PF comprova ligação de Lula com federação muçulmana

Ex-presidente ganhou carro de luxo de órgão islâmico

por Jarbas Aragão -gospelprime-

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 PF comprova ligação de Lula com federação muçulmana

Depois que foram revelados todos os “presentes” que o ex-presidente Lula levou do Palácio do Planalto e colocou em depósitos e cofres em seu nome, ficou evidenciado que isso seria um crime.

É uma violação do Código de Conduta Ética dos Agentes Públicos em exercício na Presidência e Vice-Presidência da República. Estabelecido pelo Decreto nº 4.081, de 11 de janeiro de 2002, proíbe o agente público:

  • receber presente, transporte, hospedagem, compensação ou quaisquer favores, assim como aceitar convites para almoços, jantares, festas e outros eventos sociais;
  • Os presentes que, por qualquer razão, não possam ser recusados ou devolvidos sem ônus para o agente público, serão incorporados ao patrimônio da Presidência da República ou destinados a entidade de caráter cultural.

De acordo com O Antagonista, nas buscas feitas pela Polícia Federal em um dos apartamentos de Lula, foi encontrado um documento que mostra a doação de um carro de luxo feita a ele. Ao custo de R$ 170 mil, o Omega Fittipaldi 3.6 foi dado pela Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (Cibal-Halal).

Em 22 de março de 2011, o então presidente Lula foi homenageado com uma placa comemorativa pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), que comanda a Cibal-Halal e tem sede em São Paulo. Na ocasião, Lula fez um discurso criticando a ação militar da coalizão EUA, França e Grã-Bretanha contra o ditador líbio Muammar Khadafi.

Estavam presentes no local políticos como Fernando Haddad (hoje prefeito de São Paulo) e Gilberto Kassab (então governador do Estado). Também participou do evento Salim Taufic Schahin, dono do grupo Schahin, que foi preso recentemente pela Lava Jato.

Segundo o material divulgado pela Polícia Federal, a doação do Ômega ocorreu no dia seguinte. O autor da doação do veículo zero km a Lula foi o empresário libanês Youssef Bassila Chataqui. Até o momento os advogados do ex-presidente não se manifestaram sobre o assunto e nem foi tomada qualquer iniciativa pelo Ministério Público sobre a doação suspeita e ilegal.

Agora, a Lava Jato quer saber se o automóvel foi “pagamento” em troca de algum benefício concedido a grupos muçulmanos quando o petista era presidente da República. Há registros de Chataqui doando dinheiro para campanhas políticas de outros petistas, como Aloizio Mercadante.

Durante o período que Lula esteve à frente do país, o Brasil estreitou seus laços com os muçulmanos de vários países. Chama atenção a doação de 10 milhões de dólares ao grupo político-terrorista palestino Hamas, além de um terreno para que fosse construída a embaixada da Palestina, a primeira do tipo no Ocidente.

A revista Veja por diversas vezes alertou que existia uma “estreita ligação” entre o Partido dos Trabalhadores e os terroristas islâmicos que vivem no Brasil.

Doação do Omega

Documentos divulgados pela Polícia Federal.

Procurado pelo Gospel Prime, o deputado Marco Feliciano (PSC/SP), afirmou: “Denunciei a construção em Brasília do primeiro consulado palestino do mundo ocidental, mesmo a Palestina não sendo reconhecida como Estado, ao custo de 25 milhões de reais aos cofres do Brasil. Ver Lula agora abraçado com líderes muçulmanos, não me deixa surpreso. O conluio entre o PT e o Foro de São Paulo, ligados a facções islâmicas e governos ditatoriais mostram o porquê devemos pedir não só o impeachment de Dilma, mas também a extinção do PT”.

Plano de expansão islâmica prossegue no país

Embora os dados oficiais do IBGE (2010) digam que existem apenas 35 mil adeptos do Islã no país, líderes muçulmanos alegam ter de um milhão e meio a dois milhões de muçulmanos no país. Recentemente, foi anunciado que existe um projeto para “solidificar” o islamismo no Brasil como a terceira maior religião nos próximos 20 anos, chegando a 20 milhões de praticantes.

O número de muçulmanos no Brasil cresceu 29.1% entre 2000 e 2010, segundo o IBGE. Número bem maior que o crescimento médio da população, que foi de 12.3%. A taxa de crescimento é alta, mas não astronômica como garantem seus líderes.

Em 2014, o portal Gospel Prime, divulgou um plano internacional para o envio de mais imãs para a América Latina e a construção de mesquitas com dinheiro vindo da Turquia.

Mazen Mokhtar, presidente para as américas da Associação Muçulmana Internacional, comemorou a “alta taxa” de conversão ao Islã no continente.  Entre os participantes havia emissários do Brasil.

No mês passado, o portal mostrou que como as fronteiras estão “abertas” por causa das Olimpíadas no Rio de Janeiro, o Brasil recebeu a visita do xeique saudita   Muhammad al-Arifi, 45 anos, que veio divulgar o islamismo radical entre jovens e crianças.

Ele fez palestras em São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina. Embora proibido de entrar em cerca de 30 países por causa de sua ligação com movimentos terroristas, sua estadia em solo brasileiro não teve problemas.

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França prende imãs e fecha mesquitas

Ofensiva contra o Islã radical tenta prevenir novos ataques

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

França prende imãs e fecha mesquitas
França prende imãs e fecha mesquitas

Como parte das medidas de contraterrorismo após testemunhar dois ataques brutais este ano, o governo francês declarou “estado de emergência”. Passou então a colocar forças de segurança para revistar templos suspeitos de incentivar o jihadismo ou que tenham ligações com o Estado Islâmico

Durante os três meses do “estado de emergência” outras ações serão realizadas, incluindo os bombardeios na Síria, como parte da coalizão liderada pelos Estados Unidos. O alvo, oficialmente, é “perseguir o Islã radical”.

