Categorias
Artigos Cultos curiosidades

Salvação da Serpente: pastor prega segurando serpentes pela fé

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

No início de Setembro o National Geographic Channel apresentou aos espectadores a mais inusitada forma de adoração, a “Snake Salvation” (Salvação da Serpente).

  • snake salvation
    (Foto: NGT)
    Pastor Andrew Hamblin fala com uma serpente em uma de suas mãos.

O ministério é do pastor Andrew Hamblin da Igreja Tabernacle Church of God em LaFollette, Tennessee, juntamente com o pastor Jamie Coots da Full Gospel Tabernacle in Jesus Name de Middlesboro, Kentucky.

A prática foi iniciada há cerca de 100 anos, e é comum entre os cristãos dessa seita pentecostal, que somam ao todo cerca de 1.000 pessoas.

Os aderentes do grupo se baseiam em Marcos 16:15-18, em particular o versículo 17 que diz: “Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.”

Em entrevista ao The Christian Post, da edição dos Estados Unidos, Hamblin esclareceu que o meio da salvação é o sangue de Cristo e não as serpentes.

Entretanto, ele sugere que assim como Jesus disse sobre expulsar demônios e falar em línguas, os quais muitos acreditam, pegar nas serprentes também é um dos sinais previsto por Ele.

“Eu pergunto… você acredita na cura do doente? Você acredita emfalar em línguas ou expulsar demônios? Ou você acredita que Pedro foi capaz de andar sobre a água pela fé?” pergunta ele.

Hamblin afirma que o pegar nas serpentes somente funciona com a fé. Se picado, disse que por causa da unção do Espírito Santo, não haverá perigo.

“Eu sou um pregador de fé, eu acredito em cura por fé, eu acredito em andar por fé.”

Entretanto, se uma serpente lhe picar por acidente em um momento regular, fora do período de unção, pode haver consequências perigosas e ele teria que eventualmente buscar um auxílio médico.

Categorias
Noticias

Maçons denunciados na tribuna da Câmara dos Deputados dos EUA

Julio Severo
Foi preciso Dianne Reidy, estenógrafa da Câmara dos Deputados dos EUA, para denunciar os maçons. Ela não tinha nenhum direto de usar o microfone da Câmara dos Deputados para falar o que os deputados americanos nunca falaram, e os meios de comunicação disseram que ela “ficou fora de si.” A rede noticiosa Fox News disse que o que aconteceu hoje, 17 de outubro, é muito estranho.

Reidy disse: “Não se deixem enganar. De Deus não se zomba. Uma Casa dividida não pode ficar de pé. Ele não permitirá que zombem dEle. Ele não permitirá que zombem dEle. Ele não permitirá que zombem dEle. A maior enganação aqui é que está nação não está sob Deus. Nunca esteve. Se tivesse estado, a Constituição não teria sido escrita por maçons… indo contra Deus. Vocês não podem servir dois mestres. Vocês não Podem servir dois mestres. Louvado seja Deus, Senhor Jesus Cristo.”

Reidy foi levada a um hospital local para avaliação, considerando sua conduta fora do comum, que muitos notaram estava completamente fora do normal da estenógrafa. Ela foi também entrevistada pela polícia, mas não há expectativa de que ela seja processada.
“Ela é uma pessoa muito conhecida, ela é uma pessoa perfeitamente legal, uma boa colega, alguém que é respeitável e confiável, e todo mundo que trabalha com ela está surpreso com isso,” disse no ar Dana Bash, repórter da CNN.
Para os meios de comunicação, foi apenas loucura. Mas fico tentando imaginar se havia Alguém por trás disso:
“Para envergonhar os sábios, Deus escolheu aquilo que o mundo acha que é loucura; e, para envergonhar os poderosos, ele escolheu o que o mundo acha fraco.” (1 Coríntios 1:27 BLH)
Com informações do Christian Post.
Versão em inglês deste artigo: Free Masons Denounced on House Floor
Versão em espanhol deste artigo: La Masonería es Denunciada en el Congreso Americano
Categorias
Artigos Cultos

Pastora pede que apenas pessoas brancas deem saudação na porta da igreja e causa polêmica

Por Leonardo Blair | Repórter do The Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Uma pastora de uma igreja multi-racial em Charlotte, Carolina do Norte, provocou recentemente uma controvérisa entre seus congregantes quando ela calmamente emitiu um pedido a um grupo de voluntários para recepcionistas na igreja, para ter somente “pessoas brancas” saudando as pessoas na frente da igreja nos cultos de domingo.

