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Um estudo sobre a besta do apocalipse

A BESTA DO APOCALIPSE

“Aqui está a sabedoria. Quem tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apoc. 13:18). Quem sera ela, ou melhor, seria ela?

“A antiga astrologia dividia o céu estrelado em 36 constelações. Estas eram representadas por diferentes amuletos chamados ‘Sigilla Solis’, ou selo do Sol. Esses amuletos eram usados pelos sacerdotes pagãos e continham todos os números de 1 a 36.

Por meio dessas figuras eles diziam poder predizer acontecimentos futuros. Tais amuletos eram usualmente feitos de ouro, visto ser o amarelo a cor solar para serem conduzidos eles eram envolvidos em seda amarela, supondo-se que o portador recebia desse modo os benéficos poderes que se criam emanar dessa jóia.

Os desenhos tirados de fotografias tomadas em 1910, mostram com efeito amuletos existentes então no Museu Britânico. Eles revelam a veneração que os antigos tinham pelo deus-Sol. De um lado do nº 1 vemos o deus do Sol em pé sobre um leão. Isto indicava a posição do Sol na constelação de Leão durante os dias quentes de agosto.

No verso está escrito: ‘Nachiel’. o que significa ‘inteligência do Sol’, e em 36 quadrados estão arranjados os números de 1 a 36 (ver diagrama) de tal modo que qualquer coluna, horizontal ou verticalmente somada, e também as diagonais que se cruzam no quadrado, dão 111. A soma das seis colunas computadas horizontal ou verticalmente é 6 x 111, ou 666.” (O Apocalipse Revelado, págs. 142 e 144).

“‘O Deus Oculto’ de Babilônia”, Saturno, “em caldaico ou aramaico a pronúncia é ‘S-T-U-R’”, é também apresentado como formando o número 666, dando-se naquela linguagem os valores de 200 (S), 60 (T), 400 (U) e 6 (R). Idem, pág. 145.

“A linguagem sagrada dessa igreja tem sido por séculos, mediante decreto, não o grego ou o hebraico, mas o latim. Quando o papa fala ex-cátedra, fala em latim. Até recentemente a missa era dita em latim, unicamente.

A antiga palavra grega para designar a pessoa de ‘fala latina’ é lateinos”. Roy Allan Anderson mostra o número 666 nessa palavra, somando os valores gregos 30 (L), 1 (A), 300 (T), 5 (E), 10 (I), 50 (N), 70 (O) e 200 (S). Idem, pág. 148.

“Quando o ramo italiano da igreja cristã abriu caminho para a supremacia e procurou controlar a igreja universal, ou católica, tornou então a Igreja Católica Romana, ou igreja da Itália. E é significativo que este nome em grego – ITALIKA EKKLESIA – ‘Igreja Italiana’, também dá 666.” I (10), T (300), A (1), L (30), I (10), K (20), A (1), E (5), K (20), K (20), L (30), E (8), S (200), I (10) e A (1) = 666. Idem, pág. 148 e 149.

O mais falado de todos entre os adventistas é o título Vicarius Filii Dei, “…incorporado à Lei Canônica da igreja católica romana: ‘Beatus Petrus in terris vicarius filii Dei videtur esse constitutus’ – Decretum Gratiani, prima pars., dist. 96.” Idem pág. 150.

Em algarismo romano o título soma também 666: V (5) I (1) C (100) A (0) R (0) I (1) U (5. A letra U surgiu do V no latim antigo, tendo o mesmo valor) S (0) F (0) I (1) L (50) I (1) I (1) D (500) e (0) I (1) = 666.

Além desses nomes apresentados por Roy Allan Anderson, Severino Pedro da Silva, teólogo pertencente a grupo religioso bem distinto, apresenta o nome “TEITAN” (300+5+10+300+1+50), nome grego equivalente a Satanás. (Apocalipse Versículo por Versículo, pág. 186).

“Quando o nome de ‘Nero Caesar’ passa para o equivalente hebraico é ‘Nrom Ksr’. Nas línguas primitivas comumente usavam-se letras para a numeração e contas, como era o caso do sistema romano. O V. valia 5; o X, 10; o C, 100 etc. Assim, no hebraico equivalente numérico seria: N igual a 50; R, 200; O, 6, N, 50;; K, 100; S, 60 e R, 200. O total dava 666” (Idem, pág. 187).

