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Sinais do Fim dos Tempos: O Vinho para o Serviço do Terceiro Templo está agora Pronto

http://www.diariocristianoweb.com/2019/05/06/vino-rabinos-verifican-templo-listo-senal/

ISRAEL – Trinta garrafas de vinho foram entregues ao novo Sinédrio de Israel, sendo aprovadas para uso no serviço do Templo, na semana passada. De acordo com a Breaking Israel News, a produção de bebidas segue uma tradição antiga e é feita em um vinhedo onde as obrigações do ritual se seguem.

O vinho tem um status especial para o judaísmo, onde é usado para a celebração do sábado, festas como a Páscoa e rituais como casamento e circuncisão.

Embora seja proibido aos sacerdotes beber vinho no templo, uma libação com a bebida deve ser oferecida no ritual todas as manhãs como parte da adoração. Um quarto de hin – um pouco mais de um litro -, é necessário que seja derramado no altar, como ensinado em Números 15: 5.

As uvas são uma das sete espécies de plantas em que Israel é especialmente abençoado, de acordo com o texto de Deuteronômio 8: 8.

Rabino Hillel Weiss para quem é porta-voz do conselho, eu indico a necessidade de vinho para ser usado no Terceiro Templo deve ser kosher, e purificado por um padre.

O retorno dessas uvas para Israel depois de ser banida durante os anos de governo islâmico, quando o álcool foi proibido, está profetizado por Miquéias 4: 4 como um prenúncio da vinda do Messias.

Os requisitos para um vinho ser considerado kosher são mais rigorosos do que outros alimentos. Em todo o processo, desde o esmagamento das uvas até o engarrafamento, deve ser feito inteiramente por judeus que guardam o sábado.

A indústria do vinho em Israel é muito grande, com centenas de vinícolas, que produzem mais de dez milhões de garrafas por ano. Até agora, os requisitos para seu uso no templo não foram atendidos, Weiss salientou.

O vinho é anexado ao óleo como elementos rituais básicos para a retomada dos cultos de acordo com as determinações bíblicas. O Instituto do Templo criou todas as partes interiores e cuidando de tudo, incluindo animais para sacrifício, que devem seguir rigorosamente a Lei da Torá.

Produção do ritual

Como primeiro ponto, é necessário encontrar uma vinha que seja adequada. Normalmente, as videiras são cultivadas acima do solo suspensas nos galhos. Estas uvas para o vinho do Templo são cultivadas diretamente no chão, sendo este um método que não é usado atualmente.

A técnica é usada apenas no vinhedo pertencente a uma escola secundária em Yatir, ao sul de Hebron. Moshe Hagger, que é diretor da escola, trabalhou profissionalmente em um armazém antes de entrar no setor de educação e manter um vinhedo para fins educacionais.

“Toda a produção da vinha é orgânica”, disse Hagger. “As máquinas não são usadas quando as uvas são colhidas ou quando o vinho é feito. Eles são os estudantes que pisam as uvas. Nós não adicionamos outro elemento ou produtos químicos no processo. A fermentação é causada pela levedura natural da pele da uva “, disse ele. Ele deixou muito claro que o objetivo era mostrar aos seus alunos como era a produção tradicional e nunca imaginou que seu vinho pudesse ser usado no Templo.

O judeu praticante diz que ele segue a Torá e, portanto, durante o ano sabático, não há produção em sua terra. Este é um hábito extremamente raro no Israel moderno. Sua pequena vinha produziu 60 garrafas no ano passado, respectivamente. Metade deles foi adquirida pelo rabino Weiss para o Sinédrio.

Este líder religioso explicou que ficou surpreso com a qualidade do vinho. “Eu não esperava que o vinho fosse excepcional. O vinho não é apenas uma parte essencial do serviço do Templo, mas o antigo Israel era conhecido por produzir o melhor vinho do mundo “, salientou Weiss.

Na semana passada, uma cerimônia muito especial chamada “terumá e maaser” aconteceu nas colinas de Jerusalém. Acompanhado de rabinos e milhares de litros de vinho de qualidade foram oferecidos como um dízimo. Quando o Templo for reconstruído, eles justificam que todo o dízimo de origem agrícola armazenado será levado ao Templo.

