os muçulmanos fiéis precisam defender o monte do Templo do que chama de “ocupação dos judeus”.

Ao mesmo tempo, o rei Abdullah II, da Jordânia, condenou a incursão da polícia israelense no local e disse que isso pode prejudicar as relações dos dois países. Para muitos especialistas, tudo isso é parte do plano do Irã de iniciar um confronto que serviria de desculpa para guerra.

O regime de Teerã apoia o Hamas na Faixa de Gaza e o grupo terrorista Hezbollah no Líbano. Ambos fazem ameaças constantes a Israel.

Desde segunda (13), há um reforço policial no local de acesso ao Monte do Templo. Nesta época do ano, muitos judeus visitam o local. Porém, são proibidos de se manifestar e até mesmo de fazer orações.

Vários focos de conflitos se espalharam pela cidade, com ônibus sendo incendiados e judeus agredidos, cena que há muito não ocorria em Jerusalém.

Onibus pegando fogo

Nesta sexta (18) dia sagrado para os muçulmanos, há o temor de ataques e atentados no local. Cerca de 800 policiais foram deslocados para o local, visando reforçar a segurança. Com informações deJerusalem de Post, Ynet News e Christian Examiner

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Israel Noticias

“Profetisa” mórmon acredita que fim do mundo se inicia este mês

Série de guerras, fome, pragas e tsunamis iniciarão em setembro de 2015.

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

“Profetisa” mórmon acredita que fim do mundo se inicia este mês
“Profetisa” acredita que fim do mundo inicia este mês

Julie Rowe, 42, é uma espécie de “profetisa” mórmon. Ela escreveu o livro The Time Is Now  [O Tempo é Agora]  onde fazia uma série de afirmações sobre eventos ligados ao final dos tempos. Escreveu ainda outro com as visões que teve em setembro de 2004.

Quase tudo que ela afirma está relacionado com desastres naturais e guerras que dizimariam a humanidade antes do retorno de Cristo.

Esta semana, quando uma série de enchentes se abateu sobre o Utah, sede mundial do mormonismo, muitos apontaram que esse evento foi previsto por Rowe.

Em seu outro livro A Greater Tomorrow [Um Amanhã Maior], ela conta sobre uma experiência espiritual que teve 11 anos atrás. Afirma que o espirito de um ancestral aceitou ser seu guia e permitiu que ela lesse O Livro da Vida. Rowe teria contemplado visões do passado, presente e futuro da Terra.

Para a autora, o início de uma série de guerras, fome, pragas e tsunamis, iniciarão em setembro de 2015. “Terremotos, furacões, tornados, tsunamis, pragas, secas, fome, pestes e todo tipo de desastres irã dominar a Terra numa escala tão grande que a humanidade nem pode imaginar como será”, escreveu Rowe.

Mesmo assim, segundo ela, não será o fim de tudo. A perseguição mundial aos cristãos os obrigará a morar em “cidades de barracas”, onde viverão enquanto esperam a volta de Cristo. Ela já anunciou que vai se mudar com o marido e os três filhos para um acampamento desses em junho de 2016.

Embora controversa, muitas das “profecias” de Rowe são levadas a sério pelos mórmons. Tanto que no estado de Utah, milhares de pessoas estão estocando comida e água potável.

Embora não goste de falar com a imprensa, ela mantém um site, onde fala sobre 28 de setembro, como uma “data-chave”. O eclipse lunar conhecido como “lua de sangue”, deverá preceder um grande desastre.  Ela chama isso de “o início do fim”, quando os poderes das trevas se espalharão sobre a Terra.

Rowe não tem suas palavras endossadas pelos líderes mundiais dos mórmons, que já tentaram negar que esse seja uma doutrina da igreja. Mesmo assim, já existe falta de suprimentos em muitos atacadistas do Utah por conta dos fiéis que se preparam para um cenário apocalíptico nos próximos dias. Com informações de Christian Today e Daily Mail

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