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Pastores brasileiros são presos por tráfico de pessoas em Portugal

Sede do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal
Sede do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), um órgão da polícia criminal que controla fronteiras e estrangeiros em Portugal, informou hoje que deteve na zona da Grande Lisboa três pastores de uma organização religiosa suspeitos de associação de auxílio à imigração ilegal e tráfico de pessoas.

Segundo o jornal Público, os pastores foram detidos em Amadora, na Grande Lisboa e são dois homens e uma mulher de nacionalidade brasileira.

Em comunicado, o SEF adianta que a detenção dos pastores ocorreu na quinta-feira e, além dos três mandados de prisão, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão.

O SEF não precisou qual a organização religiosa, indicando apenas que são pastores de uma igreja evangélica.

O serviço de segurança frisa que foram identificados nos locais das buscas cerca de trinta cidadãos estrangeiros, oriundos da América do Sul, alojados nos diferentes locais de culto “em condições muito precárias”. Segundo o Público, estes cidadãos são brasileiros.

Segundo o SEF, os cidadãos estrangeiros eram angariados pela organização religiosa no país de origem e encontravam-se na sua maioria em situação irregular em Portugal exercendo atividade laboral subordinada de forma ilegal.

Além das más condições de trabalho, alojamento e salubridade em que foram encontrados, os cidadãos estrangeiros, entre os quais crianças, eram sujeitos ao pagamento de quantias de dinheiro para a organização religiosa, refere também ao serviço de segurança.

Os detidos serão levados ao tribunal para primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação.

Segundo o diretor de investigação do órgão, Gonçalo Rodrigues, as investigações sobre o caso começaram há três meses por conta de uma denúncia.

No total, participaram na operação 55 agentes do SEF, que vai prosseguir a investigação.

Fonte: TVI – Portugal

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Coreia do Norte: país número um em perseguição ao cristão

  
Coreia do Norte

Ser cristão na Coreia do Norte significa manter a fé em segredo, não adorar a Deus em público, sequer fazer uma oração (mesmo no secreto de seu lar), não ter uma Bíblia e se manter preso às tradições de um país que se restringe ao mundo.

O cristianismo na Coreia do Norte é visto como uma ideologia perigosa. É por isso que os cristãos são perseguidos intensamente. Os riscos são altos.

Apesar de ser o primeiro colocado na Lista Mundial da Perseguição desde 2002, o que classifica o país como tendo a pior perseguição do mundo, o cristianismo tem sobrevivido. A estimativa é que haja de 200 a 400 mil cristãos na Coreia do Norte, dos quais 50 mil a 70 mil estão presos em campos de trabalho forçados, por terem sido descobertos como cristãos.

Mesmo assim, igreja cres­ce na Coreia do Norte, seguida por uma perseguição violenta. Quanto mais pessoas vêm a fé, mais perseguição acon­tece.

Um risco a correr

O inimigo do cristão pode estar dentro de casa. Muitas crianças, filhos de cristãos secretos, ao descobrirem a fé de seus pais, os entregam às autoridades. Os pais são presos e muitas vezes mortos pelo Estado.

Entretanto, o cristão perseguido na Coreia do Norte não deixa de falar de Jesus e da Palavra de Deus a seus filhos e netos.

E essa foi a história de Hee Jin. Hoje, ela conhece a importância de cristãos comparti­lharem a fé. A avó foi uma cristã secreta. Todo domingo, ela pedia à jovem para fechar a porta do quarto, onde ajoelhavam, ora­vam e cantavam tão suavemente que dificilmente se ouvia. Hee Jin sabia que se, acidentalmente, contasse para alguém que a avó seguia a Deus, a família inteira – incluindo ela – seria eliminada.

“Minha avó trancava a porta e realizava cultos de 30 a 40 minutos. Começava com lou­vores e nós cantávamos juntas. Depois, orava pela família. Eu cantava sozinha e fechava os olhos durante as orações.”

Hoje, com 31 anos, Hee Jin sabe que no país cristãos conti­nuam sendo inimigos do Estado.

Fé para futuras gerações

Hee Jin é fruto da dedicação e todo o risco que sua avó correu ao evangeliza-la. Cristãos norte-coreanos precisam de ajuda na hora de transmitir seus valores aos filhos, mesmo sem compartilhar abertamente a fé. Como os fun­damentos da fé serão passados para a próxima geração?

Portas Abertas tem apoia­do a igreja norte-coreana nesse aspecto. Com a sua ajuda, pais cristãos norte-coreanos recebem livros cristãos que os auxiliam a ensinar os valores bíblicos aos filhos, sem precisarem comparti­lhar a fé.

Apenas no primeiro se­mestre de 2019, foram entregues 3 mil cópias de livros no país.

Para saber mais sobre essa campanha e como colaborar, acesse www.portasabertas.org.br/doe/campanhas/palavra-que-fortalece

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Hezbollah atacará Israel se os Estados Unidos revidarem ataque do Irã

“Alertamos o Grande Satanás, o regime sanguinário e arrogante dos EUA.”

Sayyed Hassan Nasrallah (Foto: Reprodução/YouTube)

O grupo terrorista Hezbollah ameaçou atacar Israel caso os Estados Unidos revidem aos ataques de mísseis realizados pelo Irã na noite desta terça-feira (7) contra bases iraquianas que abrigam soldados americanos.

“Não consideramos de forma alguma o regime sionista (de Israel) separado do regime note-americano nestes crimes”, alertou a Guarda Revolucionária do Irã em comunicado.

“Alertamos o Grande Satanás, o regime sanguinário e arrogante dos EUA, de que qualquer novo ato perverso ou mais agressão (contra o Irã) trará respostas mais dolorosas e esmagadoras”, continuou.

O grupo Hezbollah do Líbano atua com o apoio do Irã e também tem feito ameaças contra a soberania do país do Oriente Médio.

Ao todo o Irã lançou mais de 12 mísseis contra duas bases no Iraque que abrigam soltados norte-americanos, iranianos e noruegueses.