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Nibiru seria o ABSINTO BÍBLICO?

Nibiru ou Absinto

A sua observação toca em um ponto fascinante da escatologia e das interpretações bíblicas, especialmente no livro de Apocalipse (8:10-11). A relação entre o “domo” (ou o firmamento) e a queda de Absinto é um tema recorrente em estudos que buscam entender como eventos celestiais impactam a vida na Terra.

Aqui está uma análise sobre o que representa o Absinto e como ele se encaixa nessa visão bíblica:

1. O Que é o Absinto Bíblico?

Na narrativa da terceira trombeta, uma grande estrela (ou meteoro), ardendo como uma tocha, cai do céu sobre a terça parte dos rios e das fontes das águas.

• O Nome: “Absinto” (Apsinthos em grego) refere-se a uma planta extremamente amarga.

• O Efeito: A estrela torna as águas amargas, levando à morte de muitos que as bebem. Simbolicamente, representa o julgamento divino e a corrupção do que é essencial para a vida (a água).

2. A Relação com o Domo Terrestre

Para quem estuda a cosmologia bíblica do firmamento rígido, a queda de Absinto ganha uma interpretação específica:

• Ruptura ou Sinal: A queda de uma “estrela” é vista como algo que atravessa as camadas celestiais ou que é lançado das “janelas do céu”. Se o domo é a separação entre as águas superiores e a terra, a queda de um corpo celeste dessa magnitude sugere uma intervenção direta do Reino de Deus sobre o plano terrestre.

• A “Tocha” no Céu: A descrição de algo “ardendo como uma tocha” atravessando o firmamento reforça a ideia de um evento visível e catastrófico que rompe a ordem natural estabelecida na criação.

3. Interpretações Históricas e Simbólicas

Além da visão física, existem outras formas de entender o Absinto:

• Interpretação Amargura Espiritual: Alguns estudiosos veem o Absinto não como um astro físico, mas como uma metáfora para falsos ensinamentos ou líderes corrompidos que “amargam” a sede espiritual da humanidade.

• Eventos Astronômicos: Outros interpretam como um cometa ou grande asteroide que, ao entrar na atmosfera, libera substâncias químicas que contaminam os lençóis freáticos.

• Contexto Moderno: Curiosamente, no contexto histórico recente, muitos associam o Absinto ao desastre de Chernobyl (1986), já que “Chernobyl” é um dos nomes locais para uma espécie de planta de absinto (artemísia) na Ucrânia.

Conclusão

Se considerarmos a estrutura do domo como o limite da nossa realidade física, o Absinto seria o elemento que vem “de fora” ou “do alto” para sinalizar um tempo de purificação e acerto de contas. Ele transforma o que era doce e vital (água) em algo amargo, forçando a humanidade a olhar para a origem da criação.

Como você vê a relação entre a queda dessa estrela e a estrutura que protege a Terra?

Guerra na Síria

Conflito começou em 2011 e envolve interesses de várias potências mundiais

Síria, uma guerra de interesses

Embora a guerra na Síria esteja ocorrendo desde 2011, só passou a receber uma cobertura mais ampla da mídia agora, que a UNICEF fez denúncias sobre o massacre de crianças, que já deixou cerca de mil delas mortas desde o início do ano.

Um dos motivos pelos quais ela era amplamente ignorada ou subreportada tem a ver com a questão religiosa. A maioria das milícias que lutam contra o governo sírio são islâmicas e recebem apoio de diferentes países muçulmanos, que as sustentam e armam.

O presidente Bashar al-Assad sucedeu seu pai, Hafez, em 2000. Considerado mais fraco politicamente e com o país com um alto nível de desemprego, denúncias de corrupção em larga escala e falta de liberdade política, começaram a surgir movimentos rebeldes, fortemente reprimidos por governo em Damasco.

Primavera Árabe

Nessa mesma época começavam os movimentos pedindo mais liberdade no Oriente Médio, a chamada Primavera Árabe – manifestações populares que derrubaram governos na Líbia e no Egito.

A diferença é que na Síria, Assad ordenou que as forças de segurança abrissem fogo contra os ativistas – matando vários deles. As tensões se elevaram, mais gente saiu às ruas e a violência escalonou. Em julho de 2011, centenas de milhares ocupavam as ruas em todo o país, exigindo a saída do presidente, considerado um ditador.

Os grupos antigoverno começaram a pegar em armas, primeiramente no interior do país. Assad tentou “esmagar” o que chamava de “terrorismo apoiado por estrangeiros” e tentou restaurar o controle do Estado. Porém as milícias rebeldes se fortaleceram, tomando o controle de cidades e vilarejos.