Até Adolf Hitler foi enquadrado no número: “No alfabeto inglês, a começar com a letra A valendo 100; com o B valendo 101; o C, 102; e assim por diante, as letras seguintes terão valor certo. Assim, H será 107; I, 108; T, 119; L, 111; E, 104; R, 117. Total (Hitler) dará 666.” (Idem, pág. 187).

BILL GATES. “ O verdadeiro nome do Bill Gates, dono da Microsoft, é William Henry Gates III. As letras do nome, são um código ASCII.(American standard code for information interchange). Para cada uma das letras, há um número, e a soma de todos é 666, que é o numero da besta: B=66, I=73, L=76, L=76, G=71, A=65, T=84, E=69, S=83, I=1, I=1 ,I=1.” (Reinaldo Ferraz, O Apocalipse, pág. da Internet).

Além desses nomes, vale a pena lembrar que ELLEN GOULD WHITE, a profetiza adventista que tanto publicou o nome do papa como sendo a verdadeira besta do Apocalipse, também soma o número 666. Os dois LL do primeiro nome, em romano, somam 100; do segundo nome, o U, como acima explicado em relação ao título papal, vale 5, o L, 50 e o D, 500; o W (que é U duplo ou V duplo) vale 10 (5+5) e o I, 1, totalizando 666.

Veja o gráfico:

O NOME MAIS PROVÁVEL
Diante de tantas bestas, cabe lembrar que, se João estava escrevendo no período da grande tribulação, (Mateus, 24: 15, 21; Daniel, 12: 1), em que, segundo os cristãos primitivos, Jerusalém estava sendo pisada pelos gentios (Lucas, 21: 20, 24; Daniel, 12: 11; Apocalipse, 11: 2), considerando-se que, embora não haja registro da época, dizem que Nero iniciou a perseguição aos cristãos por volta do ano 64, levando à destruição de Jerusalém em 70, provavelmente o nome de Nero, hebraico NRON CZR (veja explicação retro) deveria estar passando por sua cabeça.

Como a palavra grega lateinos” (pessoa de língua latina), somando os valores gregos 30 (L), 1 (A), 300 (T), 5 (E), 10 (I), 50 (N), 70 (O) e 200 (S), forma o número 666, parece ainda mais adequado que João estivesse referindo-se a esse nome, vez que o império visto como a besta era o de língua latina.

O INÍCIO DO ASSOLAMENTO
Analisando em conjunto vários textos bíblicos, não pode restar dúvida de que a grande tribulação seugndo os primeiros cristãos foi o cerco e destruição de Jerusalém.

Veja, na associação dos textos, como situar no tempo o assolador e a grande tribulação de que falou o profeta Daniel.

“Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel no lugar santo (quem lê entenda)” (Mateus, 24: 15). “Quando, pois virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação” (Lucas, 21: 20).

“Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais” (Mateus, 24: 21). “Haverá um tempo de angústia, tal qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo” (Daniel 12: 1). “Depois do tempo em que o costumado sacrifício for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá ainda mil duzentos e noventa dias.” (Daniel 12: 11). “E, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles” (Lucas, 21: 20). “Estes por quarenta e dois meses calcarão aos pés a cidade santa.” (Apocalipse, 11: 2).

A tirada do costumado sacrifício, na visão cristã, se fez pelo sacrifício de Jesus. Se a grande tribulação seria de três anos e meio ou quarenta e dois meses (Daniel, 7: 25; Apocalipse, 13: 5; 11: 2), e haveria mil e duzentos e noventa dias depois que o costumado sacrifício fosse tirado (Dan. 12:ll), contando cada ano como um dia, só se poderia admitir que a grande tribulação começasse trinta anos após a morte de Jesus, período aproximado entre a data dada como a da crucifixão e o início do cerco a Jerusalém.

Os gentios (povos não judeus) pisaram Jerusalém por um período muito maior do que mil e duzentos e sessenta anos; mas que o que estava escrito naqueles dias era referente à destruição do ano 70, não há como negar. Se Jesus não voltou após os mil e duzentos e noventa dias, transferir o cumprimento da profecia para outro tempo não vai resolver o problema para sempre.

