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Primeiro homem grávido se divorcia depois de 9 anos

 

PorLuciano Portela | Colaborador do The Christian Post

Depois de ficar famoso como o primeiro "homem grávido" do mundo, Thomas Beatie divulgou que vai se separar.

Ele esteve casado com Nancy por nove anos e vive uma situação ruim com a esposa, segundo as informações do jornal Daily Mail.

"Como todos os casamentos, temos nossos altos e baixos, e estamos passando por uma fase difícil agora. No momento, estamos separados", afirmou o marido de Nancy.

Thomas era mulher anteriormente, se chamava Tracy Lagondino, e realizou um tratamento para mudança de sexo aos 24 anos.

Ele possui aspectos masculinos (com barba e sem seios), agora é um homem, de acordo com a lei, mas manteve os órgãos sexuais femininos.

A ex-esposa passou por uma histerectomia, processo para retirar o útero, e não pode engravidar.

Logo, através de uma inseminação artificial, os dois decidiram que Thomas ficaria grávido com a doação de esperma.

Assim, o casal conceberam, ao todo, três filhos: Susan, Austin e o mais novo, Jensen.

No começo de 2008, Thomas concedeu uma entrevista para a apresentadora Oprah Winfrey.

Thomas fez questão de expor seu sentimento de que "a necessidade de ter um filho não é um sentimento masculino ou feminino, mas humano".

Além disso, esclareceu que sua vontade de ter um descendente pode ser comum em qualquer indivíduo. "Sou uma pessoa e tenho direito de ter um filho biológico", declarou à Oprah.

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Los padres de Katy Perry esperan que su divorcio le acerque a Dios

Es hija de pastores

 

Los padres de Katy Perry esperan que su divorcio le acerque a Dios

La estrella del pop acaba de divorciarse de Russell Brand, quien se burlaba de las creencias cristianas evangélicas de los padres de Katy.

08 DE ENERO DE 2012, ESPAÑA

Russell Brand comunicó el pasado 31 de diciembre que solicitaría el divorcio ante los juzgados, finalizando así la relación con Katy Perry, con quien se había casado sólo hace un año en la India.  Una ruptura que ha dado mucho que hablar esta semana y sobre la que también han opinado los padres de Katy, pastores de una iglesia evangélica pentecostal en Estados Unidos.
Keith y Mary Hudson expresaron en un sermón en su iglesia evangélica en Ohio su amor por Katy, así como  su deseo de que esta ruptura sirva para que su hija se vuelva a Dios y recupere la fe.
Aunque no mostraron alegría por la ruptura, es conocido que el humorista británico no era del gusto de los Hudson. De hecho, las creencias religiosas de la familia de la cantante fue motivo de burla constante para Russell Brand.
¿EN EL CAMINO DEL PRÓDIGO?
Como cuenta José de Segovia en su artículo “Katy Perry y los hijos de pastores”  la joven estrella del pop se crió en el seno de una familia evangélica con una fuerte influencia de la Biblia y de los valores tradicionales cristianos.
Ella cuenta que tuvo una educación “evangélica no denominacional”.  La cantante que conocemos como Katy Perry, se llama en realidad Hudson y comenzó a cantar en la iglesia a los 9 años.  A los 16 hizo ya un disco con su nombre con un sello de música cristiana, Red Hill Records. Un camino que abandonó poco después para saltar al pop comercial apartándose de la práctica de la fe.
Dice José de Segovia que la historia de Katy Perry “se parece a muchos adolescentes, que han crecido en el estricto ámbito de la iglesia, hasta que su curiosidad les ha llevado a explorar el mundo a su manera. A veces vuelven a la fe de su juventud, y otras se apartan totalmente de ella”. Quizá esta crisis tan complicada en la vida de Perry sirva también para que retorne al abrazo del Padre celestial.

