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Software ajuda a identificar diferentes autores da Bíblia; veja

 

DA EFE

http://mais.uol.com.br/view/f4d5g8hwtbxo/software-ajuda-a-identificar-diferentes-autores-da-biblia-04024D983662D4C11326?types=A&

Um novo software desenvolvido por uma equipe israelense permite identificar diferentes estilos linguísticos na Bíblia, em linha com as teorias de pesquisadores que diferenciam múltiplos autores na escritura do sagrado livro.

Durante séculos, os estudiosos da Bíblia buscaram identificar os vários escritores entre os livros do documento, sendo seus métodos geralmente rebatidos pelos teólogos e tachados em muitas ocasiões de subjetivos.

Este novo softaware foi desevolvido por uma equipe multidisciplinar israelenseque submeteu o texto a uma prova empírica. O programa analisa o estilo e a seleção de palavras para diferenciar partes de um mesmo texto presumivelmente escritas por diferentes autores.

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La adivinación en la Biblia (1)

La copa de José

La copa de José

Profesionales del ocultismo, ávidos por hacer coincidir sus desajustes mentales con el libro de Dios, utilizan la Biblia como un método más de adivinación. Lo llaman Bibliomancia.

La Bibliomancia tiene su origen en la Edad Media. Para juzgar la culpabilidad o inocencia de las personas acusadas de brujería, se colocaba al sospechoso sobre un platillo de una gran balanza sólida, y en el otro platillo un ejemplar de la Biblia. Si el peso del reo era mayor que el del libro, lo que resultaba obvio, era declarado culpable. No es necesario decir que con tal sistema de adivinación no había ni un solo inocente, por muy delgada y canija que fuera la persona y por muy voluminoso que fuese el libro.
También recibió el nombre de Bibliomancia una fórmula adivinatoria consistente en ir repasando las páginas de la Biblia con una aguja de oro y apropiarse de la primera frase que surgiera al azar. Para Luis Alberto Ruiz, “la Bibliomancia se esfuerza en encontrar sentidos figurados y simbólicos en el Antiguo Testamento, y también en el Nuevo”.
Que la Biblia habla de adivinación nadie lo pone en duda. Unas veces en sentidos figurados o simbólicos, otras claramente, y otras mediante condenaciones rotundas. Veamos algunos ejemplos.
LA COPA DE JOSÉ
El capítulo 44 del Génesis continúa la historia del anterior, con el emocionante relato del reencuentro de José con sus hermanos. Al despedirlos, José se propone hacerles expiar el pecado que habían cometido contra él; con la complicidad del mayordomo pone una copa en el saco de trigo destinado al hermano menor, Benjamín. Se trataba de una copa única, al parecer con poderes adivinatorios.
El texto bíblico pone en boca del propio José estas palabras, que el mayordomo debía repetir a sus hermanos: “Levántate y sigue a esos hombres; y cuando los alcances, diles: ¿Por qué habéis robado mi copa de plata? ¿No es ésta en la que bebe mi señor, y por la que suele adivinar? Habéis hecho mal en lo que hicisteis” ( Génesis 44:4 y todo el 5 ).
La copa de José, según los ocultistas, era utilizada para un sistema de adivinación por el agua que ellos llaman Hidromancia. El agua es considerada como el elemento adivinatorio por excelencia. La Hidromancia utiliza también el aceite. Consiste en echar a cortos intervalos tres piedrecitas en agua limpia y tranquila. De los círculos que se forman en la superficie se deducen los presagios. En otros casos ponen agua en un vaso o copa, añaden aceite y de las figuras que resultan, como en un espejo, creen ver aquello de lo que desean instruirse.
Los comentaristas de la Biblia han tratado de desvincular a José de tales prácticas adivinatorias que, de origen mesopotámico, se hallaban muy extendidas en Egipto. San Agustín decía en el siglo V que José se expresaba en tono jocoso, no serio. Teodoreto, en la misma época, añadía que era un modo de hablar, acomodado al ambiente egipcio.
Para San Juan Crisóstomo, del siglo IV, en Génesis 44:5  no hay más que “la expresión de una inocente adivinación –cleromancia- sin relación con la magia”. Maximiliano García Cordero, profesor de exégesis y de teología bíblica en la Universidad de Salamanca, exculpa a José y escribe que “es una afirmación del mayordomo para impresionar a los sencillos cananeos, presentando a su amo como un experto en magia y, por tanto, conocedor de la conducta secreta de ellos” [1] . No está tan seguro de lo anterior Buenaventura Ubach, monje del monasterio de Montserrat. Dice que José “atribuía su don de adivinación a una causa sobrenatural”, y aún cuando considera improbable “que se hubiese entregado a esa clase de superstición, por boca del mayordomo hablaría probablemente conforme a la reputación de adivino que se había granjeado a los ojos del pueblo” [2] .
José ¿profeta o adivino? Lo veremos en el siguiente capítulio.


[1]  Biblia Comentada. Profesores de Salamanca. Biblioteca de Autores Cristianos, Madrid 1967, tomo I.

[2]  Dom Buenaventura, EL GÉNESIS, Editorial Lumen, Barcelona 1940.

©Protestante Digital

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COMO SE LIVRAR DO ADULTÉRIO ???

Enviado por Leandro Borges

 índpice

“Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.”

(1 Coríntios cap.7 vers.2).

Várias pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério ou, tem relações sexuais com pessoas que não são sua esposa ou seu marido. Com a ênfase dada ao sexo na TV, no cinema, na literatura, e até nas instituições de ensino, chegando ao extremo da obsessão, não é de se admirar que o homem secular, sem a convicção espiritual e os princípios da Palavra de Deus, caia nesse pecado.