QUEM SERIA A BESTA?
BILL GATES? Quais são sete cabeças e quais são os dez chifres de Bill Gates? Alguém dirá que isso se formará no futuro. Entretanto, ainda que fosse isso possível, o obstáculo intransponível seria enquadrá-lo no tempo.

ELLEN GOULD WHITE? O seu nome forma o número 666, parando por aí. Nasceu, cresceu, envelheceu e morreu, sem exercer qualquer poder político, em nada se aproximando do bicho de sete cabeças e de dez chifres.

ADOLF HITLER? Grande e intrigante coincidência numérica e desejo de dominar o mundo. Todavia, nada mais de semelhança com a fera apocalíptica. Não teve o apoio de dez reinos (apoc. 12), nem foi um de uma sucessão de sete chefes políticos (Apoc. 17:ll).

PAPAS? O domínio papal foi longo; massacrava a todos os que se opusessem aos seus dogmas; é dado pelos adventistas como a última das sete formas de governo romano, também como a sétima potência que dominou o mundo; subordinava os reinos que resultaram da desintegração do Império Romano, que, segundo os adventistas foram dez, embora fossem, segundo outras informações, em maior número.

Os adventistas apontam os anos de 538 a 1798 como o domínio de “um tempo, dois tempos e metade de um tempo”, “mil duzentos e sessenta dias” ou “quarenta e dois meses”.

Contudo, o versículo 11 do capítulo 12 de Daniel aponta “mil duzentos e noventa dias” após ser tirado o “sacrifício contínuo”, que seria a morte de Jesus. Mateus e Lucas relacionam o assolador com o cerco e destruição de Jerusalém, ficando difícil transferirmos o período para datas posteriores.

O SUCESSOR DE JOÃO PAULO II?
“O Papa Leão XIII, teve uma visão na qual satanás desafiava a Deus, dizendo que se o século XX lhe fosse entregue, ele destruiria a igreja e o povo de Deus.

Deus aceitou o desafio, e para contrapor à satanás, constituiu Nossa Senhora e São Miguel Arcanjo.

Imitando a Santíssima Trindade, satanás se organizou em três espíritos impuros: o dragão vermelho (apoc. 12-1), que é o comunismo; a besta semelhante a uma pantera (apoc. 13-1), que é a maçonaria e a besta semelhante a um cordeiro (apoc.13-11), que é a maçonaria infiltrada na igreja, que conseguirá eleger o próximo papa.”

… O mais poderoso instrumento da besta negra será a besta semelhante a um cordeiro (apoc. 13,11), que nada mais é que o sucessor de João Paulo II.

O sucessor de João Paulo II, é aquele a que se refere II Ts 2,3-4: o homem ímpio, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo que se chama Deus, ou que se adora, chegando a sentar-se pessoalmente no templo Santo de Deus, e querendo passar por Deus.

Esse papa infernal, que será levado ao poder pela besta negra (maçonaria), terá um poder como jamais visto na história, a ponto que ninguém possa vender ou comprar, se não tiver a sua marca ou o número do seu nome (apoc.13,17), ou seja, quem não aceitar o seu domínio não receberá uma espécie de cartão de crédito universal, e não poderá comprar coisa alguma em todo mundo. Atualmente, através de cartão de crédito internacional, já se compra em qualquer parte do planeta.” (Página da Internet: Apocalipse.com.br).

Aqui, o próprio “Vicarius Filii Dei” (representante do Filho de Deus, segundo o Catolicismo) sucessor de São Pedro, como pretendem, estaria vendo um de seus sucessores como instrumento bestial, ou uma besta. Como deverá o próximo papa receber as (infalíveis???!!!) palavras um de seus antecessores? Não deverá gostar.

Como vimos no capítulo As Sete Cabeças da Besta (A Arriscada Pretensão de Saber o Futuro), até o próprio João Paulo II já foi interpretado como devendo ser a Besta. O nome Ioannes Paulus Secundo também contém a soma do número 666: I (1) O A N N E S P A U (5) L (50) U (5) S S E C (100) U (5) N D (500) O = 1+5+50+5+100+5+500=666.

IMPÉRIO ROMANO? Aqui podemos encontrar elementos harmônicos com as profecias.  Embora os registros históricos não confirmem a existência de Jesus, afirmam os cristãos que Nero, o instaurador da perseguição, começou aproximadamente trinta anos após a morte de Jesus, coincidindo com a diferença entre os “mil duzentos e noventa dias” de Dan. 12, 11) e os “mil duzentos e sessenta dias” constantes dos outros textos. O seu nome formava o número 666, como acima demonstrado.

