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DIETA DA BÍBLIA

 

Receita promete emagrecer até 4 Kg em 11 dias

O criador do regime é um cirurgião plástico, que buscou nas passagens bíblicas elementos e alimentos para elaborar o cardápio.

As dietas viram mania de tempos em tempos. Existe receitas de todos os tipos. O regime do limão, do chá, do líquido, da proteína… Mas uma dieta em especial chama a atenção pelo nome. Você já ouviu falar em Dieta da Bíblia? O criador é o cirurgião plástico Edson Ramuth, que buscou nas passagens bíblicas elementos e alimentos para elaborar o cardápio. O médico é judeu e, segundo ele, a religião o inspirou.

O regime é de 11 dias e a promessa é de perder até 4 Kg. Entretanto, ela só pode ser feita uma vez ao mês, começando em uma segunda-feira.

A ideia de diminuir o peso anima muita gente, mas para conseguir terminar o programa, é fundamental ter bastante disposição. No sexto dia será preciso permanecer em jejum, no café, no almoço e no lanche. Nesta data não se deve tomar medicação para emagrecer, nem praticar atividades físicas. Durante o período, é permitido ingerir uma pequena quantidade de vinho e adoçar as bebidas com mel.

O médico destaca que pessoas com algum problema de saúde não devem seguir o cardápio.

Regras

1. As carnes ingeridas devem ser somente de animais ruminantes com casco dividido em dois e unha fendida, como o boi, a ovelha, o carneiro e a cabra.

2. A carne de porco é proibida, assim como os outros animais que não ruminam.

3. A ingestão de sangue de animais é proibida; portanto as carnes não podem ser consumidas cruas ou mal passadas. Devem ser muito bem cozidas, assadas ou grelhadas.

4. O leite e seus derivados (queijo, coalhada, creme de leite, etc) são permitidos, mas nunca podem ser ingeridos na mesma refeição com derivados da carne (filé à parmegiana, estrogonofe,etc). Derivados do leite e da carne devem ser consumidos em refeições separadas.

5. As aves e os seus ovos são permitidos, desde que não estejam fecundados.

6. Frutos do mar são proibidos: camarão, marisco, lagosta, ostra, etc.

7. Os peixes com escamas são permitidos, como a pescada, a sardinha, a tainha, etc.

8. Os peixes sem escamas são proibidos, como o cação, pintado, atum, etc.

Cardápio

1º e 8º dia

Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de iogurte com 1 col.(sopa) aveia

Almoço – 1 filé de peixe / 1 prato de salada de pepino com cebola com 3 col.(sopa) de milho em conserva

Lanche – 1 fatia de melão

Jantar – 1 prato de lentilha cozida

Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro

2º e 9º dia

Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de leite com uma col.(sopa) de aveia

Almoço – 1 bife médio de carne / 1 pepino grande cru com três col.(sopa) milho em conserva

Lanche – 1 maçã

Jantar – 1 prato de fava (vagem) cozida e um ovo cozido

Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro

3º e 10º dia

Manhã – 1 copo de suco de melão e 2 fatias de queijo

Almoço – 1 filé de peito de ave / 1 salada de pepino com cebola e 3 col.(sopa) de milho em conserva

Lanche – 5 ameixas pretas

Jantar – 1 ovo cozido e 1 prato de lentilha cozida

Ceia – 1 xícara de chá de Zimbro

4º e 11º dia

Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de leite com 1 col.(sopa) de aveia

Almoço – 1 bife bovino médio / 1 prato de fava (vagem) cozida com 3 col.(sopa) milho em conserva

Lanche – 1 cacho de uvas

Jantar – 1 prato de lentilha cozida

Ceia – 1 xícara de chá de Zimbro

5º dia

Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de iogurte com 1 col.(sopa) aveia

Almoço – 1 filé de peito de ave / 1 prato de salada de pepino com cebola e três col.(sopa) milho em conserva

Lanche – 1 maçã ou/10 amêndoas / 10 azeitonas

Jantar – Jejum – somente ingerir água

6º dia

Manhã – Jejum – somente ingerir água

Almoço – Jejum – somente ingerir água

Lanche – Jejum – somente ingerir água

Jantar – 1 prato de lentilha cozida + 1 prato de salada de pepino com cebola + 3 col.(sopa) milho em conserva