Fuentes: Europa Press Efe ProtestanteDigital

© Protestante Digital 2011

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Noticias

Os Cristãos Coptas Ameaçam Sair da Denominação Por Leis de Divórcio

Por Alex Murashko|Repórter do The Christian Post
Traduzido por Rodrigo L. Albuquerque

Um grupo de coptas egípcios está protestando contra a Igreja Copta Ortodoxa do país por sua recusa em mudar o divórcio e as leis atuais casamento e estão declarando sua intenção de deixar a denominação.

coptas

(Photo: REUTERS/Asmaa Waguih)

Cristãos Ortodoxos Coptas atendem uma missa enquanto celebram Domingo de Páscoa em uma igreja em Cairo, April 23, 2011.

Na quinta-feira, o grupo de quatro meses de idade copta “Right to Live” organizou um protesto em frente do Ministério da Justiça Cairo, exigindo que os coptas tenham o direito ao divórcio e novo casamento, segundo relatou o jornal Al Masry Al Youm.

Ao contrário dos Estados Unidos, onde os governos locais realizam o processo de divórcio legal, a Igreja Ortodoxa Copta tem a aprovação do Egito para impor seus padrões de casamento e divórcio como lei.

Não há casamento civil no Egito, desta maneira, os casamentos são registrados com o governo através de um sacerdote. A fim de obter um divórcio, casais devem passar pela igreja primeiro. Se a igreja se recusar, um casal pode recorrer aos tribunais civis, mas são muitas vezes guiados de volta para a igreja.

Onde há uma diferença nas denominações ou seitas, afirma-se que a lei egípcia Sharia islâmica se aplica, e o direito ao divórcio é concedido.
Seguidores da Igreja Ortodoxa Copta são estimados em cerca de 10 por cento dos 80 milhões de pessoas do Egito. Centrado no Egito, a denominação é uma das mais antigas do mundo.

Enquanto a maioria muçulmana do Egito tem crescido ao longo das últimas três décadas, por isso tem sua minoria cristã, resultando em muitos coptas olhando para sua igreja como refúgio. A autoridade do líder copta Papa Shenouda III muitas vezes é inquestionável.

Durante o protesto, o grupo de coptas acrescentaram seus nomes a uma lista declarando sua retirada da Igreja Copta, o primeiro de seu tipo na história da denominação. é relatado que 29 pessoas assinaram a lista, que também está sendo distribuída online, durante o protesto.
Desde que foi nomeado para o Papado da Igreja Copta Ortodoxa, em 1971, Shenouda restringiu o divórcio em casos de adultério ou de conversão para outra religião ou a uma seita cristã diferente. Sua decisão alterou uma bylaw 1938 que permitiu os coptas a se divorciarem em razão da impotência, abandono, abuso e deficiência mental.

A partir da alteração do Shenouda, coptas que procuram um divórcio, mas que estão em casamentos em que o adultério não é um fator, ficaram conhecidos por criar reivindicações de adultério ou conversão.

Rasha Sadeq, que é o membro da Right to Live, disse ao Al-Masry Al-Youm que o Ministério da Justiça não tem respondido às exigências dos manifestantes do movimento, uma vez que foram apresentadas em julho.

As exigências incluem o direito a um casamento civil em um cartório para aqueles que já se divorciaram, sem a necessidade de adquirir a permissão da igreja, e o direito ao divórcio através de um notário, se ambas as partes concordarem, segundo relatórios.

O grupo também assinou um documento endereçado a Shenouda, em que eles declaram que restrições da igreja – particularmente no que diz respeito ao divórcio e novo casamento – já não se aplicam a eles.
Os manifestantes têm enfatizado que deixar a Igreja Ortodoxa não significa abandonar a fé cristã, informou Al-Masry Al-Youm.

Osama Farag, que é um manifestante que procura o direito de um divórcio, se descreveu como um “egípcio cristão com nenhuma seita,” de acordo com a reportagem.
“Se a Igreja não me deixar divorciar, eu não tenho nenhuma escolha senão tentar por um divórcio civil e casamento”, disse Sameh Abdel Malak, acrescentando que ele está sendo negado um divórcio, apesar de sua esposa, alegadamente ter cometido adultério.

“Sei que os jornais podem estar errados [na visão da Igreja], mas o que importa é que as coisas vão estar certas entre mim e Deus”, Abdel Malak disse.