Categorias
Noticias

Casal de negros fica chocado com o nascimento de filho branco e loiro

 

Apesar de ter explicação genética, homem é alvo de suspeitas quanto à sua paternidade

   Reprodução

Um casal de negros contou ao jornal Daily Mail o quão surpreso ficou com o nascimento de Daniel, ummenino branco e loiro. O pai, Francis Tsibangu, admitiu: “meu primeiro pensamento foi: será que ele é mesmo meu?”. Ele e Arlette já eram pais de Seth, 2 anos, um garoto que, assim como eles, reflete as características da ascendência africana.
A explicação para o caso está na genética, pois houve uma ligeira mutação, o que não significa que Daniel seja albino. Francis, que nasceu no Congo, explicou que até mesmo os médicos suspeitaram de suapaternidade. “Então olhei para Arlette e tive certeza de que o filho era meu. Estamos juntos há 3 anos e nunca houve problemas de infidelidade entre nós.
A certeza de que Daniel era mesmo seu filho veio quando Francis abaixou-se para beijar o menino. Nesse momento, ele pode perceber traços dele e da mulher na criança. “Ele tem o meu nariz e a boca da Arlette”, afirmou o homem ao jornal britânico.
A mãe disse que a reação na sala de cirurgia foi de silêncio, todos estavam chocados, inclusive ela. “Os olhares dos médicos e enfermeiras diziam tudo: todos se perguntavam como é que eu podia ter tido um bebê branco. No entanto, como qualquer mãe que acaba de dar à luz, a minha principal preocupação era se ele era saudável”, afirmou ela.
Francis afirmou que sabe sobre as suspeitas que irão acontecer em torno da família. “Eu sei que vai existir quem diga que minha mulher teve um caso, mas eu confio nela completamente e sei que isso não aconteceu. Mesmo se ela tivesse se envolvido com um homem branco, o bebê nasceria mestiço, com os cabelos pretos, por exemplo, e não lisos e loiros como os de Daniel.”
Apesar de toda a especulação, o casal afirma que a cor da pele do menino não é o mais importante. “O que vale é que temos um filho saudável e que é muito amado”, acrescentou Francis.

Categorias
Artigos

El cielo es un “cuento de hadas”, dice Stephen Hawking

17/05/2011

Por Angel Pastor Medrado

Por Shaun Curry | Noticias AFP – lun, 16 de mayo 2011

  • British scientist Stephen Hawking attends a graduation ceremony in Cambridge in 2008. Hawking has branded heaven a "fairy story" for people afraid of the dark, in his latest dismissal of the concepts underpinning the world's religionsEl científico británico Stephen Hawking asiste a la ceremonia de graduación en Cambridge en 2008.

El científico británico Stephen Hawking ha calificado el Cielo “cuento de hadas” la gente tiene miedo a la oscuridad, en su más reciente despido de los conceptos que sustentan las religiones del mundo.

El autor de 1988, best-seller internacional “Una breve historia del tiempo”, dijo en una entrevista con The Guardian publicó el lunes que fueron sus puntos de vista claros y la influencia de su batalla con la enfermedad de la neurona motora.

“He vivido con la perspectiva de una muerte prematura en los últimos 49 años. No tengo miedo de la muerte, pero yo estoy en la prisa por morir. Tengo tantas cosas que quiero a la primera, “dijo el periódico.

“Considero que” el cerebro como un ordenador que dejará de funcionar cuando sus componentes no.Hay en el cielo o más allá se descompone las computadoras, que es un cuento de hadas para la gente teme a la oscuridad. “

la postura de Hawking en la religión se ha endurecido significativamente en el cuarto de siglo desde casi la publicación de su trabajo seminal sobre el cosmos.

En “Una breve historia del tiempo” sugirió que la idea de un Ser Divino no es necesariamente incompatible con la comprensión científica del universo.

Pero en 2010 su libro “The Grand Design”, dijo la deidad ya no tiene lugar en las teorías sobre la creación del universo a la luz de una serie de avances en la física.

Hawking ha alcanzado fama mundial por su investigación, la escritura y documentales de televisión a pesar de sufrir desde la edad de 21 años de la enfermedad de la neurona motora que lo ha dejado con discapacidad y dependientes de un sintetizador de voz.

Etiquetas: , ,

 

Categorias
Artigos

Museu Egípcio se muda para as Pirâmides e quer virar referência em 2015

 

Novo museu abrigará 100 mil peças, um armazém de antiguidades e um laboratório de restauração

 

Cairo, 4 mai – O Museu Egípcio do Cairo quer se transformar no templo do século XXI dos grandes tesouros da Antiguidade com sua nova sede, que será construída junto às Pirâmides de Gizé e deve abrir suas portas em 2015.