Ceia – 1 xícara de chá de Zimbro

7º dia

Manhã – 1 copo de suco de melão + 2 fatias de queijo

Almoço – 1 filé de peixe grelhado + 1 prato de lentilha cozida

Lanche – 5 ameixas pretas

Jantar – 1 ovo cozido + 1 prato de fava (vagem) cozida e três col.(sopa) milho em conserva

Ceia – 1 xícara de chá de Zimbro

Data: 20/4/2011 08:40:12
Fonte: Gazeta Online

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Em artigo jornalista comenta como a tecnologia está aliada a religião

 

O texto abaixo é um artigo para o importante jornal Wall Street Journal e retrata como a tecnologia está presente em muitas igrejas americanas e outras religiões.

Na Igreja Batista Metropolitana da cidade de Newark, NJ, as orações são feitas de mãos e de vozes unidas, uma Bíblia com anotações é sinal de fé e dedicação e o pastor espera uma congregação atenta. Nesse ambiente, fazer a leitura da Bíblia Sagrada no celular e tuitar partes da mensagem do pastor pode ser um pouco chamativo.

“Minha esposa algumas vezes tira o telefone de mim e coloca-o na bolsa”, diz sorrindo Wade Harris, um dos membros da igreja. “Às vezes deixo o telefone no meio da Bíblia”, completa.

Já existem aplicativos que permitem tuitar versículos da Bíblia, o ajudam a encontrar Meca, ou lembrá-lo das bênçãos em hebraico sobre os alimentos. O fato é que alguns dos devotos estão abraçando de vez a tecnologia móvel. Porém, acabam desafiando as normas da prática religiosa convencional.

Eric Granata, designer gráfico que frequenta a Comunidade Frontline em Oklahoma City, carrega uma Bíblia eletrônica de bolso que vem com várias traduções, comentários, planos de leitura e opções para redes sociais. Mesmo assim, diz sentir-se sempre constrangido ao usá-la na igreja.

“Sinto que as pessoas podem pensar ‘Ei, olha esse cara mandando mensagens do celular durante o culto, que idiota. Mas eu estou lendo minha Bíblia, estou acompanhando vocês”, diz ele, rindo.

Para o Mr. Harris, que apresenta o programa de hip-hop cristão O Wade-O Radio Show, o leve desconforto vale a pena. Durante recente culto de domingo, Harris estava em um banco bem na frente de sua igreja, com a cabeça baixa. Ele não estava orando, estava escrevendo. E se você for um de seus 2.500 seguidores no Twitter, teria lido sobre o que ele estava aprendendo: “Muitas pessoas querem as bênçãos de Deus. Mas não querem a Deus. Busque-o em primeiro lugar e deixe que o resto se resolve – meu pastor”

Harris diz que suas contas no Facebook e Twitter são um testemunho de sua fé e parte de seu ministério. “Tenho um monte de amigos no Facebook e no Twitter, que talvez não vão à igreja”, diz ele. “Envio esse material para as pessoas talvez apenas como um incentivo.”

O rabino Zalman Goldstein, que desenvolveu o iBlessing, aplicativo para ajudar os judeus a se lembrar das orações que acompanham cada tipo de alimento, diz que a tecnologia móvel pode ajudar e ensinar judeus não-praticantes sobre as tradições religiosas sem estresse e com fácil acesso.

Para muçulmanos como Adil Pasha, da cidade de Mineola, NY, essa é uma conveniência moderna. Apesar desse consultor de TI ter aprendido a encontrar Meca baseando-se no nascer e no pôr do sol, às vezes sente-se perdido quando está viajando ou em ambiente estranho. Por isso, comprou e usa o aplicativo Islamic Compass [Bússola Islâmica].

“Foi um grande alívio. Você não precisa ficar tentando descobrir sozinho”, confessa, demonstrando alívio.

Especialista em religião e cultura, Rachel Wagner acredita que podemos esperar uma luta das religiões que desejam permanecer relevantes, mas sem abandonar suas crenças e tradições.