Em meados de 2012, os combates já tomavam à capital, e Aleppo, segunda maior cidade do país.

O aspecto religioso islâmico tinha um peso determinante na guerra que opunha a maioria sunita do país e os xiitas alauítas, ramo ao qual pertence o presidente.

Guerra Santa

Somente em junho de 2013, as Nações Unidas começaram a falar sobre o assunto, quando o saldo de mortos já chegava a 90 mil pessoas. A maioria das milícias são formadas por jihadistas – defensores da “guerra santa” islâmica.

O grupo que mais se destacava era o autointitulado Estado Islâmico da Síria e do Iraque (ISIS na sigla original) e a Frente Nusra, afiliada à al-Qaeda.

Os soldados do ISIS, que decretou um califado em 2014 e controlava cerca de um terço do território sírio, passaram a reunir também jihadistas estrangeiros, vindos da Europa, dos EUA e até da Austrália. Apesar de negar, seu grande apoiador então era a Turquia, que comprava o petróleo vendido por eles por preços abaixo do mercado.

O EI passou a publicar vídeo brutais de execuções e o foco da mídia mundial passou a ser a região controlada pelo grupo, que incluía parte do Iraque, país também fragmentado por guerras internas desde a retirada da maioria das tropas americanas, que invadiram o país em 2003 e causaram a queda do regime de Saddam Hussein.

Enquanto o Estado Islâmico massacrava sobretudo as minorias (cristãos e yazidis), o governo da Síria continuava focado em manter o controle dos arredores de Damasco. Na região controla pelo EI seu maior opositor era o Exército curdo, um grupo étnico que vivia perto da fronteira com o Iraque, onde mantinham um estado semiautônomo.

EUA-Arábia Saudita e Rússia-Irã

Os Estados Unidos, ainda no governo Obama, apoiavam os curdos e a Frente Nusra (considerada por eles ‘moderada’) com armamentos e até bombardeios aéreos.

A Rússia possui grande interesse comercial no petróleo da Síria e também estratégico. Em 2015 já havia transformado o porto de Tartus, no mar Mediterrâneo, em uma base naval. No mesmo ano começou uma campanha aérea, com o fim de “estabilizar” o governo sírio.

A intervenção russa possibilitou vitórias significativas das forças sírias e fortaleceu as investidas do Irã e do Hezbollah, grupo terrorista libanês.

Formaram-se assim alianças com interesses distintos. Os Estados Unidos exigiam que Assad deixasse o poder como condição para a paz. Eles eram apoiados por forças da Arábia Saudita, aliados históricos do ramo islâmico da família que governa a Síria.

Do outro lado, Rússia, Irã e Líbano (Hezbollah) davam cobertura às tropas leias ao governo, dominado sobretudo a região ao sul de Damasco, até as colinas de Golan, na fronteira com Israel.

Os interesses russos são econômicos, enquanto o Irã, país de maioria xiita, e o Líbano possuem afinidade religiosa. Além disso, a Síria serve como um corredor para o envio armamentos de Teerã para o Líbano.

Ninguém investiu nessa guerra mais que os iranianos, calculado em bilhões de dólares, eles gastaram com armamento, tropas, crédito e construção de estruturas militares.

O papel mais ‘obscuro’ nesse processo é o da Turquia. Oficialmente aliado dos EUA, o governo de Erdogan entrou em conflito com as tropas americanas, a quem critica por darem cobertura às forças curdas, que por sua vez sustem os rebeldes do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão).

O apoio militar, financeiro e político das potencias estrangeiras para o governo e para a oposição contribuem diretamente para que os enfrentamentos não cessem. Na prática, a Síria se transformou no maior campo do que é chamado “guerra por procuração”.

A chegada de Trump ao governo ainda não alterou significativamente o conflito nem na Síria nem no Iêmen, onde também ocorre essa “guerra por procuração”, opondo EUA-Arábia Saudita e Rússia-Irã.

O saldo desse complexo jogo de interesses resultou no maior conflito armado de nossos dias.

Os números

Apesar de não serem totalmente confiáveis os números, segundo o Centro Sírio para Pesquisa de Políticas, já morreram cerca de 500 mil pessoas, com mais de 5 milhões de sírios deslocados de suas casas ou fugindo para os países vizinhos (Líbano, Jordânia e Turquia) como refugiados. Cerca de 10% desses refugiados têm conseguido abrigo em alguns países da Europa e até no Brasil.

A população da Síria, 23 milhões antes do conflito, hoje está reduzida à metade. Dentre os cerca de 13,5 milhões de habitantes, 6 milhões são crianças.