Se João escrevia próximo do ano 100, estaria sob o domínio do sexto imperador a contar de Nero. O imperador seguinte deveria durar pouco tempo. O oitavo deveria ser a “besta que era, não é e está para vir do abismo” (Apoc. 17: 8) No entanto, parece muito absurdo que João imaginasse que esse imperador completasse o período de perseguição. Se, todavia, considerarmos os sete reis como as sete potência mundiais (Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma e Papado, João realmente estaria vivendo no período do sexto rei, o que parece mais lógico. Até aí, teríamos em detalhes o que imaginava o velho João na Ilha de Patmos.

E, como Roma era a cidade edificada sobre sete montes (Apocalipse, 17: 9) chamada de “urbe septicolis”, segundo afirmam alguns estudiosos, não há como negar que ele estivesse se referido a esse império.  “E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra” (versículo 18).   A cidade que reinava nesses dias era Roma.
E recentemente surgiu outra versão do número da besta. Aí ela seria o próprio cristianismo. Se somarmos os números das letras que têm valor de algarismo romano no título “IESVS CRISTVS FILII DEI” (Jesus Cristo Filho de Deus), encontramos o número 666. Também em “SIGNAL DA CRVX” (sinal da cruz).

O nome “Iesvs Cristvs Filii Dei”, porém, não é correto. A tradução de Jesus Cristo Filho de Deus é Iesvs Cristvs Filivs Dei. A forma latina FILII significa “do filho”. Assim, o nome fica sendo Jesus Cristo do Filho de Deus. “Vicarivs Filii Dei” está correto, porque significa “representa do filho de deus”.

O PROBLEMA DO FIM DOS TEMPOS
E os fatos subseqüentes? Nesse ponto é que se situa a grande dificuldade profética. Como o cerco e destruição de Jerusalém foi claramente considerado o início do tempo de angústia tal qual nunca houve (Daniel 12:1), grande tribulação “como nunca houve… nem haverá jamais” (Mateus, 24: 15), o fim do tão comentado período deveria ocorrer no Século XIV. Jesus disse, segundo Mateus, que, “logo após a tribulação daqueles dias”, ocorreriam os grandes acidentes astronômicos, escurecimento do Sol e da Lua, a hoje inconcebível queda das estrelas e, em seguida seu aparecimento nas nuvens do céus, com poder e muitas glória.

Os adventistas do sétimo dia já encontraram escurecimento do Sol e da Lua e até queda de estrelas, queda esta que não foi mais que a queima de fragmentos do cometa Tempel Tuttle (veja no capítulo As estrelas não caíram sobre a Terra). O retorno do Salvador, por sua vez, tem sido esperado em várias datas e ainda nos nossos dias há quem se aventura a prevê-lo.

Há os que ainda aguardam a grande tribulação. Todavia, como estará escrito que aquele período iniciado com o cerco de Jerusalém seriam como nunca houve nem haverá jamais, é um contra-senso aguardar tal tempo de angústia. Creio que veremos passarem todas as datas que estão sendo marcadas como passaram as anteriores. Será que passando estas, ainda surgirão novos marcadores do epílogo da nossa história? (A Arriscada Pretensão de Saber o Futuro, págs. 93-114).

De tudo que foi analisado acima, podemos concluir que o escritor cristão falasse do império romano.  Só esse império tinha o poder na época, tinha a cidade edificada sobre sete montes e que reinava sobre os reis da região, que eles chamavam os reis da Terra.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Empresa já está vendendo refúgio caso o mundo se acabe em 2012

ABRIGO ANTI APOCALIPSE

 

Teorias apocalípticas surgem todo ano. Em 2012, a mais popular parece estar ligada ao calendário maia, que anuncia o final dos tempos para dezembro. Mas algumas pessoas quando pensam sobre o futuro, se preparam para o pior.

Sabendo disso, uma empresa está oferecendo bunkers subterrâneos que prometem resistir a quase todas as catástrofes que podem atingir a Terra. Seu fundador, Robert Vicino, afirma que os cristãos podem estar equivocados ao dizer que o Arrebatamento é a garantia que eles se livrarão desse tipo de situação.