Fonte: Christian News

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A revelação do Azeite da Santa Unção

A GENUÍNA UNÇÃO DE DE DEUS
O Azeite da Santa Unção (Êx 30.22-33; 40.9-16).

O azeite da unção: (grego: kàbôt: “transmissão de autoridade, dádiva, força, honra, equipar para o serviço, santidade ou separação para Deus”). O próprio Deus deu a fórmula exata para a composição deste óleo sagrado e único. Os ingredientes na sua composição foram: (1) seis quilos de pura mirra (goma arábica); (2) três quilos de canela aromática; (3) três quilos de cálamo (cana) aromática; (4) seis quilos de cássia, e (5) seis litros de azeite puro de oliveira.

Com este óleo sagrado Moisés deveria ungir a Tenda e todos os móveis do Tabernáculo e seus utensílios, tudo que neles tocasse se tornaria santo; também deveria ungir Arão e seus filhos para o sacerdócio. Foi composto de conformidade com a arte do perfumista. Os ingredientes sólidos eram pulverizados e fervidos no azeite de oliveira. Estava proibido derramá-lo sobre qualquer outra pessoa, a não ser sobre os sacerdotes ou fazer outro da mesma composição, a penalidade era a morte.

1. Os ingredientes aromáticos que compunham o azeite da unção revelam verdades sobre o Messias (hebraico: “Mãshïah) – (aramaico: Meshïhã) – (grego: Christos) Cristo “o Ungido” (Jo 1.41; 4.25). Todos os lugares, coisas e pessoas ungidas no Antigo Testamento apontavam para o Senhor Jesus Cristo ou profetizavam dele, que era o Messias, o Ungido do Senhor. Ele é a personificação do Tabernáculo de Moisés com todos seus utensílios (Jo 1.14). O propósito da divina unção sobre Ele era que agisse na função (ofícios ou cargos) tríplice de representados nas três divisões do Tabernáculo:

a)- No Pátio – O Profeta: Jesus pregou (a bacia de bronze) o caminho de escape do poder e da culpa do pecado e abriu o caminho da salvação por sua morte na cruz (altar de bronze) (Mc 6.15; Jo 4.19).

b)- No Lugar Santo – O Sacerdote: Jesus representa o homem diante de Deus (candelabro), intercede por ele (altar de ouro) e aproxima o homem de Deus na comunhão (mesa dos pães) (Hb 2.14-16; Ef 1.6).

c)- No Santíssimo Lugar – O Rei: Esse era o Messias esperado, um grande Rei da casa de Davi que governaria Israel e as nações (“na sala do trono”) e por meio de seu reino haveria paz, justiça ( o propiciatório) e ordem e prosperidade (a arca) (Sl 110.1-4; Hb 10.13).

2. As três palavras gregas relacionadas à expressão “Unção” são as seguintes:

• Chrio – verbo grego que significa “ungir”. Deus Pai é aquele que unge (At 4.27).

• Christos – substantivo grego que significa “o ungido”. O Filho de Deus é o Ungido (Jo 1.41).

 Chrisma – substantivo grego que significa “unção”. O Espírito Santo é quem dá a unção (1 Jo 2.20,27).

3. Temos, portanto, uma mistura de cinco ingredientes (número da graça de Deus e da cruz) para fazer o santo óleo da unção. É somente através da graça de Deus e da expiação que se pode obter o óleo da unção. Essas especiarias produziam um sabor doce e amargo (Hb 12.2), e o óleo de oliva mistura tudo, ou seja, a unção permanece na unidade da Igreja (Sl 133).

