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A 5ª Dimensão e suas Relações com a Bíblia

A 5a. Dimensão

A ideia de uma 5ª Dimensão fascina a humanidade há séculos, transitando entre a física teórica, a geometria espiritual e, para muitos estudiosos, conceitos profundos encontrados em textos sagrados como a Bíblia.
Para compreender essa relação, precisamos primeiro entender o que é essa dimensão sob a ótica da percepção humana e, em seguida, como ela se conecta com a narrativa bíblica.

O que é a 5ª Dimensão?

No nosso dia a dia, vivemos e percebemos o mundo em um espaço quadridimensional:

  • As três primeiras dimensões (Espaço): Altura, largura e profundidade. É o mundo físico que tocamos e vemos.
  • A quarta dimensão (Tempo): A linha linear que nos move do passado para o futuro. Nós experimentamos o tempo, mas não podemos caminhar livremente por ele.
    Na física teórica (como na Teoria das Cordas), dimensões adicionais são calculadas matematicamente para explicar as forças do universo. No entanto, no campo da espiritualidade e da consciência, a 5ª Dimensão (ou 5D) é descrita não como um “lugar físico”, mas como um estado de consciência elevada.
    Nesse estado 5D, as limitações do espaço e do tempo linear deixam de existir. É um plano de pura energia, onde imperam o amor incondicional, a unidade (a percepção de que tudo está conectado) e a transcendência da matéria.

Relações e Referências na Bíblia

Embora a palavra “dimensão” seja um termo científico moderno que não aparece textualmente nos manuscritos originais em hebraico, aramaico ou grego, a Bíblia está repleta de relatos que descrevem realidades que operam além das quatro dimensões conhecidas.
Para muitos teólogos e pensadores místicos, o “Mundo Espiritual” ou o “Reino dos Céus” descrito nas Escrituras é, essencialmente, a manifestação dessa quinta dimensão (ou dimensões ainda superiores). Veja os principais pontos de convergência com seus respectivos textos:

1. A Transposição do Espaço e do Tempo (A Eternidade)

Na 5ª dimensão espiritual, o tempo não é uma linha com começo e fim, mas um “eterno agora”. A Bíblia descreve a natureza de Deus exatamente desta forma em 2 Pedro 3:8:

“Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.”

Deus também se apresenta a Moisés em Êxodo 3:14 com uma afirmação temporal marcante:
“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.”

Ele habita fora da nossa limitação temporal, em um plano onde o passado, o presente e o futuro coexistem, uma característica clássica atribuída às dimensões superiores.

2. O Acesso de Paulo às “Dimensões” do Amor

Em uma de suas cartas mais profundas, o apóstolo Paulo usa termos explicitamente geométricos para descrever a grandiosidade do conhecimento espiritual em Efésios 3:18-19:
“…a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade; e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.”

Note que Paulo lista quatro medidas espaciais (uma licença poética ou geométrica, já que o espaço físico só tem três) e, em seguida, aponta para uma quinta realidade que une e transcende todas elas: o Amor de Cristo. Na visão mística cristã, o amor divino é a própria energia que sustenta a “quinta dimensão”.

3. O “Terceiro Céu” e os Corpos Glorificados

Em 2 Coríntios 12:2, Paulo relata ter sido arrebatado a uma realidade superior:
“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até ao terceiro céu.”

Ele descreve uma experiência onde as leis da física tridimensional foram completamente suspensas. Da mesma forma, após a ressurreição, Jesus manifesta o que a teologia chama de corpo glorificado. Em João 20:19, vemos um exemplo de transposição de matéria:
“Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.”

Ele também demonstra a capacidade de alternar sua visibilidade instantaneamente, como narrado em Lucas 24:31:
“Abriram-se-lhes então os olhos, e o reconheceram, e ele desapareceu da presença deles.”

Jesus não estava usando caminhos físicos convencionais; Ele estava operando a partir de uma dimensão superior que intersetava a nossa realidade material.

4. A Nova Jerusalém e a Luz Pura

No livro do Apocalipse, a descrição da Nova Jerusalém (o estado final de comunhão entre Deus e a humanidade) assemelha-se muito às descrições da consciência 5D. Em Apocalipse 21:23, lemos:
“E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.”

Ali, não há choro, morte ou dualidade (o bem contra o mal), apenas a unidade perfeita e a manifestação da luz — características que os estudiosos da espiritualidade associam diretamente à transição para a quinta dimensão.