O “Projeto Vivos” começou há quase 30 anos, como uma idéia na mente de Vicino. Ele é um empresário cristão com um história de sucesso global na fabricação, comercialização e desenvolvimento imobiliário. O projeto de Vicino é talvez o maior do mundo, uma vez que sua empresa está se preparando para as piores situações que o planeta pode enfrentar a qualquer momento.

Ele explica por que se dedicou a fazer isso: “Já está acontecendo: as mudanças na Terra, a agitação social, o colapso potencial econômico e possíveis pandemias. Acreditamos que as coisas tendem a piorar nos próximos anos. Estamos enfrentando tempos muito conturbados, tanto por atos da natureza quanto da humanidade “.

O site da empresa descreve em detalhes uma série de cataclismas que podem representar um grande perigo para o planeta. Desde catástrofes naturais, como erupções solares e tsunamis globais, até ameaças feitas pelo homem, como terrorismo e à anarquia. Também oferece uma análise científica sobre cada evento em potencial e apresenta vídeos de pesquisadores e especialistas na área avaliando como a Terra pode sofrer conseqüências.

Por fim, explica como os abrigos subterrâneos estão equipados para suportar cada um desses perigos. As construçõs da Vivos podem resistir a uma explosão de 20 megatons num raio de até dois quilômetros.

Vivos já está construindo abrigos subterrâneos na América do Norte e na Europa, planejando abrigar até 6.000 pessoas. Cada abrigo pode custar até US$ 50.000, mas há várias opções mais baratas. Quanto maiores forem os abrigos, mais o preço tende a baixar. A empresa divulgou que 25 mil pessoas já se inscreveram, mas nem todas podem arcar com os custos.

Vicino admite que o Projeto Vivos ultimamanete tem recebido grande atenção da mídia e por isso muitas pessoas estão interessadas ​​nos abrigos. “Vivos tem impactado milhares de pessoas ao redor do mundo. Todos os dias atendemos uma dúzia de órgãos de mídia de todo o mundo. Ontem recebemos ligações da China, Rússia , Austrália , Grécia ,Espanha , Alemanha , Bélgica, Escócia, Irlanda, Reino Unido, os EUA, Canadá , Colômbia e Japão… ”

Quando perguntado sobre as principais razões que as pessoas se inscrevem, ele justifica: “Geralmente se inscrevem pelo medo do desconhecido. Eu não conheço ninguém que se inscreveu com base em uma ameaça específica… Pessoalmente, acredito que não vai ser uma coisa que destruirá o mundo, vai ser uma série de eventos “.

Ele deu como exemplo o desastre nuclear de Fukushima, que ocorreu após o terremoto de março 2011 e o tsunami em Tohoku, no Japão, dizendo: “Tudo começou com um terremoto, que gerou uma tsunami que rachou a usina de energia nuclear, que por sua vez espalhou radiação no Oriente e agora está chegando até a América do Norte. É um efeito cascata e ainda pode ficar pior”.

O Projeto Vivos deixa claro que não tem motivações religiosas: “Não tem nada a ver com o Arrebatamento ou o que virá depois dele, a Tribulação. Eu sou um cristão. Nasci católico e eu creio firmemente em Deus, mas não creio nessas coisas. Nossos maiores opositores são os evangélicos que dizem que você não precisa de um abrigo subterrâneo, apenas da crença em Jesus. Eles acreditam que, quando esses eventos apocalípticos ocorrem virá o arrebatamento, e Ele vai salvá-los. ”

Vicino explicou ainda: “Acho que é muita arrogância acreditar que quando esses eventos ocorrem, ocorrerá o Arrebatamento. Não sabemos se, ou quando ele vai acontecer. Não estar preparado e ficar apenas com os braços levantados dizendo ‘Eu acredito em você Jesus, me leve!’ pode deixar muitas pessoas decepcionadas “.

Vicino enfatiza que ele não era despreza qualquer forma de crença, mas lembra a quem crê no Arrebatemento: “Cristo vai encontrá-lo em um abrigo, assim como Ele o encontrará em qualquer outro lugar .”