Especiarias e composição do Azeite da Santa Unção (Êx 30.23.-25)

a)- Mirra: 6 kilos -(Hebraico: mõr; grego: satkté) – Exudação resinosa da haste e dos ramos de uma árvore baixa. A goma goteja do arbusto no chão, onde endurece para formar uma resina oleosa. No jardim do Getsêmani (prensa de azeite) Jesus debaixo da pressão de nossos pecados e humilhado à “sombra da Cruz”, em agonia o seu suor tornou-se grandes gotas de sangue que corriam até o chão (Lc 22.43). A mirra é um símbolo de sofrimento e humilhação: (1) Mirra no Seu nascimento (Mt 2.11); (2) Mirra na Sua crucificação (Mc 15.23); (3) Mirra no Seu sepultamento (Jo 19.39).

b)- Canela Aromática: 3 kilos – Extraído da parte interior da cortisa rica em aroma, de uma árvore originária do Ceilão, Malásia. Essa extração deixava a árvore praticamente desnuda e sem beleza exterior. No Calvário extraíram a beleza (Is 52.14) e repartiram as vestes de Jesus (Mt 27.35), e despiram-no (Mt 27.28), mas o maravilhoso aroma, o perfume do Salvador exalou em todas as tribos, e língua, e povo, e nação (2 Co 2.14-16; Ap 5.9).

c)- Cana Aromática (cálamo): 3 kilos – (Hebraico: qãneh). Mais conhecida por cana de açúcar, proveniente de longínquas terras, como a China, Índia e Arábia e Norte da África, levada depois pelos mercadores à Terra Santa. Planta que depois de triturada e moída produzia um sumo doce e perfumado. Jesus transformou-se na “cana trilhada, moída” (Is 42.3). Foi açoitado, e batiam-lhe na cabeça com uma cana (Mt 27.29,30). A doçura da salvação alcançaria as mais longínquas terras através de Missões (At 1.8).

d)- Cássia: 6 kilos – (Hebraico: qiddâ) – No idioma árabe significa “descascado”. Planta cultivada na Ásia Oriental, e que possui fragrante propriedade aromática. Arrancavam à casca da planta que ficava ferida até recompor-se novamente criando uma nova casca. Depois de seca, pulverizavam, ou moíam até reduzi-la em pó aromático. “As costas dou aos que me ferem e a face, aos que me arrancam os cabelos; não escondo a face dos que me afrontam e me cospem” (Is 50.6). Mas Ele foi ferido… moído (53.5) morto, mas ressuscitou (Ap 1.18).

e)- O azeite de oliveira: 6 litros – era produzido numa prensa de pedra em forma de rolo, era manipulada por duas pessoas, as quais esmagavam as azeitonas transformando-as numa polpa, que era então pisada (Dt 33.24) ou sujeita a pressão esmagadora. Após a remoção das impurezas, o azeite estava pronto para ser usado. O Jardim do Getsêmani (gath-shemen – “prensa de azeite”) recebeu esse nome das prensas de azeite ali construídas.

Jesus Cristo “o fruto da oliveira”, foi esmagado, pisado e sofreu a pressão esmagadora na cruz do Calvário (Is 53). O “rolo esmagador da prensa do castigo e do juízo” transformou Jesus na poderosa Unção que quebra o jugo do pecado, enfermidades e demônios trazendo o regozijo da salvação (Is 10.27). As duas Pessoas, o Espírito Santo e o Pai estavam envolvidos na “prensa de azeite” (Is 61.3). O óleo era fervido num pote de bronze, onde colocavam as especiarias pulverizadas unindo-as na Unção. (Sl 133).

4. O óleo da unção sugere algumas características de Cristo. Assim como aconteceu com a preparação e as proporções estipuladas na sua fórmula com exceção do azeite de oliveira, tanto o cálamo (cana), a cássia e a canela, eram raros e de alto preço eram obtidos através de processos, como cortar descascar ou esmagar a planta, árvore ou fruto.

Cristo (hebraico: o Messias, o Ungido) que foi ferido, cortado e esmagado, cuja vida foi oferecida ao Pai como aroma agradável na unção e poder do Espírito Santo (Lc 22.44). Tudo isso significa que a Obra Redentora do Calvário foi o projeto mais caro e de altíssimo e infinito valor pago por Deus que estava em Cristo, reconciliando o mundo consigo mesmo (1 Pe 1.18-21; Sl 49.7,8).

5. As suas proporções estipuladas para cada um dos ingredientes revelam: o número três (quilos) o Deus Trino participa da Unção na vida da Igreja, representado pelo número seis (quilos, litros).

