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Força Aérea do Irã diz estar “preparada para eliminar Israel da Terra”

“Os jovens da nossa força aérea estão impacientes e preparados para lutar contra o regime sionista”, garante general iraniano

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O comandante da Força Aérea do Irã, general Aziz Nasirzadeh, assegurou que os seus efetivos estão preparados para eliminar Israel. A       ameaça veio horas depois forças israelenses terem bombardeado alvos iranianos na Síria, reportou o Times of Israel.
“Os jovens da nossa força aérea estão impacientes e preparados para lutar contra o regime sionista [Israel] e eliminá-lo da Terra”, assegurou Nasirzadeh. O general destacou que os soldados estão recebendo “a educação necessária para o dia prometido para a eliminação de Israel”, adiantando que estão a ser treinadas tanto em questões relativas à pilotagem quanto da guerra cibernética.
A Força Aérea iraniana também trabalha no desenvolvimento do “alcance das seus foguetes” e aprimora sua capacidade de “destruir alvos” a mais de mil quilômetros de distância, assinalou.“Asseguramos ao povo do Irã que estamos preparados para responder a qualquer ameaça e que o inimigo não se atreverá a invadir o nosso país porque conhece a nossa preparação e alta capacidade”, declarou o comandante da Força Aérea.
Por sua vez, as forças armadas israelitas disseram terem atingido, na madrugada desta segunda-feira (21), vários alvos militares iranianos na Síria, incluindo armazéns de munições e um campo de treino militar.
Os ataques aéreos foram a resposta ao disparo de um foguete no domingo a partir de território sírio e interceptado na zona das colinas de Golã controlada por Israel.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos indicou que pelo menos 11 pessoas morreram nos bombardeamentos israelense em Damasco e outros locais do sudoeste da Síria.
Nos últimos anos, aviões de combate israelitas têm atingido alvos do Irã e do grupo terrorista libanês Hezbollah na Síria, onde apoiam o regime de Bashar al-Assad.
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Grande Mesquita de Meca é atingida por nuvem com cerca de 30 mil gafanhotos

ExtraGlobo.comFernando Moreira
Praga de gafanhotos em Meca
Praga de gafanhotos em Meca Foto: Reprodução/Twitter

Uma gigantesca nuvem com cerca de 30 mil gafanhotos negros atingiu esta semana a área da Grande Mesquita de Meca (Arábia Saudita), o local mais sagrado do islamismo, noticiou a “Newsweek”.

A praga migratória levou ao deslocamento de 138 trabalhadores da limpeza e do controle de pragas para o local, que recebe milhões de peregrinos todo ano.

Nas redes sociais, além do evento em si, internautas discutiram sobre a sua conotação religiosa, já que livros sagrados do cristianismo, do judaísmo e do islamismo citam praga com inseto como uma forma de punição divina.

Fiéis com gafanhotos sobre as túnicasFiéis com gafanhotos sobre as túnicas Foto: Reprodução/Twitter
Gafanhotos recolhidos na Grande Mesquita de MecaGafanhotos recolhidos na Grande Mesquita de Meca Foto: Reprodução/Twitter
Dezenas de milhares de gafanhotos chegaram a MecaDezenas de milhares de gafanhotos chegaram a Meca Foto: Reprodução/Twitter

Uma grande quantidade de inseticida foi usada para exterminar os insetos e liberar totalmente a peregrinação.

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Muçulmanos encontram Jesus na peregrinação a Meca

Mais de 2 milhões de islâmicos começaram a peregrinação anual à Meca

HajjMuçulmanos em Meca. (Foto: Getty Images)

Neste domingo, mais de dois milhões de muçulmanos vindos do mundo inteiro deram início ao Hajj, peregrinação anual a Meca, Arábia Saudita, considerado o local mais sagrado do islã. Um missionário que trabalha no Oriente Médio revela que entre esses islâmicos praticantes, alguns estão vendo a Jesus em sonhos e se convertendo.

Perry LaHaie, da Missão Frontiers, explica que o Hajj acontece ao longo de cinco dias, com milhões de pessoas circulando a Caaba, um cubo negro que acreditam ser a “casa de Allah”.

O missionário divulgou testemunhos sobre as inúmeras histórias que tem ouvido sobre como “Deus está usando o Hajj para revelar aos muçulmanos a verdade da Bíblia e de Jesus Cristo”. Isso ocorreria através de sonhos, algo muito forte dentro da cultura oriental.

“Uma mulher chamada Adila teve vários sonhos com Jesus e foi conversar com seu imã sobre isso. O líder islâmico afirma que Allah a está ‘favorecendo’ e que ela deveria participar do Hajj. Quando ela dá a primeira volta ao redor da Caaba, perto do meio-dia, vê Jesus em pé sobre a rocha sagrada. Ele diz: ‘Leia o livro [Bíblia] Eu te amo, eu morri por você, leia o livro”. Segundo o missionário, Adila obedeceu e agora está seguindo a Jesus.

Outro testemunho é de um casal vindo da Turquia, Ali e Zehrav. O marido, Ali, era um alcoólatra que batia em sua esposa na frente de seus filhos. Alguns anos atrás, tentando mudar de vida, decidiu procurar a ajuda de Allah no Hajj.

“Ele esperava que assim se tornaria um muçulmano devoto. Ele não queria mais machucar sua família. Na sua primeira noite em Meca, Jesus apareceu-lhe em um sonho dizendo: ‘Você pertence a mim.’ Quando acordou, Ali ouviu novamente a voz de Jesus: ‘Você pertence a mim”, revelou o missionário.

LaHaie destaca que “Foi só o começo. A transformação de vida dele depois de um tempo inspirou toda sua família a seguir Jesus. Hoje em dia, Ali e Zehra estão pastoreando uma igreja.”

Para o missionário, os cristãos deveriam intensificar suas orações nesse período, clamando que mais islâmicos se convertam através de experiências sobrenaturais em áreas onde os obreiros cristãos não podem pregar o evangelho.

Perseguição aos que abandonam o Islã

O Centro Saudita para a Comunicação Internacional revelou que peregrinos muçulmanos continuam chegando a Meca. A contagem oficial já ultrapassou dois milhões e os maiores contingentes são do Egito, Índia, Paquistão, Bangladesh, Sudão e Jordânia.

Como é um dos cinco pilares do Islã, todos os muçulmanos que são capazes de fazer a peregrinação são estimulados a visitar a cidade sagrada pelo menos uma vez na vida.

Ao mesmo tempo, na Arábia Saudita os cristãos são proibidos de praticar livremente sua fé e os não-muçulmanos sequer podem entrar em Meca. Aqueles que abandonam o islamismo são chamados de ‘apóstatas’ e sofrem perseguições podendo ser, inclusive, condenados à morte.

A Missão Portas Abertas coloca a Arábia Saudita como a 12ª pior nação em seu ranking anual de perseguição cristã. por Jorge Aragão,Gospelprime-Com informações Christian Post