Aprofundamento: As Aparições de Jesus e a Física das Dimensões Superiores

Para compreender como os milagres pós-ressurreição de Jesus fazem sentido através da física, podemos recorrer a uma famosa analogia literária: o romance Flatland (“Planolândia”), escrito por Edwin A. Abbott em 1884.

A Analogia de Planolândia

Imagine um universo bidimensional (2D) que existe inteiramente sobre uma folha de papel lisa. Os habitantes desse mundo são figuras geométricas planas: quadrados, círculos e triângulos. Eles só conseguem enxergar para a frente, para trás, para a esquerda e para a direita. O conceito de “cima” ou “baixo” simplesmente não existe para eles; é uma dimensão inimaginável.
Se você, um ser tridimensional (3D), decidir interagir com um habitante de Planolândia (2D), fenômenos “milagrosos” acontecerão para ele:

  1. Surgimento do Nada: Se você colocar o seu dedo indicador perpendicularmente na folha de papel, o habitante 2D não verá o seu corpo inteiro, nem a sua mão. Ele verá apenas um círculo sólido que “surgiu do nada” no meio da sua sala trancada. Se você levantar o dedo, o círculo “desaparecerá” sem deixar vestígios.
  2. Onipresença e Barreiras Inúteis: Uma linha desenhada a lápis ao redor de um quadrado em Planolândia representa uma casa perfeitamente trancada. Ninguém no mundo 2D pode entrar ali. Porém, você, olhando de cima (da 3ª dimensão), consegue ver tudo o que está dentro do quadrado e pode colocar um objeto lá dentro simplesmente descendo-o pela terceira dimensão, sem tocar nas paredes estruturais.

O Corpo Glorificado como uma Realidade de Dimensão Superior

Quando aplicamos esse modelo matemático à nossa realidade tridimensional (3D) interagindo com a Quinta Dimensão (5D) ou planos superiores, as aparições de Jesus em João 20:19 ganham uma explicação geométrica fascinante:

  • Atravessar Portas Trancadas: Para nós, uma sala trancada é um bloco fechado por paredes nas três direções do espaço. No entanto, para um ser que opera em uma dimensão superior, a nossa sala 3D está completamente “aberta” por cima (pela quarta ou quinta dimensão). Jesus não precisou desintegrar Seus átomos ou quebrar a madeira da porta; Ele simplesmente moveu Seu corpo glorificado através de uma direção geométrica que nós não conseguimos perceber, “descendo” diretamente para o interior da sala.
  • Desaparecer Instantaneamente: Quando Jesus desapareceu diante dos discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24:31), Ele não deixou de existir. Do ponto de vista da física multidimensional, Ele apenas rotacionou ou deslocou Seu corpo alguns graus para fora do nosso espectro tridimensional. Assim como o dedo retirado da folha de papel continua existindo no espaço 3D, Jesus permaneceu ali, mas invisível para os olhos limitados à nossa dimensão.
  • A Dualidade Matéria/Espírito: Logo após surgir na sala, Jesus pede comida e pede para ser tocado por Tomé, provando que não era um fantasma incorpóreo. Na física de dimensões superiores, um objeto dimensionalmente superior possui massa e volume reais; porém, a sua projeção no nosso mundo é que parece parcial ou mágica. O corpo glorificado de Jesus tinha carne e ossos, mas não estava mais sujeito ou preso às restrições da malha tridimensional da nossa realidade.
    Essa intersecção mostra que a “ciência de Deus” não anula as leis da física que conhecemos, mas revela que a nossa física atual é apenas um subconjunto de uma realidade matemática e espiritual muito maior e mais complexa. O que a Bíblia chama de “Glória” ou “Plano Espiritual”, a ciência moderna tateia através do cálculo de dimensões superiores.
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  • Pr. Ângelo Medrado
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O dia em que a fé salvou o ateu Stephen Hawking

Ex-esposa do astrofísico garante: “A minha fé em Deus salvou a vida dele”

          O dia em que a fé salvou o ateu Stephen Hawking

A morte do astrofísico britânico Stephen Hawking é notícia no mundo todo. Aos 76 anos, ele ficou famoso por suas teorias sobre os buracos negros e também por tornar a física “pop”. Além dos livros que escreveu, participou de vários programas de TV, como The Big Bang Theory.

