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Cientista usa física quântica para provar que Deus existe

 adaoARIADNE ARAÚJO

colaboração para a Livraria da Folha

Deus existe e a ciência está descobrindo evidências de sua existência. Quem afirma é Amit Goswami, filho de um guru hinduísta e hoje referência mundial em estudos que buscam conciliar ciência e espiritualidade. Mas, para esse pós-doutor em física quântica, não se trata do conceito popular de Deus, o poderoso imperador em um trono no céu, a distribuir curas, perdões e castigos. O Deus a que ele se refere pode ser chamado de consciência quântica, mas há quem prefira campo quântico ou campo akáshico.

Divulgação

Amor é a maior evidência da existência de Deus, diz livro

Amor é a maior evidência da existência de Deus, diz livro

Em “Deus Não Está Morto” (Aleph), ele afirma que, para começo de conversa, há muito mais do que matéria no universo ao contrário do que pensa a ciência tradicional. Segundo Goswami, tão antiga quanto o homem, essa questão até então não resolvida encontra agora respaldo científico e pode ser demonstrada a partir da evidência de uma consciência maior, com poderes causais, ou seja, de intervenção, e um corpo sutil, não material.

O problema, segundo Amit Goswami é que a fundamentação da existência divina está na física quântica, o que para a maioria é como ouvir grego. Por isso, diz ele, a mensagem demora a penetrar nas consciências. O objetivo do livro, então, seria acelerar essa nova aceitação de Deus e incentivar a que se demonstrem essas evidências também no âmbito da ciência tradicional. Para isso, Goswami compra briga com os que ele chama céticos, representados pelo cientista materialista, o teólogo cristão e o filósofo ocidental.

Para tentar entender mais o tema, afivele o cinto de segurança. Já sabemos, o Deus de que Goswami fala é a consciência quântica. Na física quântica, os objetos não são coisas determinadas. São, na verdade, possibilidades dentre as quais a consciência quântica, Deus, escolhe uma. A escolha de Deus, então, transforma essa possibilidade quântica em evento real, experimentado por um observador. Segundo o autor, isso já foi comprovado por experimentos objetivos, tanto no mundo micro como no macro.

De acordo com o livro “Deus Não Está Morto” , o amor é uma das qualidades divinas e, assim, a maior evidência da existência de Deus. Para Goswami mundialmente conhecido ao expor suas ideias no filme What the bleep do we know?, ou, Quem somos nós? – a hipótese quântica de Deus resolve de uma só vez todos os mistérios ainda não solucionados da biologia, como a origem da vida, a evolução, os sentimentos (como o amor) e a consciência. Além disso, coloca a ética e os valores em seu devido lugar: “no centro de nossas vidas e sociedades”.

medrado. perfil

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Ciência

Células-tronco transformam ratos machucados em ‘super-heróis’, diz estudo

Transplante causou crescimento de 170% nos músculos dos receptores, e ganho se manteve por toda a vida

 

REUTERS

A injeção de células-tronco em camundongos machucados fez com que seus músculos atingissem o dobro do tamanho original em questão de poucos dias, criando roedores poderosos com músculos grandes e fortes que duraram o resto de suas vidas, informam pesquisadores americanos.

Se o mesmo valer para seres humanos, a descoberta poderá levar a tratamentos para doenças que causam deterioração muscular, como  distrofia.

Ela poderá até mesmo ajudar as pessoas a combater a erosão natural dos músculos que vem com o envelhecimento, disseram os autores do estudo, em artigo publicado na revistaScience Translational Medicine.

“Este foi um resultado muito interessante e inesperado”, disse um dos autores, Bradley Olwin, da Universidade  do Colorado em Boulder.

“Descobrimos que células-tronco transplantadas são alteradas de modo permanente e reduzem o envelhecimento do músculo transplantado, mantendo força e massa”.

A equipe de Olwin fez o experimento em camundongos jovens com ferimentos nas pernas, injetando neles células-tronco musculares extraídas de camundongos doadores.

Células-tronco têm a propriedade de renovar-se constantemente, formando outras células especializadas.

Essas células não apenas repararam os ferimentos, como fizeram o músculo tratado crescer 170%.

os cientistas acharam que a mudança seria temporária, mas ela durou por toda a vida dos animais, de cerca de dois anos.

“Quando os músculos foram examinados dois anos depois, descobrimos que o procedimento havia mudado de forma permanente as células transplantadas, tornando-as resistentes ao processo de envelhecimento do músculo”, disse ele.

Olwin e colegas disseram que a injeção das células em músculos saudáveis não gerou o mesmo efeito, o que sugere que há algo importante na associação das células-tronco com o ferimento que desencadeia o crescimento.

As descobertas encorajam estudos em humanos, mas Olwin lembra que o resultado espetacular foi obtido em camundongos, não em pessoas.

 

 

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Estudos

Cientistas dão mais um passo para criar efeito da invisibilidade

 

Qui, 04 Nov, 02h25

Londres, 3 nov (EFE).- Cientistas da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, anunciaram a criação de um material chamado Metaflex, que dá mais um passo à fabricação de tecidos que permitam criar o efeito da invisibilidade dos objetos.

O Metaflex é um meta-material, ou seja, um material artificial que apresenta propriedades eletromagnéticas incomuns, que procedem da estrutura projetada, e não de sua composição.

No passado, foram desenvolvidos meta-materiais que curvam e canalizam a luz para tornar invisíveis os objetos em longas longitudes de onda, mas a luz visível representa um desafio maior.

A pequena longitude de onda da luz do dia faz com que os átomos do meta-material precisem ser muito pequenos, e até agora estes átomos menores só puderam ser produzidos sobre superfícies planas e duras, incompatíveis com os tecidos das roupas.

A novidade apresentada por este trabalho é que o Metaflex consta de membranas flexíveis de meta-material, criadas graças ao emprego de uma nova técnica que permitiu liberar os meta-átomos da superfície dura sobre a que foram produzidos.

Desta maneira, o Metaflex pode atuar em longitudes de onda de 620 nanômetros dentro da região da luz visível.

A união destas membranas poderia produzir um "tecido inteligente", que seria o primeiro passo para fabricar uma capa ou qualquer outra peça para "fazer desaparecer" à pessoa que a vista. EFE

fpb/pa