6. O Espírito Santo ungiu Jesus para realizar seu ministério (Is 61.1; Lc 4.18) e por meio dele somos agora ungidos por Deus (2 Co 1.21,22). Como o sacerdote ungido com óleo (grego: chrisma) se santificava, nós somos ungidos e santificados pelo Espírito Santo (1 Pe 1.2) para servirmos a Deus (1 Jo 2.27). A Igreja o corpo de Cristo, participa da mesma unção do Espírito e leva consigo:

• A Igreja e a Unção Profética – Ministério da Palavra, ministério de dons e dons do Espírito Santo (Ap 10.10,11; Ef 4.9-11; 1 Co 14.1; Rm 12.4-8).

• A Igreja e a Unção Real – Ministério de autoridade, governo, reino e poder sobre o inimigo (Ap 1.6; 5.10; 1 Pe 2.5-9; Mt 16.16-18).

• A Igreja e a Unção Sacerdotal – Ministério da reconciliação, intercessão, oração, adoração e louvor a Deus (1 Pe 2.5-9; Ap 1.6, 5.10).

7. A unção de azeite, não deveria ser feita para qualquer uso comum. Deste modo Deus mantém na mente do povo a reverência por seu serviço, ensinando-o a não profanar e nem abusar de coisa alguma pela qual Ele se dá a conhecer. É uma afronta para Deus quando alguém brinca com as coisas sagradas e toma descuidadamente a sua Palavra e as suas ordenanças. É sumamente perigoso e fatal usar o Evangelho do Senhor Jesus Cristo para fomentar os interesses humanos (Êx 30.32,33; 31.11).

Livro “Os Mistérios do Tabernáculo de Moisés” do Pr. Antonio Romero Filho

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7 práticas culturais e religiosas muito bizarras

Cada povo, tribo ou religião tem práticas distintas. Algumas podem ser muito parecidas entre elas, mas outras podem ser um tanto esquisitas. Por exemplo, o que é muito comum para um muçulmano xiita, como sangrar horrores em rituais de autoflagelação, pode significar um show de horrores para nós.
Assim como essa, outras práticas culturais e religiosas chamam a atenção do mundo pela bizarrice no presente e também foram alvos de espanto no passado. Conheça algumas logo abaixo:

1 – Amputação de dedos na Indonésia

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Imagine se a cada parente falecido seu você cortasse uma parte de seu dedo? Além da dor emocional, se tivéssemos essa prática por aqui, passaríamos por dores físicas extremas em alguns períodos de nossas vidas. Pois esse costume cruel faz parte da tribo Dani que fica na Indonésia e essa dor a mais sobra para as mulheres.
Lá, quando um membro da família morre, as mulheres da tribo expressam fisicamente o seu pesar cortando um pedaço da ponta de um de seus dedos. A prática cultural é realizada como um meio para satisfazer os fantasmas ancestrais. Apesar de já não ser tão frequente como no passado, alguns integrantes da tribo continuam a fazer o ritual.
Antes de serem amputados, os dedos são amarrados com uma corda por 30 minutos para adormecer a região. Depois disso, as pontas em feridas são queimadas para criar novo tecido cicatricial.

2 – Autoflagelação dos muçulmanos xiitas

Você já deve ter visto algumas cenas de manifestações xiitas em que os homens se autoflagelam com chibatadas nas costas até sangrarem ou mesmo batendo a mão nas suas cabeças. De fato, esse povo muçulmano é bastante conhecido por se martirizarem em praça pública.
No Ashura, que é um evento islâmico reconhecido por muçulmanos de todo o mundo, é celebrado o dia do martírio de Husayn ibn Ali (ou Imam Hussein), neto do profeta Maomé, na Batalha de Karbala no século 7. De acordo com a história, Hussein e seus companheiros foram repetidamente atingidos na cabeça com punhais e seu sangue foi derramado sobre as ruas muçulmanas.
Assim como foi no passado, o mesmo ritual é realizado por centenas de homens que derramam o seu próprio sangue em chocantes atos de autoflagelação com batidas de facões na cabeça. Segundo eles, isso serve como forma de absolver o pecado e lamentar o fato de que eles não estavam presentes para salvar Hussein.