Ele enfatiza por que as pessoas precisam tentar conseguir um lugar nos abrigos que ele oferece: “Nós não estamos profetizando qualquer data específica. A Vivos está se preparando caso (algo) aconteça. Uma pandemia pode não ser o fim do mundo para todos, mas lembra da Peste Negra que matou milhões de pessoas na Europa? Se amanhã houver um vírus mortal se espalhando pelo globo, como você irá proteger a si e a sua família? Vivemos em tempos muito perigosos”.

O Projeto Vivos diz não fazer distinção de nacionalidade, etnia ou religião. Quase todos são bem-vindos. Mas eles não admitem pessoas claramente racistas ou fundamentalistas.

“Os cristãos muito bem-vindos, mas não somos um grupo religioso. Nem acreditamos que este é um evento religioso. O que eu não gosto é do fundamentalismo – seja ele muçulmano ou cristão. Conheço cristãos que estão muito seguros que os que não creem como eles não são dignos de estar em seu grupo. Acho isso tão condenável quanto qualquer atitude fundamentalista “

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Os seis marcos esclarecedores de Mateus 24

Seis Marcos Esclarecedores

Em Mateus 24, Jesus usa seis expressões que são muito úteis na subdivisão do capítulo e para sua melhor compreensão:

  1. Ainda não é o fim (Mt 24.6).
  2. O princípio das dores (v.8).
  3. A tribulação (v.9).
  4. O fim (v.14).
  5. O abominável da desolação (v.15).
  6. Em seguida à tribulação (v.29).

Essas seis expressões servem de marcos referenciais, uma vez que cada uma delas delimita um tempo específico e introduz uma nova fase nos acontecimentos proféticos.

Primeiro marco: ainda não é o fim

“E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim” (Mt 24.4-6).

Aqui Jesus fala de um tempo que ainda não é o fim, mas que é uma condição imediatamente anterior a ele, ou seja, que conduz ao fim lenta mas inexoravelmente.

Nos versículos 4 e 5 o Senhor Jesus menciona a primeira onda de enganos dos tempos finais, a sedução em nível político, ideológico e religioso.

Marx, Lenin e Engels, do socialismo surgiu o comunismo (1917).

Depois que o cristianismo havia se firmado e expandido na Ásia Menor e na Europa (até a Reforma), veio o grande engano. Novos arautos da salvação começaram a se manifestar e toda a Europa foi seduzida pelo engano. Alguns tópicos desse processo enganoso: o Iluminismo, o tempo dos grandes filósofos, a teoria da evolução, as muitas seitas, a teologia do “Deus está morto”. Então veio o marxismo-leninismo; do socialismo surgiu o comunismo (1917). A partir de 1932, quando o nacional-socialismo se levantou na Alemanha, homens como Hitler, Goebbels e Himmler foram os novos salvadores (messias), e na Itália o falso salvador foi Mussolini.

Esse levante generalizado, oriundo do reino das trevas, do Iluminismo ao comunismo e ao nacional-socialismo (nazismo), intensificou-se no período em que os judeus voltaram para sua terra, a partir de 1882.

“E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras…” (Mt 24.6). A Primeira e a Segunda Guerra foram chamadas de guerras mundiais porque, até então, nada semelhante havia sucedido na História da humanidade. Ambas foram devastadoras: a Primeira Guerra Mundial ceifou a vida de 10 milhões de pessoas, a Segunda Guerra Mundial custou a vida de 55 milhões. Na verdade, elas tiveram de acontecer, mas ainda não significavam o fim: “porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim” (v.6).Certamente elas se originaram no reino das trevas, porém, por direcionamento divino foram fatores-chave para a fundação do Estado de Israel. A Primeira Guerra Mundial preparou uma terra para um povo*; a Segunda Guerra Mundial preparou um povo para essa mesma terra. É impossível frustrar os desígnios divinos!

Segundo marco: o princípio das dores

“Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores” (Mt 24.7-8). Com essas palavras, em minha opinião, o Senhor Jesus descreve o tempo imediatamente anterior ao Arrebatamento, que prenuncia e introduz a época da Tribulação.

“…se levantará nação contra nação, reino contra reino…” Isso significa revoluções, conflitos bélicos e terrorismo, assim como vimos acontecer após o fim da Guerra Fria (depois do conflito entre o Ocidente e o Oriente e da queda do Muro de Berlim) e como hoje acontece mundialmente (veja Lc 21.10).