Embora algumas autoridades religiosas sejam rápidas em abraçar a tecnologia, outras têm suas reservas. Muitos temem que isso possa incentivar os fiéis a se desligar da sua comunidade religiosa ou olhar mais para os seus aparelhos que para seus líderes espirituais ou para Deus.

O Vaticano rapidamente negou que o iPhone poderia tomar o lugar de um sacerdote com o lançamento de um aplicativo para confissões, mesmo que tenha recebido licença da Igreja para imprimir textos religiosos. Um porta-voz esclareceu que os católicos podem usar o aplicativo a fim de se preparar para o sacramento. Porém, a absolvição requer um diálogo pessoal entre o padre e o penitente.

Ms. Wagner, autor do livro ainda inédito “Godwired: Religião, Ritual e Realidade Virtual”, diz que os aplicativos desafiam o papel dos líderes espirituais.

A tecnologia pode transformar a religião como a conhecemos? Serene Jones, presidente da Union Theological Seminary, em Nova York, diz que ela nunca eliminará as comunidade de fé ou o clero. Citando a invenção da imprensa como exemplo, ela diz: “Todo mundo achava que ela levaria as pessoas a uma experiência religiosa isolada, porque elas iriam para casa, sentariam em seus quartos e leriam suas Bíblias sozinhas”.

Pelo contrário, isso provocou uma revolução religiosa que resultou no protestantismo. “A experiência religiosa privada proporcionada pela tecnologia já vem acontecendo há muito tempo. Estamos no meio de uma transformação religiosa que pode ser positiva, quase tão grande quanto a Reforma”.

Tradução: Agência Pavanews

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«Hay cristianos fieles que viven con tendencias homosexuales»

MUY PERSONAL

Joel Forster

Entrevista Con Alex Tylee (II)

«Hay cristianos fieles que viven con tendencias homosexuales»

La autora responde a algunas cuestiones difíciles desde su propia experiencia personal.