Uma das faces mais conhecidas de sua pessoa pública era sua militância ateísta. “Sou ateu. A religião crê nos milagres, mas estes não são compatíveis com a Ciência. No passado, antes de entendermos a Ciência, era lógico crer que Deus criou o Universo. Mas agora a ciência oferece uma explicação mais convincente. O que quis dizer quando disse que conheceríamos a ´mente de Deus’ era que compreenderíamos tudo aquilo de que Deus seria capaz se existisse. Mas não há nenhum Deus”, declarou ele em 2014, numa de suas entrevistas mais polêmicas.

Hawkings foi laureado como “gênio” no campo da ciência, embora sua vida pessoal escondesse uma pessoa de moral questionável. Ele casou com Jane Wilde, uma cristã dedicada, em 1965 com a qual teve três filhos. A história é relatada no filme “A Teoria de Tudo” (2014), ganhador de um Oscar.

O cientista sofria de esclerose lateral amiotrófica (ELA) e passou décadas em uma cadeira de rodas com o auxílio de um respirador artificial. Mesmo assim, traiu a esposa e desde 1990 tinha um relacionamento com sua enfermeira, Elaine Mason, com a qual se casou em 1995. Durante o segundo casamento houve acusações de violência doméstica contra ele.

Outro aspecto polêmico foi o boicote acadêmico proposto por ele contra Israel e suas declarações de apoio ao BDS – movimento anti-israelense – que lhe renderam a fama de antissemita.

Apesar de sua percepção da religião como “nociva”, sua esposa Jane Wilde escreveu um livro chamado “Rumo ao infinito”, que mais tarde foi relançado como o título de “A Teoria de Tudo”. Na obra, ela relata como era sua relação com Hawking e descreve como, mais de uma vez, Deus salvou a vida do cientista por causa das orações dela.

Uma ocasião, em especial, é destacada no livro. Em 1985, quando ainda eram casados, o cientista entrou em coma, atacado por uma pneumonia virulenta.

Embora ela diga que Hawking sempre desprezava e ridicularizava suas “superstições religiosas”, Jane conta que, naquele dia, os médicos disseram que não havia nada a fazer. Pediram, inclusive, sua autorização para desconectar o respirador artificial para deixá-lo morrer com a mínima dor possível. A decisão dela foi orar para que Deus lhe desse “mais uma chance”. No mesmo dia, o corpo dele reagiu, e os médicos conseguiram tratá-lo.

“Eu entendia as razões do ateísmo do Stephen, porque se à idade de 21 anos a uma pessoa é diagnosticada com uma enfermidade tão terrível, vai acreditar em um Deus bom? Eu acredito que não”, justifica Jane na obra de sua autoria.

Questionada em uma entrevista sobre como uma cristã praticante casou-se com um ateu militante, ela afirmou que a doença da qual sofria o astrofísico costuma dar uma estimativa de vida de um ou dois anos aos pacientes e ele viveu mais de 50 anos após o diagnóstico.

“Eu acredito que é um milagre que ele continuou vivo. Para mim é muito difícil explicá-lo”, assegura Jane. Se a fé dela salvou a vida do cientista, a ex-esposa não pode dizer o mesmo sobre a alma: “a única deusa de Stephen Hawking sempre foi a Física”. Com informações de IB Times e ACI Prensa

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W.D. Phillips, Nobel de Física, cree en Dios “gracias a la Ciencia, no pese a ella”

William Daniel Phillips

 

W.D. Phillips, Nobel de Física, cree en Dios “gracias a la Ciencia, no pese a ella”

Imagen que representa un electrón arrancado del átomo por el láser

Este cristiano protestante, que recibió el Nobel en 1997, afirma a sus 64 años: “Soy un científico serio que cree seriamente en Dios”.

