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Turquia, pela primeira vez, entra na lista de países repressores

 

Um relatório anual do governo dos EUA incluiu a Turquia, pela primeira vez, na lista dos países que mais violam a liberdade religiosa, ao lado de países como Irã e Coreia do Norte.

O relatório divulgado pela Comissão Internacional de Liberdade Religiosa dos Estados Unidos (USCIRF) em 20 de março, pediu ao Departamento de Estado para considerar a Turquia como um “país de preocupação particular” (CPC), por causa do tratamento dado às minorias religiosas, especialmente aos cristãos.

”A recomendação da Turquia à lista surpreendeu a muitos. Afinal de contas, os métodos de controle e repressão religiosa contrastam com as sangrentas repressões encontradas em países como Egito, Arábia Saudita, Sudão e Coreia do Norte“, escreveu a comissária Nina Shea. E acrescentou: “A Turquia tem utilizados meios sofisticados, e medidas mais sutis para eliminar as minorias religiosas, sejam elas cristãs ou não.”

“As minorias cristãs da Turquia se esforçam para encontrar lugares em que elas possam se reunir, pois não podem participar de seminários para formação de futuros líderes, são impedidas de usar trajes clericais em público, veêm os assassinos de seus líderes ficarem impunes e, acima de tudo, não têm o direito legal de serem reconhecidas como igreja… “Shea continuou. “A mesmas leias da Turquia, que visam promover um nacionalismo secular, também cultivam em seus cidadãos uma cultura de animosidade contra os cristãos, que são vistos como invasores e clandestinos’, apesar de o cristianismo existir ali há 2 mil anos, bem antes dos islamismo.”

Os comissários, que votaram a favor da inclusão da Turquia na lista, dizem que foi dado ao país tempo suficiente para melhorar a liberdade religiosa dentro de suas fronteiras, mas que pouco se fez, até agora.

“A questão é o que eles deveriam ter feito e não fizeram, por mais um ano,” disse Leonardo Leo ao Turkish Daily quando questionado sobre as razões da Turquia ser recomendada à lista.

A lista também inclui Mianmar, China, Egito, Eritreia, Iraque, Irã, Nigéria, Coreia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã. Todos estes países constam na Classificação de Países por perseguição da Portas Abertas.

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Líder muçulmano diz: Destruam todas as igrejas

 

Obama silencia enquanto o grão-mufti da Arábia Saudita mira no Cristianismo

Se o papa pedisse a destruição de todas as mesquitas na Europa, a gritaria seria cataclísmica. Especialistas iriam atacar a Igreja Católica sem dó nem piedade, a Casa Branca prontamente iria apresentar uma declaração de profunda preocupação, e manifestantes no Oriente Médio matariam uns aos outros em sua revolta. Mas quando o líder mais influente no mundo muçulmano lança uma fatwa (decreto islâmico) para destruir as igrejas cristãs, o silêncio é ensurdecedor.

No dia 12 de março, o xeique Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região”. A decisão veio em resposta a uma dúvida de uma delegação do Kuwait sobre a legislação proposta para evitar a construção de igrejas no emirado. O mufti baseou sua decisão em uma história de que em seu leito de morte, Maomé declarou: “Não deve haver duas religiões na Península [árabe]”. Essa passagem tem sido muito usada para justificar a intolerância no reino saudita. Igrejas sempre foram proibidas na Arábia Saudita, e até recentemente judeus não eram sequer permitidos no país. Aqueles que desejam adorar da maneira de sua escolha devem fazê-lo escondido, em privado, e mesmo assim a polícia da moral é conhecida por aparecer inesperadamente e interromper a adoração.

Esse líder islâmico não é um pequeno imam radical tentando atiçar seus seguidores com discursos de ódio excessivo. A decisão tomada foi uma decisão pensada, determinada e específica de um dos mais importantes líderes do mundo muçulmano. A decisão não apenas cria uma obrigação religiosa para aqueles sobre os quais o mufti tem autoridade direta, como é também um sinal para outros no mundo muçulmano de que destruir igrejas é não só permitido, mas obrigatório.

O governo de Obama ignora esses tipos de provocações por sua conta e risco. A Casa Branca colocou a aproximação internacional aos muçulmanos como prioridade de sua política externa num esforço para promover a imagem dos Estados Unidos como uma nação amiga do islamismo. Isso está sendo feito à custa da defesa dos direitos humanos e liberdades religiosas dos grupos minoritários no Oriente Médio. A região é uma encruzilhada crucial. Radicais islâmicos estão liderando a maré política contra a velha ordem autoritária e secularista. Eles estão testando as águas na sua relação com o mundo exterior, à procura de sinais do quão longe eles podem ir ao impor a sua visão radical de uma teocracia baseada na lei islâmica. Ignorar as declarações provocativas, como a do mufti, envia um sinal para esses grupos de que eles podem se engajar em um tipo de fanatismo e violência anticristã, sem consequências.

A campanha do sr. Obama para se aproximar do mundo muçulmano não conseguiu gerar a boa vontade que ele esperava. Em parte, isso foi porque ele sentiu que era melhor favorecer o preconceito do que impor respeito. Quando os membros da elite islâmica pedem o equivalente religioso da limpeza étnica, o líder do mundo livre deve responder, ou arriscar legitimar a opressão que se segue. Os Estados Unidos não deveriam se curvar aos mandos extremistas do grão-mufti, não importa quão desesperada a Casa Branca esteja para que ele goste dos americanos.

Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo do Washington Times: Destroy all churches

Fonte: www.juliosevero.com

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O Incomparável Jesus

Publicado por Everson Barbosa em 5 de fevereiro de 2012
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O Incomparável Jesus

Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos […] para que provasse a morte por todos

(Hebreus 2:9).

Durante meados do primeiro século, milhares de judeus na Palestina creram em Jesus Cristo. Logo foram cruelmente perseguidos por sua própria nação e também pelos imperadores romanos. Muitos perderam a vida, sofrendo martírio, e outros tantos se tornaram escravos. Houve também quem desanimasse, até retornando ao judaísmo.

Por intermédio da epístola aos Hebreus, os cristãos perseguidos foram confortados, obtiveram novo ânimo, e se motivaram a perseverar naquele momento difícil. A fim de renovar o zelo deles pelo Redentor, essa epístola, que toca nosso coração do começo ao final, apresenta os incomparáveis méritos do Senhor Jesus Cristo.

Cristo é revelado como maior do que todos os profetas e anjos, superior a Moisés, Arão e Josué. As inumeráveis ofertas feitas sob a lei judaica eram uma mera “sombra” do perfeito sacrifício do Senhor Jesus Cristo na cruz. Os sacrifícios do Antigo Testamento não podiam expiar um único pecado. Eram apenas um lembrete que o pecado estava no mundo e apontava para a obra da redenção que Deus iria realizar por meio de Cristo.

Deus enviou Seu Filho ao mundo; Sua vida foi vivida em incessante concordância com Seu Deus e Pai. Isso O tornou adequado para o perfeito e definitivo sacrifício, que jamais precisaria ser repetido. É suficiente para salvar os que crêem nEle e em Sua obra expiatória.

Fonte: A Paz