17 de abril de 2011

Alex Tylee nos explicaba en la primera parte de esta entrevista  algunos de los retos que supone para una persona cristiana con tendencias homosexuales encontrar su espacio en la iglesia.  En las comunidades cristianas no es fácil, a veces, explicar una situación personal compleja sin recibir un cúmulo de opiniones que van desde el legalismo a las posturas más liberales.
Desde su aceptación total de la Biblia y el deseo de seguir a Dios , la autora de “Mi amig@ es homosexual”  (Publicaciones Andamio, 2010)* responde a cinco preguntas más en esta segunda parte de la entrevista.
Pregunta.- Pongamos por caso que tenemos un buen amigo que no es cristiano. Hemos tenido buenas conversaciones sobre la fe durante un tiempo, y esta persona está realmente interesada en saber más sobre Jesús. Pero cuando sale el tema de la sexualidad, no sabemos bien cómo afrontar el tema porque este amigo se considera homosexual. ¿Qué le dirías a esta persona que honestamente quiere conocer más sobre Jesús pero que no acepta la postura bíblica sobre la homosexualidad?
Respuesta.- Lo que siempre tiene que quedar claro por encima de todo es la Gracia. Lo bueno sería que en todas las conversaciones hasta este punto la Gracia haya tenido tanto protagonismo que ya sea implícito para esta persona que nadie, independientemente de su sexualidad u otros aspectos, está excluido por definición del Reino de Dios. Si es así, no debería ser difícil de comunicar que una persona no está excluida por su sexualidad.
Ahora bien, cuando nos metemos en aspectos más concretos, el vocabulario que utilicemos será clave (por ejemplo, decir que “la práctica homosexual está mal, no la tendencia homosexual en sí”). Además, la Biblia describe la Gracia en Romanos, un texto que nos ayuda a ver que los homosexuales no son los únicos, que todos pecaron y han sido destituidos de la gloria de Dios (Romanos 3). También nos ayuda a devolver la conversación a lo central (la Gracia y Jesús), cuando la conversación deriva en temas secundarios.
P.- Hay muchos libros que hablan sobre la homosexualidad desde una perspectiva cristiana. ¿Qué aporta tu libro a este tema?
R.- Lo que es diferente en “Mi amig@ es homosexual” es que intenta formar directamente a los amigos de personas con tendencias homosexuales. Otros libros tratan muy bien los pasajes de la Biblia que hablan sobre el tema o dan respuestas a personas que luchan con su sexualidad. En mi caso concreto, mientras hablaba con otras personas sobre mis propias luchas, no encontraba nada adecuado que recomendar para gente que quería “ser un buen amigo”, fuera con creyentes o no creyentes.
Creo que la iglesia tiene una responsabilidad como conjunto de ser una familia contracultural que incluya a personas que no tienen familia propia, además de acercarse a los perdidos. La comunidad gay es uno de los campos de misión más descuidados en el mundo occidental. Oro que mi libro pueda ayudar a formar a cristianos a cumplir con su obligación con estas personas.
P.- ¿Qué te sugiere la palabra “sanidad”? ¿Es “ser sano” siempre algo directamente relacionado con el cambio de orientación sexual de una persona?
R.- Cuando se usa la palabra “sanidad” en el contexto de la homosexualidad y el Cristianismo, puede llevarnos a algunas polaridades y expectativas que no ayudan a bien. Puede llevarnos a pensar en blanco y negro, a pensar que sólo hay dos extremos: homosexuales practicantes u homosexuales cristianos que han sido sanados. En realidad, hay un espectro muy amplio entremedio que incluye a personas fieles a Dios que pese a ello siguen viviendo con inclinaciones sexuales hacia personas del mismo sexo (un grupo en el que yo misma estaría incluida).
Creo que la palabra “sanidad” se aplica mejor en un sentido más amplio que incluiría todos los cambios que esperamos ver en una vida en la que el Espíritu Santo está actuando. El Espíritu Santo “nos sana” a todos, en mayor o menor medida, en todo tipo de áreas mientras pasamos nuestra vida aquí. Algunos experimentan un cambio y sienten menos ira por ejemplo, otros lucharán con ello por el resto de sus vidas. Lo mismo se aplica a la envidia, la codicia, el orgullo, la lujuria o la orientiación sexual, a lo mejor. En mi propia vida, no he experimentado un cambio de orientación, pero estoy “sanada” (en el sentido de ser más como Jesús) en varias otras formas. El reto es vivir una vida de fidelidad, sea cual sea el nivel de “sanidad” que veamos en nuestras vidas.
P.- ¿Qué realidades te han ayudado a ti personalmente en tu vida, en el caminar hacia adelante en tu situación personal?
Una cosa que me cuesta especialmente es que a menudo me siento muy aislada por haber tomado las decisiones que he tomado en cuanto a mi sexualidad. Da la sensación que mires donde mires, hay personas en relaciones de pareja homosexuales, tanto dentro como fuera de la iglesia. Cuando me siento así [soledad] voy al Salmo 37 o la historia de Noé en Génesis. EL Salmo 37 me recuerda que el salmista vivió el mismo tipo de frustraciones que yo (aunque por motivos diferentes) y Génesis me da otro ejemplo de un cristiano que hizo algo que todos a su alrededor pensaban que era una locura, pero Noé finalmente fue recompensado por su obediencia.
Amistades cercanas me ayudan de forma muy práctica. Hago todo lo posible para pasar mucho tiempo con amigos cristianos que me den muchos abrazos, amor y apoyo.
R.- Y finalmente, ¿qué le dirías a alguien que está luchando con tendencias homosexuales?
R.- Le diría que no está solo o sola. Que lea Sofonías 3:17, ¡Dios se regocija por ti con cánticos! Que lea el salmo 139, ¡estás hecho de forma maravillosa! Que lea el Salmo 34, el Señor está cercano a los que tienen el corazón quebrado. A veces es difícil para alguien con atracción hacia personas del propio sexo que estas cosas son verdad para ellas mismas. Quiero insistir que realmente son verdad.
Por último, animaría a esta persona a leer el libro y que lo regale a todos sus amigos, así les ayudará a entender su situación y le podrán apoyar mejor.
* “Mi amig@ es homosexual”, de Alex Tylee, se puede conseguir poniéndose en contacto con Publicaciones Andamio: [email protected]  o en la web. También puede conseguir el libro en la página web de la editorial , o en su librería cristiana más próxima.

Autores: Joel Forster

© Protestante Digital 2011