18 DE NOVIEMBRE DE 2012, EEUU

El pasado día 5 de noviembre fue el 64 cumpleaños de William Daniel Phillips, físico estadounidense y ganador del Premio Nobel de Física en 1997 por el desarrollo de métodos para enfriar y capturar átomos por láser.
Este cristiano protestante, miembro de una Iglesia metodista , durante mucho tiempo ha sido parte del National Institute of Standards and Technology (Instituto Nacional de Estándares y Tecnología), es profesor en la Universidad de Maryland y también uno de los fundadores de la International Society for Science & Religion (Sociedad Internacional para la Ciencia y la Religión).
UNIÓN ENTRE CIENCIA Y FE
Hace años, escribió su testimonio explicando su pensamiento sobre la existencia de Dios y sobre la unión entre la ciencia y la fe, que puede consultarse. “Muchos creen que la Ciencia, ofreciendo explicaciones, se opone a la comprensión de que el universo es una creación que surge del amor de Dios”, comienza en su exposición el científico, “creen que la Ciencia y la Religión son enemigos irreconciliables, pero no es así”.
William Phillips responde a esta pregunta a través de su experiencia: “Yo soy físico. Hago investigación tradicional, publico en revistas, presento mis investigaciones en reuniones profesionales, enseño a estudiantes e investigadores post-doctorales, intento aprender cómo funciona la naturaleza. En otras palabras, soy un científico ordinario”.
CREYENTE ACTIVO Y COMPROMETIDO
Pero, continúa, “también soy una persona de convicciones religiosas. Asisto a mi iglesia (evangélica), canto gospel en el coro, todos los domingos voy a la escuela dominical, hablo con Dios con regularidad, trato de ´hacer justicia, amar la misericordia, y caminar humildemente con mi Dios´. En otras palabras, soy una persona común de fe (cristiana)” .
El entiende que para mucha gente, esto puede parecer una contradicción: “¡Un científico serio que cree seriamente en Dios! Pero, para muchas personas más, soy alguien como ellos. Aunque la mayor parte de la atención de los medios de comunicación va enfocada a los ateos ´ruidosos´ que afirman que la religión es una superstición tonta, o los creacionistas fundamentalistas que niegan la evidencia de la evolución cósmica y biológica, la mayoría de la gente que conozco no ninguna dificultad en aceptar el conocimiento científico y mantener la fe religiosa», asegura.
¿CÓMO PUEDO CREER EN DIOS?
Él mismo se plantea dos preguntas que tiene que responder: ¿Cómo puedo creer en Dios? y ¿Por qué creo en Dios? ¿Cómo puedo creer en Dios?
Continúa el Premio Nobel: “Como físico experimental, necesito pruebas, experimentos reproducibles y una lógica rigurosa para apoyar cualquier hipótesis científica. ¿Cómo puede una persona así basarse en la fe?”, reta.
Un científico puede creer en Dios porque esta convicción no es una cuestión científica . Una afirmación científica debe ser ´falsificable´, es decir, debe haber algunos resultados que, al menos en principio, podrían demostrar que la afirmación es falsa [….]. Por el contrario, las afirmaciones religiosas no tienen que ser necesariamente ´falsificables´”, argumenta William Phillips.
“No es necesario que todo enunciado sea un enunciado científico; ni tampoco por ello los enunciados que simplemente no son científicos pasan a ser afirmaciones inútiles o irracionales. La ciencia no es la única manera útil de ver la vida”, razona el premio Nobel.
“Como físico, observo la naturaleza desde un punto de vista particular. Veo un universo ordenado, hermoso, en el que casi todos los fenómenos físicos pueden ser entendidos con unas pocas y simples ecuaciones matemáticas. Veo a un universo que, de haber sido construido de una manera ligeramente diferente, nunca habría dado a luz a las estrellas y los planetas. Y no hay ninguna razón científica por la cual el universo no podría haber sido diferente. Muchos buenos científicos han concluido con estas observaciones que un Dios inteligente ha decidido crear el universo con esta propiedad hermosa, sencilla y vivificante. Muchos otros grandes científicos, sin embargo, son ateos. Ambas conclusiones son posiciones de fe” , responde.
Comenta William Phillips: ”Yo creo en Dios porque siento la presencia de Dios en mi vida, porque puedo ver la evidencia de la bondad de Dios en el mundo, porque creo en el amor y porque creo que Dios es amor” .
CREER NO ES DEJAR DE DUDAR
¿Ser creyente o cristiano le hace una mejor persona o un físico mejor que otros?  “Conozco un montón de ateos que son mejores personas y mejores científicos que yo. ¿Estoy libre de dudas sobre la existencia de Dios? Difícilmente también. Las preguntas sobre el mal en el mundo, el sufrimiento de niños inocentes, la variedad del pensamiento religioso y otros imponderables suelen dejar a menudo en el aire la cuestión de si estoy en lo cierto, y me hacen constatar siempre mi ignorancia. A pesar de todo esto, creo más (en Dios) gracias a la Ciencia que a pesar de ella”, concluye el premio Nobel.
“Como está escrito en la Epístola a los Hebreos, ´la fe es la garantía de los bienes que se esperan, la plena certeza de las realidades que no se ven´” es su mensaje final.

Fuentes: ReL

Editado por: Protestante Digital 2012