Embora não tenha divulgado oficialmente nomes, imãs considerados radicais estão sendo presos e podem ser expulsos do país. Mesquitas das ramificações salafistas e wahabitas, como a de Sunna, em Brest, a Aicha, em Montpellier, além de outras dezenas de locais de culto islâmico espalhados pela França foram revistadas e podem ser fechadas.

O primeiro-ministro Manuel Valls, avisou, cinco dias após os atentados do Estado Islâmico que mataram 130 pessoas e feriram 350 em Paris: “Temos um inimigo e é preciso nomeá-lo: é o islamismo radical”.

Desde então, ocorreram cerca de 1,3 mil batidas e operações policiais foram feitas sem a necessidade de autorização da Justiça. As prisões se multiplicaram desde os ataques. A justificativa é que as mesquitas fechadas representavam “risco sério”, por causa de seu discurso radical. Isso inclui a defesa da jihad (guerra santa) contra o Ocidente e a implantação da sharia, lei baseada apenas nos preceitos do Alcorão.

O imã Chiheb Harar, que é presidente da Associação dos Muçulmanos de Aubervilliers, e o imã Mohamed Khattabi, da mesquita de Aicha, estão em prisão domiciliar. O irmã Rachid Abou Houdeyfa, que lidera a mesquita Sunna, em Brest está sendo investigado por um vídeo em que doutrina crianças, afirmando que “quem ama música é amado por Sheitan (Satanás)”.

Por causa do atentado na casa de shows Bataclan, onde 89 pessoas morreram, seu nome foi alvo de uma petição on-line pedindo sua expulsão e o fechamento da mesquita que obteve mais de 45 mil assinaturas. Porém, a expulsão de líderes radicais pelo governo um julho não impediu os ataques de novembro.

Sociólogos, antropólogos e especialistas em segurança acreditam que a ofensiva francesa não dará os resultados esperados. O antropólogo Samir Amghar e o cientista político Mohamed Ali-Adraoui concordam que os radicais do Islã são minoria. Farhad Khosrokhavar, diretor de pesquisas na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais minimiza o risco de radicalização na França.

Todos ignoram levantamentos, como o da revista The Economist, que mostrou que mais de 70% dos muçulmanos do mundo apoiam o cumprimento da sharia e 90% concordam com as execuções dos inimigos (cristãos e judeus) e apóstatas (pessoas que abandonam o Islã).

Ao mesmo tempo, centenas de jovens europeus estão sendo alistados para o combate militar na Síria e no Iraque. Dos cerca de 12,5 mil combatentes estrangeiros alistados nas fileiras do Estado Islâmico em 2014, cerca de 2500 eram europeus. A maioria eram franceses. Hoje o número total de estrangeiros nas fileiras jihadistas chega perto de 30 mil, segundo dados da CIA e da ONU.

Campanha muçulmana diz que Jesus é escravo de Alá

Clérigos procuram converter africanos para o Islã

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Campanha muçulmana diz que Jesus é escravo de Alá
Campanha muçulmana diz que Jesus é escravo de Alá

Uma compilação de vídeos preparada pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (MEMRI na sigla original) mostra diferentes esforços de muçulmanos para converter africanos ao Islã.

Segundo a organização, o clérigo egípcio Wahid Abd Al-Salam Bali lidera uma verdadeira campanha na África, especialmente em áreas predominantemente cristãs de países como Malawi, Uganda, Tanzânia e Gana.

Bali afirma ter convertido mais de 4.000 pessoas em apenas sete dias no Malawi. Para os muçulmanos, para alguém se tornar islâmico basta recitar a shahada, que é o credo islâmico.

Normalmente são as palavras “Confesso que não há Deus senão Alá e que Maomé é seu profeta”. Neste caso, os homens aumentaram a declaração, para que os cristãos renunciam à sua fé dizendo: “Confesso que Jesus é o escravo de Alá e seu mensageiro”.

No vídeo, o clérigo consegue fazer com que muitos cristãos repitam essa frase. Também mostra um grupo de crianças recitando a shahada, seguido de gritos de “Allah Akbar” [Deus é grande], declaração de fé de jihadistas. Chama atenção que as crianças apontam o dedo para cima, um gesto muçulmano que significa a sua crença de que não há nenhum Deus senão Alá.

No vídeo, um líder muçulmano convence um jovem a retirar a cruz que carregava no pescoço. “Você vai se tornar um muçulmano. Você vai rezar cinco vezes por dia, com os muçulmanos. Você deve tirar a cruz, porque isso é só para os cristãos”, afirma o clérigo. “Tire isso agora.” O jovem concorda.

Uma parte do vídeo mostra uma multidão reunida. Os líderes muçulmanos perguntam: “Quem de vocês quer se juntar o Islã?” A maioria das mãos são levantadas. Em seguida, ele leva as multidões a repetir a shahada, seguido por declarações de “Allah Akbar”.

O clérigo, através de seu intérprete, diz a multidão africana que os muçulmanos vieram ajudá-los por causa de sua crença que os ricos devem dar aos pobres.”O Islã nos mandou vir aqui, para ajudar vocês com seus problemas. Porque o profeta dos muçulmanos, Maomé, ensinou que os ricos devem dar aos pobres. É por isso que viemos”.

Embora o vídeo não mostre, essa estratégia é conhecida. Os islâmicos levam comida e água para pessoas muito pobres e em “retribuição” pedem que elas recitem a shahada. Com informações Christian News

Assista:

httpv://www.youtube.com/watch?v=M4R61tZPL7Q