Os que confiam no Senhor serão como o monte de Sião, que não se abalam, mas permanece para sempre

 

Mensagem de Fé para hoje

Pr.Medrado pregando IIIRev. Ângelo Medrado

Louvado seja Deus.

Salmos 125:1

“ Os que confiam no Senhor serão como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre”

O ser humano, na possibilidade de conseguir novas coisas que a vida oferece, procura de vários modos alcançar o seu objetivo. Ou seja, através do seu trabalho, jogos, loterias e etc…

Está sempre depositando sua confiança em algo que se sobrepõe a sua capacidade de realizar.

Mas como diz a Palavra de Deus, a confiança, a fé e a Esperança devem ser desenvolvidos não como uma tentativa, pois, normalmente, quando isso ocorre, a única certeza que podemos ter é a de errar, pois acertar é “ zebra “. Assim aprendemos que se depositarmos nossa confiança em Deus obteremos a certeza de que conseguiremos as coisas que desejamos, pois esta é uma promessa de Deus e a nossa única Esprança.

“ Buscai primeiro o Reino dos Céus e toda a Sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas”.

Quando praticamos a fé, não necessitamos de sacrifícios, ofertas especiais, subir montes e jejuns prolongados  porque só Deus é Fiel e temos assim a condição inabalável como o monte de Sião e nenhuma força poderá nos abalar.

Se desejar uma oração, coloque seu nome na opção “pedido de oração” no menu ao lado e centenas de pessoas estarão orando por você.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia e Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica e é também  presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçom, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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Os judeus, os cristãos e a pedra de tropeço

 israelJ. Lee Grady

Embora seja certeza que temos um chamado para amar e proteger Israel, não podemos nos retrair da responsabilidade de compartilhar Jesus ao povo judeu.

Enquanto os foguetes do Hezbolá estão caindo sobre o norte de Israel e o presidente do Irã está prometendo varrer o Estado judeu do mapa, os líderes israelenses estão surpresos de saber que os evangélicos dos Estados Unidos são seus melhores amigos. Estamos expressando solidariedade à nação de Israel como nunca antes.

Isso é uma boa coisa — pois em tempos passados os cristãos eram culpados de entreter o anti-semitismo. Somos gratos que estamos ajustando nossas atitudes e nossa nação está se colocando ao lado da democracia e contra os terroristas.

Contudo, o comodismo com Israel criou um dilema teológico complicado. Embora sintamos uma obrigação bíblica de proteger os judeus do ódio étnico (e realmente temos de protegê-los), temos também a ordem oficial de compartilhar o evangelho a judeus e gentios sem distinção. Afinal, o próprio apóstolo Paulo — o mais famoso judeu a se converter para o Cristianismo — nos disse que a mensagem de Cristo foi enviada “aos judeus primeiro” (Romanos 1:16).

Para complicar as coisas, alguns judeus crêem que o evangelismo cristão é uma forma de anti-semitismo — como se converter uma pessoa à fé em Jesus a deixasse despida de suas qualidades e características judaicas. Por esse motivo, alguns cristãos que se envolveram no ativismo pró-Israel realmente pararam totalmente de compartilhar o evangelho aos judeus. Alguns até criaram estranhas doutrinas que sugerem que os judeus, por causa de promessas de Deus na Antiga Aliança, têm a garantia de passagens especiais para o céu, como se eles não precisassem de Jesus para salvá-los de seus pecados.

Compreendo que estou me arriscando ao dizer isso, mas vamos usar alguma lógica aqui. Cremos ou não na Bíblia? Se os cristãos no livro de Atos — a maioria dos quais eram judeus que tinham se convertido para Cristo — compartilhavam com muita ousadia Jesus em todo o Israel e outros países, por que deveríamos desistir dessa tarefa?

Sou grato que Susan Perlman e meus outros amigos no ministério Judeus para Jesus (JPJ) na cidade de San Francisco não desistam. Durante todo o mês de julho, 150funcionários e voluntários de JPJ foram até a cidade de Nova Iorque e região, inclusive Long Island e norte de Nova Jersey. Eles distribuíram quase 2 milhões de panfletos evangélicos nas ruas, enviaram quase 500 mil revistas pelo correio e exibiram um filme sobre Jesus para 80 mil judeus hasídicos que falam iídiche.

E JPJ teve a alegria de anunciar que 241 judeus fizeram a oração para receber Cristo como seu Messias durante a campanha “Eis o teu Deus”. Além disso, 13 canais de televisão fizeram reportagem sobre JPJ e todos os grandes jornais publicaram artigos, inclusive a imprensa judaica.

É claro que os críticos apareceram com força total. JPJ espera tal reação toda vez que compartilha sua fé aos judeus. Mas um funcionário de JPJ respondeu: “Se eles soubessem o que sabemos sobre Jesus, eles se uniriam a nós para proclamar o evangelho, não para se opor a ele”.

Deus não é esquizofrênico. Ele nos chama não só para amar o Estado de Israel, mas também para proclamar a mensagem de Cristo aos judeus. Uma responsabilidade não cancela a outra.

E enquanto estamos tratando do assunto de Israel e controvérsia, permita-me arriscar-me mais ainda ao dizer que Deus também espera que nos importemos com nossos vizinhos árabes — e compartilhemos Cristo a eles também. Os cristãos árabes que vivem em lugares tais como Belém, Beirute e Bagdá muitas vezes são colocados em segundo plano e ficam esquecidos no meio da violência do Oriente Médio. Eles sabem, talvez melhor do que ninguém, que Jesus é a única esperança de reconciliação naquela região devastada pela guerra.