3 – Ritual funerário dos esquimós

Alguém aí se lembra da Família Dinossauros? Em um episódio, chamado O Dia do Arremesso, o Dino deveria arremessar a sua sogra do alto de um penhasco num poço de piche para o seu fim, pois ela já tinha completado 72 anos e o “arremesso” para a morte fazia parte da tradição. Com exceção de arremessar a pessoa, com os esquimós acontecia algo parecido.
Embora quase não exista mais, a cerimônia consistia em colocar o corpo de um ancião falecido ou mesmo ainda vivo para enfrentar a sua velhice em um tipo de maca que ficaria a deriva das águas gélidas para a eternidade.
Os esquimós acreditam na vida após a morte e esta prática era uma forma de garantir que os idosos não fossem um fardo para a família, enviando-os para o seu fim forma digna e graciosa, de acordo com as tradições.

4 – Endocanibalismo em tribo amazônica

Na tribo Yanomami, da floresta amazônica (entre o Brasil e Venezuela), tomar uma sopinha pouco tempo depois do falecimento de um membro pode vir com um “temperinho” especial.
Essa tribo indígena é conhecida por sua tradição de endocanibalismo. Quando uma pessoa morre, o ritual consiste em envolver o cadáver em folhas e permitir que os insetos ataquem o corpo em decomposição.
Após 30 a 45 dias, os ossos são recolhidos, triturados, pulverizados e misturados numa sopa de banana para ser consumida por todos. Mas ainda sobra um pouquinho do pó de índio para ser consumido após um ano, quando eles consomem novamente com uma sopa de folhas de bananeira. Segundo a tradição, o ritual ajuda a garantir que as almas encontrem seu caminho para o paraíso.

5 – Sacrifício de ursos em tribos do Japão e Rússia

Ursos de verdade são ferozes e perigosos, mas nem por isso há motivo para matá-los se eles não atacarem. Bem, isso não era problema para o povo Ainu, que engloba algumas tribos indígenas que vivem em ilhas do Japão e da Rússia (Hokaido, ilhas Curilas e Sacalina).
Nesses locais, esses povos sacrificavam ursos em nome da devoção à religião e à natureza, acreditando que esses animais eram deuses andando entre os seres humanos. Dessa forma, eles achavam que o sacrifício do urso abençoava a alma da humanidade.
Além de sacrificarem os ursos, os membros das tribos bebiam o sangue do animal, comiam a carne e colocavam o crânio em cima de uma lança envolvida com a pele dele. Apesar da prática já não ser tão difundida, ela ainda ocorre em algumas áreas.

6 – Carregar a noiva andando em brasas na China

Embora seja praticado ainda em poucas regiões da China, esse costume, de o noivo carregar a noiva andando sobre brasas antes de chegar a sua casa, ainda é um tanto bizarro.  Segundo a tradição, o ritual garante que a mulher tenha uma gravidez tranquila e um parto bem-sucedido.

7 – Vivendo com os mortos na Indonésia

Qualquer semelhança com o filme Um Morto Muito Louco não é mera coincidência. Pegar o falecido mumificado, botar uma roupa maneira e levar para passear é algo bastante comum para alguns grupos étnicos no distrito Toraja, na Indonésia.
Lá, eles praticam um ritual de viver com os cadáveres de seus entes queridos durante meses antes de enterrá-los. Uma coisa, assim, bastante agradável, não é mesmo? O cadáver é mantido em segurança em uma sala separada na casa até que o corpo possa ser devidamente enterrado. Nesse meio tempo, eles carregam eles para alguns lugares, equilibrando os corpos de pé.
Este ritual, no entanto, tem menos a ver com a tradição e mais com dinheiro. Segundo a tradição, o morto é julgado no céu e só é considerado bem-sucedido para ter passe livre por lá pela quantidade de espírito de animais que o levou até o território celestial.
Dessa forma, de julho a outubro acontecem as cerimônias fúnebres com o sacrifício de centenas de animais. Mas as pessoas devem pagar uma fortuna por isso, para que o seu parente possa ser enterrado e “levado” pelos animais. Por isso, eles ficam tanto tempo dando bandeira na casa dos familiares.