Situado junto à encosta da grande esplanada de Gizé, sobre o qual descansam as pirâmides de Keops, Kefren e Mikerinos, o futuro Grande Museu Egípcio será formado por um enorme complexo de 85 mil metros quadrados que abrigará 100 mil peças, um armazém de antiguidades e um laboratório de restauração.

O ministro de Estado para as Antiguidades, Zahi Hawas, apresentou na terça-feira perante a imprensa, junto à equipe que dirige o museu, os planos detalhados do complexo e assegurou que o objetivo é que o novo centro não tenha nada a invejar dos gigantes como o Louvre de Paris, o Museu Britânico de Londres e o Metropolitan de Nova York.

Por enquanto, só foram construídos laboratórios de restauração de antiguidades e armazéns, enquanto equipes trabalham nas salas de exposição.

Contudo, a nova sede não trará nenhuma semelhança da anterior, situada em um antigo edifício em pleno centro da capital que data de 1902, e em cujos corredores empoeirados se armazenam dezenas de sarcófagos e estatuetas sem identificação, ou catalogadas em idiomas diferentes que variam entre o árabe, o inglês, o italiano e o japonês.

As primeiras imagens do projeto que foram divulgadas nesta semana mostram grandes salas com pé direito alto e galerias com muita luz natural: "Foram projetadas de modo que o visitante sinta que está entrando em um terreno arqueológico", explicou uma das responsáveis da construção do novo museu, Maria Ducianti.

Hawas confirmou que a estátua colossal de Ramsés II (1304-1237 a.C), que até 2006 esteve na praça que leva o mesmo nome , e que agora está sendo restaurada, presidirá o saguão principal.

Além disso revelou que nas próximas semanas se estudará a mudança da grande barca solar de Keops, que na atualidade é exibida em uma instalação especial junto às Pirâmides, no interior do museu.

Os tesouros da tumba de Tutankhamon (1336-1327 a.C.), descobertos em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter, serão os protagonistas do novo centro e ocuparão 30% das galerias.

A máscara de ouro do faraó presidirá uma grande sala, da mesma forma como fizeram no caso da Monalisa no Louvre de Paris e o busto de Nefertiti no Pérgamo de Berlim, ressaltou Ducianti, que acrescentou que "o visitante seguirá os passos de Carter descobrindo a sepultura de Tutankhamon através de modelos em tamanho real".

As 100 mil peças que terá o novo museu se somarão antiguidades expostas em centros de todo o mundo que o Egito espera recuperar pouco a pouco.

Assim, Hawas anunciou nesta semana um acordo com o Metropolitan de Nova York para que retornem ao Egito 19 peças, e reforçou sua intenção de recuperar ícones da história egípcia como o busto de Nefertiti, exposta no Pérgamo de Berlim, e a Pedra de Roseta, no Museu Britânico.

Apesar dos numerosos atrasos, a construção das novas instalações, que inicialmente seriam inauguradas em 2009 e depois em 2012, Hawas se mostrou convencido que a abertura será em março de 2015 e justificou a demora pelos esforços para "fazer um museu digno em nível mundial".

Com todo o estardalhaço, Hawas, que desta vez compareceu sem o chapéu de Indiana Jones que o caracteriza, explicou os detalhes do projeto perante uma multidão de jornalistas nacionais e estrangeiros que suportaram o calor implacável que fazia no Cairo.

Acompanhado pelos jornalistas e dos funcionários do museu, Hawas visitou os laboratórios de restauração de antiguidades que funcionam há um ano na Esplanada das Pirâmides e nos quais 150 cientistas e arqueólogos restauraram já 10 mil peças.

O complexo de seis laboratórios permitirá "catalogar e estudar de forma científica as antiguidades dos terrenos arqueológicos e de outros museus", indicou à Efe o diretor do departamento de Arqueologia Científica do Museu, Mohamed Gamal, no interior de um dos laboratórios.

Alheios da curiosidade dos fotógrafos, jornalistas e comitiva de personalidades, os arqueólogos seguiam dando pinceladas meticulosas às jarras, estátuas e sarcófagos milenares que algum dia serão expostos nas vitrines do futuro Grande Museu Egípcio.



Tópicos: Pirâmide, Antiguidade, Egito, Vida, Ciência