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Igrejas da Europa começam a abolir ofertas em dinheiro

Sistema de pagamento por celular ou via “pulseirinha” está sendo implantado em 16 mil templos

          Cartão de débito MasterCard.Cartão de débito MasterCard.

As Igrejas da Europa estão apostando que o dinheiro em espécie deixará de existir nos próximos anos. Países como Holanda e Suécia já tomam providências para aposentar de vez cédulas e moedas.

Até mesmo os cartões de crédito devem desaparecer, substituídos pelo sistema de pagamento por celular ou com as “pulseirinhas com chip” que se tornam cada vez mais populares.

Agora, 16 mil igrejas anglicanas da Inglaterra estão disponibilizando pagamentos desse tipo em seus templos, em uma tentativa de facilitar as doações.

A liderança da Igreja da Inglaterra, religião oficial do país, anunciou que “em uma era cada vez mais sem dinheiro”, a decisão visa facilitar todas as transações dentro dos templos com segurança.

Através de um convênio com as empresas SumUp e a iZettle, que já operam no Brasil, serão instalados leitores ​​para “pagamentos sem contato”, que receberão também através dos aplicativos Apple Pay e o Google Pay.

O Diretor de Mordomia da Igreja da Inglaterra, John Preston, disse que era uma necessidade sentida em muitas igrejas e que os pagamentos “sem contato” já são muito comuns na sociedade inglesa. “Isso facilita a vida especialmente dos frequentadores mais jovens, que não carregam mais dinheiro vivo. Estamos fazendo um teste com várias tecnologias para ver quais irão prevalecer”.

A decisão foi anunciada dois meses depois de algumas denominações europeias começarem a aceitar criptomoedas, como bitcoin. A Igreja da Inglaterra também aceita, mas em regime experimental ainda. Com informações de Gospel Prime e Chrisitan Today

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Igrejas querem ser “cidades de refúgio” contra deportações de Trump

Anúncios de entidades religiosas ecoam posturas políticas

por Jarbas Aragão

Igrejas querem ser “cidades de refúgio” contra deportações de TrumpIgrejas serão “cidades de refúgio” contra deportações de Trump
As medidas relativas aos imigrantes ilegais nos Estados Unidos anunciadas por Donald Trump foram usadas por seus adversários políticos como algo ruim para o país, muito embora durante o governo Obama o número de deportações bateu recordes.
Após a confirmação que ele será o novo presidente, os prefeitos de Nova York, Chicago e Seattle declararam que suas cidades seriam “santuários”, afirmando que eles protegerão os imigrantes indocumentados da deportação em massa prevista para o início de 2017.

Logo em seguida, milhares de estudantes, professores, ex-alunos das universidades de elite, incluindo Harvard, Yale e Brown, assinaram petições para que as instituições protegessem os estudantes indocumentados de qualquer ordem executiva.

Agora, as congregações religiosas, incluindo igrejas e sinagogas, estão se declarando “santuários” para imigrantes que fogem da deportação.

Semana passada, um mexicano indocumentado e pai de três filhos, que afirma estar determinado a ficar nos EUA apesar de não ter permissão, apareceu em uma coletiva de imprensa na Igreja Metodista Unida Arch Street.

Javier Flores buscou refúgio na igreja antes de uma ordem para comparecer ao serviço de Imigração e Alfândega. O mexicano de 40 anos, que reside no norte da Filadélfia, entrou ilegalmente nos Estados Unidos pela primeira vez em 1997. Desde então, foi deportado e voltou a entrar várias vezes.

“Se Javier e sua família preferem ficar conosco, terão um lar aqui”, afirmou o reverendo Robin Hynicka, pastor responsável pela congregação.

Peter Pedemonti, diretor executivo do Movimento Novo Santuário da Filadélfia, afirmou que dezenas de igrejas estão procurando se juntar ao programa de desobediência civil, de oposição  às deportações e que pretendem transformar os templos em locais de refúgio. Além das 17 que já assinaram os termos, existem duas sinagogas participando.

Na verdade, desde 2014, 13 igrejas em nove cidades já serviram de “santuário” a 15 pessoas em risco de deportação iminente, explica Noel Andersen, coordenadora nacional de base do Church World Service, que presta apoio jurídico para imigrantes cristãos.

Andersen estimou que existem 400 congregações em todo o país que apoiam os esforços ou estão dispostas a abrir suas portas para as pessoas que temem a repatriação forçada.

Historicamente, igrejas, escolas e hospitais, são considerados “locais sensíveis” pelo serviço de Imigração e Proteção de Fronteiras dos EUA. Os agentes federais evitam prender ou entrevistar pessoas que estejam dentro desses espaços.

Um dos argumentos usados pelos líderes religiosos é a tradição das cidades de refúgio, mencionados no Livro de Números. No Israel bíblico existiam locais para onde uma pessoa que acidentalmente matou outra poderia se refugiar de quem buscava vingança.

Apesar de jurar deportar cerca de 11 milhões de estrangeiros ilegais durante sua campanha, em entrevista recente Trump explicou que o foco são de 2 a 3 milhões de indocumentados que foram condenados por crimes.

“São os criminosos, que estão presos, têm antecedentes criminais, são membros de gangues, traficantes de drogas… Nós temos um monte dessas pessoas, provavelmente 2 milhões, pode chegar a 3 milhões”, afirmou o novo presidente ao programa 60 Minutes no início do mês. Com informações Religion News  e Gospel Prime

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Marcha para Jesus em SP reúne milhares de pessoas

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Marcha é considerada um dos maiores eventos cristãos do mundo

por Jarbas Aragão – gospel prime
 Marcha para Jesus (Foto: Flavio Moraes/G1)

Organizada por igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus na capital paulista é considerada o maior evento cristão do mundo. Esta é a 24ª edição da caminhada pelas ruas da cidade, acompanhada de orações. Como todos os anos, haverá apresentações musicais e pregações.

São 10 trios elétricos este ano, onde se apresentarão Renascer Praise, Thalles Roberto, Ao Cubo, Leonardo Gonçalves, Bruna Karla, Damares, Kastbarnea, Gabriela Rocha, Banda Dopa, Marcelo Aguiar, Soraya Moraes, Ministério Perdas Vivas, Eyshila, Gui Rebustini, Filipe Lancaster, Juliana Santiago, Flordelis, Nana Shara, Brás Adoração, Milena e Xuxu e Tonzão.

Este ano a marcha ocorre no feriado de Corpus Christi. Eventos similares são feitos em outras cidades do país, mas em datas diferentes. Iniciada perto das 10 da manhã, deve durar até as 18 horas.

O palco principal foi montado na Praça Heróis da FEB. Segundo a organização, 500 denominações cristãs participam do evento este ano.

Estima-se que deve reunir meio milhão de pessoas durante o dia.  Em outras ocasiões foram quase dois milhões de pessoas, segundo os organizadores.

A maioria dos frequentadores acreditam que participar é importante como demonstração de fé. Cirlenita Marques, 65 anos, “Isso aqui é, principalmente, para agradecer.

A gente marcha por nós e pela família para ficar mais próximos de Jesus, recebendo suas bênçãos. Eu espero que todo esse amor chegue ao coração de todas as pessoas para declarar Jesus.”

Luana Martins de Souza, 31 anos, trouxe os três filhos para prestigiar os shows. Para ela: “É um evento grande e é para adorar o Senhor. Trouxe meus filhos para ficarmos mais próximos de Deus e mostrar a fé para as pessoas. Eu quero ficar até o final e assistir a todos os shows”.  Com informações de G1 – gospelprime

medrado. perfil

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.