O crente em Cristo, porém, não cai nesse pecado. Ele entra nele aos pouquinhos.Isso porque não observa a sinalização que o adverte do perigo. Faz vista grossa a esses sinais porque, embora não deseje precipitar-se no abismo da desgraça da imoralidade, quer sentir pelo menos um pouco a gostosura dos seus prazeres. Assim, avançando sinal após sinal, deixa a vida pegar embalo no caminho errado até ao ponto de não conseguir mais fazer a manobra de frear para evitar o desastre. Diz, então, que “caiu no pecado”, quando este, de fato, há tempo já estava no seu caminho.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado – é um dos primeiros sinais de perigo.

Perto desse sinal vem outro: a falta de conversa sobre assuntos espirituais, a leitura da Bíblia em conjunto e a oração com a esposa. Quando essas coisas não fazem parte da vida conjugal, é um sinal de alerta. Prosseguindo nesse caminho pode haver adultério mais adiante.

Há mais sinais. Quando você começa a compartilhar os problemas de relacionamento no lar com algum amigo ou amiga do sexo oposto, você está aproximando-se mais do perigo.Freqüentemente essa outra pessoa tem problemas também, e está disposta a ouvir, a conversar e demonstrar simpatia, o que gera ainda mais intimidade.

Não demora muito para que aconteça o “toque inocente”. O patrão põe a mão no ombro da sua secretária ao pedir que ela digite uma carta; ela encosta seu corpo ligeiramente no dele ao entregar a carta pronta, depois um abraço fraternal, um beijinho no rosto. Você argumenta que não há nada de errado nisso, que é apenas amizade.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado.

Aos poucos vocês estão gastando mais tempo juntos. “Acontece” que saem para o almoço na mesma hora e “por que não almoçarem juntos” ??? Ela precisa pegar o metrô para ir para casa; “por que não levá-la no seu carro ???” Você precisa trabalhar duas horas extras para terminar o projeto, e ela, sendo boa amiga, fica também para ajudar. Se parar um pouco para pensar, você perceberá que tem prazer na companhia dela ou dele. Não, vocês não estão dormindo juntos mas estão em grande perigo. Nessa altura, o sinal é um luminoso vermelho piscando a todo vapor.

Se você não retroceder, haverá um envolvimento emocional que provavelmente o arrastará para a fossa fatal do adultério. E com amargura de coração você dirá – “Caí no pecado”. Não, você não caiu… você entrou nele aos pouquinhos.

O diretor de missões e conselheiro matrimonial  ‘Pr. Charles Mylander’, sugere 3 áreas onde é preciso aumentar o controle para evitar ser arrastado ao pecado do adultério:

1) O CONTROLE DA MENTE.

Adultério, como a maioria dos pecados, começa na mente. O crente em Cristo precisa levar em cativo todo pensamento à obediência de Cristo. No livro de Romanos, o apóstolo Paulo exorta o cristão a uma transformação “pela renovação da… mente”. No Sermão da Montanha, Jesus Cristo disse: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus cap.5 vers.28).

A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura. O homem que permite aos seus olhos o prazer de assistir aos programas de TV que apelam para sexo a fim de obter mais IBOPE (e são muitos); que toma tempo para folhear revistas como “Playboy”, que deixa seus olhos analisarem o corpo das mulheres para uma avaliação sexual, logo vai perder a primeira batalha contra a tentação. Sua mente vai QUERER o adultério, e este querer só espera a oportunidade para se realizar com a experiência.

A mulher também precisa praticar o controle. Talvez mais na maneira de vestir-se do que pelo olhar. É interessante que a Bíblia exorta a mulher a vestir-se com modéstia, bom senso, etc., e não o homem, isso porque a mulher não é tão facilmente levada à tentação sexual pelos olhos como o homem. Mas a mulher que é indiscreta na maneira de vestir-se, sem dúvida, é cúmplice do diabo na tentação ao homem. A admoestação da Bíblia de “glorificar a Deus no vosso corpo”, com toda a certeza inclui o cuidado que cada mulher precisa ter em não provocar a concupiscência, revelando a beleza do seu corpo, seja por falta de roupa adequada ou pelo uso de roupa colante. Argumentar que “está na moda” não mudará em nada a opinião do Autor das Sagradas Escrituras.

2) CONTROLE DE PALAVRAS.

O homem casado, ou a mulher casada, jamais devem usar as palavras carinhosas de amor no trato com outras pessoas além do cônjuge. Nunca compartilhe problemas de casa com amigos do sexo oposto. E não procure conselho com alguém que tenha seus próprios problemas. Quem é perdedor dificilmente ajudará outro a ganhar. Ao encontrar problemas sem solução, procure conselho com alguém que descobriu a fórmula para constituir uma família feliz e vive essa felicidade no lar. Muitos adultérios tiveram o seu início na intimidade da “sala de aconselhamento

3) CONTROLE DE TOQUE.

Homens, não ponham suas mãos em outra mulher a não ser a sua própria esposa. E, mulheres, não conversem com o homem em “Braille”. O prazer da intimidade física é algo que Deus reservou para a santidade do casamento. Sexo antes ou fora do casamento sempre contamina o sexo no casamento, e o contato físico é um prazer que leva à consumação do desejo dessa intimidade. É preciso avaliar sinceramente se os abraços e beijos que damos e recebemos são uma expressão de estima recíproca ou um prazer “inocente” que podemos desfrutar sem compromisso. Deus reconhece o nosso desejo de intimidade, mas não aprova tal intimidade fora do casamento.

“Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido”. (1 Coríntios cap.7 vers.2).

No livro de Provérbios, o conselho de Salomão ainda é válido: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço… alegra-te com a mulher da tua mocidade… e embriaga-te sempre com as suas carícias… O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa”.

QUE DEUS TE ABENÇOE…