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Papa Francisco visita mesquita e diz que “cristãos e muçulmanos são irmãos”

Pontífice está na República Centro-Africana, que vive guerra religiosa há dois anos

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Papa Francisco visita mesquita e diz que “cristãos e muçulmanos são irmãos”
“Cristãos e muçulmanos são irmãos”, diz papa

Nesta segunda (30), o papa Francisco visitou a mesquita central de Bangui, capital da República Centro-Africana. Diante de uma multidão, voltou a afirmar que cristãos e mulçumanos são “irmãos”. Aproveitou para pedir o fim da violência no país, que nos últimos dois anos vive um conflito religioso que deixou milhares de mortos.

Sua viagem à África incluiu visitas a Quênia e Uganda, mas a chegada à República Centro-Africana era vista com temor pelas autoridades de segurança. A Organização das Nações Unidas (ONU) deslocou cerca de 300 soldados para o país visando proteger o pontífice. Francisco não abriu mão do papamóvel nem quis usar colete a prova de balas durante a visita.

Desde 2013 a República Centro-Africana vive um conflito violento, pois muçulmanos derrubaram o governo de François Bozizé e passaram a perseguir e matar cristãos. Grupos minoritários das milícias denominadas Antibalaka, de maioria cristã, reagiram.

A mesquita visitada pelo papa Francisco fica em um bairro muito perigoso, de maioria islâmica. Ali, se encontrou com líderes mulçumanos no que chamou de ato simbólico de sua primeira viagem à África.

“Juntos digamos ‘não’ ao ódio, à vingança, à violência, em particular à que se comete em nome de uma religião ou de Deus. Deus é paz”, pediu o papa. Defendeu que cristãos e mulçumanos devem “permanecer unidos para que acabe toda ação que, venha de onde vier, desfigura o rosto de Deus e, no fundo, tem como objetivo a defesa com veemência de interesses particulares em prejuízo do bem comum”.

Antes de retornar ao Vaticano, o papa irá rezar uma missa para milhares de católicos no estádio nacional da República Centro-Africana.

Em 2014, durante visita à Turquia, Francisco defendeu veementemente o aumento das relações inter-religiosas. Ao falar sobre a guerra no Iraque e na Síria, onde membros do Estado Islâmico rotineiramente matam cristãos, enfatizou seu desejo de ver “a solidariedade de todos os crentes”, equivalendo fiéis católicos e muçulmanos.

Pediu ainda que “fosse mais fácil verem uns aos outros como irmãos e irmãs que estão viajando pelo mesmo caminho”. Tal declaração seria vista com horror durante boa parte da história, principalmente na Idade Média quando os dois grupos travaram guerras sangrentas, chamando-se mutuamente de “infiéis”. Com informações de BBC

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Ciência Noticias

Globo ensina que Islã é a “religião da paz” – Será? veja o que diz o Alcorão, o livro sagrado do Islã.

Programa Encontro com Fátima Bernardes apresentou visão parcial do islamismo

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Globo ensina que Islã é a “religião da paz”
Globo ensina que Islã é a “religião da paz”

O programa Encontro com Fátima Bernardes, que vai ao ar pela manhã apresentou ontem (26) uma matéria mostrando o testemunho de uma muçulmana brasileira.

Atendendo pelo nome de Mag, a descendente de sírios tentou apresentar o islamismo como uma religião mal interpretada. Incialmente falou sobre sua escolha de usar o véu sobre a cabeça (hijab), negando que seja por imposição do marido.

Tentando mostrar como a religião não a “impede de fazer nada”, explicou que muitas pessoas tiram dúvidas sobre os preceitos islâmicos.

Deu uma cópia do Alcorão em português para a apresentadora. Depois, afirmou que os terroristas “se encostam na religião para justificar atos criminosos”. Mag enfatizou que a religião islâmica “prega a paz, prega a caridade”. Foi além, dizendo que os terroristas não são muçulmanos.

Ela leu um trecho do Alcorão:  “Quem matar uma pessoa, será considerado como se tivesse assassinado toda a humanidade, e quem a salvar, será reputado como se tivesse salvo toda a humanidade.” (Surata 5:32)

Não é surpresa ver a Rede Globo falando bem dos islâmicos. Ainda que possa ser considerada uma ‘pauta relevante’ diante das frequentes notícias falando sobre a guerra religiosa no Oriente Médio, o programa “Encontro” não prestou um serviço de esclarecimento total ao público.

Foi pinçado um trecho isolado do Alcorão, ignorando tantas outras passagens onde o discurso é bem diferente. Insistir que a mensagem do profeta Maomé é pacífica e caridosa é desprezar mais da metade do seu livro sagrado e as hadiths (tradições), que falam sobre perseguir e matar os que se opõe à sua religião. Por exemplo:

Surata 2:191 “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos”.

Surata 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

Surata 5:38 – Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão, como castigo de tudo quanto tenham cometido; é um exemplo, que emana de Deus, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Surata 5:73 – São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.

Surata 9:5 – Mas quanto os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras [cristãos], onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.

Surata 9:14 – Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio das vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis,

Surata 9:111 – Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível, que está registrada na Tora, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel à sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício.

Surata 35:14 – Não clameis, hoje, por uma só destruição; clamai, outrossim, por muitas destruições!

Surata 43:4 – E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Deus quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, (facultou-vos a guerra) para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Deus, Ele jamais desmerecerá as suas obras.

Surata 48:28 – Mohammad é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos, porém compassivos entre si.

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa”

Indonésia é a maior nação islâmica do planeta

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa” Muçulmanos fecham mil igrejas por “harmonia religiosa”

Uma antiga lei aprovada na Indonésia sempre causou polêmica, mas recentemente vem sendo usada por muçulmanos para justificar ataques contra cristãos. Maior nação muçulmana do planeta, com cerca de 90% da população de 200 milhões professando o islamismo, a Indonésia sempre conviveu com sangrentos conflitos étnicos e religiosos.

Conhecida como “lei de harmonia religiosa”, a legislação exige que os grupos religiosos minoritários recebam autorização dos muçulmanos antes de construir uma igreja. Estima-se que ela tenha sido usada como justificativa para fechar mil templos e casas de culto cristão.

Andreas Harsono, da ONG  Human Rights Watch afirma que “Isso mostra as falhas da regulamentação… Ela discrimina as minorias, possibilitando que a população muçulmana, que á majoritária, pressione o governo a fechar as igrejas”. Essa é a ironia legal, para que os islâmicos tenham harmonia, é preciso fechar locais onde membros de outras religiões se reúnem.

Em outubro, a província de Banda Aceh viu a violência escalonar depois que radicais muçulmanos invadiram e queimaram templos cristãos, alegando que foram construídas ilegalmente.

Em alguns casos, mesmo igrejas que tinham aprovação do governo local para construção, viram-na ser revogadas por causa da pressão dos radicais.  Uma multidão de 700 pessoas fez uma passeata até os escritórios do governo exigindo “a extinção do culto cristão na região”.

Na internet, divulgaram maciçamente a seguinte mensagem: “Não vamos parar de caçar os cristãos e incendiar suas igrejas. Os cristãos são inimigos de Alá!”.

Um membro da igreja Bona Sigalingging disse à imprensa que a luta dos cristãos no âmbito jurídico “é nossa tentativa de manter Indonésia um país para todos”.

De acordo com um relatório publicado pela Human Rights Watch, 80% das casas de culto na Indonésia não tem licenças. A Indonésia está entre os 50 países com maior índice de perseguição, segundo a classificação da Missão Portas Abertas. Com informações de Christian Headlines