Um jornal suíço noticiou:

Na verdade, a Primeira e a Segunda Guerra Mundial tiveram de acontecer, mas ainda não significavam o fim: “porque é necessário assim acontecer,
mas ainda não é o fim” (v.6).

Que o mundo seja pacífico e estável é refutado pelos fatos. Segundo levantamento de um renomado instituto de Hamburgo, no ano de 2004 houve 42 guerras e conflitos armados no mundo, e conforme os dados de um instituto estratégico de Pequim, após o término da Guerra Fria eclodiram em média dez novas guerras por ano. A Índia e o Paquistão são duas novas potências atômicas, e a disseminação de armas de destruição em massa e de mísseis estratégicos avança. Em tempo previsível, de 30 a 40 países disporão desses artefatos de guerra. O mundo tornou-se instável e imprevisível. Estabilidade pacífica é uma exceção…” (Neue Zürcher Zeitung)

“…e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores” (Mt 24.7-8). Fomes, epidemias (Lc 21.11) e terremotos são elementos que caracterizam de modo especial a atual situação mundial; eles são como que seu selo, sua marca registrada. Pela mídia somos confrontados com a miséria da fome. A epidemia da AIDS, os terremotos, os pavores, os maremotos e os atos de terrorismo não se concentram mais apenas em algumas regiões, mas se manifestam pelo mundo inteiro. Esse é o “princípio das dores”. Dessa forma, o tempo da Tribulação está cada vez mais próximo do nosso mundo. Portanto, aproxima-se também o momento do Arrebatamento (que se dará antes da Tribulação).

Terceiro marco: a Tribulação

“Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)…” (vv.9-15).

Esse texto descreve a primeira metade da Grande Tribulação, e essas características perdurarão até seu final.

Fomes, epidemias (Lc 21.11) e terremotos são elementos que caracterizam de modo especial a atual situação mundial; eles são como que seu selo, sua marca registrada.

Nessa ocasião o Arrebatamento da Igreja já terá acontecido, pois está escrito que “…aquele que perseverar até o fim, será salvo”. Isso quer dizer: quem ainda estiver sobre a terra, terá de perseverar até o fim da Tribulação ou morrerá como mártir. Isso não pode se referir à Igreja, pois na época de Mateus 24-25 ela ainda era um mistério, não sendo mencionada nesses capítulos. Somente dois dias após proferir Seu Sermão Profético Jesus falou dela a Seus discípulos (veja Jo 14.2-3).

“Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros” (vv.9-10). A aliança de Israel com o Anticristo e o último ditador mundial provavelmente será firmada nesse momento, quando então começará a perseguição daqueles que não aderirem a esse acordo.

“Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”. Agora se chega a mais um patamar de engano e sedução (veja o v.4). É a segunda onda de enganos nos tempos finais. O fator desencadeante poderia ser o recém-sucedido Arrebatamento da Igreja. Esse engano consistirá da humanidade toda unindo-se numa única comunidade mundial. Haverá uma indescritível solidariedade entre os homens sob o poderio do Anticristo, que provavelmente conduzirá a um governo mundial único, a uma unificação política e religiosa. Tratar-se-á, assim, sem dúvida, do cumprimento de Apocalipse 3.10: “Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra”.

“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24.12). As leis serão mudadas, a Lei de Deus será completamente ignorada, a Bíblia será rejeitada e a conseqüência será uma apostasia indescritível.

“Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (v.13). Aqui trata-se daqueles que se converterem durante a Tribulação e que perseverarem na fé até seu fim.

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações…” (v.14).Nada nem ninguém pode barrar essa marcha vitoriosa do Evangelho de Jesus. Por mais de dois mil anos não foi possível impedi-lo de se espalhar, e isso também não acontecerá no tempo da Tribulação.

O Evangelho foi rejeitado, odiado e combatido, mas mesmo na segunda metade da Tribulação ele será proclamado até a volta de Jesus em glória.

Quarto marco: o fim

“…Então, virá o fim” (v.14). O termo “o fim” significa provavelmente as últimas e mais fortes dores de parto antes que a nova vida irrompa e Jesus volte.

Quinto marco: o abominável da desolação

“Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo…” (v.15).Aqui é descrita a metade dos sete últimos anos e o fator desencadeante dos últimos três anos e meio. O abominável da desolação consistirá do Anticristo se assentando no novo templo reconstruído em Jerusalém (veja 2 Ts 2.3-4).

