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Católicos atacam pastor que queria retirar Ave Maria de bandeira

 

O nome “Ave Maria” está na bandeira da cidade de Sidrolândia, Mato Grosso do Sul.

O Conselho Pastoral da Paróquia Nossa Senhora da Abadia respondeu à iniciativa do pastor evangélico que pede ao ministério público para retirar o nome “Ave Maria” da bandeira da cidade de Sidrolândia, Mato Grosso do Sul.

O artigo foi escrito por Luis Medalha, do Conselho Pastoral, defendendo a manutenção da inscrição, sob o argumento de que,“proclamar o nome de Maria na bandeira da cidade não se trata de idolatria,” disse.

“Irmão Adilson: estamos preocupados com você! Por quê? Ora, porque quem se irrita com o nome de Maria é o diabo.”

Luis responde às ações do pastor Igreja Evangélica de Sidrlândia, Adilson Machado de Souza, que alega que a inscrição no símbolo do município fere o Direito Constitucional de liberdade religiosa, favorecendo a Igreja Católica.

Adilson vive há 23 anos na cidade, mas notou somente em 2009 que o nome da santa estava na bandeira.

“Eu nunca tinha me dado conta. Há dois anos vi a bandeira e percebi. Aí, como cidadão comum, eu resolvi entrar com uma ação judicial contra a Prefeitura,” disse.

O pastor, que é também professor de inglês formado em Letras pela UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), afirmou que, “a bandeira foi feita por meio de decreto do fundador. Na simbologia não aparece sequer o porquê da inscrição.”

Na carta Luis responde que em “primeiro lugar somos Irmãos em Cristo Jesus pois assim eles nos ensinou ‘Amai-vos uns aos outros como eu vos amei .’”

Luis fez um alerta citando a primeira carta de João 2: 9 que diz, “aquele que diz estar na luz e odeia seu irmão Jaz ainda nas trevas.” E citando também Tito 3: 9, “Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs,” ele diz que “credito que nem eu e nem o irmão Adilson queremos responder pela indignação do apostolo Paulo.”

Ele pediu também a Adilson que “olhe a sua volta e veja a face de Jesus nos pobres, nos doentes, nos encarcerados, nas crianças, etc. Assim a comunidade ira lhe reconhecer como um homem de Deus.”

O pastor Adilson também está preparando um abaixo assinado que até o momento já contém cerca de 1000 assinaturas.

Data: 14/2/2011 08:38:01
Fonte: Christian Post

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‘AVE MARIA’ Pastor quer tirar frase da bandeira de município

A inscrição faz parte do símbolo do município desde a fundação, há quase 70 anos.

Nome da principal oração com a qual os católicos saúdam a mãe de Jesus, a “Ave Maria” poderá ser retirada da bandeira de Sidrolândia, município localizado a 71 kmde Campo Grande (MT).

Desde novembro, uma defensora pública está preparando uma ação judicial a pedido do pastor Adilson Machado de Souza, da Igreja Evangélica, para retirar o nome da santa.

Além disso, um abaixo-assinado pedindo a retirada da “Ave Maria” já conta com cerca de 1000 assinaturas.

O argumento é de que a inscrição no símbolo do município fere o Direito Constitucional de liberdade religiosa, favorecendo a Igreja Católica. Apesar de morar em Sidrolândia há 23 anos, apenas em 2009 o pastor Adilson notou que o nome da santa estava na bandeira.

“Eu nunca tinha me dado conta. Há dois anos vi a bandeira e percebi. Aí, como cidadão comum, eu resolvi entrar com uma ação judicial contra a Prefeitura”, disse.

O pastor, que é professor de inglês formado em Letras pela UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), chegou a pesquisar sobre a origem da bandeira. “A bandeira foi feita por meio de decreto do fundador. Na simbologia não aparece sequer o porquê da inscrição”, afirmou.

Ele está confiante de que conseguirá mudar o símbolo de Sidrolândia.

Data: 10/2/2011 08:32:54
Fonte: Fátima News

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Católicos não podem se confessar pelo iPhone, diz Vaticano

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DA REUTERS, NA CIDADE DO VATICANO

 

Os católicos não podem fazer suas confissões por meio do iPhone, e a tecnologia não substitui a presença física quando se admite os pecados a um padre, disse um porta-voz do Vaticano nesta quarta-feira (9).

O comunicado do padre Frederico Lombardi foi divulgado depois do lançamento nos Estados Unidos de um aplicativo para o iPhone criado para ajudar os católicos na confissão exigida pela Igreja Católica.

"Não se pode de forma alguma se confessar pelo iPhone", disse Lombardi nesta quarta-feira, acrescentando que a confissão requer a presença do penitente e do padre.

"Isso não pode ser substituído por qualquer aplicação de telecomunicações", afirmou.

O aplicativo Roman Catholic acompanha os católicos pelo processo de sacramento e contém o que a empresa responsável pelo programa considera ser "uma avaliação personalizada da consciência para cada usuário".

Segundo os inventores, o programa não foi criado para substituir as confissões presenciais, mas ajuda os católicos no processo, que geralmente envolve admitir pecados aos padres em uma cabine de confissão.

Reportagens afirmando que o aplicativo tinha recebido aprovação da Igreja Católica nos EUA indicaram que agora seria possível se confessar por meio do iPhone.