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Cristãos são presos na Índia por cantarem músicas de Natal

Grupo com cerca de 30 pessoas foi acusado de tentar converter hindus


                Cristãos são presos na Índia por cantarem músicas de Natal

Cerca de 30 cristãos foram presos nesta quinta-feira (15)  pela polícia enquanto cantavam músicas de Natal. A acusação é que eles tentavam converter os hindus. O caso aconteceu no estado de Madhya Pradesh, Índia, onde tem havido sucessivos casos de perseguição religiosa.

Quando um grupo de sacerdotes foi à delegacia de polícia questionar as detenções, o carro deles foi incendiado no estacionamento. Os suspeitos pertencem a um grupo nacionalista hindu, explicou Theodore Mascarenhas, secretário-geral da Conferência Episcopal da Índia. 

Um homem formalizou a queixa, afirmando que o grupo de cristãos, que incluía um professor de teologia o pedira para “adorar a Jesus Cristo” e tentou força-lo a se converter.

Cerca de 80% da população Índia, formada por 1,2 bilhão de pessoas, é hindu. A minoria cristã da Índia vem denunciando o aumento de ataques às igrejas desde 2014, quando o primeiro-ministro Narendra Modi assumiu o poder.

Mascarenhas explica que 32 católicos, incluindo dois padres, foram detidos enquanto “faziam apresentações rotineiras de seu coral com canções de Natal”. Ressaltou também que o coral fez isso na época de Natal há 30 anos na região. Estranhamente, oito sacerdotes foram até a delegacia para saber informações e acabaram presos também. Isso mostra que as acusações são falsas e as prisões, arbitrárias.

A polícia justifica que deteve o grupo para interrogatório pois a conversão forçada de uma pessoa pela lei indiana pode resultar em prisão de até um ano. Cinco estados indianos, incluindo o Madhya Pradesh, possuem leis rígidas, incluindo a necessidade de uma permissão dos funcionários do governo para que qualquer pessoa mude de confissão religiosa.

Mascarenhas reclama que “terroristas que assumiram o traje da polícia religiosa” foram responsáveis pela confusão e pelo incêndio do carro. No final, os 40 cristãos foram liberados por falta de provas, enquanto ninguém foi preso no caso do incêndio criminoso. Com informações Daily Mail

Terroristas decapitam cristãos no Quênia

“Eles foram obrigados a recitar os dogmas islâmicos e eles não podiam fazer isso. Então, foram mortos.”, revelou testemunha.

            Terroristas decapitam cristãos no Quênia

Membros pertencentes ao grupo terrorista Al Shabaab mataram 13 pessoas no último fim de semana de julho, na região litoral do Quênia. De acordo com um sobrevivente, várias das vítimas foram decapitadas.

 Segundo o The Christian Post, o Associated Press divulgou que a ação se deu na vila de Jema, no condado de Lamu. Foram nove homens apreendidos antes de serem mortos.

“Eles foram abatidos como frango usando facas. Algo semelhante ao que aconteceu no Mpeketoni em 2014. Suspeitamos que haja muitos corpos não reconhecidos”, disse uma fonte da polícia.

“Os cristãos foram obrigados a recitar os dogmas islâmicos e eles não podiam fazer isso. Então, foram mortos.

Nós pedimos ao governo que investigue e traga esses muçulmanos que estão abrigando os terroristas da Al Shabaab, porque os cristãos que foram decapitados eram fazendeiros”, afirmou.

Outras duas pessoas, no condado de Lamu, afirmaram que os cristãos estão com problemas de escassez de alimentos. A região ainda segue em tensão.

De acordo com a Portas Abertas, o Quênia está na 18ª posição no ranking de perseguição religiosa. Com informações do Gospel Prime.

Missionários são mortos por evangelizar durante Ramadã

Dois obreiros chineses pertenciam a missão que trabalha no Paquistão


     Missionários são mortos por evangelizar durante Ramadã

Em 24 de maio, soldados do Estado Islâmico que fingiam ser policiais, sequestraram Lee Zing Yang, de 24 anos, e Meng Li Si, de 26 anos, na cidade de Quetta, Paquistão. Durante vários dias as agências de notícias noticiaram o desaparecimento dos chineses, mas não esclareciam que se tratavam de obreiros de uma missão evangélica.

Agora surge a informação de que os dois foram mortos. Eles eram professores de mandarim, língua majoritária da China, em uma escola no interior do país. Contudo, sua atividade principal era falar sobre Jesus para os muçulmanos, que configuram cerca de 90% da população local. O fato deles evangelizarem durante o mês de Ramadã, o mais sagrado do ano para os muçulmanos, irritou mais ainda os jihadistas.

O ministério do Interior do Paquistão emitiu um comunicado lamentando as mortes, mas fez a ressalva que eles fizeram “mau uso dos termos do seu visto de negócios” e se envolveram em atividades religiosas, o que é proibido pela lei do país.

O ministro Chaudhry Nisar Ali Khan disse que o Paquistão irá “rever” a emissão de vistos para o crescente número de cidadãos chineses que vão ao país a negócios.

 Ao mesmo tempo, um cristão sul-coreano foi preso, acusado de treinar chineses para fazerem trabalhos missionários no Paquistão. Ele tinha ligação com Lee e Meng e todos trabalhavam na mesma escola, que suspeita-se servir como base missionária. Outros membros de sua família também foram presos, mas os nomes não foram divulgados.

A polícia de Quetta afirma que eles faziam parte de um grupo de 12 chineses que estavam nessa escola de idiomas.

 “Essa família coreana treinava chineses para o trabalho missionário”, afirmou um oficial da polícia local. “Cerca de 50 pessoas que estavam em contato com os chineses receberam mensagens de texto ou ligações deles. Todos confirmaram que eles estavam envolvidos no trabalho de evangelização”, afirmou. Com informações Christian Daily  e Gospel Prime