A aliança de Israel com o Anticristo e o último ditador mundial provavelmente será firmada durante a Tribulação, quando então começará a perseguição daqueles que não aderirem a esse acordo.

“Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt 24.21-22). Esse período da história mundial será tão terrível como jamais houve na terra, incomparável em sua magnitude, a maior angústia já experimentada pelos homens. Se ele não fosse abreviado, ou seja, limitado a três anos e meio, ninguém iria sobreviver. Romanos 9.28 faz alusão a um juízo executado de forma intensa: “Pois o Senhor executará na terra a sua sentença, rápida e definitivamente” (NVI).

“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt 24.24). Na segunda metade dos sete anos de Tribulação haverá uma terceira e última onda de engano. Comparado às duas ondas anteriores, dessa vez o engano virá acompanhado de milagres e sinais. Isso levará a um completo endemoninhamento da humanidade. Apocalipse 13.13 diz: “Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens.” Três capítulos adiante, lemos:“porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso… Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom” (Ap 16.14,16).

Quando Jesus diz: “Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres” (Mt 24.28), penso que Ele está se referindo a Jerusalém, onde será estabelecida a abominação desoladora e sobre a qual as nações, seduzidas pelos demônios, se lançarão.

O “abominável da desolação” será o período da história mundial tão terrível como jamais houve na terra, incomparável em sua magnitude, a maior angústia já experimentada pelos homens. Se ele não fosse abreviado, ou seja, limitado a três anos e meio, ninguém iria sobreviver.

Sexto marco: em seguida à Tribulação

“Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt 24.29-31). Depois do sofrimento, depois da Grande Tribulação, o Senhor Jesus voltará com poder e muita glória.

Últimas exortações

“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mt 24.32-33). A parábola da figueira e as palavras: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”, significam: quando as pessoas virem os sinais da Tribulação, então a vinda de Jesus está às portas.

“Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” (v.34). Quem é “esta geração”? A geração dos judeus que vivenciará o começo da Tribulação, que não perecerá até que Jesus tenha vindo.

“Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (v.35). Com essa afirmação Jesus confirma tudo o que dissera anteriormente, tudo o que anunciara, enfatizando que tudo acontecerá com certeza, que seu cumprimento é mais certo que a duração da existência do céu e da terra. A Bíblia e as palavras de Jesus se cumprirão em todas as suas declarações.

“Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (v.36).Dia e hora ninguém sabe, mas estamos na expectativa de que Ele virá em breve, pois vivenciamos o cumprimento dos sinais que antecedem os juízos de Deus!

“Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (v. 37). Antes da vinda de Jesus a situação será semelhante à dos dias de Noé. Até que o dilúvio inundasse a terra (Gn 7.17), as pessoas não acreditavam que o fim estava próximo, e a porta da arca foi irremediavelmente fechada por Deus (v.16). Também no que diz respeito à primeira fase da volta de Jesus, o Arrebatamento, as pessoas dirão que tudo está como sempre foi e que vai continuar assim. Elas não contarão com o Arrebatamento.

“Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt 24.29-31).

“Porque, assim como foi nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca” (Mt 24.38). Sete dias depois que Noé entrou na arca, o dilúvio se derramou (veja Gn 7.1,4,7). Quando o Arrebatamento da Igreja tiver acontecido, em um espaço de tempo não especificado, mas relativamente curto, a Tribulação sobrevirá de forma repentina e surpreendente sobre todos os que habitam a terra.

“Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o nosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt 24.42-44). Não permita que sua “casa” seja arrombada! Coloque sua vida à disposição do Senhor! Entregue-se completa e totalmente a Ele, permitindo que Ele seja o guardião de sua casa! E mais: permita ser enchido pelo Espírito Santo (veja Ef 5.18)!

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 24.45-51). Seja um servo prudente, uma serva boa e fiel. Atente à Palavra Profética, esteja esperando o Senhor Jesus a qualquer momento e distribua a Palavra como alimento no tempo certo! (Norbert Lieth – http://www.beth-shalom.com.br)

*Pelo fato da Grã-Bretanha ter conquistado a Palestina em 1917 e ter apoiado a formação de um lar nacional judeu através da Declaração Balfour.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.