É de modo especial desanimador para nossos irmãos árabes cristãos quando eles nos vêem apoiando ações militares israelenses, mas esconden11111do dos judeus a mensagem de Cristo. Para eles, parece que estamos colocando nossa confiança em armas e bombas inteligentes, em vez do poder do evangelho.

De que maneira reagimos a essa crise complicada? Temos de defender o direito de Israel existir e apoiar todo esforço para deter o terrorismo, quer seja promovido pelo Hezbolá, al-Qaida ou o governo iraniano. Temos de orar pela paz de Jerusalém, que inclui orar pelos 1.3 milhões de árabes que vivem no Estado de Israel.

E temos, acima de tudo, de concordar com a oração do apóstolo Paulo. “E assim todo o Israel será salvo”. (Romanos 11:26) Qualquer trabalho a favor de Israel que façamos não poderá ser verdadeiramente bíblico se cedermos em nossa obrigação de compartilhar o amor de Cristo àqueles que Ele primeiro veio salvar.

J. Lee Grady é editor da revista Charisma.

 

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Charisma Online: Jews, Christians and the Stumbling Block,

 

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Supremo Tribunal da Inglaterra decide que cristãos podem dar sua aprovação ao sexo homossexual

 

Christine Dhanagom

LONDRES, Inglaterra, 8 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois da decisão do Supremo Tribunal de Londres da semana passada decidindo que um casal cristão pode ser proibido de cuidar de órfãos devido à sua indisposição de apoiar o estilo de vida homossexual, alguns comentaristas estão apontando para o fato de que a decisão equivale a um veredicto sobre o que é e não é a autêntica doutrina cristã.

A decisão do tribunal concluiu que Eunice e Owen Johns não haviam sido vítimas de discriminação religiosa quando a municipalidade de Derby rejeitou sua inscrição de pais adotivos, com base na alegada incapacidade do casal cristão de “promover a diversidade”.

Apesar da declaração do casal numa conversa com uma assistente social de que as convicções deles com relação à homossexualidade “têm como base suas convicções e opiniões religiosas”, tanto a Comissão de Pais Adotivos quanto o Supremo Tribunal tentaram separar a religião do casal de suas opiniões a favor do casamento tradicional a fim de evitar acusações de discriminação religiosa.

De acordo com a decisão do tribunal, numa reunião da Comissão de Pais Adotivos de 2007 que estava considerando a inscrição do casal, a Comissão expressou preocupação de que sua decisão pareceria discriminatória contra o casal cristão com base religiosa.

A Comissão escreveu: “A secretaria precisa tomar cuidado para não parecer estar cometendo discriminação contra eles com base religiosa. A questão não foi provocada simplesmente por causa da religião deles, pois há pessoas homofóbicas que não são cristãs”.

Em sua análise da ação da municipalidade defendendo suas ações, o tribunal comentou: “o acusado [a municipalidade] diz que tem aprovado pais adotivos que são cristãos muito firmes que têm convicções ortodoxas… e pais adotivos muçulmanos devotos que semelhantemente são leais à sua religião, mas que em ambos os exemplos são capazes de valorizar a diversidade apesar de suas profundas convicções religiosas”.

Recusando anular a decisão da municipalidade, o tribunal concordou que a decisão não era discriminação porque era baseada no fato de que o casal cristão desaprova a homossexualidade, não por causa do fato de que sua religião cristã desaprova a homossexualidade.

De acordo com a autoridade judicial mais elevada do Reino Unido, então essas duas coisas são evidentemente separáveis em princípio.

David Cameron, primeiro-ministro britânico, também deu sua sugestão com sua própria interpretação do Cristianismo, que apoia a diferença que o tribunal fez. De acordo com uma reportagem de terça-feira no jornalDerby Telegraph, quando lhe perguntaram se o Cristianismo é incompatível com a aceitação da homossexualidade, o sr. Cameron respondeu: “Penso que os cristãos têm de ser tolerantes, acolhedores e liberais”.

Em resposta a esses dois acontecimentos, um popular blogueiro conservador do Reino Unido, que escreve sob o pseudônimo de “Arcebispo Cranmer”, escreveu na terça-feira passada: “Ontem, o Supremo Tribunal varreu para o lixo 2.000 anos de ortodoxia e tradição cristã ao divorciar a ética sexual do Cristianismo… É uma manifesta falsidade os juízes do Supremo Tribunal afirmarem que as convicções morais que um cristão tem sobre sexo nada têm a ver com sua fé cristã”.

“Cranmer” assemelhou a decisão a um veredicto de 2009 dado pelo Supremo Tribunal da Inglaterra contra uma escola de judeus ortodoxos. A escola havia proibido a entrada de um estudante potencial cuja mãe era uma mulher convertida ao judaísmo na base de que o estudante não era etnicamente semítico; daí, não era judeu.

A decisão do tribunal de que a escola poderia ser condenada por discriminação racial foi apoiada por seitas judaicas mais progressistas, que creem, diferente dos ortodoxos, que o judaísmo não tem conexões inerentes à identidade étnica.

Contudo, a decisão foi criticada por líderes judeus e especialistas legais como estabelecendo um perigoso precedente ao permitir que o tribunal dite para judeus ortodoxos o que é e o que não é parte integral da religião deles.

Agora, alguns estão questionando se a decisão da segunda-feira passada estabeleceu um precedente semelhante para o Cristianismo.

Numa análise do caso, Robert Pigott, correspondente de assuntos religiosos do noticiário BBC News, pareceu ecoar essa preocupação: “O tribunal fez diferença entre tipos de Cristianismo, dizendo que os cristãos em geral podem muito bem ser bons pais adotivos, enquanto pessoas com opiniões cristãs tradicionais como Eunice e Owen Johns não podem”.