  • freedom house
    (Foto: Screenshot/WBTV)
    Freedom House Church.

De acordo com a WBTV, a pastora executiva de operações na Freddom House Church, Makeda Pennycooke, um dos apenas dois rostos negros entre aequipe executiva de 18 membros listados no site da igreja, enviou um email para o grupo de voluntários recepcionistas para o culto das 9h da igreja solicitando somente brancos na equipe.

Carmen Thomas, que atendeu e serviu na igreja por cerca de dois anos, disse que ela ficou chocada com o pedido.

“Eu fiquei chocada”, disse Thomas, que apresentou um cópia do email para a WBTV. “Você pode colocar um rosto branco por toda a porta da frente. Mas quando você vem por essas portas, você vê afro-americanos, você vê asiáticos. Você vê pessoas de cor.”

A pastora Pennycooke teria lembrado os voluntários no email que outono é um dos períodos mais movimentados do ano para a igreja e eles precisavam colocar o seu “melhor” na frente.

“Prevemos que teremos um aumento no número de pessoas visitando e atendendo a Freedom House nas próximas semanas”, observou Pennycooke no email enquanto apontava que a “primeira impressão é a que fica” e que a igreja quer “o melhor do melhor nas portas da frente”.

Thomas, que é também negra, disse que ela sabia exatamente o que a pastora queria dizer com a declaração.

“Muito negro”, disse ao WBTV. “Não foi a conclusão que eu cheguei. Foi algo que eu li.”

Thomas não atende mais a igreja, mas ela explicou que a decisão pode ter tido a ver com o posicionamento da igreja em geral.

“Talvez você acredite que com certa congregação eventualmente suas finanças serão melhores porque talvez não somos o que fazem dinheiro”, disse ela.

O The Christian Post entrou em contato com a Freedom House para comentário na terça-feira, porém, não houve resposta a diversas ligações.

Em uma resposta à WBTV, contudo, a porta-voz da Freedom House confirmou que Pennycooke tinha enviado o email.

“O email foi enviado por um dos nossos pastores de longa data em uma tentativa de enfatizar que nosso equipe de saudação reflete a diversidade racial de nossa congregação como um todo”, disse uma declaração da igreja para a WBTV. “Entretanto, ela admitiu que foi um erro enfatizar demasiadamente um grupo em específico e enviou um pedido de desculpas dentro de 24 horas depois do email original.”

“Os pastores têm se encontrado com os funcionários e membros da igreja para confirmar o seu compromisso com a diversidade e para assegurar que nada disso aconteça novamente”, disseram os oficiais da igreja para a WBTV.

A declaração da Freedom House Church dizia:

Um dos nossos pastores de longa data, em acordo com o desejo de nossa igreja ser inclusiva e intencionalmente alcançar todas as raças, observou que nossa equipe de saudação na porta da frente não estava refletindo a diversidade racial de nossa congregação, e ela quis que visitantes potenciais vissem pessoas como eles mesmos ao entrar em nossa igreja. Entretanto, ela cometeu um erro em julgamento ao pedir que todos os recepcionistas brancos ficassem à frente da porta, colocando ênfase em uma raça mais que na outra, ao tentar destacar a diversidade dentro da equipe de saudação. Ela admite que isso foi um grave erro de julgamento e está sinceramente arrependida de suas ações. Ela pediu desculpas imediatemente e pediu o nosso perdão. Ela e os pastores seniores se fizeram disponíveis para reunir-se com os membros da igreja que querem discutir essa situação com eles, e ter comunicado o seu verdadeiro coração nesta matéria – para ser uma igreja acolhedora e inclusiva para todos. A Freedom House acredita em um relacionamento diversificado dentro de sua sociedade, refletindo uma comunidade maior na qual a igreja reside, fazendo a vivendo juntos com um representante da igreja de todos – cultural, étnica, econômica e geracionalmente.