Segundo a ONU são necessários US$ 3,2 bilhões para prover ajuda humanitária a todos. Cerca de 70% da população não possui acesso a água potável, uma em cada três pessoas não consegue ter alimentação básica diária e um em cada cinco indivíduos vive em extrema pobreza. Com informações  de BBC

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Israel

Após “luas de sangue”, Gogue e Magogue está prestes a começar, garante teólogo

Estudioso diz que todas as profecias estão se cumprindo e teremos um novo sinal em 21 de agosto

            Após “luas de sangue”, Gogue e Magogue começou a ser armada

Cerca de 5 mil cristãos de várias partes do mundo estiveram reunidos esta semana em Washington, EUA, para um encontro do ministério “Cristãos Unidos por Israel”. O evento é uma iniciativa do ministério liderado pelo pastor John Hagee, um especialista em profecias.

 Anos atrás, ele ficou mundialmente famoso por seus estudos e pregações sobre o fenômeno conhecido como “luas de sangue”, que apareceram nos céus de Israel em datas que coincidiam com as festas ordenadas por Deus na Bíblia.

Seus críticos o acusaram de causar alarme desnecessário, pois nenhum grande evento ocorreu depois disso. Contudo, Hagee acredita que foram “sinais nos céus” são importantes e demonstram que o fim dos tempos está chegando, com várias profecias se cumprindo, em especial as que dizem respeito a Israel.

Além de elogiar a mudança de postura do governo Trump em relação ao restabelecimento da boa relação de Israel com seu maior aliado, os Estados Unidos, ele acredita que a mudança da embaixada americana para Jerusalém será um marco histórico e que deve ocorrer em breve.

 Ao falar sobre o cenário profético, o especialista apontou que após o aparecimento da “quarta lua do sangue, acompanhamos pela imprensa que a Rússia passou a operar pesadamente no  Oriente Médio”.

O pastor lembra ainda que “[Os russos] levaram suas forças militares para o Oriente Médio. O capítulo 38 do livro de Ezequiel afirma [aos judeus] que, quando o rei do norte saísse do norte, ‘Eu os trarei da terra do norte’.

Então, estamos nos preparando para assistir ao começo da Guerra de Gogue e Magogue”.

 Em retrospectiva, o pastor Hagee alerta que “assim que as luas de sangue passaram [sobre Israel] a Rússia mudou-se para o Oriente Médio.
A Rússia não vai sair do Oriente Médio. Eles irão se juntar ao Irã para reunir um grande exército, que tentará fazer uma invasão do Estado de Israel por via terrestre”.

Recentemente, o governo iraniano vem divulgando suas intenções de entrar forçosamente em solo israelense pelo norte, após o final da guerra da Síria, para “reconquistar Jerusalém”.

Ao lembrar que a Bíblia fala sobre os “sinais no céu” nos últimos dias, o pastor apontou para o eclipse solar que ocorrerá em 21 de agosto. Embora ele não seja “tão significativo quanto as quatro luas de sangue”, seria um dos muitos sinais e maravilhas que veremos nos céus nesses últimos dias.

“A Bíblia diz que no final dos tempos teríamos sinais e maravilhas no céu, e há vários sinais e maravilhas aparecendo, como nunca foi visto antes”, explicou Hagee em entrevista ao programa da CBN News.

“As quatro luas de sangue foram anunciadas por Joel… foram profetizadas e confirmadas por Jesus. Foram confirmadas pela NASA, surgiram em datas específicas: Páscoa e a Festa dos Tabernáculos”, resume.

Para o estudioso, “Deus estabeleceu essas datas específicas há milhares de anos. Somente Deus poderia fazer uma lua de sangue surgir, porque é a luz do Sol brilhando através da atmosfera da Terra que faz a Lua ter esse brilho avermelhado”, aponta.

O fato disso ter ocorrido por quatro vezes em um curto espaço de tempo em datas bíblicas, mostra que “Está tudo tão interligado com a verdade que mesmo os ateus acabaram admitindo ser algo incomum”, lembrou.

Ele finalizou a entrevista fazendo uma declaração forte: “O mundo, do jeito que está nesse momento presente é como um barril de pólvora e seu pavio já está aceso. Cada um dos atores está posicionado no palco profético pela primeira vez na história. Estão se cumprindo todas as profecias de Daniel, Ezequiel, Jeremias, Isaías… Estamos esperando, assim que o próximo ‘dominó’ cair. Quando isso acontecer, fique alerta, pois não vai mais parar”.Com informações do Gospel Prime